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Review | DRAGON BALL: Sparking! ZERO

mandowxd 21/11/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Spike Chunsoft
Bandai Namco
13 de novembro, 2025
R$ 339,90
Físico/Digital
Luta | Arena
Nintendo Switch 2, Nintendo Switch

Desenvolvedora: Spike Chunsoft
Publicadora: Bandai Namco
Gênero: Luta | Arena
Data de lançamento: 13 de novembro, 2025
Preço: R$ 339,90
Formato: Físico/Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2, Nintendo Switch

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela Bandai Namco.

Revisão: Ivanir Ignacchitti

Certamente não sou um dos maiores fãs de anime dentre os membros da redação deste site. Mas, quando se trata de Dragon Ball, rapaz… meus ânimos se revigoram.

Afinal, uma obra que marcou minha vida em eixos diversos — até no meu corpo — e em várias mídias que me conectam não só com fãs assíduos de animes, mas também com as mais variadas pessoas do mundo que compartilham o mesmo gosto em comum. Especialmente os videogames, por ter esse “quê” de imersão, acabam ajudando muitos fãs a se conectarem com esse universo de porradaria com mais facilidade, afinal, quem nunca quis ser um Super Saiyajin?


Com toda certeza, o xodó da maioria dos fãs “raiz”, principalmente na América Latina, com a cultura de pirataria do PlayStation, foi a série Budokai Tenkaichi, composta por jogos desenvolvidos pela Spike Chunsoft. Eram títulos repletos de personagens jogáveis — uns até mais aleatórios —, com cenários marcantes, combate divertido até para os poucos familiarizados e, acima de tudo, recheados de carisma, amor e por que não personalidade? Uma receita perfeita para serem jogos agradáveis para o público geral.

Os jogos de Budokai Tenkaichi também eram os mais icônicos para os adoradores de Dragon Ball, em especial o Budokai Tenkaichi 3, que apareceu no Wii e, mesmo após muitos anos de seu lançamento, permance vivo no coração da comunidade. Portanto, o jogo em questão vai ser o pilar principal de comparativos do novo DRAGON BALL: Sparking! ZERO neste review. O motivo? Ele é o mais polido e também muito provavelmente o favorito da comunidade (o meu incluso).

Dito isso, eu joguei Sparking! ZERO em seu lançamento original em 2024. Eu me espantei inicialmente pelos ports de Switch 2 e Switch, afinal, um dos charmes desta série é ser espalhafatoso durante as lutas com partículas vibrantes e velocidade frenética, e a versão analisada será a de Switch 2, então, vamos ver como ela está?

Vamos juntos retomar aquele sonho que deixamos para trás…

Um detalhe essencial sobre esta análise é que o jogo ainda não lançou os conteúdos adicionais presentes nas versões de outras plataformas, ou seja, os DLCs de personagem, o combate do modo local em várias arenas (no lançamento só tinha no mapa da sala do tempo) e um cenário a mais.

Ou seja, me parece ser a versão que joguei pela primeira vez no lançamento no PlayStation 5, e não sei se isso indica que queriam lançar pros Switches desde o começo, se foi preguiça ou qualquer outra coisa, mas, recado dado, vamos começar a falar do elenco imenso desse jogo. O que seria um jogo de luta sem seu roster, não é mesmo? Principalmente um Budokai Tenkaichi, com elencos grandes, repletos de personagens que variam dos que amamos a até mesmo personagens inusitados, e Sparking! ZERO tem o maior roster da franquia, mas isso traz um porém.


Sparking! ZERO e Budokai Tenkaichi 3 são separados por um bom intervalo de tempo, intervalo esse que conteve a volta da franquia no anime e mangá com Dragon Ball Super. O anime começa um ano após a saga Boo de Dragon Ball Z (na cronologia do anime, claro) e bem antes do arco “The End of Z”, e, por ser uma era nova para Dragon Ball, vieram consigo muitos arcos, transformações, vilões e aliados.

Dragon Ball Super trouxe uma expansão sem precedentes à obra, apresentando 12 universos, com o universo dos nossos Guerreiros Z sendo apenas um deles. Enfim, mais obstáculos na jornada de Goku e seus amigos. Dragon Ball Super deixou muitos fãs descontentes por muitos tempo e irrita até os mais reacionários nos dias atuais, mas é inegável que ele é um baita de um sucesso.

Por todo esse contexto, sempre considerei obrigatório um possível novo título ter a maior quantia de lutadores da franquia, e assim cumpriu, mas isso trouxe consigo alguns pontos negativos. Para início de conversa, no momento que escrevo esta review ao menos (já que a Bandai confirmou que vai colocar mais personagens no futuro), mais de 30 personagens que estavam presentes no Budokai Tenkaichi 3 não estão disponíveis em Sparking! ZERO.

