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Review | R-Type Delta: HD Boosted

Vinicius Madeira 20/11/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Irem, City Connection
Clear River Games
20 de novembro, 2025
R$ 116,99
Físico/Digital
Shoot ‘em up
Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, PC

Desenvolvedora: Irem, City Connection
Publicadora: Clear River Games
Gênero: Shoot ‘em up
Data de lançamento: 20 de novembro, 2015
Preço: R$ 116,99
Formato: Físico/Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Clear River Games.

Revisão: Lucas Barreto

Desde as suas origens, os videogames são uma forma de os desenvolvedores criarem interaçõs com coisas que fizeram parte do seu ambiente, ou, em alguns casos, que os mesmos gostariam que tivessem feito parte, mas devido aos limites da realidade, não o podem. Coisas como explorar um reino mágico ou se aventurar numa aventura fantástica pela selva são alguns exemplos de como essa ficção se torna “realidade”; o outro exemplo é uma fantasia humana que mais pessoas deveriam ter… a vontade de voar pelos céus ou no espaço atirando em coisas.

Nomeados muitas vezes de shoot ‘em ups / shmups ou side-scrolling / vertical action shooters, esses jogos compõem um dos gêneros mais antigos de jogos eletrônicos, e desde a época dos arcades pode ser visto de forma proeminente em clássicos como Gradius, Raiden, Terra Cresta, e a série que falaremos hoje nesta análise: o clássico R-Type — ou Ray-Type se vocês forem familiarizados com a mesma (coisa que eu infelizmente não era antes desse jogo, então levem isso em consideração enquanto leem a análise).

Lançado originalmente em 1998 pela Irem no PlayStation, R-Type Delta é o quarto jogo da franquia R-Type, atualmente da Granzella, o primeiro a apresentar gráficos 3D na série; o jogo foi originalmente concebido pela Irem como uma forma de competir com a TAITO, que havia lançado o RayStorm cerca de dois anos antes, também contando com gráficos poligonais o que, para a época, era inovador. O jogo ainda é parte da franquia R-Type e carrega muitos dos aspectos da série, como a mecânica da “Force” que serve como um segundo tiro para os jogadores e também os diferentes raios que você pode equipar na sua nave com base em upgrades que você pega pelos mapas.


Mas chega de enrolarmos sobre a série, e vamos ao ponto principal do porquê você, jogador de “jogos de navinha” que nunca jogou R-Type antes, deveria experimentar R-Type Delta: HD Boosted!

Três dimensões, três opções de naves

Por ser um jogo de estrutura arcade lançado há 27 anos, R-Type Delta não tem uma história muito profunda além do básico “o Império Bydo está atacando, use a sua nave para investigar isso e destruir alguns dos monstros deles pelo caminho”, mas ele possui três opções de nave que mudam a forma que você joga e também podem alterar o seu final.

As naves que o jogo apresenta são:

  • A R-9 Arrowhead 2Delta, uma versão melhorada da Arrowhead original, utilizada nos primeiros R-Type;
  • A RX-10 Albatross, uma nave menor que a R-9 Arrowhead, mas com capacidades parecidas;
  • E por fim, a R-13A Cerberus, uma R-Type única que tem um sistema de mira novo e um tipo de Force exclusivo.

Embora as diferenças entre as R-Types sejam mínimas, com exceção da Cerberus, o maior diferencial em gameplay que cada um apresenta é a forma que você desvia dos ataques, os tipos de raios que a R-Type e a Force conseguem disparar. Tudo isso sem falar, claro, da forma como os inimigos vão te tratar, com a Cerberus sendo essencialmente o “modo difícil” do jogo pois você tem que desviar de mais tiros, mesmo tendo a vantagem da mira automática.

Como alguém cujas poucas experiências de shoot ‘em ups podem se resumir a Raiden III x MIKADO MANIAX e Mushihimesama, fica claro que eu tive uma grande dificuldade com o jogo. Contudo, ainda consegui me divertir com isso.

