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Review | PAC-MAN Museum+

Uma visão em 355 graus da franquia PAC-MAN! Venha conhecer a história e as encarnações de uma das franquias mais clássicas de todos os tempos.
Pablo Camargo 05/06/2022

Desenvolvedora: NOW PRODUCTION
Publicadora: Bandai Namco
Data de lançamento: 27 de Maio, 2022
Preço: R$ 79,90
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela Bandai Namco.

PAC-MAN é certamente um dos personagens mais icônicos do mundo dos vídeo games e um dos, se não o maior, protagonistas da era dos arcades dos anos 80. O famoso “come-come” que já conta com mais de 40 anos de carreira, possui incontáveis jogos em fliperamas e consoles, seja seguindo a simples fórmula da franquia de tentar comer todas as pílulas e frutas do labirinto enquanto se escapa de fantasmas com algum twist como pular ou atingir uma forma gigante, ou então fazendo jogos de gêneros totalmente diferentes como PAC-MAN World, jogo de plataforma 3D do personagem.

E a Bandai Namco, com mais seu novo título da franquia PAC-MAN Museum +, decidiu homenagear principalmente os fãs da era dos fliperamas do mascote reunindo 14 títulos arcade da nossa querida pizza com 7 pedaços, cada um com uma lista de missões únicas para conquistar, um divertido lobby customizável com móveis e estátuas e um sistema de leaderboards online.

Os jogos

Não é preciso realçar que 14 jogos é uma quantidade grande né? Temos aqui uma vasta e diversificada seleção, indo desde os clássicos principais como PAC-MAN, Super PAC-MAN e PAC-MAN Championship Edition, a jogos mais curiosos como Pac-Attack, um port do jogo Mobile Pac-Man 256, os peculiares jogos 3D Pac-Moto e Pac’n Roll Remix, além de vários outros, sejam ou não tão divertidos. Todos os jogos tem algum destaque único em sua gameplay, não passando a impressão de que estão aqui para encher linguiça como pode ocorrer em certas coletâneas. Até mesmo escolhas mais duvidosas como o tão arrastado Pac-in-Time e o curioso Pac-Land podem trazer uma boa dose de divertimento por serem bem únicos. Vale ressaltar também que, como a franquia é focada em conseguir quebrar recordes de pontos, a coletânea apresenta uma seção de leaderboards online para comparar seus resultados entre os jogadores do mundo ou de sua lista de amigos.

Por motivos óbvios, não vou falar em detalhes sobre os 14 diferentes jogos. Pelo trailer no início já é possível destacar as principais diferenças entre cada um, então vou me ater só a alguns destaques entre eles.

Primeiramente temos a leva de jogos inspirados no arcade clássico, estando num labirinto e pegando bolinhas especiais para atacar os fantasmas e alcançar as pontuações mais altas possíveis. Os maiores destaques são: o PAC-MAN original, dispensando introduções, um clássico jogo arcade e viciante; o PAC-MAN Championship Edition, que traz divertidos desafios envolvendo tentar conseguir a maior pontuação num tempo limitado devorando fantasmas na velocidade mais rápida possível; e PAC-MAN arrangement, a versão em 3D em específico, onde passamos por uma sequência de fases, que introduzem diversas mecânicas diferentes aos labirintos, dando uma ótima sacudida na fórmula e tendo até algumas lutas contra chefes.

Em seguida temos títulos mais peculiares, que flertam um pouco com o gênero plataforma. O primeiro é Pac-in-Time, onde passamos por mapas usando alguns power-ups para explorar a fase e pegar as power pallets e seguir para o próximo nível, e o Pac-Land. Ambos são jogos… exóticos, não muito divertidos de controlar, com uma jogabilidade bem dura no segundo. Pessoalmente, considero-os os pontos fracos da coletânea, pois tornam-se maçantes rapidamente, ainda mais o Pac-in-Time, que só confirma as missões feitas após tomar um game over.

Outros jogos que se destacam por serem bem singulares no meio de títulos objetivam pontuação, com sistema de fases progressivas e gameplay 3D fora do padrão, são Pac-Moto e Pac’n Roll Remix. O primeiro é uma espécie de combate em arena em que empurramos os oponentes para fora para passar pelos níveis, adicionando hazards aos mapas a medida que prosseguimos. Já o segundo é uma espécie de jogo de plataforma, em que pegamos pílulas e passamos em altas velocidades pelos mapas para prosseguir na jornada. Ambos os jogos são bem únicos e divertidos, especialmente Pac’n Roll Remix, que possui uma movimentação muito fluída e prazerosa de masterizar, enquanto Pac-Moto apresenta uma experiência mais desafiadora. Os jogos ainda contam com boas lutas contra chefes e se tornam ótimas experiências da franquia na terceira dimensão.

Existem alguns jogos mais isolados que não dá para agrupar com outros, como Pac-Attack, um jogo puzzle ala Tetris, em que temos que alinhar diversos fantasminhas para que, quando a pecinha Pac-Man descer, devore todos de uma vez, ótimo para quebrar o ritmo “mais ação” dos outros jogos. Para aqueles que querem uma experiência mais competitiva, PAC-MAN Battle Royale serve este propósito, onde até 4 jogadores se enfrentam, tentando comer um ao outro, sendo uma experiência muito divertida e caótica entre amigos.

