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Review | Everdeep Aurora

Kat Oliveira 09/07/2025
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Kat Oliveira
Kat Oliveira
Fã de consoles portáteis, livros e fones de ouvidos. Dentre os seus principais interesses estão artes em geral, jogos japoneses e todo tipo de RPG. Seu coração mora em Faerûn e Ivalice.
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Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Nautilus Games
Ysbryd Games
10 de julho, 2025
R$ 109,99
Digital
Aventura | Metroidvania
Nintendo Switch, PC

Desenvolvedora: Nautilus Games
Publicadora: Ysbryd Games
Gênero: Aventura | Metroidvania
Data de lançamento: 10 de julho, 2025
Preço: R$ 109,99
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Ysbryd Games.

Revisão: Davi Sousa

Nautilus Games é um estúdio residente de Madrid que já há algum tempo vem trabalhando no seu jogo de estreia, que vem a ser lançado sob o título de Everdeep Aurora. Trata-se de um metroidvania fortemente inspirado pela estética minimalista e monocromática de jogos lançados para o Game Boy Color.

Quando o abismo é a única rota de fuga

Everdeep Aurora se passa em um mundo à beira do apocalipse, onde uma chuva de meteoros letal força a população da superfície a se mudar para o subterrâneo. É nesse cenário que acompanhamos Shell, uma gatinha da superfície que se vê forçada a explorar o Everdeep, o mundo subterrâneo, em busca de sua mãe, que havia deixado nada mais do que uma carta sugerindo que a mesma deveria encontrar a gata nas profundezas.

Sem muitas opções, Shell, sob controle do jogador, desce até o Everdeep com a ajuda de uma broca que perfura blocos no chão, não só em busca da sua mãe, mas também com o intuito de conhecer o que possivelmente viria a ser a sua nova casa com seus novos amigos e aventuras.

Conforme a história vai avançando, fica cada vez mais claro que este é um conto muito mais sobre pequenas interações, sobre ajudar os necessitados e fazer amigos do que sobre a busca pessoal de Shell. O jogo também busca focar bastante no desenvolvimento do Everdeep como ambiente, com suas próprias lendas e história que formaram a cultura do subterrâneo. Ao longo de Everdeep Aurora, é possível encontrar anotações, histórias e figuras importantes para aquela sociedade que ajudam a tornar o lugar um pouco mais vivo.

No entanto, dada a estrutura mais aberta de gameplay, o quebra-cabeça que forma toda a história de Everdeep Aurora acaba ficando um pouco obtuso. Considerando que todas as anotações e eventos que completam esse mundo estão espalhadas, é muito pouco provável que o jogador encontre todas as peças em ordem e entenda tudo de primeira. Desta forma, o jogo acaba criando um certo mistério em volta de si mesmo, talvez seja um aspecto a mais que faça com que os jogadores se mantenham engajados em avançar na história ou até mesmo explorar com atenção cada cantinho do mapa.

A minha broca é a broca que perfurará o… chão

Everdeep Aurora pode ser dividido basicamente em duas ou três grande áreas grandes que são separadas por certas habilidades ou upgrades que o jogador deve adquirir para prosseguir. A primeira barreira que encontramos é referente ao tipo de rocha que pode ser encontrado a partir de certo ponto do Everdeep. Para progredir, é preciso fazer um upgrade na broca para que ela seja capaz de perfurar esse tipo de rocha. Assim, o jogo cria aquele sentimento de progressão clássico de um metroidvania.

Everdeep Aurora possui uma série de quests e sidequests que é possível encontrar ao longo da jornada pelas profundezas. A maioria dos NPCs que dão essas quests vão pedir ao jogador que vá até um lugar x no mapa, pegue algum item e volte. Uma estrutura de quests bem simples, considerando o micro da coisa, mas a realidade é que o jogo não vai dizer exatamente onde conseguir tal item, e nem marcar um possível objetivo em um quest log ou algo do tipo, fazendo com que os objetivos sejam levemente obtusos, visto que o jogo não vai pegar na mão do jogador e apontar para onde ir. Novamente, o tamanho reduzido do mapa torna relativamente mais fácil administrar essas quests ao mesmo tempo.

Na maioria das vezes, o objetivo ao qual o jogador deve se direcionar para pegar o macguffin da vez se encontra relativamente próximo de onde a quest se iniciou. Uma vez que se aprende o local de cada um dos pontos de interesse no mapa, o jogo torna-se extremamente fácil e direto ao ponto, podendo ser zerado em menos de duas horas.

O mundo aberto do jogo também é recheado de dungeons que servem como áreas separadas do mapa; a maioria resolve-se em volta de algum puzzle ou um trecho específico da história. Por muitos momentos ao longo do jogo, é possível se deparar com certas áreas e dungeons que aparentemente não servem para muita coisa, o que quer dizer que eventualmente farão parte da progressão da história ou de alguma sidequest.