Apesar de ser lamentável, algumas poucas escolhas eu consigo relevar: os Oozarus de saiyajins que nunca tiveram essa transformação em nenhuma outra mídia, como, por exemplo, o Raditz, foram alguns dos personagens removidos e, pessoalmente, não me fazem falta. Porém, o Shin (que tem modelo 3D no jogo), Paikuhan (icônico), o Super 17 (que não faz sentido não ter sido incluso), por exemplo, não têm nexo.

Alguns outros personagens que até estão no jogo perderam alguma forma que continham, por exemplo: o Garlic Jr (que a transformação está no jogo, mas a forma base não), mas, no fim de tudo, a parte da franquia que mais sofreu com isso foi o Dragon Ball clássico, que só tem um personagem o representando (sendo esse o Goku criança). De resto, ficamos sem Piccolo Daimaoh, sem Vovô Gohan, sem Tao Pai Pai, sem personagens que seriam fáceis de inserir, como o Apu (era só ser skin do soldado do Freeza), entre outros. 32 personagens podem até não pesar tanto em relação ao ótimo elenco de 182 personagens no Sparking! ZERO base, mas uma das graças da franquia é ela ser representada de cabo a rabo, contendo até os personagens mais infames da mesma. É uma pena, mas quem sabe eles venham no futuro?

Dependendo do personagem, ele pode ter direito a algumas customizações de roupa (como Goku com roupa dos Yardrat, personagens com scanner podendo tirá-los, guerreiros com roupas danificadas e afins). Alguns lutadores do elenco foram muito bem representados nesse quesito, como o Mestre Roshi, que contém boas opções de roupas icônicas que ele usou no anime. Todavia, a verdade é que não dá para falar isso da maioria, que são bem básicos nesse quesito e isso é uma pena, embora seja um fator bem mais cosmético do que algo que impacta a qualidade da gameplay.


Mas se os personagens são algo para se elogiar, não dá para dizer o mesmo da quantidade de cenários. O jogo contém 12 mapas — uns 25 se contar variantes de horário e a arena de torneio de artes marciais sem plateia —, mas são variações 100% estéticas e outro elemento chave para o jogo é justamente a destruição de cenário, aspecto esse sempre muito marcante no anime, como Namekusei no arco do Freeza em Dragon Ball Z.

Vazamentos indicam que muitos cenários planejados foram removidos, mas como a Bandai Namco confirmou que o jogo vai continuar sendo atualizado, creio eu que adicionem mais cenários para o combate. Alguns que fazem falta são o Espaço, Planeta Saiyajin, Neve (filme do DBS Broly), Inferno do Janemba, Planeta do Baby do GT, Sede da Red Ribbon, Planeta do Sr. Kaioh, variantes de outros cenários já existentes no jogo como o Torneio do Poder e muitos outros.

Não importa o que aconteça, sempre tenho a força e o poder

Muitos jogos de luta acertam em roster, cenário e conteúdo, mas conseguem falhar em um aspecto importantíssimo: a gameplay em si. Por sorte, esse está longe de ser o caso de Dragon Ball: Sparking! ZERO.


O jogo conta com um combate divertido e envolvente, com cada jogador podendo escolher até cinco personagens, tendo a capacidade de se transformar no meio do combate ou até se fundir (no caso de personagens específicos). Há jogadores que não gostam do fato de que os personagens não são equilibrados entre si, mas a proposta sempre foi essa mesmo, considerando que os jogos de luta tridimensionais de Dragon Ball não têm um cenário forte no competitivo ao contrário de Dragon Ball FighterZ.

Os movesets dos personagens contêm referências bem legais ao anime e até mesmo ao mangá. Há interações específicas, sejam em movesets (como o Goku agarrando o Freeza pela cauda e arremessando ele) ou em diálogos, com até mesmo personagens que jamais poderiam interagir entre si (como um do Dragon Ball Super dialogando com um do Dragon Ball GT).


Uma das coisas que mais repercutiu sobre os trailers foi o modo história, que, além de permitir ao jogador reviver momentos clássicos do Dragon Ball Z pela milésima vez, contém cenários alternativos. Dependendo do segmento dos combates e de escolhas do jogador, essas tramas seguem um rumo completamente inédito, o que, embora não seja nenhuma novidade na franquia Budokai Tenkaichi, é mais do que bem-vindo. Mesmo no caso de momentos icônicos, ainda temos um tempero adicional com a possibilidade de alternar entre a câmera tradicional e a câmera de primeira pessoa do personagem, o que considero uma mudança muito bem-vinda, já que esses eventos não são mais nenhuma novidade para os jogadores.

O jogo contém modo história dos seguintes personagens: Goku, Vegeta, Gohan, Piccolo, Freeza, Trunks do Futuro, Goku Black e Jiren, sendo o último desbloqueável. Todos os personagens contam com “What Ifs” (cenários alternativos) e cada campanha tem uma duração de tempo distinta, tendo em vista que estão longe de terem a mesma relevância e tempo de tela na trama.

