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Review | DYNASTY WARRIORS 9 Empires

Domine a China antiga com espada e tática em DYNASTY WARRIORS 9 Empires, o novo game da franquia de musou que traz um viés estratégico à ação frenética 1 vs. 1,000 da KoeiTecmo.
Erick Figueiredo 14/02/2022

Desenvolvedora: Omega Forces
Publicadora: Koei Tecmo
Data de lançamento: 15 de Fevereiro, 2022
Preço: R$ 351,84
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela Koei Tecmo.

A Koei Tecmo começa seu ano de 2022 com o lançamento de um novo título na sua série de musou. Previamente disponibilizado no Japão na Ásia, DYNASTY WARRIORS 9 Empires chega ao Ocidente trazendo uma experiência à parte do título original de 2018, que busca misturar a ação frenética do gênero com elementos mais estratégicos. Você está pronto para unificar a China em um grande reino?

A Koei Tecmo e os jogos históricos

Antes de seguirmos para falar sobre o jogo em si, permita-me fazer uma rápida recapitulação da história da franquia DYNASTY WARRIORS. Os games da série são baseados em um antigo livro conhecido como “O Romance dos Três Reinos”, que trata-se de um conto romantizado de um dos período mais sangrentos da história chinesa, quando o país era dividido em regiões governadas por lordes de guerra que duelavam entre si pela unificação de todo o reino.

O período dos três reinos chineses é um dos mais utilizados pela Koei em seus jogos. Um dos primeiros títulos desenvolvidos pela companhia foi Romance of the Three Kingdoms, uma série de jogos de estratégia iniciada em 1985 que era baseado no período. Foi a partir desta série que a franquia DYNASTY WARRIORS nasceu para se tornar um spin-off definitivo focado na ação.

Inicialmente, DYNASTY WARRIORS começou como um jogo de luta. Contudo, a Koei logo criou a base para o gênero musou, um único personagem derrotando milhares de inimigos, e a série explodiu. Do seu sucesso, várias expansões e spin-offs surgiram. Um dos mais conhecidos foi um jogo baseado no período Sengoku Jidai, o período de guerras entre lorde feudais japoneses, batizado de Samurai Warriors, que eventualmente se tornou sua própria franquia.

A cada lançamento de um novo título de DYNASTY WARRIORS, a Koei costuma lançar alguns games extras baseados na edição mais recente da série. Tais jogos adicionam novidades como personagens e modos extras. Um caso em especial é a subsérie Empires, que adiciona elementos de estratégias à fórmula musou.

Apesar de possuir elementos de estratégia, Dynasty Warriors 9 Empires ainda é um musou. O game não tenta ser tão complexo quanto Romance of the Three Kingdoms e nem pode ser visto como um substituto para aquele game. Mas, sua simplicidade na parte estratégica pode ser vista com bons olhos para aqueles que desejam uma experiência diferente em seu musou.

Unifique a China do seu próprio jeito

Ao iniciar o jogo, jogadores têm à disposição o modo Conquest, que oferece uma série de cenários baseados em eventos apresentados no conto dos Três Reinos. Para aqueles que desejam criar sua própria aventura, também é possível iniciar em uma campanha especial batizada de “A Gathering of Heroes” onde não há eventos reais e cada jogatina é randomizada. Por possuir elementos de estratégia, algumas coisas acontecem diferente de outros musous. Seus oficiais podem morrer e alguns só aparecem em certos cenários ou após algum tempo passar.

Como mencionado anteriormente, DYNASTY WARRIORS 9 Empires utiliza o nono título da série como base para sua jogabilidade e apresentação. Porém, um dos principais elementos incluídos em DYNASTY WARRIORS 9 não retorna aqui, as batalhas de mundo aberto, tão criticadas pelos fãs. Para o novo game, a Koei Tecmo decidiu retornar ao estilo dos anteriores, com pequenos mapas.

Os duelos acontecem em áreas pequenas e focam principalmente em batalhas de domínio de castelo. Infelizmente, isso significa menos variedade em cenários e nos resultados dos combates. Muitas arenas são recicladas entre as diversas regiões da China e o jogador só tem um único objetivo, eliminar o líder do oponente para vencer a guerra.