Consideramos que em Everdeep Aurora, passamos a maior parte do jogo fazendo o nosso próprio caminho ao invés de seguir um caminho mais linear e sugestivo; o jogo encanta nesse sentimento de “aleatoriedade” dos encontros, visto que o caminho para ir e vir para os mesmos lugares dificilmente será o mesmo. Quando exploramos às cegas pela primeira vez, esse sentimento é intensificado à enésima potência, visto que não sabemos o que podemos encontrar em cada esquina.

Ao mesmo tempo, o escopo reduzido do mapa ajuda a manter o sentimento de “se perder pelo Everdeep” controlado na medida certa. O mapa é verticalmente grande, mas horizontalmente pequeno — não demora muito para cruzar o mapa caminhando da esquerda para a direita. Particularmente, tenho uma certa aversão a esse tipo de jogo, nunca me dei bem com Castlevania, Metroid e nem mesmo Hollow Knight, muito devido aos seus mapas grandes e labirínticos, somados aos seus vai e vem que ressignificam o level design a cada momento. Desta forma, um mapa relativamente pequeno, onde o jogador faz os próprios caminhos, caiu como uma luva para mim.

Everdeep Aurora também chama atenção pela falta de combate, o que é relativamente comum em jogos do gênero. Desta forma, Everdeep Aurora opta por uma abordagem um pouco mais cozy game, onde estados de falha são raros e o atrito é mínimo, somente o suficiente para o jogo não ser extremamente chato; o desafio do jogo se encontra praticamente 100% na exploração, em lembrar os objetivos e encontrar os pontos de interesse.

Quanto mais fundo, mais escuro

É certo dizer que Everdeep Aurora, assim como inúmeros metroidvanias lançados nos últimos 8 anos, é claramente inspirado por Hollow Knight — ao menos na sua parte artística, seja por sua trilha sonora meio etérea, evocando a natureza desolada do Everdeep, seja pelo design de personagens e sons que lembram bastante os insetos de Hallownest. Porém, Everdeep Aurora consegue se diferenciar bastante não só de Hollow Knight, mas também de outros jogos que podem ter servido de inspiração para a sua parte visual.

O seu estilo monocromático 16-bit lembra um pouco os jogos do Game Boy Color, que tinham uma paleta de cores significativamente limitada. Everdeep Aurora usa essa limitação que impôs a si mesmo ao seu favor, fazendo com que cada área tenha uma carinha diferente baseada em uma única cor. Assim que adentrarmos cenários como florestas, o jogo mudará a sua paleta para tons de verde; ao entrar em um cenário com bastante água, o jogo ficará azul, e por ai vai.

O jogo surpreendentemente consegue entregar uma variedade relativamente grande de cenários, considerando a sua duração, especialmente nos segmentos finais do jogo, onde aborda temáticas e cenários que eu realmente não estava esperando visitar nesse tipo de jogo.

Não só em cenários improváveis, mas o Everdeep também é recheado das mais diversas personalidades excêntricas. Ao longo de boa parte da jornada, o melhor amigo de Shell é um sapinho muito simpático que, além de ajudar a gatinha, também possui os seus próprios empecilhos no caminho e dramas pessoais; isso também se aplica a grande parte dos amigos que fazemos ao longo da jornada, do ferreiro que faz upgrades na broca até as crianças que ajudamos em uma missão aparentemente aleatória.

Um dos maiores defeitos de Everdeep Aurora é a sua duração. Eu sempre vou ser um grande defensor de jogos mais curtos, com gráficos piores, e claro que existem coisas muito piores que um jogo pode fazer do que deixar o jogador com uma sensação de “quero mais”. Ao jogar Everdeep Aurora, não pude deixar de imaginar o quão aclamado esse jogo poderia ser, dado um escopo maior, é certamente uma ideia que ainda poderia dar muito pano para manga. De inicio, o jogo até pode dar esse sentimento de que vai ser tão grande quanto um Hollow Knight da vida, mas a realidade é um pouco mais pé no chão e menos sonhadora do que isso.

O fundo do poço não é tão ruim assim

Everdeep Aurora pega um pouco de tudo, o que faz dele um bom metroidvania, mas reduz significativamente para caber no escopo do jogo. Isto é, ele não possui uma grande variedade de cenários, músicas, level design, habilidades, histórias, etc, mas, ainda assim, sucede em fazer com que o pouco que possui seja de fato interessante — o jogo escolheu suas batalhas, e venceu a maioria de maneira esmagadora. No fim das contas, o que faz Everdeep Aurora especial é como o jogo usa o seu level design “livre” ao seu favor, considerando que essa abordagem poderia facilmente ser um tiro que saiu pela culatra.

Pros:

  • Level design livre e simples na medida certa;
  • Minimalista em essência, lida muito bem com tudo que se propõe, mesmo não sendo muito;
  • História interessante e um pouco obtusa que ajuda a criar um bom mistério;
  • A ausência de combate e estado de falha faz com que o jogo seja uma experiência mais relaxante.

Contras:

  • Jogo muito curto, deixa um sentimento de potencial desperdiçado.

Nota

8

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