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Review | The Cruel King and The Great Hero

Venha conhecer a experiência única que é The Cruel King and The Great Hero através de um texto profundo sobre a responsabilidade de fazer uma análise, e a fina linha que separa ambição e mesmice.
Paulo Cézar 18/03/2022

Desenvolvedora: Nippon Ichi Software
Publicadora: NIS America
Data de lançamento: 15 de março, 2022
Preço: R$ 152,95
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela NIS America.

Escrever sobre jogos, especialmente de gêneros de seu interesse, acaba sendo uma tarefa que se complica o quanto mais você joga determinado gênero ou jogo. Pessoalmente, creio que seja apenas natural que com o passar do tempo uma pessoa se torne mais exigente com um determinado conjunto de mídia que esta consumindo.

Porém quando se está escrevendo de maneira “profissional” sobre determinada peça de mídia, o autor fica em uma posição meio estranha, onde é preciso tentar balancear o gosto formado pelas experiências anteriores com a do entendimento da visão do criador da obra absorvido através da sua própria experiência com a mesma.

Toda essa discussão sobre o que em essência é a principal influência para o tom desse texto se deu pela posição que The Cruel King and The Great Hero me colocou. Indo direto ao ponto: eu não gostei do jogo, achei chato, simples demais, entendiante em sua totalidade. Contudo, depois de buscar por alguns coselhos percebo que isso talvez seja mais culpa minha (não num sentido negativo, e sim apenas culposo), que do jogo em si.

A jornada do Herói

O RPG japonês baseado em turnos, The Cruel King and The Great Hero tem suas fundações em contos de fadas, fábulas, que não só influenciam, mas são partes fundamentais a estética e a história do jogo — uma ideia similar ao platformer 2D The Liar Princess and the Blind Prince da mesma desenvolvedora (NIS). A simplicidade e fácil entendimento dos contos que inspiram o jogo parecem permear até em suas mecânicas de combate e navegação, que novamente são bastante simples, por isso acessíveis.

Apesar de ter a acessibilidade com um ponto positivo, a simplicidade de uma das mecânicas primárias do jogo acaba tendo certa ambiguidade; porque ao mesmo tempo que torna The Cruel King and the Noble Hero acessível a um público mais amplo, por sua vez torna o game entendiante a uma parcela entusiasta ao gênero.

The Cruel King and the Noble Hero tem uma estrutura completamente 2D, na qual se destacam os visuais que se assemelham com desenhos feitos à mão, claramente inspirados pelos mesmos contos e fábulas. A história no entanto não foge muito deste padrão simplista contando a história de Yuu, a heroína da trama. E sendo bem breve, a obra explora a atípica relação entre Yuu e um dragão que a criou, após a morte de seu pai. O principal ponto de conflito da história é o fato de Yuu ser uma heroína, destinada a combater o mal, mesmo tendo sido criada pelo maior representante simbólico dele dentro do universo contido neste jogo.

Contudo, a história desenvolve esse processo de autodescoberta de Yuu, porém sem nunca se aprofundar muito em qualquer tema complexo, mantendo o tom monodimensional da obra. Parte do meu desconforto com The Cruel King and the Noble Hero se deve a toda esse simplicidade que o jogo se atém, sem tentar explorar qualquer área nova na narrativa ou na jogabilidade, que ainda desenvolverei sobre.

Continuando com todas ideias apresentadas até então, The Cruel King and the Noble Hero traz consigo um sistema em combate em turnos extremamente básico, sem tirar nem por. Itens, equipamentos, habilidades especiais, nada que fuja muito do padrão de jogos do gênero. A única diferença mais notável do sistema jogo se da com o sistema de parceiros que são introduzidos ao decorrer da história, porém funcionam apenas como se fossem o equivalente a um membro da party em um JRPG qualquer.

Tudo isso com uma estrutura de dungeons incrivelmente básica e majoritariamente linear, que tem qualquer qualidade subtraída por uma quantidade absurda de random encounters, que por sua vez trazem de volta o mesmo combate entendiante. Por não ter qualquer complexidade intriseca, o combate de The Cruel King and the Noble Hero é atrelado em sua maior parte ao nível de Yuu, tornando o jogo completamente dependente de grinding em seu desinteressante combate.

Uma boa premissa desperdiçada

Por fim, tudo isso faz com que The Cruel King and The Great Hero seja um pacote de 15 horas de puro tédio. Apesar de ter boa ideias e certa personalidade, o jogo aspira uma simplicidade temática e de jogabilidade tão grande que mesmo tendo menos que 1/4 da duração da maioria dos jogos do gênero consegue ser rapidamente desinteressante e entendiante.

Dói ter que levantar todos esses pontos negativos, pois a estética e o premissa de The Cruel King and the Noble Hero são legitimamente interessantes, e tem algum potencial, que infelizmente não foi aproveitado.

Prós:

  • Direção de arte agradável.
  • História com premissa interessante.
  • Acessível a quase qualquer público

Contras:

  • Extremamente simplista.
  • Random encounters exagerados.
  • Combate extremamente genérico, com progressão diretamente dependente de grinding.

Nota:

5,5

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Paulo Cézar
Paulo Cézar
Meu nome é Paulo. Sou fã de JRPGs, com um destaque especial aos jogos da série Megami Tensei.

Costumo fazer introduções um pouco exageradas.
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