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“IA generativa” vem sendo um dos tópicos mais polêmicos nesses últimos anos quando estamos falando de desenvolvimento de jogos. Com milhares de posições, de artistas a designers, é inegável que o uso de inteligência artificial vem impactando empregos na área de jogos desde que tivemos um “boom” da mesma.
Entretanto, uma empresa que aparenta estar de fora desta discussão em muitos casos é a própria Nintendo. A gigante japonesa já expressou que não tem muito interesse no uso de IA por vários motivos, no entanto, isso não impede que acionistas não deixem de perguntar, afinal se a IA é o futuro, qual a perspectiva que a Nintendo tem no uso da mesma e no que terceiros fazem com algo que, em tese, infringe sua propriedade intelectual.
Veja mais em relação a empresa e o uso de IA generativa na notícia abaixo:
Durante um Q&A de acionistas, Furukawa foi novamente questionado sobre o uso de inteligência artificial, e o CEO teve alguns pontos a compartilhar. A resposta de Furukawa parecia dançar ao redor da questão e voltando para um dos pontos que ele havia comentado outras vezes, mas para resumo, eis alguns dos tópicos que Furukawa apresentou…
- O formato de IA é implementado pela Nintendo em diversas formas no desenvolvimento e padrão de movimentação de inimigos e NPCs (mais próximo a Deep Learning do que IA generativa);
- Considerando o atual estado da IA generativa, ela apresenta diversos problemas que seriam custosos para a companhia, com o gasto de energia sendo um dos principais contribuintes a este fator;
- E para finalizar, a empresa está ciente de que vários modelos de inteligências artificiais foram alimentados com imagens oficiais de suas propriedades intelectuais e está de olho para uma avaliação melhor contra estas “infrações” à sua IP.
Note que a única fonte que temos para isso atualmente é uma postagem traduzida por máquina no X (antigo Twitter), caso este Q&A seja disponibilizado em forma de documento, como foi em outros casos de reuniões com acionistas da Nintendo, nós revisitaremos este tópico — assim como outros pontos questionados ao Furukawa.

