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Review | Baki Hanma: Blood Arena

Victor Teixeira 09/09/2025
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Desenvolvedora:
Publicadora:
lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Purple Tree SRL
Purple Play LLC.
11 de setembro, 2025
R$ 166,99
Digital
Ação | Boxe
Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Desenvolvedora: Purple Tree SRL
Publicadora: Purple Play LLC.
Gênero: Ação | Boxe
Data de lançamento: 11 de setembro, 2025
Preço: R$ 166,99
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela Purple Play LLC.

Revisão: Manuela Feitosa

É de aplaudir de pé quando alguma produtora se arrisca a adaptar um shonen popular dos animes fora do eixo dos arena fighters 3D. O que mais se vê por aí, inclusive, são jogos de luta em arena com qualidade questionável e um elenco trancado atrás de um passe de temporada feito para sugar até o último centavo do nosso suado dinheiro.

Apesar de tudo, cá entre nós: a série Baki Hanma renderia um ótimo game de luta 3D. O anime tem muita ação, personagens com habilidades variadas e uma história que, embora tenha suas nuances, serve basicamente para justificar a porradaria franca e o espetáculo visual das animações impecáveis produzidas pela TMS Entertainment.

O que eu não esperava, porém, é que a primeira grande adaptação da franquia para consoles e PC fosse um jogo arcade de boxe. Baki Hanma: Blood Arena é, em poucas palavras, uma ode à icônica série da Nintendo do final dos anos 1980, protagonizada pelo meu mascote favorito da Big N, Little Mac, trazendo tudo que se espera de um Punch-Out-like, se é que esse termo existe.

Quer história? Assista ao anime

Por ter Punch-Out!! em seu DNA, Baki Hanma: Blood Arena não tem a intenção de recontar os arcos das duas primeiras temporadas do anime, mas sim oferecer uma experiência arcade focada puramente em gameplay, de modo que o jogador se sinta na pele do protagonista mais marombado e fibrado dentre todos os animes shonen.

Dá para contar nos dedos as linhas de diálogo entre as transições das lutas, o que pode ser um ponto positivo para quem busca apenas se divertir com a jogabilidade. Se você nunca teve contato com Baki Hanma, sugiro, então, que assista ao anime antes de partir para o game. Caso contrário, você terá uma experiência mais, digamos, rasa, sem o conhecimento prévio que o título exige, em especial dos personagens.

Como tudo gira em torno do combate, não há um modo história propriamente dito. Na verdade, existem somente três modos de jogo (e olhe lá), sendo o Torneio Subterrâneo o que mais se aproxima do formato de uma campanha. Além dele, podemos testar nossos reflexos de boxeador em uma arena de sobrevivência, com direito a morte permanente e tudo — e, bom, é meio que isso.

A desenvolvedora Purple Tree ainda tem uma carta na manga para o período de pós-lançamento: a Saga dos Condenados à Morte, o que deve dar mais “sustância” e longevidade ao conteúdo, mas que, até o momento em que parei para redigir esta análise, não está disponível. De todo modo, ainda que careça de opções de gameplay, é bom ver que expandir o escopo está, sim, nos planos do estúdio.

Alto grau de desafio

Sendo uma skin de Punch-Out!! (no melhor sentido que isso possa ter), Blood Arena propõe um desafio à altura de sua inspiração, com confrontos em que é preciso memorizar o moveset do oponente e, sobretudo, telegrafar com precisão cirúrgica cada padrão de ataque. Sem tirar nem pôr, é como se Baki Hanma tivesse incorporado a essência de Little Mac para reencontrar seus velhos rivais.

Em um pacing de jogo de ritmo, Baki alterna entre socos no tronco e no rosto do adversário, de ambos os lados (esquerda e direita), também podendo se esquivar e bloquear ataques. Embora os comandos sejam precisos e respondam bem às ações do jogador, o timing de certos bloqueios (e do parry) é esquisito e parece ter um delay, exigindo que o botão seja pressionado um pouco antes de o movimento acontecer, não em cima da hora, como seria de se esperar.

Isso, por consequência, acaba tornando o combate um tanto frustrante. Pelo fato de a dificuldade ser alta (não existe um modo fácil, vale ressaltar), esses pequenos erros que são cometidos — não por falta de responsividade, mas por causa da calibração do timing — acabam custando mais caro do que deveriam em lutas mais avançadas e exigentes.

Se você já jogou Punch-Out!! alguma vez na vida, vai se sentir em casa aqui. Ainda que não tenha a mesma fluidez de seu estímulo criativo, o sistema de batalha de Blood Arena carrega suas complexidades e deve colocar à prova as habilidades até de quem teve resiliência suficiente para nocautear Mike Tyson no jogo original da Nintendo.

Não faz jus às animações da TMS

Baki Hanma tornou-se o que é graças à qualidade invejável das animações da produtora TMS Entertainment. Afinal, uma adaptação de shonen só é boa se for um deleite visual. No caso de Blood Arena, mesmo que os personagens estejam bem desenhados, suas animações parecem ter saído de um jogo de flash. Até aí, tudo bem. Dá para relevar.

O que realmente me incomodou foi o filtro envelhecido que a Purple Tree aplicou, como se fosse uma TV de tubo dos anos 90, tanto nas batalhas quanto nos menus, imagino que para dar um toque mais estiloso. O resultado, contudo, é terrível e só deixou a imagem mais sobrecarregada e opaca do que nossos olhos gostam de ver. No fim das contas, o visual parece apagado e sem vida.

Um bom Punch-Out-like, apenas

Baki Hanma: Blood Arena respira Punch-Out!! e faz questão de escancarar sua inspiração em toda oportunidade que tem, nos poucos modos de jogo que traz. Apesar de não atingir a mesma qualidade nos comandos e na fluidez, a adaptação de Baki Hanma ao estilo Punch-Out quase passa de ano e só mostra que a série tem potencial para render ótimos games, só precisa de mais investimento, e talvez um pouco mais de apetite por projetos maiores.

Prós:

  • Combate quase rítmico, com bom desafio;
  • Foco total em gameplay;
  • Funciona bem com os controles de movimento do Switch;
  • Inimigos com movesets variados.

Contras

  • Pouco conteúdo pelo preço que é cobrado;
  • Timing estranho de certos comandos;
  • O filtro aplicado à imagem é horrível.

Nota

6,5

Tags: baki baki hanma boxe eshop Famitsu nintendo Nintendo Switch punch-out switch

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