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Os Favoritos da Equipe NintendoBoy em 2025

Marcos Vinícius 01/01/2026

Feliz 2026!

2025 foi um ano turbulento para quem é fã de Nintendo, já que tivemos o lançamento do Nintendo Switch 2, enquanto alguns lançanentos do Switch original comia pelas rebarbas.De todo modo, o nosso textinho especial em que a staff do NintendoBoy comenta seus jogos favoritos do ano está de volta!

Leia também:

Os Favoritos da Equipe NintendoBoy em 2024


Vocês terão a oportunidade de conhecer alguns dos redatores enquanto eles comentam um de seus títulos favoritos de 2025. Agradeço a todos pelo apoio.

Mario Kart World

por Luiz Estrella

2025 foi um ano com bastante lançamento first party da Nintendo, o que faz sentido levando em conta a estreia de um novo console, e apesar de ter gostado de outros jogos, para mim o que marca o ano é Mario Kart World. Estávamos desde 2014 sem um Mario Kart inédito, recebendo novas pistas e personagens, mas sempre para o mesmo jogo, com o mesmo funcionamento. Com isso em mente, o novo título da franquia segue exatamente o caminho que eu queria ver: recomeçando do zero com uma nova ideia.

Mais do que uma mera decisão estética, a proposta de integrar todas as pistas em um mundo aberto muda consideravelmente o funcionamento do jogo. O clássico “Grand Prix” foi reformulado e funciona de forma que é preciso chegar em cada pista antes de fazer a volta; já o novo modo “Eliminatória” faz o jogador percorrer diversos pontos do mapa de maneira ininterrupta, buscando não ficar em último e ser eliminado. Além dessas mudanças estruturais, há novidades no gameplay: agora é possível correr pelas paredes ou deslizar pelos corrimãos, acrescentando uma nova camada de estratégia e dificuldade para o game. Essas novidades trouxeram um respiro que a série estava precisando, principalmente para a experiência single player, de forma que atualmente acho muito difícil retornar para Mario Kart 8, depois de me acostumar com o World.

Aliado a esse novo funcionamento, o jogo tem um polimento invejável, mostrando em primeira mão o poder visual do Nintendo Switch 2 nas pistas, nos modelos dos personagens e dos veículos. Para coroar, a trilha sonora é recheada de novos arranjos magníficos para diversas canções de todos os jogos do Mario, performadas em estúdio pela Mario Kart Band. Sei que o jogo não é perfeito e concordo com muitas das críticas que tem circulado pela internet, mas 3 parágrafos é pouco para discutir as nuances das decisões mais controversas de Mario Kart World, e sendo honesto, basta eu abrir o jogo para jogar algumas partidas e de fato lembrar que é o jogo de 2025 para mim.

The Hundred Line -Last Defense Academy-

por Vinicius Madeira

Se alguém voltasse no tempo e falasse para mim que eu estaria falando bem de um jogo de Kazutaka Kodaka, o criador de Danganronpa, eu provavelmente duvidaria devido ao “preconceito” que eu tinha com algumas coisas em obras passadas dele. Mas tendo jogado um jogo com uma das melhores narrativas esse ano, eu posso dizer sem medo que The Hundred Line -Last Defense Academy- é o meu jogo favorito de 2025!

A gameplay do jogo segue uma estrutura de RPG de estratégia para o combate, mas a maior parte da jogatina será passada em uma aventura de texto, com a leitura sendo o que o jogador mais fará. E embora algumas das rotas (que são mais de 20, para 100 finais ao todo) tenham uma escrita aquém a outras, essas boas rotas já fazem o pacote todo valer a pena.

Porém eu diria que o que Hundred Line conseguiu para me fazer colocá-lo no meu posto de favorito do ano é bem simples: ele ressoou comigo. Sejam nos personagens exagerados, porém realistas, ou na história que tem uma clara crítica por trás, eu sinto que é o tipo de jogo que é difícil de aparecer nesses tempos, então fico feliz que ele foi feito e lançado esse ano.

