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Review | Animal Crossing: New Horizons – Nintendo Switch 2 Edition

Vinicius Madeira 01/02/2026

Desenvolvedora: Nintendo EPD
Publicadora: Nintendo
Gênero: Life Sim
Data de lançamento: 15 de janeiro, 2026
Preço: R$ 379,90
Formato: Físico/Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Nintendo EPD
Nintendo
15 de janeiro, 2026
R$ 379,90
Físico/Digital
Life Sim
Nintendo Switch 2

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela Nintendo.

Revisão: Davi Sousa

Dentro dos “títulos evergreen” (os que continuam a vender muito mesmo após o período de lançamento) do Nintendo Switch original, é inegável que um dos maiores destaques durante a vida do console foi Animal Crossing: New Horizons, lançado em 2020. O jogo em si teve um impacto genuíno devido, em parte, à sua natureza cozy e também porque as pessoas não podiam sair muito de casa na época, dada a pandemia; logo, uma mistura perfeita que fez esse jogo vender, ao todo, mais de 40 milhões de cópias desde o lançamento.

No entanto, desde que o suporte a updates do jogo parou, por volta de 2021, a Nintendo tinha ficado um tanto quieta quanto a Animal Crossing, de vez em quando soltando um update ou outro, mas nunca se comprometendo a expandir ideias que o jogo tinha – ou ouvir as críticas sobre a falta de conteúdo que uma galera reclamava. No entanto, esses dias de reclamar da falta de suporte acabaram, pois uma versão de Nintendo Switch 2 de New Horizons e um update gratuito para ambos os consoles Switch saíram em janeiro deste ano!

Como a minha primeira review de um jogo da Nintendo para o NintendoBoy, assim como a primeira review oficial do NintendoBoy para um jogo amado por uma grande parcela dos jogadores, eu sentia que precisava fazer justiça com essa review. E somando a alguns comentários sobre como um jogo do tipo Animal Crossing não combina comigo, eu senti a necessidade de dar o meu melhor e fazer uma análise que seja digna não só do NintendoBoy, mas também do jogo em si.

Então, sem mais delongas, vamos curtir a nossa vida em uma ilha deserta… de mentirinha, claro.

Bem-vindo à sua própria ilha deserta!

Animal Crossing: New Horizons possui sim uma história, mas eu não diria que é uma narrativa ativa, mas sim passiva. Para resumir, nós controlamos o nosso próprio personagem que, ao ganhar uma passagem para uma ilha deserta financiada pela Nook Inc. decide moldá-la para sua habitação e de outros habitantes.

[ Devido a referências que quis fazer, minha ilha se chama Shizuhara ]

É uma premissa simples, mas que funciona para mover a gameplay para caminhos que envolvem a chegada de novos moradores, construções de estabelecimentos na ilha, expansões caseiras, etc. Tom Nook, o adorável tanuki que está em todos os jogos da franquia, é responsável por lidar com a organização de estabelecimentos e casas, enquanto o jogador é o responsável por reunir materiais e organizar essas construções.

Conforme você avança na “história”, sua ilha e a forma como que você a navega vão mudando de um jeito tão impactante que, no fim, resta a dúvida se realmente é a ilha na qual você começou o jogo. Essa constante mistura de narrativa para justificar um aspecto da gameplay, no entanto, é um dos pontos mais fortes de New Horizons, pois até os habitantes da ilha reagirão dependendo do que for necessário e te ajudarão se possível…

Obrigado por todo aquele ferro, Hamlet!

“Sandbox? Tá mais pra islandbox”

Diferentemente de outros Animal Crossing anteriores, New Horizons tenta uma aproximação mais sandbox na forma como os jogadores interagem com coisas como ilhas, NPCs, comércio e afins. Você tem a liberdade de moldar a sua ilha da forma que você quiser, dadas as suas condições atuais, com as únicas limitações sendo as construções ou expansões que você pode ou não fazer dependendo de quantas Bells você está devendo ao Tom Nook. Esta liberdade apresenta pontos positivos e negativos, com ramificações que até hoje fazem alguns “puritanos” de Animal Crossing questionarem o quão válido New Horizons é como um jogo da IP!

