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Review | Puzzle Quest: Immortal Edition

André Barrozo 18/10/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Infinity Plus 2
505 Games
18 de setembro, 2025
US $ 14,99
Digital
Puzzle | RPG
Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Desenvolvedora: Infinity Plus 2
Publicadora: 505 Games
Gênero: Puzzle | RPG
Data de lançamento: 18 de setembro, 2025
Preço: US $ 14,99
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela 505 Games.

Revisão: Davi Dumont Farace

No (hoje) longínquo ano de 2007, chegava ao Nintendo DS o jogo Puzzle Quest: Challenge of the Warlords. Desenvolvido por Steve Fawkner e na época publicado pela D3 Publisher, o game apresenta uma mistura inusitada de um cenário medieval com uma campanha temperada com pitadas de RPG no já conhecido sistema de jogo quebra-cabeças de associação de 3 ou mais elementos semelhantes.

Muitos anos se passaram desde então. O jogo recebeu diversas continuações, com direito até de uma grande parceria com a Marvel. Agora publicado pela 505 Games e desenvolvido pela Infinity Plus 2, Puzzle Quest: Immortal Edition reúne todo o conteúdo das três primeiras entradas na série em um único pacote.

Em uma eShop bombardeada, quase que semanalmente por jogos quebra-cabeças ecchi sacanas com imagens geradas por IA, seria Puzzle Quest: Immortal Edition um alento aos jogos de puzzle desse estilo?

Um começo modesto de um grande título

Nos primórdios dos videogames. tudo era sobre mecânicas de jogo inovadoras. Quem consiga inovar em uma época que tudo era mato, faltaria gêneros ou pelo menos seriam os grande representantes dos mesmos, mesmo sem necessariamente de serem a origem em si? Acho que é de senso comum que um certo jogo desenvolvido pelo engenheiro soviético Alexey Pajitnov pode ser considerado o representante máximo desse estilo. Já ouviram falar de um tal de Tetris?

Dito isto, o que jogamos ao longo desses anos nessa indústria vital foram títulos que, a partir da premissa básica de associação de elementos semelhantes, foram criando a sua própria proposta de jogabilidade nesse estilo. Alguns títulos tentaram criar algo novo, como Dr. Mario, e outros que tentaram criar uma experiência mais robusta em cima das bases já estabelecidas.

Adicionar elementos a fórmulas já existentes, sem o cuidado de que sejam bem executadas, pode soar como uma gordura que não acrescenta em nada ao sabor final; tornando a experiência enfadonha e desencorajando o jogador a dedicar mais horas a esse título. Felizmente é o que está longe de ser o caso da série Puzzle Quest.

Lembro como se fosse hoje da surpresa que eu e minha eterna player 2 tivemos ao jogar o título original pela primeira vez no Wii. Confesso que nunca fomos lá muito fãs de fantasia medieval, mas a mistura inusitada junta com os elementos de RPG instigaram nossa atenção de uma forma que passávamos horas jogando em frente a uma TV de apenas 14”.

Na época, ficamos felizes em saber que poderíamos jogar o nosso queridinho também em nossas viagens de transporte público, moendo a tela do coitado do 3DS com tantos toques que me fizeram trocar de aparelho em pouquíssimo tempo.

Ter o privilégio de ter de experimentar um jogo tão querido, em nossa plataforma do coração, é realmente coisa para poucos. E apesar de todas as adições e refinamentos, o coração do jogo está lá. É o mesmo sentimento de voltar a um local querido muitos anos depois. Sentimentalismos de um gamer quase na maioridade a parte, hora de explicar como essa jóia funciona.

A vida medieval é agitada

Se você está achando que a vida na idade média é só cavalgar rumo ao desconhecido, beber em tavernas e se meter em brigas pelas quais você não se lembra nem o motivo de ter entrado, você está parcialmente certo. Após um pequeno trecho narrativo onde a narradora divaga sobre os ciclos de paz e conflito da história humana, o jogo pede que você escolha a sua classe.

Assim como em um RPG tradicional, os poderes do seu personagem serão condizentes com a classe escolhida. Optando a classe ranger, vemos que ela tem ataques e magias que usam pouca quantidade de mana de cada cor e, por isso, ataca mais vezes; mesmo que o poder de fogo não seja tão grande assim.

Cada classe tem uma cor de mana mais atrelada ao seu perfil. Então, ao escolher os poderes, privilegie aqueles mais alinhados a sua build. Conforme vai upando é oferecido uma quantidade de pontos que pode ser distribuída para favorecer bônus passivos e até mesmo de ataque. Distribua-os com parcimônia.

Como em todo RPG que se preze, no caminho necessário para percorrer até que seu objetivo seja alcançado, existem encontros aleatórios com os mais diversos tipos de adversários, muitas vezes até mais desafiadores do que os chefes de missão. Ao mesmo tempo que algumas vezes é possível evitar o conflito, isso deixará o seu personagem em apuros nas missões mais avançadas, então não fuja da batalha sempre que puder.

Apesar de apresentar um mapa bem vasto, Bartonia é sua cidade central, onde grande parte das mecânicas do jogo serão desbloqueadas ao comprar upgrades para a sua cidade. Como eu não fazia a menor ideia dessa mecânica a lá city building, eu torrei todas as minhas economias em moedas de ouro em equipamentos, o que de certa forma foi ótimo pois facilitou os meus combates, mas evitou que eu descobrisse mecânicas interessantes como a captura.

Essa técnica permite que, uma vez aprisionada a criatura, o jogador consiga aprender feitiços que, de outra forma, seriam impossíveis.Assim como na vida real, o processo de aprendizagem também não será nada fácil, fazendo com que você destrua todas as peças do tabuleiro sem deixar uma sequer no quadro. Parece bem fácil a princípio, mas a única coisa que posso desejar a você novato é boa sorte.

A vida não é fácil nem na ficção, então antes de pensar em qualquer tipo de upgrade reserve uma grana somente para aperfeiçoar a sua cidadela. Grande parte das mecânicas interessantes do game partem do princípio que o jogador deve desbloqueá-la através da aquisição de upgrades.

Uma dica importante é sempre ficar atento às informações que o mapa comunica, sendo sútil e sem poluir a hud, como quando algo novo estará disponível na taverna, como um caneco de choop que de repente fica visível. A visão do mapa também é útil para organizar missões: sinalizadas na cor amarela para as principais e, em azul, para as secundárias.

O retorno necessário à diversão

Se, assim como eu, você acessa a eSshop ao menos às quintas-feiras para conferir as novidades da semana, já notou a panturrada de jogos de puzzle “safadenhos” que chegam ao console aos montes. E como infelizmente os bons jogos do estilo andam escassos, ver o retorno de Puzzle Quest em um pacote cheio de valor agregado é um alento.

Espero verdadeiramente que o jogo vá bem em vendas a fim de fomentar jogos inéditos na série e não apenas remakes e ports. Amantes de quebra cabeças coloridos, Puzzle Quest: Immortal Edition é um diamante raro em meio aos porcos.

Prós:

  • A jogabilidade;
  • Variação de mecânicas de jogo;
  • Dificuldade customizável;
  • Adição de conteúdo de outras versões.

Contras:

  • Ausência de modos para 2 jogadores, como no original.

Nota

10

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André Barrozo
André Barrozo
Formado em Comunicação Visual pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Pitaqueiro de games sempre que pode.
André Barrozo
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Tags: 505 games Nintendo Swich Puzzle Puzzle Quest

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