INAZUMA ELEVEN: Victory Road

por João Pedro Vale

Divulgado anos atrás com previsão distante, Inazuma Eleven: Victory Road atravessou um caminho turbulento até chegar ao público somente em 2025, após diversos obstáculos no estúdio responsável. O longo intervalo acabou compensando, já que o resultado final surpreende pela ambição e pelo cuidado. A experiência se firma como a mais robusta do universo da série, reunindo aproximadamente cinco mil atletas disponíveis para compor equipes personalizadas.

Para além da trajetória central, existe uma alternativa intitulada Crônica, pensada para quem deseja revisitar acontecimentos marcantes do passado. Essa opção recompila, de maneira condensada, os eventos de todos os capítulos anteriores, algo incomum e bastante admirável dentro dos RPGs. Trata-se de um verdadeiro arquivo interativo da saga, acessível mesmo para novatos curiosos.

A narrativa principal também se destaca pelo envolvimento emocional. O personagem que conduz a aventura se sobressai frente a antigos protagonistas, principalmente por carregar um conflito interno mais complexo e humano, que redefine sua ligação com o esporte. A interação com o antagonista central é um dos pontos mais fortes: vindos de contextos opostos, ambos percorrem caminhos que se espelham, fugindo de clichês típicos das animações esportivas e construindo um vínculo sensível, no qual amadurecimento e aprendizado surgem de forma mútua.

Donkey Kong Bananza

por Wendel Barbosa

Quando, em 2017, eu comprei o Nintendo Switch, foi pensando no anúncio de Metroid Prime 4, na finada E3. Passado tantos anos, desde o seu anúncio, finalmente pude pôr as mãos na nova aventura de Samus Aran. E, bem… Metroid Prime 4: Beyond não foi o melhor jogo de 2025 pra mim. Desculpa!

Por outro lado, existe uma franquia que, por mais que tenha feito muito sucesso no Super Nintendo, nos anos de 1990, sempre foi “escanteado”: Donkey Kong. DK foi a primeira franquia original da Nintendo, criada por Shigeru Miyamoto. E, desde 2014, com Donkey Kong Tropical Freeze, não recebia um jogo original. Infelizmente, para os donos do primeiro Nintendo Switch, o melhor jogo de 2025, não chegou no console original e sim para o Nintendo Switch 2. Trata-se de Donkey Kong Bananza.

Bananza existe quase que como uma reparação histórica. Ele é “O” jogo do Nintendo Switch 2 até o momento. Aquele título que, sem sombra de dúvidas, é motivo para nos convencer a investir uma generosa soma de dinheiro num console novo. É divertidíssimo usar a força de DK para destruir e minerar o cenário, atrás de pedras preciosas e, claro, bananas. É aquele tipo de jogo que jogamos com um sorriso no rosto, sem nem mesmo perceber. Donkey Kong Bananza é o meu jogo favorito de 2025.

STORY OF SEASONS: Grand Bazaar

por Erick Figueiredo 

Em 2025 eu joguei alguns títulos muito legais no Switch 2 e enquanto tenho alguns candidatos que me divertiram bastante, como Tales of Graces F Remastered e Trails in the Sky 1st Chapter, minha escolha vai para Story of Seasons: Grand Bazaar. Ele é um título que eu retornei bastante, mesmo após eu ter feito sua review.

Eu sou um fã da série Story of Seasons e tenho curtido bastante os remakes da franquia. Assim como foi o caso com A Wonderful Life, esta foi a primeira vez que pude jogar Grand Bazaar e realmente me encantei com o jogo. Ele mantém a essência da série, enquanto introduz um novo elemento, o Bazaar, de forma natural ao looping de gameplay.

Eu gostei bastante de como eles adaptaram as mecânicas antes exclusivas do DS, além, é claro, das atualizações feitas ao jogo para se adequar ao novo estilo da franquia. Também é muito legal como a Marvelous está lançando atualizações gratuitas que introduzem novos mini-desafios, incentivando assim que continuemos a investir tempo no jogo, mesmo após completar seus principais objetivos. Este é um título perfeito para jogar entre os grandes lançamentos e relaxar, ainda mais neste final de ano.