E por último, e talvez meu jogo favorito da coletânea, PAC-MAN 256, jogo original de plataformas mobile, é um endless runner, em que só temos que seguir em frente no mapa tentando sobreviver o máximo possível e matando fantasmas com os diversos power-ups do jogo para maiores pontuações. Vale destacar que aqui não há micro transações para desbloquear todo conteúdo do jogo como nos celulares, então temos diversos estilos gráficos de mapas, trazendo boa variedade ao ciclo de jogatina. A proposta de endless runners casa muito bem com a franquia. Atravessar um labirinto linear evitando ser encurralado pelos fantasmas no caminho traz diversos momentos de tensão, principalmente quando tem vários deles na sua cola e extrema satisfação ao derrotar todos eles simultaneamente com algum poder forte ou pegando as 256 pílulas seguidas.

Todos os jogos estão bem adaptados. São fáceis de jogar, possuem tutoriais e guias de comando simples de entender e o mais importante, são rápidos de acessar, o que resulta numa experiência muito dinâmica, em que podemos desligar um jogo e ir para outro em questões de segundos, trazendo um bom dinamismo a nossa jogatina. E, para incentivar a jogar cada jogo, além dos placares de pontuações, cada entrada tem uma lista de missões únicas, geralmente associadas a alcançar certas pontuações, ou realizar tarefas específicas dentro do jogo, o que pode dar um objetivo novo a certos jogos e tornar a experiência mais divertida, já que em maior parte são missões não tão absurdas que, com alguma prática, podem ser conquistadas logo, incentivando a tentar fazer 100% nos jogos.

Crie seu próprio fliperama

O segundo pilar do jogo é seu lobby, uma casa de fliperama em que podemos customizar as paredes, o chão, colocar móveis, máquinas de jogos, estatuetas, plantas e outros itens para deixar o local a nossa cara. Diversos desses itens são liberados conforme jogamos, principalmente ao completar missões e usando o gatcha para algumas estatuetas e, depois de certo número de missões, alguns dos fantasmas da série começam a frequentar o local, deixando-o mais vivo, uma evolução bem prazerosa de acompanhar. Existe uma boa variedade de cosméticos, dando liberdade para criar seu fliperama dos sonhos. Somente o piso que deixa a desejar pois, em relação ao resto, tem um leque de opções para customização bem menor.

A customização do fliperama é um conceito extremamente divertido, porém, faltou um pouco mais de interação com o cenário para realmente ser algo esplêndido. É muito legal colocar bancos e cavalos de balanço de brinquedo no local, mas sem poder interagir com eles para ver o Pac-Man e companhia descansar ou se divertir tira um pouco da imersão da customização, fazendo ela parecer apenas uma desculpa para ter algum tipo de recompensa para as missões.

Os únicos itens que realmente podemos ter alguma interação são as máquinas para iniciar algum jogo, como a Jukebox para trocar a música do local, uma limitada loja de itens e o Gatcha, onde gastamos 5 fichas para tentar tirar uma estátua nova. Neste, em especial, há um porém: só podemos fazer uma jogada de cada vez, tornando o processo de tentar pegar alguma figura específica muito demorado e entediante e, como a quantidade de fichas não é escassa, é decepcionante não ter a opção de tirar vários bonecos de uma só vez.

E mais alguns pequenos pontos negativos, de menor escala, mas que podem ser um incomodo, é que nem todos os jogos já vêm desbloqueados, alguns precisam ser liberados jogando um pouco de outros, e apesar de não demorar nem uma hora para conseguir liberar tudo, pode ser frustrante ter que jogar algum título que você não dá a mínima para aproveitar o que gosta. A coletânea conta com um sistema de fichas em que você tem que usá-las como moeda para jogar alguns jogos e pegar figuras no Gatcha, porém elas são dadas em uma grande quantidade através das pontuações nos jogos e nunca há uma sensação de escassez, me fazendo questionar pra que elas sequer existem ao invés de ter jogadas ilimitadas e uma outra maneira de conseguir as estatuetas ao invés de uma máquina Gatcha demorada.

Conclusão

Apesar de uma dose de críticas na área de customização, o saldo de Pac-Man Museum + é muito positivo. São diversos jogos muito divertidos do mascote e com muita conveniência para se tirar proveito deles de uma maneira bem dinâmica, além de ser divertido ir atualizando o seu fliperama com os novos itens que vão sendo desbloqueados. Faltou pouco para se tornar mais memorável do que “só” uma coletânea de jogos do come-come. Se você gosta ou tem interesse por Pac-Man, com certeza vale a pena dar uma olhada nesse título, pois você certamente vai encontrar um jogo que vai se tornar um passatempo viciante (ou vários).

Prós:

  • Variedade de jogos;
  • Bom dinamismo para trocar títulos;
  • Customização do fliperama.

Contras:

  • Falta de interação com o cenário;
  • Gatcha muito demorado.

Nota Final:

9

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Pablo Camargo
Pablo Camargo
Redator em Nintendo Boy
Estudante, Técnico em Química, e apaixonado por conteúdo de mídia, especialmente jogos da Nintendo e JRPGs, seguidor da religião Xenoblade. Escrevo reviews e faço vídeos analisando jogos e seus principais méritos.
Pablo Camargo
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Tags: pac-man

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