Como um fanático por Dragon Ball, amei cada segundo nessas histórias, revivendo momentos marcantes, e com What Ifs que, apesar de serem bem variáveis em qualidade e criatividade e terem momentos forçados em certas campanhas, me divertiram a cada segundo. Foi um prazer rejogá-las para escrever esta review, embora um outro aspecto negativo tenha sido o fato de muitos momentos do jogo terem sido contados por ceninhas mais estáticas em vez de cutscenes. O ritmo também não é muito interessante, pois alguns momentos do anime para personagens específicos foram encurtados demais, mas dá para relevar.

Além da história, o jogo tem um modo que permite ao jogador criar cenários próprios com os recursos pré-definidos do jogo para postar na comunidade, além de, claro, jogar os cenários dos outros jogadores (com assinatura do online). E, apesar desse modo não ser o ponto chave do jogo, eu sempre curti essas customizações e interações da comunidade.

E nós vamos desenhar, com estrelas, uma versão para Switch 2

Sobre as versões de Switch 2 e Switch, sempre existiu muita desconfiança, principalmente sobre a versão do veterano de 2017, mas a versão que eu joguei foi a do caçula, logo, será a que vou falar.

Os visuais se encontram bem competentes. O jogo, no entanto, roda a 30fps cravado mesmo com os combates e destruição de cenários e as telas de carregamento não são irritantes. Ou seja, um ótimo trabalho para este port. Dá para ver alguns sacrifícios que tiveram de fazer, como a alteração do menu dinâmico, com o Goku pulando de forma automática entre as áreas, e algumas pausas sutis quando o modo história transita entre cutscenes, ceninha estática e gameplay. Não há nada muito grave, mostrando que, com empresas competentes trabalhando no port, o Switch 2 lida muito bem com jogos de escopos diversos.

E essa versão do jogo tem uma exclusividade: os controles de movimento, ou melhor, controles de “mo-wii-mento”. Saindo da piada sem graça para o aspecto em si, é uma gimmick compartilhada com a versão de Wii do Budokai Tenkaichi 3 porque uma das revoluções do Wii nos videogames foram os controles de movimento e, como toda novidade, não chega perfeita, era falha e irritante para falar a verdade. Senti que capturaram bem a essência mesmo em 2025, embora, graças a Zeno, seja só uma opção de controle, também sendo possível optar pela clássica (que simula os clássicos da franquia) e pela padrão.

E com alegria de viver, ninguém vai me deter…

Com tudo isso em mente, dá para concluir que, apesar de o jogo poder ser melhor em alguns aspectos, é muito bom ver Budokai Tenkaichi de volta no mercado. Dragon Ball: Sparking! ZERO traz elementos novos provenientes de Dragon Ball Super, agradando muitos fãs mais novos da franquia, e contém o principal de Dragon Ball Z e GT. Infelizmente, não posso dizer o mesmo do clássico, mas é uma carta de carinho para os fãs de Dragon Ball no geral.


Mesmo lançando só agora na família Switch, o jogo já está no mercado em outras plataformas há um pouco mais de um ano e infelizmente o suporte deixou a desejar para o escopo desse título em comparação com outros jogos de luta de anime. Especula-se inclusive que essa pequena presença de conteúdo adicional fosse por conta dos ports para as plataformas Nintendo, então quem sabe o futuro seja mais animador? Já se têm confirmados os DLCs já disponíveis nas outras plataformas (personagens do Super Hero, Daima e o bucha Shallot do DB Legends), uma maneira artificial de prolongar o jogo, mas definitivamente vai dar esse ar de novidades para a fanbase dos jogadores dos Switches.


Além disso, seu primo esquisito, Dragon Ball Xenoverse 2, segue recebendo conteúdo muitos anos depois (de modo até forçado para a maioria, inclusive) e FighterZ, o primo rico e popular, receberá o Goku adulto SSJ4 do Daima em breve. Além deles, temos Gekishin Squadra e os jogos mobile em andamento, e como os jogos de Dragon Ball rendem, espero que tenham mais carinho com o Sparking Zero para os próximos anos e as portas se abram para mais personagens, tendo em vista que era um projeto de jogo bem desejado.

Prós:

  • Retorno triunfal de uma amada franquia de jogos de luta de um dos animes mais simbólicos de todos agora nas plataformas Nintendo.
  • Roster bem ao estilos Budokai Tenkaichi na maior parte do tempo.
  • Abraça a era recente de Dragon Ball, o Dragon Ball Super (e o Daima posteriormente).
  • Combate envolvente;
  • Fidelidade satisfatória à franquia que estava tanto tempo sem ver a luz do dia, coisa que muitos esperavam que poderia se perder;
  • Respeito extremo ao anime, mangá e conteúdos do Toriyama que precederam este;
  • Campanhas de personagens que entregam muito aos fãs.
  • A versão de Switch 2 agrada.

Contras:

  • Ausências sem justificativa, principalmente em relação ao Dragon Ball clássico;
  • A qualidade de alguns conteúdos é bem variável quando se trata daquele aspecto em específico;
  • Tem a possibilidade de não ser um jogo interessante a longo prazo;
  • Pouquíssimos cenários.

Nota

9

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Faço uns projetinhos quando dá na telha. XD
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