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Review | Zengeon

Após o selo que prendia o Dark Emptness ser rompido, você treinou suas habilidades com o Mestre Nanzi para um dia retornar a Blessed Land e restaurar aquilo que foi perdido. Estaria você a altura desse desafio?
André Barrozo 26/08/2021

Desenvolvedora: 2P Games
Publicadora: PQube
Data de lançamento: 06 de agosto, 2021
Preço: R$ 100,00
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela PQube.

Após o selo que mantinha o Dark Presence Emptiness aprisionado ser rompido, o Mestre Nanzi salvou seus estudantes mais promissores com o intuito de que os mesmos se preparem para enfrentar o inimigo quando estiverem mais fortes. Após meses de treinando nossos heróis estão prontos para voltar mais uma vez a Blessed Land e restaurar tudo que foi destruído. Nossos heróis terão êxito em sua jornada? O que levou ao rompimento do selo? Venha descobrir esse e outros mistérios comigo nessa review de Zengeon, um roguelite de ação estilo anime.

Tem história, mas não muito

Desde os primeiros minutos em que começamos Zengeon, já é perceptível que seu foco não é a narrativa. Assim que o jogo é iniciado existe uma animação com quadros estáticos, semelhantes aqueles quadrinhos interativos que ficaram famosos um tempo atrás, mostrando o evento que desencadeou a situação atual na qual os personagens estão. Após escolher seu personagem, é possível entender no diálogo com Mestre Nanzi que se passaram meses após o rompimento do selo, ainda é revelado que você e seus outros colegas de equipe devem retornar ao seu antigo lar a fim de que o selo seja refeito.

Ao avançar pelas fases era esperado que mais trechos da história fossem revelados, mas infelizmente não é isso que acontece. Apenas já no fim do jogo é apresentado acontecimentos que complementam certas lacunas, mas mesmo assim tudo é feito de forma bem desinteressante, fazendo com que o jogador não sucumba à tentação de pular os diálogos para ir logo para a ação. Se você é daqueles que faz questão de uma narrativa nos jogos que consome, pode se frustrar bastante aqui.

Prepare-se para morrer (e muito)

Na sua primeira tentativa, pode ser que você se assuste com a dificuldade do jogo, mas calma que essa sensação vai desaparecendo ao longo das horas de jogo.

Em Zengeon, cada herói disponível possui 4 habilidades fixas e mais 2 que são passíveis de serem trocadas. As  primeiras consistem em uma de ataque regular (A), uma de esquiva (B), uma de ataque a distância (Y) e um de ataque em área (X). A efetividade das mesmas vai variar de acordo com a build de cada personagem. 

Se o personagem for bom em ataques corpo a corpo, sua esquiva será melhor por ele ficar mais vulnerável. Caso os projéteis sejam o seu forte, sua esquiva não será tão boa pelo fato dele já estar a uma distância relativamente segura. Ainda é possível melhorar essas habilidades em até 3 níveis, com itens que dropam dos inimigos, mas fique atento, a esquiva de nenhum deles pode sofrer aprimoramento.

As habilidades intercambiáveis são em duas e precisam ser recarregadas e/ou aprimoradas. Os itens de cura que dropam ao derrotar inimigos e destruir elementos do cenário são bem pouco efetivos, fazendo com que você precise usar uma build onde um dos slots possuam uma habilidade de cura. Diferente das habilidades de dano que ao subir o nível aumenta o seu dano, as de cura não sobem de nível, mas sim podem ser estocadas até um máximo de 4 unidades.

Como um bom roguelite, você perde quase tudo ao perder todas as vidas, menos certos objetos conseguidos ao derrotar inimigos chave. Esses objetivos irão lhe prover melhorias permanentes, mesmo em uma nova run. É aí que a dificuldade do jogo cai vertiginosamente e a preocupação com a morte vai deixando de ser uma neura. Porém isso vem depois de muita tentativa e erro, o que pode gerar muita frustração nos jogadores mais  casuais, mesmo escolhendo a dificuldade mais fácil.

Dois modos solitários

Quando vi que Zengeon suportaria cooperativo para dois jogadores eu logo pensei que iria me divertir jogando uma aventura com um amigo, mas para surpresa de ninguém, não foi isso que aconteceu. Ambos os modos suportam dois jogadores, mas apenas online. E as salas são criadas pressupondo que ao entrar na jogatina você irá habilitar o online, ai sim ao procurar uma fase outro jogador vai pode entrar na sua. Viu como é tudo tão complicado?

A única satisfação ao se progredir na narrativa é o desejo pelo desafio. As mecânicas de combate são boas, mas nada que você já não tenha visto em outros títulos populares por aí como Dead Cells ou Hades. Você passa de cenário em cenário sem saber muito o porquê está ali e porque a fase que você acabou de passar é quase semelhante à atual, nas últimas fases esse sentimento de dar voltas em círculo fica mais incômodo devido ao cenário ainda menos inspirado que os anteriores.

Bem, eu não tenho ciência de número das vendas do título, ou informações sobre a qualidade do netcode, mas esse modo é mais vazio do que a biblioteca pública da minha cidade. Tentei encontrar outros jogadores em dias e horários variados, mas não obtive sucesso.

Conclusão

Zengeon é um roguelite mediano com um bom combate, mas nada fora da caixa. É um título decepcionante, pois além das suas cores vibrantes e o material para waifus, o jogo não tem muito o que apresentar, sendo mais um lembrete de que não devemos julgar um título só pelo character design ou pela imagem de cada da eShop. Mesmo em promoção, passe bem longe desse aqui.

Prós:

  • Design de Personagens;

Contras:

  • Fases monótonas
  • Online vazio
  • História descartável

Nota Final:

3

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André Barrozo
André Barrozo
Formado em Comunicação Visual pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Pitaqueiro de games sempre que pode.
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Tags: PQube

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