Pelos títulos dos episódios de Pokémon Horizons, eu tinha muita esperança de que eu não falaria do pato, mas sobrou pra mim. Sim, eu errei as contas e contava com comentar o episódio do Rayquaza Preto em vez diaso, mas vambora!
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Embora esses últimos episódios tenham tido muito o feeling de filler pós clímax, tivemos pílulas de história, como a consolidado da soma dos 18 treinadores, chegando agora em 9, se não me engano. Claro, não conto os líderes de ginásio (porque aí acabava o anime ontem, né). Deixei uma listinha no final do texto por curiosidade.
Ok. O que rolou no episódio dessa semana? Desde o final do episódio 127, Dot teve meio que uma crise existencial, focando nas suas fraquezas, e se percebendo bastante atrás dos seus amigos. Realmente ela era a única cujo inicial não tinha evoluído até o estágio final (o que pra mim era ótimo), embora tivesse mais dois monstrinhos na forma final, que realizaram alguns feitos impressionantes. Mas focamos dessa vez em animar a garota.

Uruto, que estava meio “to nem aí, ela não se acha boa, paciência, problema dela e bora pra frente”, mas quem afinal tomou iniciativa de tentar anima-la foi ele mesmo (do seu jeito agressivo e infantil, mas ta valendo). Iono mostra também um video de Quaxwell treinando com os dois outros Pokémon da Dot, o que a animou a tentar uma batalha para verificar seu potencial.
Tivemos então Quaxwell vs. Bellibolt, que foi até bem legalzinho de ver, mas nada muito inovador. A batalha foi repleta de provocações pelo lado da Iono que apenas queria tirar Dot do modo depressiva, portanto, ela apenas fez com que seu Bellibolt encurralasse Quaxwell usando Thunder, que como bem observado por Dot, apesar de poderoso ele tem uma taxa de acerto menor, mantendo a coerência que se espera dos jogos.
Mas vamos pular para o final: Quaxwell aprende um movimento novo: “Wave Crash / Onda de Impacto” (é o Fire Blitz e Volt Tackle, só que de água). O golpe dá um dano significativo no Bellibolt, depois disso evolui pra Quaquaval, Terastaliza e ganha a batalha.

Um ponto interessante é como a perspicácia da Dot roubou a vitória da Iono, que, enquanto seu Bellibolt parecia vulnerável, era apenas um blefe para emplacar um Sucker Punch. Dot lembrou do quão exagerada é suas provocações e usou isso contra ela. O resto é história, mas é o tipo de tática de que a gente veria numa partida de Uno, por exemplo.

Olha, nos jogos, eu detestava o Quaquaval com todas as minhas forças. Sei que tem muitos fãs dele por aí, e ótimo que esse post gere hate, porque hate engaja legal no X/Twitter já que todo mundo lá se odeia secretamente, mas pra mim ele tem um péssimo design. Eu entendi os elementos e tudo mais, mas a execução, sinceramente, é lastimável e literal demais, passando ainda do obvio do Cinderance. Mas é isso, novo estilo de design, e eu que sou o idoso aqui.

Enfim, Dot recupera sua confiança e reintegra ao time dos 18 para livrar o Rakurium. Um episódio de desenvolvimento previsível mas não foi tão mal executado não. No fim, metade da trupe parte rumo ao Rayquaza Preto, levando a maleta que Friede deixou para Roy.
Como bônus, aqui está uma lista dos potências Pokémon Terastal que irão ajudar Terapagos a chegar em seu ápice no rumo final da história do anime:
- Friede: Charizard – Tera Dark;
- Roy: Skeleridge – Tera Fogo;
- Liko: Meowscarada – Tera Grama;
- Dot: Quaquaval – Tera Água;
- Amethio: Ceruledge – Tera Fantasma;
- Penny: qualquer Eeveelution – o que faltar na hora;
- Ann: Samurott – Tera Terra;
- Nemona: Pawmot – Tera Lutador;
- Uruto: ainda não foi revelado, mas tem que ser um protagonista, então apostaria no Dragonite com Tera Voador mesmo.