Se o jogador for uma força invasora, seu objetivo será penetrar no castelo do oponente e derrotar o seu líder. Existem duas formas de se cumprir este objetivo: derrubando as portas do local ou invadindo-o pelo alto após eliminar as torres de vigilância. Ambas as opções podem ser ativadas ao longo dos duelos, tudo depende apenas de como o jogador vai aproximar o objetivo. Infelizmente, como resultado de ter apenas duas formas de se atingir um objetivo, o game sofre bastante com repetição e as batalhas acabam se resumindo a esperar até que uma das duas formas de invasão fiquem disponíveis.

Se o jogador estiver defendendo, será necessário derrotar o líder do inimigo, que se encontra no campo principal, ou esperar um tempo limite acabar. A primeira opção é a recomendada para vencer batalhas sem muitas perdas. Para completá-la, é primeiro necessário enfraquecer o exército inimigo, tomando suas bases e derrotando seus oficiais. Quando seus números estiverem baixos, é possível realizar o ataque final no seu campo principal e derrotar seu líder resulta na vitória imediata daquela batalha.

Jogadores podem controlar apenas um único personagem, caso eles sejam o tático do exército ou o próprio líder, é possível direcionar seus oficiais para enfrentar oponentes ou dominar bases. Tirando isso, o controle do seu grupo é automatizado pela AI, que pode decidir atacar quando você menos esperar.

Antes de começar as batalhas, é possível escolher um plano secreto que é ativado no início dos embates. Tais planos servem como estratégias que podem afetar o rumo da batalha. Cada oficial que participa da batalha pode fornecer um destes planos e se o jogador aceitar ele terá que cumprir um simples objetivo durante um limite de tempo, que pode ser desde tomar uma base a derrotar certos inimigos. O oponente também pode tentar ativar seu próprio plano secreto e o jogador é quem deve impedi-los de se realizar.

Enquanto por um lado essa mecânica parece ser bastante interessante e pode servir como uma forma de mexer um pouco com a batalha, a verdade é que ela não foi muito bem aplicada em DYNASTY WARRIORS 9 Empires. Isso porque, a obrigação de ativar e impedir os planos fica na mão do jogador, que muitas vezes é forçado a ter que correr de um lado para o outro do campo de batalha.

A AI do título é muito ruim, com os oficiais aliados quase nunca ajudando durante os embates. Muitas das vezes será necessário resgatá-los das forças inimigas e não será surpresa nenhuma completar batalhas com apenas o seu personagem restando. Além disso, eles podem ignorar comandos e acabar se envolvendo em má situação, forçando o jogador a bancar a babá.

Para os embates, os jogadores têm à disposição dois botões de ataque, um forte e fraco, um para pulo e outro para realizar o poderoso Musou. Também é possível segurar o R e apertar um dos quatros botões de face do controle para realizar um ataque especial muito útil para interromper oponentes. A novidade que Empires introduz à fórmula é a possibilidade de utilizar mini estratégias segurando o botão L e apertando uma das direções do direcional. É possível equipar até quatro desses planos, que são ativados sempre que uma barra especial é preenchida. Cada um deles concede buffs e outros efeitos de suporte ao personagem, como aumentar sua força ou restaurar sua vida.

Governe à sua maneira

Em DYNASTY WARRIORS 9 Empires, os jogadores são muito mais do que simples máquinas de destruição em massa. A principal mudança deste título em relação aos outros musous é a necessidade de tomar conta de um império. Será necessário reunir aliados, recrutar e treinar tropas e então planejar invasões.

A força de seu exército influencia bastante os embates, pois diferente de um jogo principal da franquia, não é mais possível ser um exército de um homem só. Ir para uma luta com muito menos soldados que o inimigo vai resultar em adversários mais fortes que são difíceis de eliminar.

Cada vez que um oficial é derrotado a força do exército cai, e o mesmo se aplica ao jogador. Generais que forem sendo eliminados podem retornar mais tarde na batalha, incluindo o próprio personagem controlável. Mas, se a moral do grupo cair para 0, qualquer um derrotado não poderá retornar para o campo de batalha e isso significa derrota se o líder for eliminado.

Para que a batalha ocorra sem muitos problemas, será necessário realizar uma boa preparação. É nesta parte que DYNASTY WARRIORS 9 Empires se torna um game mais estratégico e lento, o que pode desagradar aqueles que preferem apenas as partes rápidas e cheias de ação do lado musou da fórmula.