• Quer passar o tempo catando mato e cuidando de suas plantações? Você pode.

• Quer ignorar tudo e só vender qualquer coisa que você vê pela frente? Pode também.

• Quer só ouvir o Blathers falar e focar unicamente no museu? Vai ter uns contratempos, mas pode!


— A única coisa que o jogo vá te limitar, talvez, é fazer uma ilha adulta em um jogo infantil.

Eu me recuso a acreditar que isso, em algum ponto, foi real…

O jogo, em nenhum momento, te força a fazer algo específico, e as limitações que ele impõe ao jogador, como precisar esperar tempo real para completar uma tarefa, podem parecer chatas a princípio (assim como pareceram para mim, que não estou acostumado com as mesmas), mas servem para desviar o seu foco para outro aspecto. Um de nossos redatores, Kat Oliveira, comentou algo interessante, uma frase que gostaria de usar nessa review:

“Parte do ponto do jogo é não querer te burnoutar” — ou seja, você pode usar o seu “tempo livre” para focar em outros aspectos, ou só sair e ir jogar outra coisa. Que foi justamente o que eu fiz!

O que há de novo na NS2 Edition?

Dentre todos os jogos, Animal Crossing: New Horizons precisava de uma Nintendo Switch 2 Edition? Eu diria que é uma pergunta complicada a se fazer, porque, honestamente: sim, eu acredito que todos os jogos de Nintendo Switch deveriam se aproveitar do poderio maior do sucessor, mas não, não era um jogo que sofria para rodar no console original.

  • As adições de fato da NS2 Edition são as seguintes:
  • Suporte a resolução e texturas maiores, podendo chegar até a 4K no máximo;         
  • Tempos de carregamento menores, até para áreas que precisam carregar previamente;
  • Suporte ao modo mouse nas mecânicas de construção e/ou decoração interna;
  • Compatibilidade da câmera do Nintendo Switch 2 no modo online;
  • E por fim, uma mecânica de áudio através do item “Megafone”, que utiliza os microfones dos Joy-Con 2!

Fui pego de surpresa ao descobrir que New Horizons não roda a 60 fps (aparentemente, está ligado diretamente ao relógio interno do jogo, o que dificultaria para mudar); no entanto, não tive nenhum problema técnico, e o jogo em si foi muito responsivo quando joguei. Todas as adições acima são mínimas, mas acredito que por isso a Nintendo tenha cobrado menos por essa edição de Nintendo Switch 2, custando apenas 5 dólares, comparado aos 10 ou 20 dólares de NS2 Editions de 1st Parties anteriores.

— Entre ajudar NPCs, auxiliar com a evolução da ilha a decorar a sua casa ou a si mesmo são algumas das coisas que a liberdade imediata de New Horizons permite ao jogador.

No entanto, as maiores adições vieram em um update gratuito que o jogo recebeu, a versão 3.0! Quando noticiei o anúncio da mesma, eu fiz alguns tópicos falando das adições dela, então eu vou cometer o ato mais sem-vergonha possível e colar tudo que eu falei aqui, para me repetir:

  • Um novo local disponível nas ilhas dos jogadores, um hotel resort que fica no mar;
  • No hotel, você ajudará a família de Kapp’n através de decorações, semelhante à DLC do jogo;
  • Um novo sistema de recompensas baseado na sua ajuda do hotel;
  • Novos itens de decoração, exclusivos do mercado do hotel;
  • Novas roupas para customização de personagens;
  • Uma adição ao sistema de crafts DIY a partir do hotel;
  • Aumento de armazenagem de itens de 5000 para 9000;
  • Mr. Resetti está de volta, com um sistema único de backup de itens;
  • Um mundo novo dos sonhos: Slumber Island!;
  • Cada jogador pode formar até 3 Slumber Islands, cada uma com uma configuração diferente;
  • Novos itens e cosméticos de colaboração, incluindo até LEGO;
  • Personagens e itens de Zelda e Splatoon através de compatibilidade com Amiibo.

