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Review | PATAPON 1+2 REPLAY

Guilherme Varoto 16/07/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Pyramid, Japan Studio, SAS CO.,LTD.
Bandai Namco
11 de julho, 2025
R$ 169,90
Digital
Ritmo | Ação, Coletânea
Nintendo Switch, PlayStation 5, PC

Desenvolvedora: Pyramid, Japan Studio, SAS CO.,LTD.
Publicadora: Bandai Namco
Gênero: Ritmo | Ação, Coletânea
Data de lançamento: 11 de julho, 2025
Preço: R$ 169,90
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Bandai Namco.

Revisão: Marcos Vinícius

Jogos de ritmo são muito presentes hoje em dia, principalmente com uma inovação própria, transformando-os em jogos de tiro, luta, ação ou plataforma. Após a moda de periféricos de plástico obrigatórios para jogos de ritmo ter sido abandonada, foi uma boa época para esse gênero crescer e se tornar mais criativo.

Não significa que eles nunca tentaram ser algo mais inovador no passado, muito pelo contrário, afinal, música é um dos elementos mais engajantes que você pode colocar de forma lúdica para atrair de forma rápida um jogador. Não é um gosto para todos, mas é muito difícil alguém simplesmente afirmar que não gosta de música de forma radical.

O Patapon original e sua primeira sequência foram lançados para PSP no fim dos anos 2000. Desenvolvidos pela Pyramid e pela falecida Japan Studio, da Sony, agora voltam nas mãos da Bandai Namco. Com todos seus elementos bons de um jogo inovador da época que utilizava a portabilidade do console como direção para seu game design e todos os males que vieram com isso.

Pon

Patapon é um jogo muito simples, ele funciona em uma cadeia de ritmo de 4 batidas e a batida nas fases normais permanece quase sempre a mesma. O jogador não controla os Patapons diretamente, você controla uma figura divina que rufa os tambores para as pequenas criaturas, motivando elas a se moverem, atacar, defenderem ou até conjurar magias. Sem você fazendo o ritmo, os Patapons vão ficar parados, mas nunca deixando de comentar o quanto querem que você faça alguma coisa, então faça.

Cada tambor é associado a um botão no controle, e a combinação de diferentes batidas é o que faz os patapons agirem. Todas elas funcionam em quatro batidas, o que engatilha uma ação da qual os patapons vão aplicar por 4 batidas. Eles cantam enquanto fazem essas ações, uma indicação sonora do jogo para que você não aperte nenhum botão, e deixe-os terminarem seja lá o que estejam fazendo. Quando terminarem, rufe os tambores logo após a última batida deles e você acumulará uma sequência.

É uma sequência simples e muito satisfatória de jogar, com a condição de não sejam em sessões muito longas. Fazer uma a duas missões com essa jogatina não cansa nada, mas a paciência do jogador começa a ser testada ao jogar por muitas horas em sequência apertando os mesmos botões, ouvindo a cantoria dos patapons, que dependendo da missão que está jogando, pode ser a mesma — Mais sobre isso depois — e logo você só vai querer deixar o progresso do jogo para outro dia. Eu diria que essa é a forma correta de aproveitar Patapon, jogue em pequenos intervalos, onde puder apreciar a música e relaxar com o clima leve do jogo.

Pata

Certo, o jogo tem um gameplay divertido, mas como é o loop dele? Ele é um jogo de época de PSP, naquele período jogos portáteis eram feitos com mentalidades bem diferentes de como são hoje em dia, onde não existe mais uma distinção em como desenvolver esses jogos, já que aparelhos de bateria tem a capacidade e duração para jogos mais exigentes e de maior duração.

O jogo é separado em missões, com um pequeno mapa de seleção com um estilo de desenho que remete ao homens paleolíticos, o jogador irá selecionar se vai fazer uma missão de história, uma missão de caçada, missão de treinamento, etc. As missões têm objetivos variados, mas não significa que o gameplay em si muda muito. Às vezes você luta contra outra tribo, às vezes contra um monstro, outras só caça para conseguir recursos. Ainda se resume a andar e matar o que vêm pela sua frente.