A parte estratégica é dividida em turnos, com cada um assumindo um mês do ano. Neles, os jogadores podem realizar uma série de ações diferentes, como reunir recursos para seu exército, treinar tropas, melhorar seu território, recrutar pessoas ou apenas sair andando por aí para interagir com outros oficiais, com esta última utilizando o mundo aberto de DYNASTY WARRIORS 9 como uma forma de mostrar todo o escopo do território.

Só é possível realizar uma ação por mês, então é necessário pensar bem no que será feito. O líder do império também pode sugerir certas ações que ele deseja que seja alcançado durante um certo período de tempo e cumpri-las resulta em experiência extra ao jogador.

Esta foi a parte que mais me interessou em DYNASTY WARRIORS 9 Empires, pela forma como foi apresentada. O único outro título da fórmula Empires que eu havia jogado era Samurai Warriors 4 Empires. Apesar de ambos focarem no mesmo objetivo final, liderar um império e unificar o país, os dois jogos chegam neste resultado de forma bem diferente, adequando certos elementos que eram únicos para a narrativa de cada época.

Como Samurai Warriors 4 Empires é baseado no período Sengoku Jidai, a era dos samurais, poucas opções eram oferecidas ao jogador na forma de como começar sua própria história, com a única opção sendo começar como um lorde feudal e ir dominando territórios. O oposto acontece em DYNASTY WARRIORS 9 Empires, com jogadores podendo escolher começar como um lorde, um oficial ou até mesmo um andarilho que não tem a quem servir. Essa possibilidade aumenta bastante o valor replay do título, pois fornece novas chances de narrativas aos jogadores, que podem começar de baixo até conseguir completar o objetivo de unificar a China a seu favor ou para outro personagem.

Começar como um andarilho permite que jogadores possam explorar os territórios do império da China livremente e até mesmo a criar amizade com diferentes oficiais de forças opostas. Ficar amigos de outras pessoas serve como um incentivo para recrutá-los para o exército ao qual você serve ou criar sua própria força militar independente. Diferente de Samurai Warriors 4 Empires, contudo, para manter um exército é necessário pagar os seus oficiais e para isso é preciso juntar ouro suficiente para que ninguém deseje ir embora. Outra coisa que também influencia a decisão de alguém se aliar a você é a reputação de seu personagem que pode se alterar dependendo de qual ação você realizar por muito tempo.

Os níveis de relação entre oficiais são divididos em ranks e é possível receber presentes daqueles que estão mais amigáveis com o seu personagem. Tendo um rank bem alto de amizade permite que jogadores possam criar laços especiais, tais como, irmandade entre até 3 guerreiros ou casar com alguém do sexo oposto. Estas relações pessoais acontecem por meio de cenas simples e alguns eventos especiais também podem ocorrer, contudo, há muita pouca diversidade e é comum assistir a mesma cena especial mais de uma vez.

Sendo o líder de um império também tem seus altos e baixos. O líder é forçado a participar de todas as batalhas de invasão, assim como as de defesas, o que pode gerar problemas quando muitos inimigos decidem atacar seguidamente. O governante também é o único que decide o que será feito com os prisioneiros após os embates, sendo possível recrutar oponentes capturados, liberá-los ou matá-los.

Ser obrigado a ter que participar de todas as batalhas pode acabar sendo bem chato na reta final quando várias forças rebeldes começam a aparecer em seu território. É possível deixar que os oficiais postados em um território possam defendê-los, mas isso eventualmente termina com o local sendo tomado. O mesmo vale para invasões, se o jogador ignorar o pedido para se juntar a força de invasão a mesma não ocorre. Teria sido melhor se a AI fosse mais ativa nesta questão e pudesse resolver tais situações independente de input do governante.

Uma apresentação de altos e baixos

Dynasty Warriors 9 Empires é um jogo que deixa a desejar no quesito visual. As texturas do título são bem simples e existe bastante pop in ao se jogar o game em modo portátil. Ao jogar no dock a diferença é visível, com melhores efeitos de iluminação e outros, mas, ainda não é algo que vai surpreender os jogadores.

O game também sofre bastante com slowdowns e input lag durante embates. Inimigos também costumam aparecer apenas quando a ação está acontecendo e em alguns casos a AI pode ficar “travada”. O mundo aberto também possui pouca coisa adicional e não incentiva muito a exploração. Os cenários durante os embates também não possuem muita variedade, felizmente, os que são diferentes dos tradicionais “campos abertos com grama” apresentam variação de altitude e certos assets para diferenciá-los, como árvores ou neve.