Eu admito… sou um masoquista

A gameplay de R-Type Delta: HD Boosted é bem simples, pois funciona no seguinte loop:

  1. Você escolhe a sua R-Type para jogar;
  2. Durante as fases, você vai coletando diferentes melhorias para seus raios e sua Force;
  3. Enquanto enfrenta inimigos, você vai evitando levar tiros, pois a sua R-Type tem a resistência de um cristal.

Embora Delta apresente aspectos que facilitem um pouco a gameplay, como um sistema chamado “Delta Attack” que funciona como uma screen nuke, o jogo ainda é altamente punitivo, e com um sistema de fichas fixas, fica claro que você tem que tomar muito cuidado quando vai deixar sua nave morrer. Afinal, nesse jogo, um erro pode, e muitas vezes deve, ser fatal para a sua run.

Para piorar as coisas, quando você leva um Game Over você inicialmente não pode escolher o cenário que quer refazer com a nave específica, ou seja, vai começar tudo do zero e rezar para que um tiro perdido não faça você perder os buffs que conseguiu para a sua nave ou para a sua Force.

Eu particularmente amei um pouco isso, pois me impediu de tirar os olhos dos vários tiros que percorriam a tela durante as fases (alguns infelizmente se perdendo no brilho dos cenários e tornando ainda mais difícil de ver), mas ao mesmo tempo me frustrava perder minhas doses da Force por conta de um erro bobo que eu cometi por um tiro que deixei de ver.

Arquivos de Arcade

Como mencionei anteriormente, R-Type: HD Boosted não é a primeira remasterização de um jogo arcade que eu joguei no Switch, mas certamente é uma das que notei serem mais “cruas”, sem sombra de dúvida. Apesar de contar com algumas texturas refeitas e músicas novas, eu tenho a opinião de que o remaster falha em aspectos chave de sua apresentação como tal.

Esse momento veio de um vídeo que tirei, mas como podem ver, a tela ficou branca por alguns momentos e nem conseguir ver a dosagem da minha Force na hora (embora numa imagem estática percebo que estava em 94%).

Não só não tem um player de música, algo que deveria ser padrão nesse tipo de jogo, como você também nem tem a opção de configurar certas opções, como o número de “fichas” e coisas do tipo.

Tudo isso, no entanto, são apenas reclamações menores num pacote que não desvia muito do que promete entregar, e dado o preço até que aceitável do produto, creio que não tenho muito o que reclamar de fato. É só o pensamento de que tinham coisas básicas que a City Connection, a dev por trás do remaster, podia ter feito.

A “Force” está com você

Sendo a chance perfeita de introduzir a série R-Type para novatos como eu, R-Type Delta: HD Boosted consegue entregar o clássico de 1998 com os mesmos gráficos em estilo lowpoly (algo que eu acho que deveria ter mais no cenário atual de jogos), mas com algumas adições modernas que cumprem o que prometem, como uma trilha sonora afiada com trilhas novas que te empolgam enquanto você destrói aqueles nojentos Bydos.

Outro ponto positivo do jogo são os seus gráficos que, mesmo retocados um pouco no remaster, ainda apresentam o charme poligonal que tinha nos anos ’90.

Mesmo com os problemas citados anteriormente, é uma experiência curta, que você vai querer repetir de novo e de novo, seja para completar a galeria de imagens que o remaster oferece, ou simplesmente descobrir os segredos que o jogo possui; afinal, como mencionei antes, o jogo muda o final dependendo da R-Type que você escolhe jogar!

Prós:

  • Um ótimo side-scroller action shooter, agora remasterizado para plataformas modernas;
  • Jogabilidade desafiadora, ainda que punitiva;
  • Sistemas de combate que permitem a adaptabilidade de novatos da franquia.

Contras:

  • Alguns bugs visuais do remaster;
  • Falta de conteúdo que tipicamente vem nessas remasterizações e/ou compilados.

Nota

8,5

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Vinicius Madeira
Vinicius Madeira
Estudante de jornalismo com uma paixão enorme pela cultura do Japão e os jogos, em especial, os RPGs que o povo de lá produz. Sou redator e minhas Franquias favoritas incluem gigantes como Xenoblade Chronicles, Zelda e Mega Man.
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