Dying Light: Platinum Edition | Techland entrega port impressionante e de “design inteligente” no Nintendo Switch, mas obviamente teve sacrifícios

Dying Light: Platinum Edition | Techland entrega port impressionante e de “design inteligente” no Nintendo Switch, mas obviamente teve sacrifícios

17/10/2021 1 Por Marcos

Na próxima terça-feira, 19 de outubro, o Nintendo Switch estará recebendo um inesperado port de Dying Light, que chegará à plataforma na sua versão “Platinum Edition”, oferecendo junto ao jogo base todos os quatro pacotes de DLC e Skin Packs por uma bagatela de R$ 249,00 na eShop ou em uma tentadora edição física.

Embora ainda falte alguns dias para o seu lançamento, a Digital Foundry quis certificar de que a Techland tenha entregado um trabalho satisfatório para os novos jogadores na plataforma híbrida. Em uma análise técnica publicada recentemente, é dito que a conversão de Dying Light para o Nintendo Switch é impressionante, embora obviamente houvesse sacrifícios para fazê-lo rodar em um hardware inferior.

Em suma, a Techland teve sucesso no trabalho de port, entragando uma experiência decente tanto quando jogado na TV quanto no modo portátil— com uma qualidade de imagem que pode ser melhor aproveitada no portátil, principalmente se jogado no Nintendo Switch OLED Model. No entanto, a Digital Foundry pontua um pequeno problema:

A Techland está usando o que parece ser um novo recurso TAAUanti-aliasing temporal com upscaling. A ideia aqui é reconstruir a imagem em vários quadros para corresponder à resolução de saída desejada: 1080p na Dock ou 720p no portátil.

Naturalmente, a resolução base real é mais baixa, geralmente contando em torno de 720p ou abaixo no modo dock, mas o resultado é interessante: parece razoavelmente perto do nativo quando o jogo está parado, mas conforme você se move, você notará alguma quebra de imagem.

Uma vez que estamos falando de um game em mundo aberto, o Nintendo Switch claramente não conseguiria suportar tanto. Aqui, a resolução das sombras está mais baixa, a qualidade de textura é afetada tanto nos personagens quanto na textura do mundo, enquanto há ausência no desfoque de movimento. No entanto, o draw distance e outros efeitos de prós-processamentos foram preservados no Nintendo Switch.

Quando falamos de performance, Dying Light no Nintendo Switch é executado em uma taxa de quadros de 30-36 FPS. A Digital Foundry explica que embora pareça grande coisa, o que acontece na verdade é que há vários tempos de quadro inconsistentes, como ritmo de quadro incorreto resultando em movimentação inconsistente — além de quedas genuínas abaixo dos 30 FPS em alguns momentos. A Techland parece estar trabalhando em um patch para implementar um limite decente de 30 FPS para deixar o game parecer mais suave.

No geral, a Digital Foundry diz que Dying Light no Nintendo Switch é um port impressionante e de “design inteligente”, com qualidade de imagem melhor que o esperando, especialmente quando jogado no modo portátil. O jogo executado a 30 FPS ou um pouco acima disso quase todo tempo, mas há irregularidades como o tempo de quadros inconsistentes.

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