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RetroBoy | Tony Hawk’s Pro Skater 4

Kat Oliveira 07/06/2025

Revisão: Davi Sousa

Tony Hawk’s Pro Skater já vinha contando com lançamentos anuais desde a sua estreia em 1999. Em 2002, a série chega em sua quarta iteração, ainda sem dar indícios de saturação ou cansaço por parte da Neversoft em trazer inovações para o gameplay em sequências — o que, por si só, já é impressionante, dada a periodicidade com que a série era lançada. Pro Skater 4 não só é um título exemplar de uma franquia de jogos bem-sucedida, mas assim como o restante da série, também é um jogo responsável por introduzir muitas pessoas ao skate. Apenas isso já seria o suficiente para torná-lo digno de uma análise do que o faz tão especial.

A série Tony Hawk’s é particularmente difícil para mim articular a respeito sem colocar um pouco da minha alma pra fora. É uma série que cresci jogando e que, querendo ou não, moldou boa parte da minha personalidade, seja pelo humor meio exagerado, a estética contracultura do skate de rua e as músicas que podem variar do hip-hop meio funky de N.W.A. com a faixa Express Yourself, até o punk mais rebelde dos Sex Pistols, com a clássica Anarchy in the UK.

Não somente em sua trilha sonora, mas também nas roupas que os personagens usam e a grande variedade de marcas que podem ornamentar tanto o vestuário quanto os skates dos personagens, tudo isso contribui para que a série Tony Hawk’s Pro Skater tenha se tornado um retrato da cultura do skate do final dos anos 90 até o inicio dos anos 2000, fator que dificilmente um remake mais atualizado vai conseguir replicar.

Vol 1: All My Best Friends Are Metalheads

A série Tony Hawk’s é cheia do que chamamos no cinema de product placement. Isto é, tudo que permeia o jogo é recheado de marcas que provavelmente pagaram uma nota para aparecer como parte do mundo, espalhadas pela fase. Isso se aplica tanto a marcas de skate quanto a outras marcas como McDonald’s, Powerade, Monster, entre outras. No entanto, isso acaba sendo uma via de mão dupla, basta ouvir qualquer episódio do podcast sobre skate The Nine Club, com qualquer skatista que já apareceu na série, que eles vão falar que chegaram a receber royalties milionários por simplesmente aparecer como um personagem jogável na série.

Não somente por mostrar um nível de respeito aos skatistas e envolvidos no projeto como ao nicho como um todo, mas também por oferecer uma visão realista das marcas de skate que compunham o cenário da época. Isso faz com que o jogo seja um bom retrato do que acontecia naquela época e quais eram as tendências entre as marcas grandes, contemplando até mesmo algumas mais underground.

No entanto, essa é uma das características que fazem com que esse Tony Hawk’s Pro Skater seja um pesadelo de licenciamento, praticamente impossibilitando um relançamento que não seja em forma de um remake. Isso acaba fazendo com que esses jogos (na suas versões originais) sejam abandonwares hoje em dia. Não somente pelas marcas, mas também pelas músicas que devem ser difíceis de licenciar para um relançamento.

Vou ilustrar a seguir um exemplo do pesadelo que deve ser licenciar um relançamentos desses jogos. Em 2002, o próprio Tony Hawk era patrocinado pela marca de tênis Adio; porém, até o momento em 2025, Hawk é patrocinado pela Vans. Imagino que os executivos da Vans não ficariam muito felizes em ver a figura do skatista utilizando outra marca em um relançamento moderno.

Ainda no que diz respeito a figuras licenciadas, a franquia também é conhecida por receber personagens convidados secretos bem interessantes. Aposto que muitos já viram por ai algum vídeo do Shrek andando de skate nas fases de Tony Hawk’s Underground 2. O Shrek por si só já é uma figurinha repetida na comunidade de mods de praticamente todo jogo. O que muita gente não sabe, no entanto, é que o Shrek é um dos personagens desbloqueáveis de Underground 2 e que aquela cena absurda de um ogro verde realizando manobras impossíveis passando diante de suas telas é algo do vanilla daquele título mesmo.

