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Review | Mind Over Magnet

Luiz Estrella 26/08/2025

Desenvolvedora: Game Maker’s Toolkit
Publicadora: Alchemy Games
Gênero: Ação | Quebra-cabeças
Data de lançamento: DATA
Preço: R$ 39,99
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Game Maker’s Toolkit
Alchemy Games
15 de agosto, 2025
R$ 39,99
Digital
Ação | Quebra-Cabeça
Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela Alchemy Games.

Revisão: Manuela Feitosa

Consumo bastante conteúdo sobre videogames no YouTube, inclusive, acho que consumo mais do que gostaria, muitas vezes me vejo perdido em um vídeo com mais de 30 minutos que analisa profundamente a jogabilidade de, sei lá, Sonic 2006. No entanto, no meio de muitos canais que produzem esse tipo de conteúdo, para mim o “Game Maker’s Toolkit” sempre foi um destaque. Mark Brown, o nome por trás do canal, consegue “desmontar” a estrutura de alguns jogos para trazer aprendizados sobre game design, explicando tudo de um jeito bastante intuitivo e diversas vezes fazendo uso de elementos gráficos para ilustrar suas explicações.

É um canal muito bem-produzido e que visivelmente é dedicado a um assunto que o criador é de fato apaixonado. Dentro dessa lógica, se ele fala tanto de como jogos eletrônicos são pensados, por que não colocar a mão na massa e tentar fazer seu próprio jogo? É exatamente esse o pensamento que leva ao surgimento de Mind Over Magnet.

O jogo mistura puzzle com plataforma, que é uma fórmula relativamente comum no mundo de jogos independentes, possibilitando que o desenvolvedor possa aplicar diversas ideias de level design em um template base relativamente simples. Produzir um MMORPG ou um jogo com visuais ultrarrealistas seria algo consideravelmente mais complicado para algo desenvolvido por uma única pessoa sem orçamento de um jogo AAA.

O mais legal de tudo é que Mark Brown aproveitou a oportunidade para também gerar conteúdo para o seu canal. O desenvolvimento de Mind Over Magnet foi documentado em diversos vídeos no seu canal, onde ele explica detalhadamente todo o seu processo, os vídeos foram publicados de acordo com o avanço do desenvolvimento, então é possível ver progressivamente como o game foi evoluindo até chegar na sua forma final que foi publicada.

Depois de sair inicialmente apenas para PC, o jogo finalmente está disponível nos consoles, e agora é a parte mais interessante onde é possível jogar essa experiência que até agora eu só havia visto o “por trás das cenas” nos vídeos do Game Maker’s Toolkit.

Simples e direto

Em Mind Over Magnet, o protagonista é uma espécie de computadorzinho que se movimenta com apenas uma roda e pode carregar coisas com as duas mãos, o nome dele é Uni. Cada fase, o jogador controla Uni por uma seção que normalmente cabe inteira em uma tela, cada tela dessas possui um desafio: chegar até a saída. O caminho até a saída está bloqueado pela maneira que os elementos do game estão dispostos, blocos, alavancas e campos magnéticos normalmente são as peças que compõe cada quebra-cabeça. O jogo é bem simples mesmo, simples e curto, pode ser completado em cerca de 2 horas, dependendo do quanto tempo você vai ficar preso em algumas fases mais complicadas.

A parte mais divertida do jogo é usar os ímãs, ao longo da história, Uni conhece os imãs Magnus, Min e Max, e funciona assim: quando o campo magnético está azul, você pode utilizar um ímã vermelho para ser atraído e quando está vermelho, você utiliza um ímã azul para ser atraído. Eu sei que ímãs funcionam assim, mas só para esclarecer. Isso cria diversas situações interessantes em que você precisa pensar cuidadosamente em como utilizar os ímãs, e em qual ordem, Uni pode carregá-los e até arremessá-los pelo cenário para tentar abrir caminho e chegar na saída de cada fase.

Tudo isso é apresentado em um visual 2D supersimples, inclusive enquanto eu estava jogando uma pessoa chegou a comentar que parecia um jogo flash desses que tem na internet e, bem, eu entendo a comparação, mas aqui tem bem mais fluidez do que aqueles jogos tinham. E não pense que isso é para diminuir o game, mesmo simples o charme aqui é palpável e os poucos personagens em tela conseguem ser bastante expressivos.

