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Review | Shanghai Summer

Guilherme Varoto 09/02/2024

Desenvolvedora: Shanghai FuTu Network
Publicadora: Astrolabe Games
Gênero: Adventure
Data de lançamento: 08 de Fevereiro, 2024
Preço: R$ 49,99
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Astrolabe Games.

Revisão: Paulo Cézar 

A escala das coisas sempre parece crescer Ad Infinitum quando se está acostumado com a história de Adventure Games e Visual Novels. O destino do mundo; das realidades; do tempo e espaço; tudo está sempre nas suas mãos.

Shanghai Summer é uma história um tanto diferente, e bem-vinda. Uma história sobre memórias, erros de um passado, um relacionamento que não foi pra frente e mudanças ao decorrer da vida. Uma história sobre memórias que tinha tudo para ficar na mente do jogador por um bom tempo, mas algumas laranjas ruins durante a leitura estragam muito do cesto como um todo.

Vivendo o passado; seguindo em frente

Como é titular, o jogo se passa em Shangai, mais especificamente em um verão no meio dos anos 2000, acompanhando Baichuan, um gerente de uma loja de livros que pertencia à família de sua amiga, Jingxian. Descrito como um alguém introvertido e pouco esforçado, Baichuan é visitado por um gato preto, que diz que ele precisa compreender os elementos de seu passado para sair de uma suposta “Borda da Realidade”.

Apesar da premissa do que seria um mistério sci-fi, vide SciADV, acaba se tornando uma história de uma relação passada, onde duas pessoas tentam se reconectar por memórias de uma relação passada, mesmo sendo pessoas diferentes nos tempos atuais. Mantendo sempre o mistério em frente, com a dúvida do jogador sobre o que é memória e o que é realidade, e qual delas é real.

O jogo não vai muito além dos clichês de animes, entre os clichês do melhor amigo, a amiga de infância e o triângulo amoroso. Não se propõe a ser completamente inovador, mas os personagens têm carisma o suficiente para se carregarem por esses clichês.

Literal demais

Há um problema grande quando se trata de pequenos jogos narrativos orientais, e é a tradução. Shanghai Summer, infelizmente, não foi exceção dessa maldição, muito pelo contrário, apresenta mais do que a média.

Cheio de erros gramaticais e ortográficos, a experiência de leitura do jogo se torna distrativa, como se caçar esses erros fizesse parte a partir de certo ponto, fazendo com que seja bem difícil levar cenas a sério. Também darei destaque para a formatação do texto do jogo, que, em instâncias, é péssima.

Isso deixa de se tornar um problema incomodo por estar presente nas decisões de personagem. O jogo é um adventure game interativo, portanto, as decisões do jogador podem definir finais bons e ruins. Sobre os finais ruins, não são punições grandes, logo o jogador progride na história como se nada tivesse acontecido, rápidos e inúteis, são todos péssimos. A tradução literal demais pode fazer com que o jogador acabe, por falta de compreensão, cometendo gafes que só geram frustração.

Vi; ouvi; esqueci

O jogo pode inicialmente parecer bonito, com sprites de personagem bem desenhadas e cenário coloridos, mas tudo fica com uma faceta bem mais feia quando se coloca movimento nesses personagens. As animações parecem não encaixar bem com o cenário, e não são variadas, dependendo de cortes para as não programadas.

Também não tenho elogios para a música. Piano chato e genérico, que irrita o jogador, mas nunca a ponto de ficar na cabeça, não se tornando nem grudenta, quem sabe isso seja um bônus.

Conclusão

Shanghai Summer tinha ingredientes o suficiente para ser uma história memorável, sprites agradáveis à primeira vista, mas pouco aproveitadas e além de sua história, os elementos exteriores são esquecíveis.

Ao juntar isso com os problemas de gramática, coesão e diagramação do jogo e ele coloca uma história competente para baixo na memória dos jogadores por um conjunto inteiro que não conseguiu dar suporte a seu melhor elemento: A história.

Prós

  • História interessante;
  • Bons personagens;
  • Bonitas ilustrações.

Contras:

  • Muitos erros de gramática e de diagramação;
  • Animações feias de bonitas sprites;
  • Música chata.

Nota Final:

6

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