Pro Skater 4 não fica muito atrás no nível de absurdo com seus personagens convidados. Alguns dos personagens secretos mais improváveis são Eddie, o mascote que estampa a capa dos álbuns da banda Iron Maiden; Daisy, que nada mais é do uma atriz pornô e provavelmente uma piada de mau gosto dos anos 2000; e Jango Fett, pai do Boba Fett da franquia Star Wars — vale ressaltar que em 2002, quando THPS 4 saiu, Star Wars estava recebendo o lançamento da trilogia prequel. Além desses três personagens mais “esquisitos”, o jogo também conta com o skatista Mike Valley como personagem desbloqueavel, que, por algum motivo, não está entre os personagens básicos mesmo sendo um skatista normal, mas que até faz algum sentido considerando que só em Pro Skater 4 foi incluído na série a possibilidade de dar Boneless, que é a sua manobra assinatura. Pro Skater 4 também conta com Mindy, Frycook, Roger e Momo como exclusivos da versão de Game Boy Advance e Little Person na versão de PlayStation.

Dentre os skatistas selecionáveis que já vêm no jogo por padrão, Tony Hawk’s Pro Skater 4 conta com as lendas Bob Burnquist, Steve Caballero, Kareem Campbell, Eric Koston, Rune Gilfberg, Bucky Lasek, Bam Margera, Rodney Mullen, Chad Muska, Andrew Reynolds, Geoff Rowley, Elissa Steamer, Jamie Thomas e, claro, o próprio Tony Hawk no elenco de personagens. Existem skatistas aqui para todos os gostos de estilo e gameplay. Personagens como Rodney Mullen são muito melhores em manobras free-style e manual, enquanto Tony Hawk e Bob Burnquist excedem em rampas e manobras aéreas, refletindo o estilo dos skatistas na vida real.

Além dos personagens selecionáveis, também é possível criar seu próprio skatista, o que, pra mim, é sempre mais legal. Dados os padrões atuais de criação de personagem, Pro Skater 4 não entrega muito — principalmente no que se diz respeito a opções de rosto e cabelo. No entanto, quando o assunto é roupas, o jogo dispõe de uma variedade bem legal, sendo possível vestir o personagem com marcas e estilos variados. A série sempre foi muito boa em contemplar os diversos tipos de estilo, como as roupas largas inspirados pelo Hip-Hop dos anos 2000, as roupas rasgadas originadas do movimento Punk ou até mesmo estilos que são até meio nerds, por assim dizer, com camisas flaneladas de botão e óculos esportivos.

O próprio skate também é altamente customizável, com a possibilidade de criação de um design próprio com logos e artes selecionáveis ou escolhendo um dos designs das marcas disponíveis. Posso colocar no meu skate um shape da Flip pro model do Rune Gilfberg, temático de sua video part no clássico “Sorry” lançado em 2002 em VHS, que até hoje é um dos meus vídeos de skate favoritos, juntamente com Mind Field, da Alien Workshop.

Vol 2: Express Yourself

Essencialmente, fazer uma análise de um jogo da série Tony Hawk’s é o suficiente para fazer de qualquer um outro jogo da série, pelo menos no que diz respeito ao gameplay. Claro que cada iteração inclui alguma característica nova aqui e ali, mas, em seu cerne, os jogos continuam os mesmos. Em especial, Tony Hawk’s Pro Skater 4 marca uma mudança relativamente drástica na série no quesito level design. THPS 4 abandona a fórmula do mapa fechado com limite de tempo para coletar itens e cumprir objetivos, optando por uma abordagem mais aberta, mais livre, por assim dizer.

Pro Skater 4 se encontra no limiar entre a subsérie Pro Skater e a subsérie sequente, Underground, possuindo aspectos característicos de ambas, ainda sem o suficiente para ser considerada um Pro Skater clássico, mas também não é algo colossalmente diferente. No entanto, tecnicamente falando, THPS 4 puxa mais para o lado Underground do que Pro Skater da franquia, muito por conta dos mapas e do sistema de quests.

Em Pro Skater 4, os mapas são relativamente maiores, com seus menores mapas de Pro Skater 4 comparáveis em tamanho aos maiores dos Pro Skater 1 ao 3. Dentro desses mapas, estão vários NPCs espalhados que dão ao jogador os mais diversos tipos de objetivos. Alguns desses objetivos são bem tradicionais da série, como coletar todas as letras da palavra SKATE ao redor do mapa, até alguns mais malucos, como salvar um pintor de ser engolido por um tubarão.