Stray Children

por Kat

Stray Children em sua totalidade é um jogo fascinante. Apesar da abordagem minimalista, o jogo consegue ser bem longo e recheado de conteúdo de qualidade, com personagens interessantes que são muito bem utilizados para aprofundar em sua crítica sobre o capitalismo tardio e no bem-estar físico e mental que o mesmo causa nas pessoas.


O que mais me fascina em Stray Children, além do vishal retrô herdado de Moon: Remix RPG Adventure. É um jogo que consegue ficar bem sombrio de repente, mas que não abandona a leveza e a inoscência da perspectiva de uma criança dentro de um videogame retrô. É o clássico “não se engane pela aparência”.


Stray Children também é obsoleto na medida certa, o que deixa o jogador sempre com aquela sensação satisfatória de resolver um puzzle ou um combate obtuso sem a ajuda de um guia. Esse aspecto também está presente em sua narrativa, que com certeza ainda vai dar muito gás pra parte do fandom que adora interpretar e teorizar em cima do conteúdo do jogo.

Kirby Air Riders

João Costa

Difícil decidir um favorito com essa leva de lançamentos do Nintendo Switch 2, mas o fator surpresa de Kirby Air Riders me faz optar por ele. Foi muito interessante ver a releitura do Masahiro Sakurai em cima do esquecido jogo de GameCube, quase como se fosse um Super Smash Bros. de veículos. As similaridades são inegáveis e, apesar de alguns entenderem como uma falta de individualidade, vejo tais escolhas como pontos fortes.

O motor gráfico possui alta fluidez, casando bem com a premissa maluca desse lançamento onde as coisas quase nunca param. Além da experiência fugir totalmente dos moldes do estilo Kart, como visto em Mario Kart e Sonic Racing. Levei o Nintendo Switch 2 para conhecidos meus jogarem e alguns nem quiseram ficar no Kirby por muito tempo. Isso não significa baixa qualidade, mas o quão experimental o gameplay é.

Se você compra a ideia como eu, vai amar, mas, se não, deve passar longe. Na minha leitura, são essas as produções responsáveis por definir avanços na indústria e levar o mercado para frente. Admito meu interesse em mais atualizações, porém isso não deve acontecer por conta dos desenvolvedores estarem seguindo para outros projetos. Felizmente, o conteúdo atual é de ótima qualidade, focando no “menos é mais”.

Trails in the Sky 1st Chapter

por Ivanir Ignacchitti

Em meio a tantos relançamentos de jogos clássicos, a qualidade e o empenho das desenvolvedoras pode variar bastante. Como já mencionei antes em um especial aqui, temos ports, remasters e remakes e dentro de cada uma dessas nomenclaturas a qualidade pode ser muito diferente também.

Quando a Nihon Falcom anunciou Trails in the Sky 1st Chapter, meu nível de expectativa não era tão alto. Porém, os trailers do jogo foram revivendo um pouco dos meus sentimentos por esse capítulo da saga e me impressionando com sua animação fluida.

Quando finalmente joguei, Trails in the Sky 1st Chapter se mostrou um exemplo de como um bom remake deve ser feito. É inacreditável como o jogo conseguiu ser modernizado e ao mesmo tempo ser profundamente fiel à obra original e sua essência.

INAZUMA ELEVEN: Victory Road

por Victor Bocato

Embora tenha me decepcionado com algumas escolhas na concepção do jogo, Inazuma Eleven: Victory Road certamente foi o jogo que eu estava esperando após muitos anos de hiato da série. Elevando o que a série faz de melhor na história e desenvolvimento, certamente a que mais me emocionou de longe. Sem contar o sistema de combate que realmente modernizou Inazuma Eleven para os tempos atuais e conseguiu manter sua essência com maestria.

Sem contar a possibilidade de poder montar seu Dream Team com qualquer personagem presente na série até hoje, o que realmente é um sonho de fã. Embora acredite que utilizar de um gacha não seja a melhor escolha para se conseguir estes personagens para utilizar em todos os modos, reconheço que mesmo com este ponto fraco consegue ser bem divertido, dadas devidas ressalvas.

