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Review | The Legend of Gwen

Fique com os cabelos brancos como o da bruxinha Gwen, mas não pela a frustração que o jogo pretendia te propor.
Bianca Fonseca Pinheiro 17/02/2023

Desenvolvedora: WiWi Games Studio
Publicadora: Flynn’s Arcade
Data de lançamento: 16 de fevereiro, 2023
Preço: R$ 104,00
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Flynn’s Arcade.

Revisão: Davi Dumont

Em tempos de destacar jogos de feitiçaria do bem, a bruxinha Gwen chegou no Nintendo Switch com o jogo de plataforma que promete ser desafiante no melhor estilo “kaizo“. Afinal de contas, essa magia surtiu efeito ou só explodiu comicamente na cara?

A bruxa está solta!

 Desenvolvido pela WiWi Games Studio, aparentando ser o primeiro projeto deles, e publicado pela Flynn’s Arcade, The Legend of Gwen é um jogo de plataforma, com fases curtas de obstáculos, para testar a sua destreza (e paciência) nos mais variados cenários, com tempo limite e uma protagonista extremamente frágil.

 Iniciemos nossa análise sendo francos, que apesar das críticas, as expectativas para Gwen estavam bem dosadas, devido a precificação do jogo na eShop e o fato que o estúdio não havia colocado nada antes no mercado. Dito isso, a bruxinha, apesar de fofa, vai lhe causar muita frustração, e não pelas razões que o jogo promete com seu design.

 A intenção de gameplay, em suma, é que seja um jogo de obstáculos intensos, quebra-cabeças espertos, tudo contido em fases curtas, com tempo limite, pra você ir se aprimorando a cada tentativa e erro; mas a realidade, é que esse é um jogo imensamente mal polido e que falta precisão para todas as manobras mais básicas, necessárias pra progredir e atingir as metas mais mundanas. O design é bem intencionado, e você consegue enxergar o que os desenvolvedores almejavam, mas erram a marca em diversas áreas que fica até difícil descrever tudo numa tacada só…

 O jogo tem uma história vaga de um ser maligno que precisa ser impedido, e com falta de contexto e razão pra Gwen se aventurar nessas salinhas de tortura, somos colocados direto no HUB World do jogo que, de imediato, já assusta do quão ruim é a performance… pode ser justamente por ser um dos ambientes mais populosos que você vai encontrar no jogo todo, com NPCs por toda parte, animações pequenas de cenário e um ambiente relativamente grande que você transita, uma vez que você vai liberando mais fases ao progredir, mas não é uma boa impressão pra quem inicia o jogo. E colisão com objetos decorativos é constante, fazendo navegar pelo lugar uma dor de cabeça em vários sentidos.

Nenhuma maga suprema…

 Ao entrar numa das fases, as coisas já melhoram um tanto de figura, mas não é perfeito. Além de engasgos que podem (e vão) ocorrer ocasionalmente, o movimento da Gwen causa desconforto de cara, com um caminhar lento e sem opções extras de mobilidade, fora dois pulos. Você vai adquirir poderes em certas fases que irão lhe conceber talvez uma pequena investida ou um terceiro pulo, mas é apenas para aquele pequeno trajeto e nada mais. E considerando que todas as fases tem tempo limite (que variam, conforme a complexidade), é notório o quão isso vai contra o design do jogo.

 Fora isso, Gwen também tem um projétil pra se defender (além de pular em inimigos, que pode ser eficaz em 70% das ocasiões). Mas é um projétil lento, com uma enorme antecipação, e que requer que você esteja completamente parado para usar. E pra se posicionar exatamente no alvo que você precisa, é uma tarefa e tanto, já que precisão, é um sonho na lenda de Gwen…

 Inimigos naturalmente vão estar no seu caminho para atrapalhar seus passos descontentes por esses blocos inorgânicos de magia, mas você pode neutralizar a maioria com esse ataque que não é nada confiável, ou os esmagando com um pulo. Mas boa sorte tentando se posicionar com pulos tão flutuantes e imprecisos, encima de inimigos que se movem mais rápido que você, sem a restrição de mobilidade que seu personagem tem. Mas é engraçado, pelo menos, as abelhas se alertarem com a sua presença, usando o efeito sonoro vindo diretamente da série Metal Gear (esses efeitos por um acaso são royalty free?)

