Skip to content
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • Spotify
NintendoBoy

NintendoBoy

Niche Games on Nintendo Consoles

  • Notícias
    • Indústria
      • Nintendo Switch
    • Entretenimento
    • Nintendo 3DS
    • Wii U
    • Mobile
  • Artigos
    • Entrevistas
  • Review
    • Preview
  • Guias
  • Listas
  • RetroBoy
    • ArchiveBoy
  • TCG
  • Entretenimento
    • Filmes
    • Anime
  • Redação
    • FALE CONOSCO
    • Portfólio
  • Review

Review | Plants vs. Zombies: Replanted

Diego Gomes 26/11/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

PopCap Games, The Lost Pixels
EA
23 de outubro, 2025
R$ 99,00
Digital
Estratégia | Tower Defense
Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Desenvolvedora: PopCap Games, The Lost Pixels
Publicadora: EA
Gênero: Estratégia | Tower Defense
Data de lançamento: 23 de outubro, 2025
Preço: R$ 99,00
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela EA.

Revisão: Davi Sousa

Eu ainda me lembro de quando conheci Plants vs. Zombies. Era 2013, eu estava em uma viagem com minha família e, com meu recém-adquirido celular, navegava pela Google Play Store, quando eu me deparo com um joguinho chamado “Plants vs. Zombies”; indo apenas pelas imagens, o jogo não parecia nada demais, mas a curiosidade acabou falando mais alto e eu optei por instalar o aplicativo.

E que acerto essa decisão foi. PvZ, de alguma forma, rapidamente se tornou o FOCO daquela viagem não apenas por minha parte, mas também da grande maioria dos meus primos. Todo mundo testou, gostou e, quando eu menos percebi, todo mundo tinha instalado o jogo em seus próprios celulares.

Se por um lado isso é meio engraçado, por outro é prova cabal do quão engajante e divertido o Plants vs. Zombies original era. O sucesso desse pequeno joguinho foi tão massivo que, em pouco tempo, veríamos uma sequência e spin-offs de tiro em terceira pessoa, com a série Garden Warfare.

Mas assim como acontece com diversas outras franquias, por algum motivo Plants vs. Zombies entrou em um hiato de jogos novos bem grande. Com exceção de Battle for Neighborville, uma espécie de sequência da série Garden Warfare que não foi lá muito bem-recebida, não tivemos muitas grandes novidades sobre PvZ nos últimos tempos. Sabemos que um terceiro jogo está sendo feito, mas isso faz anos e, até agora, nem sinal dele dar as caras.

Então, Plants vs. Zombies: Replanted é bem relevante. Pode não ser exatamente algo NOVO, mas ele é a primeira grande novidade que a franquia apresenta em um bom tempo, e sendo logo uma versão remasterizada do jogo que deu origem a tudo! Então, será que o trabalho da PopCap aqui foi bom o bastante para honrar o lendário título de 2009 e apresentá-lo a um novo público?

A mente por trás do jardim

Eu acho que dizer que Plants vs. Zombies tem uma história é um exagero um pouco grande. A proposta é, literalmente, que você é um morador de um bairro que de um dia pro outro é invadido por zumbis que querem comer seu cérebro. Para se defender você deve plantar plantas de combate que um cara chamado Dave Doidão te apresenta. Só isso, nem mais nem menos.

O jogo tem um senso de comédia com alguns diálogos engraçadinhos com o Dave Doidão, mas nada que “avance” na história ou coisa do tipo; o status quo é o exato mesmo do começo ao fim, sem grandes reviravoltas… e tá tudo bem! Acho que ninguém tá vindo jogar Plants vs. Zombies na expectativa de ser recebido com um roteiro shakesperiano, né?

O que conquista de verdade aqui é a gameplay de tower defense. Basicamente, antes de chegar a você, os zumbis têm que passar pelo seu quintal, e é aí que o aspecto de “Plants” do título do jogo entra: essas são plantas de combate. Seu papel como jogador é apenas plantá-las e gerenciá-las em seu quintal para que os zumbis não possam chegar ao outro lado. Parece simples, não?

E… bem, de certa forma, é simples sim. O loop de gameplay é esse, sem grandes mudanças, mas o jogo constantemente tenta te tirar da sua zona de conforto: do mesmo jeito que você tem várias plantas com várias funções diferentes, as hordas de zumbis que estão te atacando também têm! Certos zumbis são mais rápidos, outros são mais resistentes, alguns andam com carrinhos e ATROPELAM suas plantas sem esforço algum…

Não só isso, mas o próprio nível em que você está também já muda as coisas: o primeiro é bem padrão, mas o segundo, por exemplo, introduz o elemento de “noite”, onde os sóis, que são a energia necessária para plantar, deixam de surgir de forma natural e passam a depender exclusivamente dos Girassóis. E cada mundo adiciona uma mecânica nova nesse estilo. A diversão do jogo é basicamente observar e se adaptar a esses diversos cenários pra não ter seu cérebro comido.

No total, são 5 mundos, cada um com 10 fases, sendo a última mais um “minigame” pra dar uma variada nas coisas do que uma fase propriamente dita. O jogo é bem curtinho, o que, de certa forma é bom! Ele não se arrasta e acaba quando sente que suas boas ideias se esgotaram, o que evita deixar as coisas repetitivas.

E caso você queira jogar mais, tem alguns modos extras disponíveis, como os minijogos que você joga na campanha, com alguns novos; e multiplayer coop e versus, onde um jogador controla as plantas e o outro os zumbis (que, por sinal, é super divertido e funciona via gameshare, então só uma pessoa precisa ter o jogo). Também temos a adição do modo EnigmasE e o clássico Sobrevivência, que é infinito e qualquer bom tower defense tem que ter.