O melhor jogo de 2025 tecnicamente? Nem de longe. No entanto, a proporção que me diverti jogando o retorno triunfal da série futebolística da LEVEL-5 realmente foi o momento em que mais me diverti este ano com videogames, de longe. É ainda mais incrível pensar que a LEVEL-5 ainda está para lançar muitos outros jogos incríveis de diversas franquias incríveis então, não estou feliz apenas por Inazuma Eleven, mas também pelo retorno de um de meus estúdios de jogos favoritos a lançar games com maior constância e o carinho que sempre colocam.

Donkey Kong Bananza

por Lucas Barreto 

Nunca fui um grande fã de Donkey Kong. Apesar da inegável qualidade dos jogos Country, tanto os da Rare quanto os da Retro, os jogos do primeiro personagem da Nintendo nunca me cativaram. Isso até Donkey Kong Bananza.


Entendendo o que de fato compõe o personagem e colocando sua personalidade a favor da gameplay, os desenvolvedores criaram algo verdadeiramente especial. Um jogo de plataforma que destrói (literalmente) a base que a própria Nintendo construiu. Acompanhado da melhor trilha sonora do ano, o jogo emociona, surpreende e, finalmente, me fez cativo dos Kongs.


2025 não foi o melhor ano da Nintendo em relação a seus lançamentos. Mesmo com o Switch 2, seus jogos foram, no mínimo, aquém do esperado. Mas se tivermos mais como Bananza em 2026, tenho certeza de que o ano não decepcionará.

FINAL FANTASY TACTICS – The Ivalice Chronicles

por Guilherme Varoto

Eu amo Final Fantasy. Eu sei, uma constatação chocante para jogadores de JRPG, mas é minha humilde opinião impopular. Piadas aparte, apesar de amar tanto essa franquia, cada lançamento recente da Square Enix quase faz eu esquecer o porquê de eu amar tanto essa franquia, mas não posso negar que o relançamento de FF Tactics foi o suficiente para me fazer lembrar de tudo que faz eu adorar todas essas fantasias que convenientemente são as finais.

É maravilhoso ter em alta qualidade nas música e nos visuais do antigo jogo de PS1, mas as mudanças de Qualidade de Vida não ficam para trás, algumas mínimas e outras que mudam estruturalmente como a campanha é jogada, mas pra mim, o fator principal é algo que pode até ser considerado tolo, mas ver o jogo todo dublado, em um roteiro que remete aos antigos textos de literatura épica deram nova vida a uma história que já era muito ímpar para essa franquia.

Juntando esses elementos ao que eu considero o que pode possivelmente ser o grind mais viciante do qual eu já fiz em um videogame, e o remastered de Final Fantasy Tactics não só me deu coragem de tirar este jogo do meu backlog de forma definitiva, mas também me deu a chance de oficialmente ter contato com o que agora é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos, e é o que justifica a existência de remasterizações do tipo.

Xenoblade Chronicles X: Definitive Edition

por Angelus Victor

Eu não preciso ficar apontando o óbvio. O Wii U foi um fracasso. E a Nintendo sabe disso. E foi por isso que eles começaram a pegar todas as “gemas” daquele console e colocar no Nintendo Switch.

Te digo, quando eles anunciaram o Tokyo Mirage Sessions #FE Encore, eu logo fui pensar: E que tal Xenoblade Chronicles X? Eu amei aquele jogo no Wii U, e adoraria ter a oportunidade de jogá-lo novamente, especialmente considerando que meu Wii U faleceu e não há como eu jogar mais.

E bem, depois de muita espera, nós finalmente chegamos ao Xenoblade Chronicles X: Definitive Edition. E diferente de outros relançamentos que eu não irei apontar, a Nintendo realmente fez um ótimo trabalho em trazer esse jogo para o Nintendo Switch. Os gráficos são maravilhosos, e honestamente, esse é um dos jogos que eu adoraria que fizessem uma “Nintendo Switch 2 Edition” só para ele rodar à 60 FPS. Por mais que o capítulo extra que adicionaram pode ser um pouco… controverso, digamos assim, eu ainda marquei quase 100 horas jogando esse jogo desde o lançamento. Por isso, esse é meu jogo do ano de 2025. Eu recomendo ele a qualquer um que tenha um pouco de curiosidade em conhecer a franquia.

