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Review | Corpse Party (2021)

Não há escapatória! Se lance nessa claustrofóbica e sádica experiência mas não espere sair inteiro. Corpse Party é uma aventura densa e um excelente representante do terror 2D.
Ivanir Ignacchitti 29/10/2021

Desenvolvedora: Team GrisGris, MAGES.
Publicadora: Marvelous, XSEED Games
Data de lançamento: 20 de outubro, 2021
Preço: US $ 19,99
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela XSEED Games.

https://youtu.be/kVESmrLR2xc

Corpse Party é uma franquia de terror bastante popular. Ela foi iniciada originalmente em 1996 como parte de um concurso do RPG Maker utilizando a versão RPG Tsukuru Dante 98. O jogo original desenvolvido por Makoto Kedouin passou por duas outras iterações: Corpse Party: Blood Covered para PC em 2008 e Corpse Party: Blood covered: …Repeat fear. no PSP em 2010, com versões posteriores de iOS, Android e Nintendo 3DS. O novo lançamento, também chamado de Corpse Party (2021), está disponível para Nintendo Switch, PS4 e Xbox trazendo uma versão atualizada de Blood covered: Repeated …fear.

Caso toda a explicação de tempo tenha sido um pouco confusa, basta entender que se trata do primeiro jogo da saga de Heavenly Host. Este é o jogo indicado para um novato que quer conhecer a franquia, contando também com um pouco mais de conteúdo em relação aos lançamentos anteriores de Corpse Party: Blood covered: …Repeat fear.

Bem-vindos a Heavenly Host

Tudo começa com um ritual após o festival escolar. É o último dia em que Mayu Suzumoto estará junto com seus colegas, já que a garota será transferida para outra escola. Após um dia bastante agitado, a turma da 2-9 decide realizar um ritual para serem amigos para sempre, o Sachiko Ever After.

Era para ser apenas uma memória a mais da classe com um toque de ocultismo devido aos gostos pessoais da representante de sala Ayumi Shinozaki. Porém, o grupo acaba se deparando com uma realidade bem mais cruel do que esperavam. Separados em grupos, eles acabam sendo transportados para o colégio Heavenly Host.

O lugar é conhecido por ter sido o palco de grandes tragédias no passado, tendo sido demolido para a construção do colégio em que os protagonistas estudavam. Não há saídas, com portas e janelas que não são nada além de decoração. Todo o entorno é coberto por escuridão e qualquer pessoa que tente sair pela floresta nunca achará o mundo real. Heavenly Host é um conjunto de realidades paralelas, algo completamente insano e cruel. Quem chega a seus corredores usualmente tem um destino pior do que a morte com um sofrimento que dura pela eternidade.

Conforme avançam por esse lugar sombrio, os personagens revelam um pouco mais da sua personalidade. A maior parte deles são figuras comuns, pessoas cuja vida teria outro rumo em situações normais. Isso ajuda na sensação de medo e impotência do jogador ao mesmo tempo em que conhecer mais sobre seus dramas pessoais torna a jornada em algo mais íntimo.

Em termos de gameplay, Corpse Party é um jogo de aventura. Cabe ao jogador controlar um dos protagonistas, explorar as áreas da escola que estão acessíveis e tentar sobreviver a diversos perigos. São ao todo cinco capítulos principais de história, alternando entre as perspectivas dos personagens. Para expandir a narrativa, há também 16 capítulos extras, dois a mais do que a versão de 3DS, que já tinha quatro histórias adicionais em comparação à de PSP.

Terrores e colecionáveis

Explorar a escola implica em obter vários itens pelo caminho e na tentativa de evitar fantasmas e outros perigos. Todos os capítulos possuem vários finais ruins em que os personagens podem morrer por tomar determinadas ações. Ao invés de oferecer vários saves para o jogo inteiro, cada capítulo agora possui seus próprios slots.

É perceptível que a nova versão tenta abocanhar um novo mercado de jogadores. Em particular, falo dos speedrunners, tendo em vista a adição de um cronômetro na interface. Aliado à capacidade de avançar rapidamente pelos diálogos, o jogo se torna a versão perfeita para quem quer tentar bater recordes de agilidade. Para jogadores mais casuais, porém, é possível retirar o cronômetro. Também é possível omitir os botões.

Outro detalhe que chama a atenção é que agora o jogo conta com uma borda ao invés de ocupar a tela inteira. Elementos como personagens e itens aparecem nesses cantos podendo assim ser usados sprites de corpo todo durante os diálogos sem esconder nada do que está acontecendo no jogo em si. Porém, os eventos de história, como algumas das imagens dos personagens morrendo, ocupam a tela inteira e há até mesmo pequenas animações de movimento.

Apesar de algumas pessoas considerarem o horror 2D menos imersivo, Corpse Party conta com algumas cenas bem gráficas. Além das artes de alta qualidade da versão da Mages, o jogo também conta com áudio binaural. Para quem não conhece, isso significa que o áudio é reproduzido de uma forma que simula posicionamento 3D. Com isso, é possível escutar, por exemplo, vozes de fantasmas como se estivessem bem próximas ao utilizar um fone de ouvido. A trilha sonora também é formidável, sabendo alternar entre músicas modernas em estilo eletronica e momentos que demandam foco apenas nos efeitos sonoros.

Efeitos visuais também podem ser utilizados para deixar a experiência um pouco diferente. As opções incluem simular o uso de velas e lanternas, assim como outras alterações de iluminação. É até possível fazer um visual meio preto-e-branco cheio de ruídos, o que pode ajudar a elevar o clima de terror. Vale destacar que esses efeitos não afetam as ilustrações de eventos.

Porém, a adição que os fãs mais fervorosos ficam de olho é definitivamente os dois capítulos extras novos. Gostaria de dizer que pessoalmente não considero que eles sejam relevantes o suficiente para justificar a compra. Porém, para quem já vasculhou tudo que a série tem a oferecer, há algumas menções curtas a elementos de história dos jogos subsequentes.

Para quem ainda não jogou, porém, a experiência de terror é sólida. Além dos personagens bem construídos e seus dramas pessoais, Makoto Kedouin é um escritor particularmente sádico. No caso dessa história, isso é particularmente intrigante, criando situações envolventes que podem mexer emocionalmente com o jogador. Não à toa Corpse Party brinca com o conceito de colecionar finais ruins.

Além disso, há vários corpos destruídos que podem ser encontrados pela escola. Ao interagir com alguns deles, é possível obter documentos de identificação. Eles funcionam como mais um colecionável mórbido, além de apresentar uma breve descrição de quem seriam esses personagens. Cada capítulo conta com uma lista de documentos de identificação que servem como colecionáveis, mencionando também o que acarretou suas mortes.

Um clássico do terror agora no Switch

Corpse Party continua sendo um belo exemplar do gênero terror. Com sua alta qualidade gráfica e sonora, história envolvente e personagens carismáticos, o título 2D não deve ser subestimado. Para quem ainda não jogou, é uma excelente pedida para o Halloween, mas as novidades da versão de Switch são poucas para justificar a compra a quem já experimentou seus lançamentos anteriores.

Prós

  • História de terror envolvente
  • Personagens carismáticos
  • Visuais de alta qualidade

Contras

  • Poucos conteúdos novos não justificam comprar novamente o jogo para quem já jogou antes

Nota Final:

8.5

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