Sobre a versão de Switch 2, uma das coisas que mais me chamou a atenção nela foi a compatibilidade com o modo Mouse do console, e eu devo dizer: jogar Plants vs. Zombies numa TV, do conforto da minha cama e utilizando um MOUSE foi uma experiência surrealmente boa. Essa versão do game já ganha pontos adicionais comigo exclusivamente por causa disso; é uma forma tão boa e confortável de se jogar que eu passei assim a aventura inteira, e só voltei pro modo de botões pra dar uma testadinha e confirmar que, apesar de funcionar bem, ele deixa claro que esse é um jogo feito com controles de mouse/toque em mente, e a versão de Switch 2 fornecer a opção de utilizar os três esquemas de controle, com o modo touchscreen sendo usado no portátil, obviamente dá a ela uma vantagem muito clara em relação às outras plataformas.

Visual replantado

No lançamento, Plants vs. Zombies: Replanted recebeu duras críticas dos fãs por se utilizar de upscaling via inteligência artificial para criar seus assets em HD, resultando em alguns desenhos bem esquisitos e um jogo bem desagradável visualmente.

Entretanto, eu recebi o jogo para fazer essa review há pouco tempo, já com os patches de atualização que removiam as artes problemáticas, então, apesar de achar que vale a pena a menção do problema que o jogo tinha, também é bem importante ressaltar que isso já foi resolvido, e Replanted é sim uma versão super bonita do jogo original! Tudo está em um HD lindíssimo, e o estilo de arte cartoon e bobinho permaneceu intacto. É um jogo com uma sensação bem “barata” na parte visual, mas isso faz parte do charme.


Outro problema que estava na versão de lançamento, mas foi corrigido via patch, envolve a trilha sonora: Plants vs. Zombies tinha músicas dinâmicas, ou seja, músicas que mudavam dependendo da situação em que você se encontrava enquanto jogava. Por algum motivo, Replanted ignorou completamente isso em seu lançamento, mas elas já foram restauradas ao jogo via atualização mais recente, junto de outros bug fixes.

Num geral, a parte “visual” do remaster parece bem feita, ainda mais após todas essas atualizações resolvendo problemas. É claro, o jogo não deveria ter sido lançado naquele estado original, mas ver que a PopCap e a EA estão se esforçando para escutar o feedback dos fãs e resolver esses problemas me deixa bem contente, mesmo que, sinceramente, não seja mais do que o mínimo que eles deveriam fazer.

O que há de novo?

A verdade é que Replanted não tem muita coisa nova. Todos os modos de todas as versões do jogo original retornam aqui, mas de novidade mesmo temos apenas os modos Dia Nublado e Descanse em Paz.

O Dia Nublado é um modo onde, de repente, a fase vai ficar nublada e seus girassóis irão cair de produção, mas, pra compensar, todas as plantas têm seu custo cortado pela metade. Quanto ao Descanse em Paz, ele é um modo “hardcore” onde você passa pela campanha inteira com apenas UMA CHANCE: se os zumbis comerem seu cérebro, é fim de jogo e você tem que voltar desde o começo.

Modos… interessantes, mas que, falando realisticamente, só reutilizam níveis da campanha principal, o que é uma pena. Poderiam ter adicionado mais coisa nova mesmo, mas essa é uma reclamação bem pequena da minha parte.

Colheita bem-sucedida?

Apesar do lançamento problemático, com o tempo e diversas atualizações, Plants vs. Zombies: Replanted no Nintendo Switch 2 se prova como uma forma excelente de se jogar o clássico tower defense. Os visuais em HD são bonitos, e o modo mouse utilizando os Joy-Con 2 é facilmente a minha forma favorita de se jogar Plants vs. Zombies.

No fim, Replanted serve para tornar o clássico mais acessível, mais bonito e mais agradável de jogar. Para quem sente saudade do original, ou até mesmo para quem nunca teve contato com a série, esta versão acaba sendo uma maneira bem confortável de experienciar Plants vs. Zombies.

Prós:

  • Visuais em alta definição;
  • É PVZ raiz, portanto, é bastante viciante;
  • Controles de mouse do Switch 2 bem implementados;
  • Multiplayer Coop e Versus funcionam via Gamechat.

Contras:

  • Apresenta poucas novidades.

Nota

8

  • Sobre
  • Últimos Posts
Diego Gomes
Siga-me!
Diego Gomes
Apenas um fã de Nintendo e Sonic que gosta de falar sobre jogos. 🙂
Diego Gomes
Siga-me!
Últimos posts por Diego Gomes (exibir todos)
  • Review | Kirby Air Riders - 30/11/2025
  • Review | Plants vs. Zombies: Replanted - 26/11/2025
  • Review | Yooka-Replaylee - 08/10/2025

Post navigation

Previous Brasileiro campeão mundial de Pokémon TCG, Gabriel Fernandez se aposenta após polêmica em torneio internacional; Entenda
Next Quem diria, não é mesmo? SEGA indica que “versões definitivas” de jogos podem estar causando uma queda de vendas

Relacionado

Review | INAZUMA ELEVEN: Victory Road
  • Review

Review | INAZUMA ELEVEN: Victory Road

31/12/2025
Review | The Rogue Prince of Persia
  • Review

Review | The Rogue Prince of Persia

25/12/2025
Review | POPUCOM
  • Review

Review | POPUCOM

24/12/2025
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • Spotify
Copyright © All rights reserved. | DarkNews by AF themes.