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Review | Kao the Kangaroo

Um grande exemplo do ressurgimento dos platformers 3D! Kao the Kangaroo chega ao Nintendo Switch para expandir as opções de um dos gêneros mais amados de todos os tempos com sua encantadora simplicidade.
Diego Gomes 07/06/2022

Desenvolvedora: Tate Multimedia
Publicadora: Tate Multimedia
Data de lançamento: 27 de Maio, 2022
Preço: R$ 149,99
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela Tate Multimedia.

Por muito tempo, o gênero plataforma 3D foi considerado… morto pelas pessoas. Os platformers 3D viram seu ápice na quarta e quinta geração de consoles, mas a partir da sexta deixaram de ser uma tendência. Claro, sempre tivemos a série Super Mario para suprir a sede dos fãs, mas é difícil pensar em outros grandes jogos do gênero que lançaram nas últimas gerações de console que representavam tão bem quanto os jogos 3D do bigodudo.

No entanto, essa escassez de plataformas 3D relevantes vem mudando nos últimos anos. Lançamentos como A Hat in Time e Yooka-Laylee que buscam trazer a essência de clássicos do N64, e até mesmo retornos triunfantes como recente Crash Bandicoot 4: It’s About Time [leia nossa análise aqui] trouxeram o gênero de plataforma 3D de volta em toda sua glória. Esses são alguns dos melhores jogos de plataforma 3D que já tive o prazer de jogar, então imaginem minha surpresa quando, em meio a todos esses jogos, Kao The Kangaroo foi anunciado.

Não se enganem pelo nome, Kao The Kangaroo NÃO é uma franquia nova! A série começou ainda em 2000 no SEGA Dreamcast com o game… bem, Kao the Kangaroo. O título sempre passou batido para mim no entanto, mas ele é genuinamente bom! Nada que irá explodir nossas mentes, mas definitivamente um bom game. Sua sequência, Kao the Kangaroo: Round 2 foi lançado não muito pouco tempo depois em 2001 para todas as plataformas da época, e por fim, o até então último jogo da série, Kao the Kangaroo: Mistery of the Volcano, em 2005.

Depois dessa trilogia, absolutamente nada de novo apareceu. O canguru então entrou em uma profunda hibernação por 17 longos anos, até Kao the Kangaroo, um reboot da série ser lançado este ano. Para os conhecedores desse hidden gen, acredito que o anúncio de um novo Kao pegou todos desprevenidos. De todas as franquias para serem revividas, creio que Kao era uma das últimas a serem levadas em consideração. Para dizer a verdade, é ótimo ver jogos mais obscuros ganhando sequências e tendo uma nova chance de fazer deixar uma marca no mercado de vídeo games. E como eu sou um assíduo fã de jogos de plataformas no geral, decidi que iria dar uma chance a ele.

História

A história de Kao The Kangaro traz um enredo bem simples: a irmã e pai de Kao desapareceram de sua ilha natal, e nosso herói começa a ter pesadelos envolvendo ambos. Não acostumado a ficar parado, o pequeno canguru resolve sair em uma aventura para encontra-los com a ajuda das luvas de boxe mágicas de seu pai. Simples, não?

Como supracitado, sua narrativa é simples, mas faz seu trabalho de dar alguma motivação ao jogador. Porém, o problema está na forma que ela [a narrativa] é apresentada. As custscenes não são particularmente boas, o problema está na sua movimentação travada e, em sua grande maioria, mostram apenas os personagens parados conversando com as poucas — e medíocres — cenas de ação.

Ponha suas luvas

Se você já jogou e gostou de um jogo de plataforma 3D antes, Kao the Kangaroo vai cair como uma luva (haha entenderam?) para você! Ele tem exatamente os movimentos básicos que você espera de um game do gênero: pulo, pulo duplo, spin-attack, e um soco que é usado em sessões de combate. Essas sessões são boas e bem divertidas no começo, mas podem ficar relativamente repetitivas quando se aproxima de seu clímax. Porém, nada que destrua o jogo. Além disso, com as luvas mágicas de Kao, você pode atribuir diversos elementos à seus ataques para dar um dinamismo a mais. Novamente, é um jogo bastante básico que não tenta nada de tão novo. Contudo, se você gosta de jogos de plataforma com boa movimentação aonde você coleta dezenas e milhares de objetos brilhantes, então você provavelmente deveria jogar Kao the Kangaroo!

