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Review | Skate Story

Matheus De Brito 08/12/2025

Desenvolvedoror: Sam Eng
Publicadora: Devolver Digital
Gênero: Aventura | Esporte
Data de lançamento: 08 de dezembro, 2025
Preço: R$ 59,99
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2, PlayStation 5, PC

Desenvolvedoror:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Sam Eng
Devolver Digital
09 de dezembro, 2025
R$ 59,99
Digital
Aventura| Esporte
Nintendo Switch 2, PlayStation 5, PC

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela Devolver Digital.

Revisão: Lucas Barreto

Faminto e exausto, você é um demônio de dor e vidro, e foi de skate à lua para devorá-la. Confesso que eu não estava interessado neste jogo, mas como adquiri recentemente um Switch 2, foi ofertado Skate Story para jogá-lo e escrever uma análise.

Imaginei, em um primeiro momento, que seria algo estilo Sayonara Wild Hearts combinado com Tony Hawk’s Pro Skater. Porém, como é um título publicado pela Devolver Digital, dei meu voto de confiança a eles. E eu estou feliz em responder que foi uma das escolhas mais certeiras que já fiz com videogames. Skate Story de longe não era o que eu imaginava: em vez de um jogo rítmico de skate com uma história de fundo, era na verdade uma aventura bem mais incrível e bela.

Não vai cair, menino, se não você vai se quebrar todo

 Como supracitado, em Skate Story você é um demônio de dor, exausto visto que no mundo dos demônios ninguém consegue dormir com o brilho da lua. Assim, o demônio decide ir até ela de skate porquê sim, e para isso é necessário fazer um contrato com o Diabo: “1. Para os vivos retornar, 2. A lua terei que devorar, 3. Skate à alma vinculado, 4. O vidro me trará ao parto.”

Com essas palavras, tornamo-nos se o demônio skatista de vidro, que sempre que cai do skate, se despedaça e volta à vida, com o objetivo de, ao chegar até a lua, comê-la. Diferente do nosso mundo, contudo, o inferno tem várias camadas e várias luas para comermos.

 Para alcançar a lua em cada camada, o skatista tem que cumprir objetivos diferentes em pequenas áreas. Vou usar de exemplo a primeira área depois do tutorial, que é uma detenção depois de comer a primeira lua. Nesta detenção dos filósofos, que são bustos gigantes de pedra buscando entender o motivo de andar de skate e comer as luas, temos que fazer pequenos objetivos fazendo manobras radicais para ter acesso à lua.

Durante as missões para conseguirmos chegar até o objetivo, conhecemos alguns NPCs que, mesmo muitos deles não tentando ser engraçados, ainda geram aquelas risadinhas de só soltar um ar pelo nariz — pode ser olhando para eles com características engraçadas ou com suas funções como um personagem que nos multa por dormir, já que no nível do inferno que estamos tem uma lei que proíbe dormir sem autorização.  

Um passeio no inferno

Quem poderia imaginar que o inferno seria tão lindo e estiloso? Se você que esta lendo essa review e já assistiu a pelo menos um trailer, já deve ter percebido como é um jogo lindo. Dá para notar a simplicidade no cenário, não sendo composto por lugares grandes e com uma miríade de objetos simples, mas mesmo com limitações durante as gameplays eu vi várias cenas que pareciam ser era algo de uma cutscene, dando a parecer que tratava-se de planos planejados de tão belos.

Os cenários são caracterizados por cidades desertas pela noite, misturadas com um mundo surreal. Inclusive, algumas vezes eu teria adorado a existência de um modo foto para fazer prints das minhas manobras. Mas não é só de maravilhas que o mapa pode ser criado: temos que lembrar que é o mundo dos demônios e, por vezes, seu brilho ofusca a legibilidade do level design, fazendo-me ver plataformas mais elevadas de forma difusa, fazendo-me confundir rampas com degraus, confusão bastante recorrente em quase todos cenários.