Portanto, tem muita coisa para voltar para e aproveitar, até para os que não têm o Nintendo Switch 2! Como eu não fui muito a fundo no jogo devido ao tempo que levam algumas configurações, eu não pude fazer todas as coisas novas; no entanto, consegui acesso às Slumber Islands e até comprei um sofá da LEGO para a minha casa – só ignorando o fato de que eu sou o pior decorador do mundo.

A “BotWtização” da Nintendo

Eu sei que reclamei anteriormente dos “elitistas” de Animal Crossing, mas que mal faz em usar os argumentos deles em um ponto da review onde eu sempre aponto os problemas? Por incrível que pareça, eu não vi muitos pontos negativos durante o jogo, mas entendo algumas das reclamações que a galera pode ter.

A fandom de Animal Crossing: New Horizons é um tanto insana: eles leiloavam personagens no e-Bay como se fosse um “tráfico humano legal”, mas, para uns, esse é o problema: personagens deixam de ter suas personalidades únicas e se tornam apenas um acessório de sua linha. Os comentários que os mesmos fazem são bastante limitados, e fica claro que essa visão de “os personagens serem moldados pelo jogador” foi algo intencional dos devs! A Nintendo tem dado muito foco na “liberdade do jogador” desde o lançamento de Breath of the Wild, em 2017.

Em uma conversa com a minha amiga e redatora do site, Manuela, eu comentei sobre o quão “exagerada” a fandom de Animal Crossing é com os NPCs.

Pessoalmente, minhas críticas ao jogo se dão mais a respeito da lentidão dele (mesmo os loadings sendo definitivamente mais rápidos, eles ainda são demoradinhos) e falta de controles touch para algumas coisas, algo que não foi corrigido mesmo após anos da galera pedir. No entanto, a adição de um modo mouse e o simples fato do jogo rodar sem nenhum tipo de queda da taxa de quadros já anulam os meus dois últimos pontos.

No fim, o tópico de reclamação ficou apenas para encher linguiça, pois não achei muito para reclamar de um jogo que eu vou definitivamente continuar jogando por um bom tempo!

Outra reclamação mínima que eu possa ter é que o sistema de backup do jogo é algo chato e que precisa ser inicializado automaticamente; entendo porque a Nintendo fez dessa forma, mas ainda acho que é uma limitação à proposta de “liberdade”.

Venha para as Ilhas Shizuhara!

Animal Crossing: New Horizons foi um jogo que eu tive o interesse de pegar para review para entender um pouco do charme por trás de algo que foi um fenômeno há quase seis anos; e dito e feito, ele conseguiu conquistar meu coração com seu charme e escapismo que fazem com que eu não consiga me ver parando de jogá-lo por tempos prolongados.

ALERTA: O Ibama reportou uma infestação de vespas em Shizuhara; evitem viagens lá até que o extermínio da espécie invasora seja confirmado.

Claro que vou precisar jogar outros jogos eventualmente, eu até já estou com um para review, mas posso contar que sempre que eu quiser relaxar um pouco, Shizuhara terá plantas de que eu preciso cuidar ou ervas que eu preciso arrancar para vender no domingo. E se alguém quiser acessar a minha ilha eventualmente, eu prometo que libero um código para ela… só esperem ela ficar mais bonitinha!

Prós:

  • Um excelente jogo no estilo sandbox para moldar da forma que o jogador quiser;
  • Personagens com personalidade única e carismáticos;
  • O sistema de tempo real ajuda na imersão do jogador e incentiva variedade de ações;
  • Customizações ilimitadas para aqueles insanos o bastante.

Contras:

  • Loadings que não deveriam ser tão demorados no Switch 2;
  • A falta de um suporte a touch para sessões que deveriam ter.

Nota

10

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Vinicius Madeira
Vinicius Madeira
Estudante de jornalismo com uma paixão enorme pela cultura do Japão e os jogos, em especial, os RPGs que o povo de lá produz. Sou redator e minhas Franquias favoritas incluem gigantes como Xenoblade Chronicles, Zelda e Mega Man.
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