Aqui, você coletará runas, cristais, moedas, letras KAO (similares as letras KONG da série Donkey Kong Country), pergaminhos e até mesmo pedaços de corações. Tudo isso permitirá diversos upgrades, como aumento de vida máxima, comprar itens em lojas (e liberar mais conteúdo nelas) e outros extras. O fator collect-a-thon foi muito bem aproveitado aqui, todos muito divertidos de serem coletados. Fora dos níveis no entanto, você será mandado para um HUB World que também tem seus próprios coletáveis para serem pegos, essas áreas também são ótimas, grandes e um ótimo fator de exploração.


Kao The Kangaroo é um jogo seguro que não tenta nada de novo. E isso, talvez, seja um de seus principais problemas dele. Não há nada de errado em não ser um jogo inovador, nem todos os games precisam ser impactantes como Super Mario 64 foi, por exemplo. Mas tudo que Kao the Kangaroo faz, outros jogos como Crash Bandicoot 4: It’s About Time, os próprios jogos do Mario, ou jogos indie como A Hat in Time já fazem melhor.

Contudo, a melhor (e coincidentemente mais criativa) parte do jogo são as luvas elementais e as opções de luta, tal como seus puzzles, mas nem mesmo isso é capaz de tirar o gostinho de “quero mais” que o game deixa no final. Kao The Kangaroo é um bom jogo. Acima da média, talvez. Mas a falta de inovação e tamanho curto definitivamente são coisas que incomodam.

Visuais

Graficamente, Kao The Kangaroo é ótimo! Colorido, com cenários cheios de vida e efeitos de iluminação de cair o queixo.

O problema é que, no Nintendo Switch, o jogo parece ser mal otimizado: texturas em baixíssima qualidade são quase que frequentes, quedas de frame também acontecem e a resolução é muito menor do que deveria. Eu sinto que, com um pouco mais de trabalho, o jogo poderia rodar próximo do seu potencial máximo no híbrido da Nintendo, mas infelizmente não é o caso.

Falta polimento

Se os problemas citados anteriormente são mais inconveniências do que qualquer outra coisa, o que eu vou citar agora é um problema grave que nem deveria existir. Eu joguei cerca de três horas de jogo antes de parar e ir fazer outras coisas pois, acreditem ou não, eu tenho uma vida. O jogo possui auto-save, então eu achei que estava seguro… mas quando eu retornei para jogar, vi que meu save havia sido completamente deletado.  E sim, infelizmente, isso é um bug.

Por algum motivo, algumas vezes o game simplesmente apaga seu progresso sem aviso prévio, e isso é grave. Eu não fui o único com problemas, uma rápida pesquisa na internet e você descobrirá que diversas outras pessoas sofreram o mesmo destino cruel de ter que jogar o jogo inteiro novamente apenas porque o jogo decidiu apagar nosso progresso. Acredito que isso será consertado em updates futuros, mas é um problema gravíssimo que eu realmente me pergunto como aconteceu e como deixaram passar.

Considerações finais

Kao the Kangaroo é um bom jogo. Apesar da falta de polimento, inovação e problemas gráficos/de frame rate no Switch, ainda é uma experiência divertida que eu recomendaria para a grande maioria dos fãs de plataforma 3D. Mesmo com minhas críticas, eu realmente gostaria que a série não parasse por aqui, consigo ver potencial para um excelente jogo em uma possível sequencia, mas, por hora, Kao the Kangaroo é apenas uma boa experiência para fãs do gênero.

Prós:

  • Movimentação excelente;
  • Ótimos visuais;
  • Bons quebra-cabeças;
  • Exploração satisfatória;
  • Localização em PT-BR.

Contras:

  • Falta de polimento geral;
  • Otimização problemática no Nintendo Switch;
  • Qualidade mediana nas cutscenes.

Nota Final:

7

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