Tá bem, mas, vamos cavar um pouco mais fundo para falar como esse jogo consegue ser especial.

Buscando um olhar mais profundo

É bem possível que a experiência de quem assistiu muitos vídeos do Mark Brown, assim como eu, seja bem mais especial. É que, acho que se eu apenas recebesse esse game para review, seria algo bem simples e talvez nem tão marcante, porém sabendo os “ensinamentos” de level design dos vídeos que assisti, acaba que consigo notar muitas nuances nesse game.

Mind Over Magnet é todo balanceado com uma precisão admirável desde o início, até cada mudança de mundo, o jogo cuidadosamente vai introduzindo ao jogador novas ideias e conceitos que vão deixando os quebra-cabeças mais profundos e variados. Nunca fica aquela sensação de que o game é “bagunçado” ou “desequilibrado”. E isso parece ser resultado direto do cuidado que Mark Brown teve em seguir seus próprios ensinamentos dentro do jogo.

Há um vídeo em específico onde ele comenta sobre a importância de saber ouvir o feedback direto dos jogadores, ou seja, testar o seu jogo com jogadores reais, documentar o que cada um deles fala e entender o que deve ser absorvido para o jogo final. É evidente que em vários trechos, Mind Over Magnet parece saber o que o jogador vai fazer e prepara “pegadinhas” nesse sentido, para enganar o jogador que vai seguir pelo caminho mais óbvio.

Por outro lado, em vários momentos o jogo deixa dicas sutis sobre qual é a solução de um puzzle. Em alguns momentos tive que pensar um pouco fora da caixa, e utilizar as ferramentas de uma forma que eu ainda não tinha usado antes, o que é um pouco mais complicado, porém, fazendo a leitura de elementos do cenário é possível chegar na solução de todas as fases, mesmo que algumas exijam um pouco mais de esforço. O jogo não é difícil, nem super fácil, achei equilibrado na medida certa, divertido sem ser frustrante.

É muito interessante ver como Mark Brown conseguiu de fato imprimir no seu game a qualidade de level design que ensina em seus vídeos, mesmo que seja um jogo muito mais simples do que muitos que ele já analisou em seu canal.

Recomendado para curiosos

Apesar de ser curto, o jogo guarda uma surpresa bem bacana no final: assim que você zerar, terá a opção de rejogar todas as fases do jogo com comentários de Mark Brown em cada fase. É como se fosse um extra além dos vídeos, várias das fases tem comentários específicos sobre as fases e as mecânicas apresentadas. É quase como se tudo fosse um pacote completo: os vídeos do canal, o jogo e o jogo com os comentários. Por mais que o game em si seja curto e simples, ele acaba sendo a peça central de outros conteúdos que o rodeiam.

Acaba que, no final, Mind Over Magnet se torna uma ótima recomendação para qualquer um interessado em game design, principalmente de jogos de plataforma. Apesar da simplicidade, há muito aprendizado no que é exposto aqui e é de uma forma que até para meros curiosos como eu, acaba sendo bem divertido. O game se encaixa perfeitamente na logística de um portátil, então não tenha dúvidas de que o Nintendo Switch é a plataforma ideal para jogar. Vale reiterar também que o jogo está todo traduzido na nossa língua, são poucos diálogos, mas que dão um charme especial para a experiência.

Agora minha curiosidade fica em saber se Mark Brown tentará futuramente desenvolver outro projeto e se também irá documentar tudo no Youtube, talvez até com um time de desenvolvedores, talvez? Difícil saber. De todo modo, Mind Over Magnet é mais uma evidência de que desenvolvedores independentes podem entregar coisas maravilhosas na simplicidade.

Prós:

  • Jogo simples e extremamente fácil de pegar e jogar a qualquer momento;
  • Distribuição de fases e desafios muito bem pensada e equilibrada durante a experiência;
  • Apresentação charmosa com personagens carismáticos e diálogos divertidos;
  • Ótimo conteúdo extra com comentários do desenvolvedor sobre o jogo.

Contras:

  • Jogo poderia ter um pouco mais de fases.

Nota

9

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Amo música, arquitetura, cinema e gosto um pouquinho de jogos da Nintendo, ao ponto de ter um canal no YouTube só pra falar disso.
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