BALL x PIT

por André Barrozo Jr.

Para você que ja assisnou a sua carteira de trabalho já fazem alguns anos, conciliar a paixão nos games com ser um adulto minimamente funcional pode ser desafiador. Por isso é sempre uma grata surpresa quando encontramos aquele jogo que se encaixa perfeitamente na nossa rotina é algo raro e que santa aos olhos.

Confesso que em todos esses anos dessa indústria vital eu nunca fui muito fã dos jogos que passam pelo crivo da Devolver Digital. Não e nada em relação a qualidade dos jogos, seria uma pessoa que finge gostar de games se nao reconhecesse a qualidade do que é ofertado por eles. Era apenas uma questão de os jogos da publicadores “clicarem comigo”. Tudo isso mudaria drasticamente com BALL x PIT.

O game é um roguelite que misturas mecânicas de pinball, gerenciamento de recursos e city building. A princípio pode parecer uma mistureba louca mas cada mecânica casa muito bem com a narrativa, sem spoilers por aqui pois você pode encontrar mais detalhes do motivo desse ser meu jogo favorito de 2025 na review do game que fiz aqui no NintendoBoy.

Pokémon Legends: Z-A

por Marcos Vinícius

Eu joguei muitos títulos em 2025, mais do que costumo jogar ano a ano. Porém, grande parte dessa safra eram jogos de Atelier, novos e velhos. Eu diria que joguei Atelier até o “cu fazer bico”, então não quero parecer meio óbvio. Mas como eu disse, joguei muitos jogos, e para além de Atelier eu quero destacar Pokémon Legends: Z-A dessa vez.

A era Switch foi tenebrosa para os jogos Pokémon, isso dado pela falta de polimento e a expectativa não atendida dos fãs em relação à sua transição do 3DS para console de mesa. E apesar de altos e baixos (mais baixos do que altos), acredito que Pokémon Legends: Z-A encerrou a era Pokémon naquele videogame de forma positiva.

A subsérie Legends surgiu como uma nova vertente para os jogos mainline, mas apegado que sou ao arroz com feijão, Pokémon Legends: Arceus acabou desceu com um gosto amargo na garganta. Fã de carteirinha que sou, no entanto, comprei Z-A mesmo assim, ainda que esperando pelo pior, já que não sou adepto da fómula desta série, tampouco entusiasta de RPGs de ação. Porém, eu mordi a lingua: Z-A me cativou do início ao fim e seu combate foi até que acessível e engajante, tornando a experiência agradável. Minha surpresa com Z-A coloca ele à frente da minha paixão por Atelier, não pela série ter entregado menos que Pokémon em 2025, mas porque os monstrinhos de bolso – que também é minha paixão – entregou um jogo realmente bom em uma subsérie que eu não esperava mais gostar.

Hollow Knight Silksong

por Mandow

Falando de mim, não poderia ser outro, não é mesmo? Hollow Knight Silksong tem um contexto extremamente único para mim dando em conta de que em 2019 até o seu lançamento no ano passado, passei por muitas mudanças na minha vida, mas mais importante do que o contexto pré e o jogo em si.


Sendo um metroidvânia de excelência, como seu antecessor, Silksong envolve a trajetória de uma das personagens mais amadas daquele mesmo jogo, a Hornet, nossa guerreira de seda, se aventurando por um reino inédito em uma jornada que envolve descobrir mais sobre o seu passado.


Com inúmeros inimigos, combate dinâmico, visuais espetaculares e muito das coisas que tornaram o primeiro jogo memorável, Hollow Knight Silksong é um jogo que eleva muitos aspectos que já eram bons no primeiro jogo, e ao mesmo tempo trás o seu próprio. Jogo imperdível para todos os fãs do gênero e que gostam de uma boa aventura.

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