Cada objetivo cumprido também concede ao jogador pontos para dar upgrade nos status do personagem que está sendo jogado. De inicio, o jogo dá uma quantidade limitada de pontos a serem distribuídos no personagem, podendo variar entre Air, Hangitme, Ollie, Speed, Spin, Switch, Flip Speed, Rail Balance, Lip Balance e Manual Balance. Os pontos de atributo também podem ser redistribuídos a qualquer momento no menu do jogo, o que pode vir a ser bastante útil, principalmente para jogadores novatos que ainda não sabem muito bem qual estilo de manobras preferem priorizar. Particularmente, eu sou o tipo de jogador que prefere dar prioridade a manobras de grind e manual para realizar os combos, evitando rampas verticais como o diabo fugindo da cruz.

O upgrade de status é bem sútil; a maioria dos jogadores sequer vai perceber a diferença entre a altura dos ollies ou o equilíbrio nos corrimãos. No entanto, jogadores mais experientes, com um olho para as nuances mais técnicas do gameplay, certamente gostarão de jogar com um skatista superpoderoso com todos os status maximizados, podendo dar double flips ou até mesmo manobras especiais antes de tocar o chão.

Em suma, Pro Skater 4 mistura o gameplay clássico da série com o modo free skate, disponível nos jogos anteriores, onde o jogador pode apenas andar pelo mapa, realizando manobras sem precisar se importar com o cumprimento de objetivos e limite de tempo.

Considerando toda a série Tony Hawk’s, Pro Skater 4 está quase no que se pode chamar de “estado da arte” da franquia. A variedade de movimentos que é possível realizar, somada a um level design intuitivo, que possibilita a exploração e a criatividade do jogador ao executar manobras diferentes em diversas combinações, é impressionante. Tony Hawk’s é uma daquelas franquias em que a gameplay é fácil de aprender, mas difícil de dominar em sua totalidade, e é isso que faz com que esses jogos sejam jogados até hoje.

Vol. 3: By The Time I Get To Arizona

Além do novo modo carreira, que é a maior diferença para os outros 3 jogos da série, em que a Neversoft optou por uma abordagem diferente livrando-se do limite de runs de 2 minutos, THPS 4 chegou com algumas mecânicas novas que o ajudaram a diferenciá-lo dos demais.

Ao redor dos mapas, o jogador poderá coletar dinheiro, utilizado para a aquisição de novas peças de skate, roupas e vídeos disponíveis na sessão de extras — que é possivelmente o conteúdo bônus mais legal de qualquer videogame que eu já joguei na vida. Alguns desses vídeos são bem divertidos, mostrando uma espécie de making of do jogo, com algumas cenas dos desenvolvedores tomando quedas patéticas de skate (obviamente vários deles nunca pisaram em cima de um na vida). O que diferencia o sistema monetário do Pro Skater 4 em relação aos antecessores é que nesse jogo os pontos de habilidades não são mais comprados com dinheiro, e sim adquiridos como recompensa por completar missões.

O jogo também veio com novos modos para serem jogados com vários jogadores online, que infelizmente não é mais possível acessar — isso sem fazer qualquer gambiarra de servidores no PC, obviamente. Esses modos consistem em Score Challenge, onde o primeiro jogador a realizar a maior quantidade de pontos no limite de tempo vence; Combo Mambo, onde o maior combo vence; e Goal Attack, onde vence o primeiro a completar uma série de objetivos pré-estabelecidos.

Foi adicionada também uma mecânica chamada skiting, também conhecido no Brasil como “pegar rabeira”. Consiste basicamente em pegar carona em um carro, segurando na parte traseira do veículo — para manter-se segurando na traseira do carro, o jogador deve manter uma barra de equilíbrio assim como em manobras de manual e grinds. Não somente em veículos, mas em fases especificas, também é possível pegar rabeira em animais, como elefantes.

Possivelmente a adição mais interessante foram o level out e o spine transfer. Spine transfers fazem com que o skatista consiga passar de uma quarterpipe (rampa que sobe 90º para cima) em direção a outra, contanto que as rampas estejam uma de costas pra outra. Caso não haja nenhuma rampa para realizar o spine transfer, o skatista se ajustará horizontalmente, o que é chamado de level out, útil para evitar quedas caso o personagem esteja se direcionando ao chão, ou o jogador queira emendar o combo com um grind na borda da quarterpipe.

Uma série de manobras novas foram adicionadas com a adição de toques duplos em manobras dos tipos grab, flip, manual, lip e grind. Exemplo: para realizar um shove-it básico, basta pressionar o botão de flip juntamente com o direcional ou analógico para baixo. Caso pressionado o botão de flip duas vezes seguidas, o skatista irá realizar um 360 shove-it.