Enquanto visualmente DYNASTY WARRIORS 9 Empires deixa a desejar, sonoramente o título é muito bom. Apesar de apenas oferecer vozes em japonês, os dubladores são muito bom e alguns são até mesmo famosos por terem dublados outros personagens. O que chama atenção mesmo é a trilha sonora, que mistura rock com instrumentos musicais tradicionais da China.

Existe desde músicas calmas, utilizadas durante os momentos de exploração, como aqueles mais agitadas para as batalhas. Além de utilizar sua própria trilha sonora, o game também re-utiliza bastante músicas presente em DYNASTY WARRIORS 9, então a seleção de temas é bem variada.

Assim como em outros títulos Musou, é possível criar personagens. A customização é baseada no jogo Nioh 2, mas, ao menos para mim, ela pareceu ser algo muito simples. Não existem muitas opções extra de vestimenta e só é possível utilizar armas que outros oficiais utilizam. A Koei Tecmo já anunciou que irá lançar DLC para adicionar peças extras para customizar seu oficial da maneira que assim desejar.

Um game que vale um pouco pela sua apresentação histórica

Os jogos musous não são tão conhecidos por serem uma representação fiel da história que eles se baseiam. DYNASTY WARRIORS 9 Empires não é diferente disso, contudo, o game serve como uma forma de ao menos introduzir jogadores ao conto dos Três Reinos. Durante as telas de loading, que são muitas e algumas costumam ser bem longas, o game apresenta uma breve descrição dos oficiais presentes no título. Esta mesma descrição pode ser encontrada ao conhecer um dos personagens ou em um menu separado batizado de enciclopédia.

Este último é bastante recomendado para quem quer um contexto por trás das batalhas e dos personagens presentes no título. Além de oferecer descrições dos oficiais, também há resumos das batalhas e dos principais eventos que estão presentes no game. Não é algo que vá substituir a leitura do original, e Romance of the Three Kingdom XIV, que também está disponível no Switch, faz um trabalho melhor em apresentar personagens e eventos, mas já é um começo para aqueles que se interessarem pela história deste período.

Agora é com você, imperador

DYNASTY WARRIORS 9 Empires é um jogo divertido para amantes de musou. Os elementos de estratégia adicionados trazem uma mudança na fórmula e às vezes ajudam a dar um balanço no que outrora seria apenas mais uma sessão de derrotar muitos inimigos ao mesmo tempo. Infelizmente, a falta de ação pela AI acaba estragando a experiência, pois força que o jogador precise ser o centro de tudo e acabe tendo que se desdobrar para não perder uma batalha ou território.

Sua apresentação visual também é um ponto negativo. Mesmo que o Nintendo Switch não seja um console poderoso, é possível fazer algo bonito no aparelho. Entendo que alguns desenvolvedores querem ignorar os gráficos para ajudar na performance do título, mas quando a mesma sofre, como é o caso aqui, a desculpa de ter visuais ruins não funciona. Felizmente, os efeitos sonoros são muito bons e vale a pena dar uma escutada na trilha sonora deste game.

Por fim, também encontrei alguns bugs e erros que espero que a Koei Tecmo corrija no futuro. Em certos momentos as vozes dos personagens simplesmente não saiam, oficiais controlados pela AI simplesmente ficavam parados e até pop ups inconvenientes aconteceram. Os slowdowns e lag input também são bem chatos e ficam frequentes em certas batalhas. Quando até um musou de Vita roda melhor que o do Switch, alguma coisa está errada.

Prós:

  • Mistura de elementos de estratégia com musou é bem interessante
  • A possibilidade de começar como um oficial ou viajante permite muitas jogatinas
  • Enciclopédia de personagens e eventos é um bom começo para aqueles que desejam conhecer o período

Contras:

  • Visuais e performance são muitos ruins para o console
  • AI é inútil na maior parte do tempo
  • Loadings às vezes podem ser chatos
  • Mundo aberto não incentiva muito a exploração

Nota :

7,5

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Erick Figueiredo
Erick Figueiredo
Fã de videogame desde os 6 anos de idade. Curte Sonic, e JRPGs como Breath Of Fire IV e Final Fantasy VIII, além de outros títulos como BlazBlue, Tales of e outros.
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Tags: koei tecmo

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