Por sinal, quero que volte atrás e veja que eu mencionei recursos. Patapon seria um jogo bem menor se não tivesse grind de recursos para conseguir Patapons mais fortes. Eles são divididos em diferentes classes que cumprem diferentes funções, e você pode encher seu grupo com cada vez mais patapons gastando os recursos necessários. Recursos esses que você ganha fazendo missões de caça, que são muito mais difíceis no começo por ter um grupo bem mais limitado de personagens, ou até de treinamento.

É possível fechar um time inteiro com os patapons mais fortes e trivializar o resto da história do jogo, mas isso custará um bocado de tempo, e a previamente mencionada paciência de fazer a mesma gameplay por horas. Outra forma de conseguir recursos é fazendo alguns minigames, mas todos eles se resumem a tocar a música apropriada, nada que fuja do padrão do jogo, o que não é necessariamente um problema, mas precisar grindar é.

Além dos patapons por si só, eles possuem equipamentos, lanças, chapéus e arcos, onde cada patapon, individual, será equipado com uma unidade daquele equipamento em específico, e todo novo patapon vem com o equipamento de valor mais baixo. De volta para cantar nas minas.

Chaka

Não preciso dizer o quanto música é importante para esse jogo, e ela é bem contagiante. Quando mais o jogador vai bem no pressionar de botões melhor vai ser a cantoria dos patapons, logo, melhor a música, o que é sempre bom de ver em um jogo de ritmo, a própria música como uma recompensa por jogar bem.

O problema só surge com o quão homogêneas as músicas acabam sendo nas fases por consequência de serem em sua maioria cantoria dos patapons. Elas não são ruins, longe disso, mas só acrescenta na falha de que jogar o jogo por períodos longos de tempo pode fazer o jogador sentir que já não está mais engajado, quando é apenas exaustão.

Visualmente falando, o jogo é muito charmosinho, com várias animações muito expressivas e desenhos criativos. Os patapons não são feitos com anatomia humana, sendo expressados por pequenas criaturas redondas, com vozes finas, o que deixa eles mais fofos e o jogador mais facilmente afeiçoado a eles. O uso de cores no jogo é maravilhoso e os elementos visuais contrastam bastante, com exceção de quando o objetivo é destruir um obstáculo no caminho, o que às vezes pode parecer um elemento de cenário.

Divertido, mas um pouco fora do ritmo

Desculpe-me se quebrei seu ritmo. Infelizmente o período de Patapon é outro, mas não significa que ele não seja mais bom, pelo contrário, ele ainda tem todo o charme que tinha durante a época do PSP, mas também parecia estar em casa naquele console, eu até arriscaria dizer que o design dos patapons em si foi pensando com o clássico portátil da Sony em mente.

Sua estrutura de missões é algo que pode sim ser aproveitado em pequenas jogatinas, em uma viagem, em horário de almoço ou quem sabe esperando o microondas esquentar sua comida. As missões duram tão pouco tempo que é possível fazer uma ou duas, quem sabe acelerando todo o grind desnecessário do jogo antes de se dedicar a zerar ele.

Se eu recomendo Patapon? Sim! Mas fique em mente que ele não é o jogo de pequenas rajadas viciantes como os que você tem no celular, ele esteve em um período estranho onde os jogos portáteis não sabiam se queriam sua atenção total ou apenas justificavam você levar seu pequeno videogame para o trabalho.

Pros:

  • Diverte muito em pequenas sessões de gameplay;
  • Bonito e bom de escutar;
  • Há muitas missões para fazer.

Contras:

  • Enjoa em longos períodos;
  • Mais grind que o necessário;
  • Sistema de missões datado.

Nota

7

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