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Review | Grow: Song of The Evertree

Diante do caos surge uma jovem alquimista que, com seu talento, buscará restabelecer a Canção de Myora e trazer vida novamente a Árvore Eterna. 
Wendel Barbosa 30/11/2021
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Professor de História e entusiasta de joguinhos eletrônicos desde 1984.
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Desenvolvedora: Prideful Sloth
Publicadora: 505 Games
Data de lançamento: 16 Novembro 2021
Preço: R$ 129,99
Formato: Digital 

Análise feita no Nintendo Switch com um chave fornecida gentilmente pela 505 Games.

Desenvolvido pelo estúdio australiano Prideful Sloth, que conta com um pequeno time de apenas três integrantes, Grow: Song of The Evertree pode ser resumido como um game de aventura que mescla aquela vibe dos jogos de gerenciamento como Stardew Valley, Animal Crossing: New Horizons e até mesmo Sid Meie’s Civilization VI. Em um primeiro momento isso pode soar muito bem, afinal de contas, os jogos que usei como parâmetro de comparação — dentro de suas especificidades — são maravilhosos. Porém, eles possuem uma identidade forte e fazem muito bem o que se propõe. Já Grow: Song of The Evertree não parece saber exatamente para onde ir.

Salvando Myora

A história se debruça nas aventuras de viajantes exploradores que, ao se guiarem por uma Canção, chegam à fonte de toda a vida: Myora. A Árvore Eterna (Evertree) era a responsável pela prosperidade do lugar, à luz da canção de Myora. Com o passar do tempo, os habitantes aprenderam a modelar a Canção para a criação. Era o início da alquimia. Com o domínio da técnica o pequeno vilarejo cresceu, formando grandes e prósperas cidades. Mas, a paz foi encoberta pela escuridão que despedaçou a Canção dando início a chamada Grande Seca. A Árvore Eterna foi dominada, a cidade destruída e os antigos exploradores voltaram a viajar em busca de um novo lar. Diante do caos surge uma jovem alquimista que, com seu talento, buscará restabelecer a Canção de Myora e trazer vida novamente a Árvore Eterna. 

Logo de início somos apresentados a dois personagens que irão nos guiar nessa missão e são os responsáveis por elucidar os objetivos do jogo: Livrana e Alancobre. A primeira é um livro que registra tudo que fizemos e ainda temos que fazer. Já o segundo nos possibilita misturar essências nos trabalhos alquímicos. Após uma exaustiva e longa apresentação temos que criar nosso personagem. Um diferencial é a possibilidade de criar um personagem não binário. Salvo isso, as opções de personalização inicial são bem limitadas. No meu caso optei por desbravar o mundo de Myora com a alquimista Belle.

Sem colocar a carroça na frente dos bois

Antes de detalhar alguns dos objetivos de Grow e pra não colocar a carroça na frente dos bois, gostaria de apontar o maior problema do jogo, ao menos no Nintendo Switch: a parte técnica. Digo isso porque, de fato, não sei como o jogo está nas outras plataformas e no PC. Mas, o desempenho no híbrido da Nintendo é sofrível. Pensei muito em como abordar isso, porque não me sinto confortável falando mal do trabalho de uma empresa indie. Afinal, todos sabemos das limitações por conta da dificuldade orçamentária. Mas, não existe uma forma educada de se dizer isso: tecnicamente, Grow: Song of The Evertree é muito ruim. Em termos de movimentação de nossa personagem, parece que estamos jogando um título do primeiro PlayStation, com quadros de animação claramente muito abaixo dos 30 fps. Às vezes parece que estamos em câmera lenta. Para completar o jogo está “crashando”! Não foram poucas às vezes que me foi apresentado uma tela de erro e tive que voltar para os menus do Switch e reiniciar o game.

Aí vocês devem estar pensando: “ao menos visualmente o jogo faz bonito, certo? Certo, Wendel?!”. Bem, não é o caso, infelizmente! O visual colorido, que mescla aquela técnica de suavização dos elementos tridimensionais em animações bidimensionais (cel Shading), não encanta. O mundo criado pela equipe da Prideful Sloth é sem personalidade. O que temos é uma paleta de cores lavadas e que nos causa a sensação de estar jogando algo datado. O design não consegue entregar uma ambientação que cause conforto aos nossos olhos. O tempo todo que passei jogando, para escrever esse texto, fiquei pensando: por que não fazer isso em pixel-art? Ficaria muito mais agradável e, talvez, eliminaria muito dos problemas que estou pontuando. 

