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Review | Samba de Amigo: Party Central

Diego Gomes 12/09/2023

Desenvolvedora: SEGA
Publicadora: SEGA
Data de lançamento: 29 de agosto, 2023
Preço: R$ 199,95
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela SEGA.

Revisão: Paulo Cézar 

Como um grande fã de música, poucos gêneros de jogos me intrigam tanto quanto os jogos rítmicos. Desde o charmoso Rhythm Heaven até os famosos games Project Dive estrelando pela “Vocaloid” Hatsune Miku, tal gênero sempre me cativou com sua gameplay viciante e seleções de música interessantes; mas entre todos eles, um sempre se destacou um pouco em minha opinião.

Samba de Amigo sempre me encantou: um jogo de ritmo inspirado na cultura latina e no Brasil não é algo que se vê todo dia, ainda mais de uma gigante japonesa como a SEGA. Jogar os jogos e descobrir que eles são muito bons só deixou tudo ainda mais curioso! Lançado originalmente para o SEGA Dreamcast em 2000 e desenvolvido pela Sonic Team, Samba de Amigo fazia uso de duas Maracas (instrumento popular do México) como controles de movimento, desta forma o jogador teria que seguir os comandos mostrados na tela no ritmo da música.

A gameplay era engajante e a seleção de músicas mais diversificada com grandes influências latinas definitivamente ajudava esse game a se destacar em uma legião de jogos do mesmo gênero.

Anos mais tarde, em 2008, o game receberia uma espécie de remaster para o Wii fazendo uso dos Wii Remotes como forma principal de replicar a gameplay do Dreamcast com o resultado sendo funcional, no mínimo, para não dizer outra coisa. Após o título de Wii, no entanto, a série viria a desaparecer por mais de uma década, fazendo apenas algumas pontas em jogos do Sonic como Sonic Riders e crossovers como SEGA All-Stars Racing e All-Stars Racing Transformed.

O grande retorno do nosso querido macaquinho mexicano só ocorreu agora em 2023 com Samba de Amigo: Party Central, um título que parecia mudar consideravelmente algumas das convenções e temáticas da série. Mas teria sido a nova entrada da série o bastante para revitalizar o interesse na mesma enquanto agrada aos fãs de longa data? É o que veremos agora.

Balance suas maracas!… ou seus controles

Samba de Amigo é um jogo de ritmo bem simples: ao iniciar uma música, uma espécie de roda com 6 direções irá aparecer na tela e seu objetivo é balançar seu controle na direção que for indicada pelo game, simples porém divertido e super efetivo de se jogar em especial com amigos.

Tudo é feito por controles de movimento, mas a opção de jogar o game por meio de botões também está disponível, o que é ótimo não só para acessibilidade mas também preservação e para deixar tudo jogável no modo portátil do Nintendo Switch.

Agora, desde o seu anúncio, a parte que mais me preocupou em Samba de Amigo: Party Central foi na precisão dos controles. O esforço para “portar” o game para o Wii certamente foi apreciado, mas os que jogaram o título para o console de sétima geração da Nintendo certamente sabem que o resultado não foi dos melhores, com controles imprecisos e frustrantes de se jogar.

Por isso, fico feliz de anunciar que Samba de Amigo: Party Central funciona muito melhor com os Joy-Cons do Switch do que com os Wii Remotes! Até mesmo em dificuldades mais altas, eu senti que os controles foram bem responsivos e que todos meus comandos eram registrados, talvez com um errinho irrelevante aqui ou ali.

O game conta com alguns modos de jogo: Rhythm Game é onde você seleciona a música que quiser jogar na ordem que quiser, o básico de qualquer jogo de rítmo. World Party é uma espécie de modo competitivo, onde você e mais 20 jogadores competem para ver quem consegue mais pontos em uma eliminatória de 3 fases; parece besta mas acreditem em mim quando eu digo que esse é o grande destaque do jogo, um dos modos mais divertidos e tensos que ele tem a oferecer! Sim, eu sei exatamente o que você pensou e você está correto: é um battle-royale de Samba de Amigo.