Vol. 4: Everything and Anything

Assim como os outros jogos da série, Tony Hawk’s Pro Skater 4 também foi abençoado com inúmeras versões diferentes, incluindo a versão mais simples de PlayStation 1, as mais parrudas de PC, PlayStation 2, GameCube e Xbox, e uma versão ainda mais simplificada de Gameboy Advance, que, devido às limitações do portátil, é praticamente um outro jogo com o mesmo nome.

Para essa review, eu testei um pouco de diversas versões. A conclusão mais óbvia a que se pode chegar é que as versões de PS2, GameCube e Xbox são bem parecidas. No entanto, a versão de Xbox ganha uma certa vantagem em relação aos gráficos, considerando que o poder bruto do console é bem maior em comparação aos outros, mas o console ainda sai perdendo, considerando que o Xbox original só tinha um par de gatilhos, o que já dificulta bastante a execução de algumas manobras, como spine transfers.

Uma peculiaridade da versão de GameCube é que os botões de confirmar e cancelar são trocados, como já é padrão há muitos anos nos consoles da Nintendo e versões orientais de diversos games. Porém, em Tony Hawk’s isso persiste na gameplay. Isto é, enquanto no PlayStation normalmente utilizamos X para dar um ollie, no GameCube usamos o botão A. Como alguém que cresceu jogando esses jogos majoritariamente no console da Sony, foi praticamente impossível me adaptar a essa disposição de botões.

A versão de PC é, sem sombra de dúvidas, a mais completa de todas, podendo comportar resoluções mais altas e maior nível de detalhes na tela. Ainda assim, parece que falta o charme das versões de console; por algum motivo, a iluminação no PC é bem lavada e as sombras não fazem muito contraste. Parece que faltou um pouco de direção de arte nessa versão, visto que ela acaba ficando um pouco mais visualmente sem graça em relação as outras.

A versão de PS1 é um pouco triste, na minha opinião. Claramente não é um caso normal de jogo cross-gen onde as mudanças são puramente estéticas. Praticamente tudo nessas versões é simplificado ao ponto de ficar irreconhecível, a maioria das quests mais interessantes não estão presentes e o jogo acaba se tornando um tanto quanto repetitivo no quesito objetivos, não só nas missões, mas os controles são bem mais truncados e menos responsivos, especialmente nas manobras novas introduzidas no quarto jogo.

Vol. 5: Skate & Destroy

Para aqueles que estão conhecendo as série agora, com os relançamentos dos remakes dos Pro Skater clássicos, saibam que a série ainda viria a crescer ainda mais depois dos Pro Skater, ficando mais maluca e mecanicamente mais complexa com a subsérie Underground. A evolução foi exponencial e bem recebida até Tony Hawk’s Underground 2, porém, chegando em American Wasteland, Proving Grounds e Project 8, muitos acreditam que a série já havia dado o que tinha que dar.

No entanto, diferentemente de um esporte comum, o skate é muito mais uma arte, onde os limites são somente a criatividade e, claro, o nível de habilidade, até certo ponto. Como alguém que fez parte dessa comunidade por muitos anos, é notável como existem indivíduos que conseguem fazer “muito com pouco”, que transformam manobras simples em um ato de autoexpressão único que os diferencia dos demais. Os jogos do Tony Hawk’s expressam bem isso, diferenciando-se de outros jogos de esportes como um PES ou um NBA da vida, que ainda se limitam às regras do esporte — por mais que alguns sejam menos realistas do que outros.

Tony Hawk’s Pro Skater 4 busca entregar uma sensação de liberdade e criatividade para o jogador se expressar, muito semelhante ao skate de rua da vida real, onde não há limitações por regras ou normas. O limite é somente a criatividade e dedicação, o quão disposto você está em transformar manobra x ou y em algo seu. Tudo isso é elevado à enésima potência, quando o jogo te libera para andar livremente pelo mapa, fazendo o que quiser, criando seus próprios combos e até mesmo dando grinds em cabos de energia.

Pro Skater 4 marca uma grande mudança na série. Neste jogo, a Neversoft provou que, mesmo com lançamentos frequentes, os jogos do Toninho ainda tinham um grande caminho a percorrer, incrementando aos poucos novas ideias para manobras e level design que fariam com que esses jogos se tornassem praticamente imortais na mão de jogadores experientes devido ao seu alto teto de habilidade requerida.

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Fã de consoles portáteis, livros e fones de ouvidos. Dentre os seus principais interesses estão artes em geral, jogos japoneses e todo tipo de RPG. Seu coração mora em Faerûn e Ivalice.
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