 Chefões são parte da aventura também, e são super mal telegrafados de como sequer é a estratégia para causar dano, já que insistir na sua magia não é eficiente. Sem falar nos padrões de ataque que não são possíveis de ler, a não ser que você tenha morrido já umas 20 vezes pra aprender.

 Retornando mais uma vez aos problemas severos de performance, certas fases que são mais amplas, abertas, e não tão estreitas como corredores, vão apresentar os problemas (apesar de não tão graves) presentes no HUB World; mas essas fases são a exceção da regra do jogo, onde a câmera é controlável. Bom, ângulos pré-definidos estão disponíveis ao apertar o botão, que ajuda um tanto, mas nada é ideal, independente de que direção você olhe. Sempre existirá um objeto obstruindo sua visão de algo importante, seja uma plataforma ou mola para pousar de um pulo, ou um inimigo que se aproximou no seu ponto cego.

A maldição da bruxa

 Apesar dos desafios serem amplificados ao passar das fases, introduzindo novos elementos, incluindo os poderes supracitados, fazendo a experiência naquela fase particular, única entre as outras, o jogo não proporciona muita variedade, e você vai inevitavelmente se cansar da estrutura bem rapidamente. É o velho problema de ver tudo que o jogo tem a oferecer nos primeiros momentos, e no caso de Gwen, pode ser nos primeiros 10 ou 15 minutos (isso é, se você não morrer repetidamente na primeira fase, nesse período). A habilidade de comprar CheckPoints é eventualmente desbloqueada no HUB para agilizar seu processo com essas fases, mas é uma cota muito grande de coletáveis para sequer se preocupar em comprar.

 As fases tem objetivos diversos para que você possa concluí-las com 100%, e algumas não permitem que você simplesmente chegue ao final do trajeto sem coletar o mínimo exigido de estrelas, por exemplo (geralmente são o caso dos estágios mais amplos). E a falta de comunicação do jogo contigo é tão evidente que não é de se surpreender caso nos deparemos com situações de faltar o item exigido para terminar.

 Pra finalizar, é uma boa que o jogo esteja localizado para o nosso idioma, mas o serviço de tradução foi certamente feito por máquina e não revisado por humanos, pois há muitos problemas hilariantes, como o termo “Resume” de continuar, na tela de pausa, traduzido como “Currículo“. Entre outros problemas visuais, como diálogo que não cabe nos balões de fala dos personagens.

 De novo, é bom frisar que The Legend of Gwen é um jogo de um estúdio ainda na sua fase experimental, e para toda essa crítica honesta, esperamos que seja absorvida e o feedback colhido para que se aplique em patches (na medida do possível) e em futuros projetos.

Prós

  • Personagens carismáticos com uma direção de arte fofa;
  • Música agradável.

Contras:

  • Imensos problemas de performance num jogo que exige precisão;
  • Mobilidade limitada e movimento insuportavelmente lento;
  • Design em constante conflito com os elementos mal polidos;
  • Problemas de colisão em toda parte, desde plataformas, inimigos e até decoração;
  • Efeitos sonoros repetitivos e genéricos;
  • Falta telegrafar com clareza objetivos e encontros com chefes;
  • Tradução muito mal revisada.

Nota Final:

3


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Bianca Fonseca Pinheiro
Bianca Fonseca Pinheiro
Entusiasta de vídeo games (influência Nintendista forte), colecionadora, furry, Mulher Trans, anteriormente no Reino do Cogumelo (Super Mario Brasil), editora e produtora de conteúdo freelancer e uma vez conhecida no meio de pixel art.
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