Também tem um modo multiplayer para dois jogadores que contém vários outros mini-games dentro de si, mas sempre oferecendo a opção de simplesmente jogar uma partida competitiva com um amigo seu, seja localmente ou online. StreamiGo! é o “modo single-player”, com uma estrutura de missões onde o objetivo é concluí-las com o menor número de erros possível para obter mais e mais seguidores em uma rede social fictícia do game.

É um modo bem competente que cumpre seu trabalho em dar bastante conteúdo para os que não tem amigos disponíveis para jogar juntos, apesar de ficar um pouco repetitivo perto do final.

Amigo também pode vestir uma variedade de roupas novas que você pode comprar usando o dinheiro que ganha ao fim de cada música, uma adição besta mas mais do que bem-vinda! Customização sempre é algo que eu gosto de ver em jogos desse tipo. Nosso macaquinho pode até mesmo vestir algumas fantasias inspiradas em outras séries da SEGA!

E isso é basicamente tudo que o título tem a oferecer em questão de modos. É bem robusto e deve te manter entretido por algumas horas, mas eu devo questionar a ausência de um “Modo História”. Pode parecer estranho exigir uma história de um game como esse, mas eu só estou fazendo isso porque ele já tem!… exclusivamente na versão de Apple Arcade.

É, Samba de Amigo: Party Central também foi lançado para Apple Arcade e com um Modo História exclusivo para ele, uma decisão que eu francamente não compreendo, tendo em vista que esta seria uma excelente adição para a versão de Nintendo Switch e traria muito mais valor ao pacote como um todo!

Abandonando suas origens

Como dito no começo do texto, Samba de Amigo sempre se destacou por sua seleção musical e ambientação fora do comum, com músicas latinas e cenários inspirados no Brasil sempre sendo o grande foco dos games da série. Era um grande diferencial que nenhum outro jogo de ritmo no mercado possuía, e o potencial de tornar a série mais popular do que nunca em nossas terras nunca foi tão grande!

E é por ser brasileiro e ter apreciação pelos nossos amigos latinos que eu fico extremamente triste em informar que Samba de Amigo: Party Central deixa suas inspirações de lado para dar um foco maior em “músicas pop” famosas.

Claro, ainda temos músicas como Macarena e Vamos a Carnaval, mas a maioria da trilha sonora é composta por hits como “TiK ToK” da Kesha, “I Will Survive” e “Let’s Take a Shot”, que definitivamente são músicas boas mas que eu não acho que pertençam a um game chamado SAMBA de Amigo. Até mesmo a ambientação mais brasileira da série foi deixada de lado, indo agora para um caminho muito mais “baladeiro”, se é que me entendem.

Conteúdo adicional adicionando faixas japonesas e das séries Sonic the Hedgehog e Yakuza também estão disponíveis. Por sorte, ainda mais DLCs que adicionam mais músicas estão a caminho então é totalmente possível que esse problema seja corrigido até o final da vida útil do game, mas por hora esta perda de identidade foi o aspecto que mais me decepcionou no título.

Fez bem em algumas áreas, mas nem tanto em outras

Samba de Amigo: Party Central é uma boa tentativa de reviver uma série bem amada por um nicho, mas que peca ao deixar de lado suas origens latinas para dar espaço para músicas-pop que francamente apenas não parecem pertencer ao game. É uma experiência divertida e que com certeza vai tirar algumas horas de sua vida, a gameplay de Samba de Amigo se mantém intacta e balançar seus Joy-Cons no ritmo raramente irá enjoar, mas a perda da ambientação e músicas dos títulos anteriores definitivamente são um grande incômodo.

Prós:

 

  • Jogabilidade rítmica divertida e viciante;
  • Bastante conteúdo (com mais vindo por aí);
  • Controles de movimento funcionam bem;
  • World Party é divertidíssimo.

Contras:

  • Abandona suas origens latinas;
  • Seleção de músicas estranha.

Nota final

7,5

 

 

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