Além de áreas abertas, também é muito comum ter “corredores” com desafios compostos por obstáculos para se evitar como buracos, espinhos e paredes. Os desafios nos forçam a usar manobras específicas, como slides em corrimão. Também podemos encontrar trajetos com aros para se passar ou objetos para se coletar, abrindo um portal e fazendo-nos progredir. Esses trajetos são os que achei menos interessantes durante a gameplay, muito em parte por não me sentir incentivado a fazer manobras e só ter como objetivo chegar no fim, tornando-os muito esquecíveis, ou incrivelmente complicados, causando muitas mortes e tornando a esperiência um tanto maçante.

 Uma das coisas que eu imaginava era como se come uma lua. Em Skate Story, as luas têm vontade própria, e quando o skatista consegue chegar até alguma delas, temos que persegui-la até alcançar à sua luz projetada, e por meio de manobras damos dano. Temos que ter sempre em mente, durante tais sequências, as oportunidades oferecidas pelo cenário, cheio de obstáculos para fazer manobras, e por meio de sequências juntamos combos, causando mais danos, embora o risco das finalizações fique mais alto.

Durante as batalhas contra luas, a estratégia de quais manobras fazer é crucial, já que cada batalha tem tempo e quase sempre eu terminei faltando muito pouco para o fim. Ficar repetindo a mesma manobra faz ficar mais “chato” e somando menos pontos para os combos, a luta se prolonga.

 Falar de Skate Story sem falar da sua trilha sonora seria um pecado. O jogo tem músicas escritas pelo coletivo estadunidense Blood Cultures, uma banda que não divulga os rostos dos integrantes e que faz um estilo de música bem experimental. Na pesquisa rápida que fiz, é dito que fazem um indie pop, e senti vibe de música eletrônica e rock também, principalmente nas batalhas para comer as luas. Eu não sou um entendedor de música, mas a cada novo trilha que tocava sentia uma nova vibe, e a jogatina se eleva a partir delas. Espero, inclusive, ouvir o novo álbum deles com o nome Skate Story.

Nem tudo é uma maravilha no inferno

De experiências negativas tive muito poucas além da legibilidade do level design em algumas partes como já citei anteriormente. Tive pequenos problemas com a localização em português, já que em alguns momentos o texto ficava em inglês, especialmente com os nomes dos personagens. Falando nisso, alguns nomes estavam trocados, causando uma dissonância entre o nome durante uma fala e quando indica quem esta falando, porém já tivemos a confirmação da própria Devolver Digital que esse erro está sendo resolvido.

Outro ponto que espero também ter solução é um bug de áudio que ocorreu várias vezes: quando chegava em algum ponto para conversar com algum NPC, ou entrar em alguma cutscene, o som das rodas do skate continuavam como se estivesse derrapando ou fazendo uma manobra, um ruído que normalmente leva menos de 1 segundo se tornando prolongado, tornando-se incômodo nas cutscenes.

Uma das coisas que achei estranho no jogo é ter divisão de capítulos, e em cada capítulo ter colecionáveis como prancha de skate, rodas e adesivos para customizar o skate, mas não haver um seletor de capítulos para poder voltar no jogo e pegar esses colecionáveis. De inicio eu achei que a opção seria liberada apenas no fim do jogo, mas depois de terminar eu só podia continuar do fim, nem para ser um new game+. Fico imaginando o quanto deve ser de dor de cabeça para quem gosta de fazer 100% não poder voltar fases.

Esqueça Tony Hawk’s Pro Skater

Skate Story foi uma das melhores experiências que tive com vídeogame esse ano: trata-se de um jogo muito bem feito, divertido e com trilha sonora incrível.

Os poucos problemas que tive devem ser resolvidos com um ou dois patches, não diminuindo o impacto durante a jogatina em que pensava “isso sim é um videogame!!”, ao poder fazer coisas que só nessa mídia eu poderia ver. “Skateando” até a lua, ao som da belíssima trilha sonora do mundo dos demônios, Stake Story é uma obra de arte em forma de videogame.

Prós:

  • Direção de arte de cair o queixo;
  • Trilha sonora incrível, com estilos musicais que variam entre indie pop, rock e eletrônica;
  • Humor situl;
  • Disponível em português do Brasil.

Contras:

  • A legibilidade do level design peça às vezes.

Nota

9,5

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Desenhista vagabundo que gosta de acompanha a Nintendo e outros video games e amante de podcast e animes
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