As telas de loading são demoradas, a resolução é baixa, apresentando serrilhados e aqueles efeitos de desfoque ao fundo dos cenários que servem para mascarar certas limitações. A movimentação da câmera, sensível demais, também é um problema e dificulta ações simples no jogo como correr e pular. O visual dos personagens e NPCs, com pouca expressividade, também não me agradaram. Para fechar, as composições originais e orquestradas acompanham a pegada bucólica do jogo, mas seguindo toda nossa experiência com o título elas não possuem carisma. Nossa personagem tem a responsabilidade de trazer a vida para a Árvore Eterna e reconstruir Myora. Porém, as repetitivas melodias que deveriam passar pra gente aquela sensação de superação e esperança, se mantém sempre triste, causando certo desconforto. Mas, aqui cabe um adendo: a música tema é muito boa! Querem um outro ponto positivo? O jogo está todo localizado para o português do Brasil.

Limpe, plante, regue, cante e construa não necessariamente nessa ordem

Se você perseverou e chegou até essa parte do texto e tudo que foi dito até aqui não foi encarado como um impeditivo para experimentar o game, vamos para os objetivos de Grow: Song of the Evertree. Basicamente, alternamos nossas tarefas entre a reconstrução da Árvore Eterna (no “Mundo de Vasto”) e a reconstrução da cidade de Myora e seus distritos, com ciclos de dia e noite. Há ainda um terceiro lugar, Eternis, onde podemos adquirir recursos e coletar minérios, insetos e peixes. A viagem para esses locais – com exceção de Eternis – é feita através de uma criatura alada de nome Kazumi.

No Mundo de Vasto devemos extrair as raízes negras da Grande Seca, plantar sementes, regar árvores e flores, quebrar rochas, ceifar matagais e amplificar nossas ações com a Canção. Pouco a pouco, outras áreas vão sendo desbloqueadas e, através da ação de nosso trabalho, a flora e a fauna junto a Árvore Eterna vão sendo restabelecidas. Dessa forma, o local também passa a nos oferecer recursos que podemos utilizar na reconstrução da cidade de Myora.

Na cidade desempenhamos o papel de uma prefeita. Gerenciando a construção de casas, pousadas, estabelecimentos comerciais, floriculturas, bibliotecas, entre outros. Podemos ainda criar decorações, cercas e trilhas para embelezar ainda mais o lugar. Dentro do trabalho coletivo desempenhando no vilarejo, que cresce novamente, cabe a nossa personagem também indicar ofícios para os moradores que estão regressando para Myora. Nada de corpo mole! Todos devem colaborar com a reconstrução do lugar. Os custos para construção, assim como a matéria-prima, variam e há um limite por distrito. Então se algum recurso está faltando devemos explorar Eternis ou o Mundo de Vasto atrás dos materiais necessários.

Repetitivo e mal polido

A ideia por trás de Grow: Song of The Evertree não é ruim, mas faltou originalidade. O ritmo de nosso trabalho é ditado por objetivos frequentes e repetitivos que esvaziam a nossa liberdade no jogo. Com o passar do tempo, mesmo com Livrana nos apresentando metas diversas e premiações em forma de conquistas, a dinâmica se torna cansativa: limpe, plante, regue, construa, durma e faça tudo de novo. Algumas mecânicas, é bom frisar, são subutilizadas. O trabalho de Belle com alquimia, por exemplo, é muito pouco explorado. Salvo tudo isso, existem todos os problemas técnicos que listei acima. Infelizmente, o título deixou muito a desejar. Uma pena!

Prós:

  • Localização PT-BR
  • Discurso de preservação ambiental

Contras:

  • Visual datado
  • Personagens sem carisma
  • Problemas de framerate
  • Gameplay repetitiva
  • Travamentos

Nota Final:

3,5

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