Durante uma entrevista com a Famitsu, diversas figuras ligadas a Pokémon, a Game Freak e a ω-Force nos revelaram algumas curiosidades sobre o vindouro spin-off da série Pokémon, Pokémon Pokopia. A revelação pode ser algo que jogadores de Minecraft, acostumados com o sistema de servidor privado daquele jogo, possam se alegrar.
Leia também:
O diretor do jogo, Takuto Edagawa comentou sobre como o projeto é um dos mais ambiciosos da Omega Force (que além de ser a responsável por jogos como a série Warriors também foi a desenvolvedora do spin-off Dragon Quest Builders 2). Em relação ao tamanho da equipe ele comentou o seguinte:
“Eu não posso dar um número específico de pessoas, mas esse é o maior número de pessoas envolvidas em qualquer projeto produzido pela ω-Force” — para adicionar, Edagawa revelou também que os designs novos não foram unicamente aspectos da Game Freak ou a The Pokémon Company, mas sim um esforço em conjunto, com as três equipes dando esboços inicias do que planejar em termos de designs.
Mas o interessante de fato foi a explicação da forma que o multiplayer online do jogo funciona, dando um comparativo melhor com um sistema semelhante visto no popular sandbox, Minecraft. Como visto nos trailers até agora, você pode se juntar a uma ilha existente ou criar uma do zero, totalmente separado do modo história do jogo; através disso, jogadores podem moldar suas próprias ilhas para serem o que quiserem que elas sejam.
Com um sistema intitulado “Cloud Islands” pelos desenvolvedores, a explicação é de que: “mesmo se o host, dono da ilha, estiver offline, todos com acesso a mesma podem a acessar e jogar por ela”. Há o porém de esse sistema ser um que indique que, caso a The Pokémon Company ou a ω-Force sejam obrigadas a fechar os servidores, ninguém mais terá acesso, no entanto, ainda é uma forma interessante de manter o multiplayer ativo e não dependente do host da ilha.
Com pouco tempo faltando para o lançamento de Pokopia (5 de março), o título promete ser um dos spin-offs mais interessantes de Pokémon. Mas será que só “interessante” é o bastante para vender a ideia de um spin-off um tanto ousado?
Vamos aguardar nossa review no NintendoBoy!

