A Nintendo liberou o embargo para a aa impressões iniciais de Fire Emblem: Fortune’s Weave, onde alguns sites tiveram a chance de jogar o RPG de estratégia que será lançado exclusivamente para Switch 2 no dia 17 de setembro.
Muitos membros da redação estão ansiosos para o jogo, portanto, reunimos informações de diversos veículos de comunicação para apontar aspectos importantes sobre a narrativa, estrutura e gameplay de Fortune’s Weave que o Direct possa ter deixado passar ou acabou não esclarecendo muito.
Dando os devidos créditos, usamos de base a prévia dos sites abaixo como a base para este texto:

Sem mais delongas, vamos apontar as nossas descobertas até agora!
Sem triângulos, mas muito diverso
Infelizmente, confirmando os medos que alguns já tinham desde o primeiro trailer, Fortune’s Weave seguirá uma estrutura de combate que, similar a Three Houses, abandona o titular “Triângulo de Armas” da franquia. No entanto, o motivo para choro se nulifica com a notícia interessante de que, aparentemente, a forma que as armas funcionam no jogo foi retrabalhada para fazer sentido na ambientação de um coliseu.
Reiterando algo que o trailer já especificava, armas são específicas de classe ao invés de classes apenas melhorarem a proficiência das mesmas, porém, a maneira que as mesmas funcionam passou a funcionar diferente, como por exemplo:

- Espadas atacam duas vezes em um turno, sempre causando mais dano no ataque seguinte;
- Machados atacam com mais força e causam mais dano, mas sacrifica a precisão do ataque;
- Lanças receberam poucas mudanças em geral, mas passam a dar mais dano em unidades montadas sem uso de armas especiais (Horsekiller, por exemplo);
- Manoplas funcionam de maneira similar a Three Houses, pouco dano e mais velocidade de ataques;
- As “armas de fogo” são tidas como manoplas, mas possuem uma durabilidade menor em geral.

Mudando seu destino e perspectiva

Apresentado na Direct, vimos mais sobre o protagonista Eshmel (nome padrão que pode ser mudado pelo jogador), e a história começa diretamente com ele no “futuro ruim”, sendo um inverso de Three Houses onde ocorre um timeskip de fato. Pouco tempo após umas batalhas que servem de tutorial, o jogador poderá selecionar obeliscos que representam um de quatro protagonistas diferentes para visualizar a história que eles passarão:
- Obelisco da Raposa – Cai
- Obelisco do Leão – DIetrich
- Obelisco da Lobo – Theodora
- Obelisco da Águia – Leda
Cada perspectiva apresentada ao jogador é na verdade uma linha do tempo própria, de acordo com algumas prévias, com acontecimentos mudando para favorecer certos personagens enquanto prejudica outros; tal aspecto é possível por conta da deusa Fortuna, que ajuda Eshmel. Aparentemente, Eshmel estará utilizando essa manipulação do tempo para ajudar os protagonistas em suas rotas e puxá-los nessa versão específica e fortalecida para o futuro sombrio dominado pelo demônio Balor.
Um ponto interessante é que o jogo possui apenas um slot de salvamento por ora, ou seja, uma decisão tomada pelo jogador na história seria “permanente”, o que é triste, mas parece indicar que este jogo terá um tipo de New Game + —tal qual Three Houses, mas isso é só especulativo, por enquanto.

Passe o tempo da forma que quiser
Como é “moda” para Fire Emblem, você não irá apenas de uma batalha para outra e seguir a história diretamente (embora a rota do Dietrich siga uma estrutura similar a essa, de acordo com outras prévias), mas você pode sim dar uma enrolada nos afazeres até a sua próxima partida no coliseu de Dagsion. Desde estudar o layout do próximo mapa, analisar as táticas de seu oponente e fortalecer certos aspectos da sua party, Fortune’s Weave dá muitas opções para o jogador passar o tempo sem sair das fronteiras de Dagsion.

No entanto, caso o jogador escolha sair de Dagsion, como vimos na Direct, ele poderá encontrar múltiplas cidades e masmorras que são completamente exploráveis por toda a Dagda. A exploração parece variar de personagem para personagem, com alguns protagonistas tendo umas vantagens sobre outros na forma que eles conseguem materiais e aliados.
Porém, o interessante das explorações parece ser as masmorras, e nelas, um sistema inteiramente único…
Critical Clash
Funcionando de maneira similar a Fire Emblem Echoes: Shadows of Valentia, as masmorras são estruturas que podem ser exploradas em um ambiente 3D completo, com inimigos aparecendo no overworld e iniciando um tipo de combate único ao serem atacados: um combate por turnos!

Os combates por turno deste jogo são chamados de “Clash”, e essencialmente cobrem o protagonista da sua rota atual + 4 aliados de sua escolha em uma luta usando suas habilidades, Combat Arts e um aspecto chamado Link Points [LP] que aparenta ser consumível e extremamente limitado. Batalhas onde o jogador sabe usar o LP sabiamente podem terminar muito rápido, mas por ser um recurso limitado, é algo que precisa estar em mente ao ser utilizado.
Durante um momento de exploração de masmorra, vemos em algumas screenshots o Cai com o que parece ser o pai dele, então não seria estranho presumir que algumas das rotas possam começar com cutscenes ou diretamente em batalhas ou masmorras!

Dagda parece linda!

Por enquanto, essas são as únicas informações “novas” que conseguimos puxar das prévias, mas muitos dos pontos apontados estão levantando a possibilidade que este Fire Emblem seja algo que “agrada tanto gregos quanto troianos”, seja com sua perspectiva que parece puxar MUITO de Three Houses, enquanto ao mesmo tempo leva em conta as críticas que o jogo de 2019 passou.
Tudo que podemos afirmar é que aqui no NintendoBoy estamos ansiosos para podermos vivenciar os Jogos Heróicos no coliseu. E para você, caro leitor, eu fico com a seguinte pergunta:
Qual protagonista até agora te chamou mais a atenção?
