Feliz domingo, pessoal! Não sei quanto a vocês, mas acho um ótimo dia para colocar em dia animes atrasados, que dá pra ver meia dúzia de episódios e ainda ir almoçar na casa da sogra ou dos avós (tanto faz), e voltar a tempo de fazer alguma outra atividade. Então, que dia melhor para soltarmos nossas opiniões sobre o novo anime de Pokémon?
Como vocês, e toda a internet já sabem, Pokémon “acabou” há algumas semanas, deixando o protagonista eterno Ash (ou Satoshi no original japonês) para trás e trazendo dois novos, Liko e Roy, com um pouco mais de foco na nona geração de monstrinhos.
A estréia nessa sexta-feira (14) trouxe o início do prólogo, com um episódio duplo, e a seguir contarei minha experiência e perspectivas para o anime. Não darei muitos spoilers, mas alguma coisa será contada aqui, então leia por sua conta.
Esses dois primeiros episódios narram o início da aventura de Lico, treinadora nascida em Paldea que foi estudar em Kanto, e seu Sprigatito, Pokémon inicial dado a ela pela própria escola. A garota é muito tímida, um tanto misteriosa e não quer incomodar, mas demonstra querer interagir e ser sociável, mas não é tão fácil assim pra ela.

Por outro lado, Sprigatito é bom… um gato. E como todo felino, gosta de dormir em lugares esquisito, sumir quando bem entende, mas segue seus hábitos, e é apegado à treinadora, embora gosta de cuidar da sua vida e pronto.
Agora a parte interessante, é que ela têm um pingente muito singular, dado por sua avó, e que atrai atenções de 2 equipes: uma muito bem vestida e elegante, mas meio soturna (Explorers), e outra muito animada e que passa um clima aconchegante (Rising Volt Tacklers). Vocês viram no trailer o Friede dono do Charizard e do Capitão Pikachu. Os dois primeiros episódios, e pelo visto os próximos também, se darão sobre essa briga entre equipes para obter o talismã.
De história acho que basta falar isso, o resto você precisa ver. Mas podemos seguir para minhas opiniões, que tal?
Divertido e promissor
Gostei? Sim, gostei bastante, me diverti bastante e me deixou empolgado para o próximo episódio. O mistério, embora eu não espere que seja algo muito inacreditável e surpreendente, conseguiu puxar um tanto de curiosidades para quem é fã da série, e dos jogos em geral. Um talismã antigo reluzente, com um poder misterioso que ficou por anos e anos adormecido é um plot simples e clichê, mas funciona toda vez porque é divertido.
Quanto às animações, não tenho do que reclamar, muito pelo contrário. Na verdade em toda a série de Pokémon isso é comum: algumas cenas são bem mais simples para que outras sejam bem melhor produzidas, com luzes e sombras bem desenhadas e muitos quadros por segundo, trazendo um resultado lindo. A breve batalha do Charizard contra Ceruledge é um exemplo.
Como exemplo, compare o episódio da cor azul da última temporada com a batalha final Ash vs Leon em Pokémon Jornadas. Pelo visto aqui seguiremos a mesma linha, e repito, funciona (estou olhando pra você Digimon Adventure 2020, isso foi uma crítica).
Sobre os personagens, até agora achei todo divertidos e com potencial. Algo que eu costumo notar é se fulana ou cicrano têm ou não personalidade. Não só características marcantes como “um cara corajoso” como o Brock ou “uma garota enérgica” como a Misty. Os dois são muito mais do que apenas isso, têm uma personalidade inteira por trás… tipo uma presença de palco, entendem? Senti o mesmo aqui.
Claro que a maioria só foi introduzido mesmo, não temos um personagem inteiro ali, mas eles de fato têm presença, você se lembra de todos que apareceram na tela do início ao fim. A aparentemente equipe vilã ser competente e de fato perigosa é um ponto muito positivo também.
Recomendo a todos os fãs que assistam sim. Pra mim o Ash sempre terá um lugar guardado aqui no peito, mas reconheço que realmente estava na hora de mudar, mesmo sendo um desenho prioritariamente para crianças. acho que os novos protagonistas têm chance de conquistarem a audiência. Enfim, eu me diverti, e acho que vocês também vão!

1 thought on “Pokémon Horizons — Episódio 1 & 2 | A revitalização que a franquia precisava?”
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