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Review | Aluna: Sentinel of the Shards

Uma aventura RPG lotada de itens e personalização do seu estilo de combate com cutscenes em HQ dinâmica! Vale a pena conferir Aluna: Sentinel of the Shards.
Thomas Mertens 26/05/2021
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Nerd de carteirinha desde que me entendo por gente. Reviewer de jogos, especialmente indie.
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Desenvolvedora: DIGIART INTERACTIVE LLC
Publicadora: DIGIART INTERACTIVE LLC

Data de lançamento: 26 de maio, 2021
Preço: R$99,99
Formato: Digital

Análise feita com chave fornecida gentilmente pela DIGIART INTERACTIVE LLC.

Na América Espanhola do século 16, Aluna, uma semi-deusa , filha da deusa da Terra, Pachamama, deve restaurar os poderes de sua mãe para combater uma força temível que ameaça seu povo, e o mundo. Um RPG de ação, lotado de armas poderosas e personalização chega aos consoles, tendo como maior ameaça o próprio trailer.

Cultura Latina

Primeiramente, me perdoem por incoerências ou anacronismos relativos a história do mundo. História está longe de ser minha especialidade, mas a cultura e mitologia me fascina. A história se passa alguns anos após a colonização espanhola das américas, especialmente a civilização Asteca (eu acho). Aluna: Sentinel of the Shards consegue, de uma forma bem discreta, mas eficiente, trazer um pouco disso pra gente.: alguns deuses, criaturas, artefatos mágicos e até a organização social já se transformando no padrão europeu, mas bastante híbrido ainda.

O fato da história do jogo também ser um resgate desses conceitos, visto que o vilão do jogo usa magia antiga, e amaldiçoou tribos, comprando-as com poder, e até parte da fauna e flora. Absolutamente tudo quer nos matar. Esteja preparado.

O que não falta é opção

Como um RPG de ação que é, o jogo nos oferece TONELADAS de tudo. Desde itens, armas, equipamentos, estilos de combate, árvore de talentos, e inimigos, então vamos por partes.

Começando pelas armas e estilo de combate e armas, temos principalmente as de curto e de longo alcance, podendo ser de uma ou duas mãos. Todos os atributos das armas são importantes para se adequar ao seu gosto. Quer ser mais tank e ficar parado só dando porrada? Ok, você pode buildar isso. Prefere um estilo mais ágil, dando cambalhotas para desviar e fazendo vários daninhos pequenos com uma velocidade de ataque enorme? Pode também. Basta coletar o item certo. Arco e flecha, bacamarte, lança, machado etc. Escolha sua arma e seja feliz.

Quanto aos inimigos, na verdade isso me incomoda um pouco. Ao mesmo tempo que temos uma variedade considerável deles, temos também muitos deles ao mesmo tempo. Isso é feito para ganharmos muita experiência para subir de nível e aprimorar nossa árvore de talentos (incluindo habilidades, buffs e feitiços), que é bastante necessário, mas se torna meio cansativo e maçante, sabe? Às vezes eu só quero atravessar uma ponte sem precisar matar 3 zumbis, 5 lobos , 2 jacarés e um urso ao mesmo tempo. E isso é uma constante no jogo.

A experiência

A história não é muito maior do que a citada acima. Realmente nosso objetivo, toda nossa jornada é encontrar os fragmentos e restaurar o poder da Deusa. Bem simples e clássico. Alguns elementos começam a serem desenvolvidos em torno disso, por exemplo, você acha mesmo que só você estaria interessada em adquirir um poder supremo? E pedras brilhantes no meio de uma colonização, justamente na época das Grandes Navegações, com cada país da Europa tentando se tornar o mais poderoso? Claro que não. E é interessante ver as reações de aluna com alguns deles, podendo ser até aliados no fim das contas.

Quanto a jogabilidade, achei bem fluida e eficiente durante o combate, o que me suspendeu, esperava que seria algo bem desagradável, mas não. Todos os botões tem uma utilidade, e temos mais de um caminho de acessar os menus principais, o que é ótimo, usamos eles com frequência. O mapeamento das habilidades é por sua conta, sendo apenas o A e B para ataques básicos. Analógico direito dá cambalhota, mas não temos botão de defesa. Por que isso é importante? Porque temos dezenas de inimigos enormes, então controle de grupo vai ser uma habilidade importante, assim como sua agilidade. O que atrapalha bastante é a mira automática e imprecisa. Só atacamos o inimigo focado, e se ele estiver fora do alcance, você vai bater no ar até que perceba isso, e tomar dano dos outros sem poder contra-atacar.

O verdadeiro inimigo

Pra começar, as cut-scenes em Aluna: Sentinel of the Shards são feitas em um estilo HQ animado, já que é baseado um uma história em quadrinhos “The World of Aluna“, e UAU! Que artes bonitas, caprichadas, animações bonitas, conseguindo o efeito dinâmico, mas mantendo a diagramação estática das HQ’s. Olhos piscando, joias reluzindo e chamas flamejando, em contraste com os personagens parados, resulta num efeito muito bonito e interessante. De longe o ponto alto do jogo. Se fosse um filme, eu veria.

Confesso que a primeira vez que vi o trailer, não me emocionou. E isso porque o trailer não traz muito das partes interessantes do jogo. Por outro lado, a arte in-game (isto é, da parte jogável) é… Bom, não são gráficos sensacionais, eles são só… ok. Infelizmente, não é algo que se espera para a geração atual de consoles (sim, é multi-plataforma), mas é nisso que o trailer foca, possivelmente afastando o público.

Avaliação

Aluna: Sentinel of the Shards é sim um jogo melhor do que parece, não se fie ao trailer, pois a experiência é sim divertida. Um dos poucos jogos que explorar todo o mapa realmente te recompensa, além das cut-scenes que sozinhas já valem o jogo. A quantidade desnecessária e desproporcional realmente cansa, com certeza é o pior ponto do jogo, então escolha suas skills com sabedoria para resolver isso o mais rápido possível. Gostaria de ver um pouco mais da mitologia ser explorada, mas acho que seria um anacronismo, então tudo bem.

Prós:

  • Extremamente personalizável
  • Simples e fácil de aprender e de buildar
  • Totalmente dublado (em inglês) com legendas (em português)

Contras

  • Quantidade totalmente exagera e desnecessária de inimigos
  • Mira automática terrível

Nota Final

6,7

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