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Review | Shepherd’s Crossing

Guilherme Varoto 29/09/2023

Desenvolvedora: SUCCESS Corporation
Publicadora: SUCCESS Corporation
Data de lançamento: 07 de Setembro, 2023
Preço: US$ 29,99
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela SUCCESS Corporation.

Revisão: Davi Sousa

Se existe um gênero fantasma no mundo dos jogos, para muitos jogadores são os simuladores de vida e fazenda. Eles não estão em alta apenas atualmente: sempre foram grandes, com várias fórmulas diferentes nesse único estilo de jogo.

Jogos nessa pegada são grandes sucessos, e como estamos em um site da Nintendo, vamos apenas nos lembrar do sucesso gigante que Animal Crossing faz com o público. Este, no caso, se concentra na simulação da vida do personagem, mas existe o foco no outro eixo dessa balança, que eu vulgarmente chamarei de “Fórmula Harvest Moon”, e que também está em alta hoje em dia, e várias desenvolvedoras querem um pedaço desse bolo de sucesso, tanto com novas iniciativas quanto relançamentos.

Pouco tempo atrás foi trazida ao site a análise de Rune Factory 3 Special, um relançamento de um jogo de Nintendo DS, mas do outro lado da moeda dos portáteis da época, o PSP, recebeu no mesmo ano, 2009, um port de um jogo de PlayStation 2, originalmente lançado em 2003, Shepherd’s Crossing. Se essa pequena viagem no tempo trouxe algum sentimento bom de nostalgia, de um tempo mais simples onde esse jogo é uma memória boa, saiba que eu fiz isso de propósito, mas meus ideais não são tão puros, pois pra mim, Shepherd’s Crossing é datado para sua época, e muito mais em 2023, com a mescla de simuladores de vida e fazenda com elementos de RPG, o jogo não oferece nada além de memórias.

Marcante por ser diferente, marcante por ser frustrante

Shepherd’s Crossing começa com uma breve introdução do cenário, com poucos NPCs, que sugerem que devemos morar ali. Simples, rápido, sem graça e com vários erros de formatação (e até alguns de gramática). O protagonista é, assim, colocado na fazenda, o seu limbo pessoal, pois além das caçadas, sobre as quais iremos falar posteriormente, este é o único ambiente de controle do jogador.

Em seguida, alguns elementos são apresentados, começando pelo fato de que o tempo está no controle completo do jogador, e o dia passa com o pressionar de dois botões. O tempo faz o progresso da sua fazenda automaticamente: plantas não precisam ser regadas, sementes não precisam ser aradas e plantadas e animais não precisam ser alimentados.

Os recursos, por sua vez, só precisam ser jogados no chão, das sementes até a comida de seus animais, e tudo irá se resolver; alguns objetos podem/precisam ser cortados em períodos certos para sermos recompensados com os itens corretos, e itens corretos você fará questão de ter, pois no quinto dia o jogador pode finalmente ir até a feira, basicamente um menu de loja, onde todo o loop do jogo finalmente começa.

Não existe uma moeda universal em Shepherd’s Crossing: tudo se baseia no escambo, onde o jogador troca recursos produzidos em sua própria fazenda pelos disponíveis no mercado. As novas aquisições são utilizadas para produzir outros recursos para trocar na loja por novos. Essa é a progressão do jogo, e se não fosse pela sua natureza obtusa, ele poderia ser uma aventura bem linear, já que o passar dos dias e dos meses altera apenas o que pode aparecer na sua fazenda para ser usado no mercado, claro, então tudo acaba se baseando em conseguir o que o jogo quer naquele ato (de três), cuja campanha pode levar de poucas duas horas ou menos até vinte para ser completada.

Só mais um pouco e… acabou?

Quando o jogador não está lutando contra os controles da fazenda, tentando colocar a cerca no lugar certo, ou desistindo e nunca mais tocando nela, como foi meu caso, ele pode progredir até desbloquear caçadas, pequenas e simples batalhas em turnos nas quais combatemos os pequenos animais, que são apresentados como pragas na região; quem sabe, no espírito do jogador, não role uma vendeta pelas periódicas vezes que alguns desses animais aparecem para estragar a fazenda.

Essas caçadas nos recompensam com alguns poucos recursos para trocar na feira e a possibilidade de fazê-las novamente, mas farmar não é uma opção, já que as ações que você pode usar na caçada são limitadas, e precisam ser lecionadas aos parceiros que você leva consigo.

Portanto, há um número de finito de ataques, contra-ataques e ações utilitárias que podemos usar, e a única forma de adquirir mais dessas ações é passando o dia e sendo recompensado aleatoriamente. Depois que tudo isso se resolve, o jogador volta à sua fazenda e o jogo continua seu loop — e assim, em dois parágrafos, eu resumi toda a campanha de Shepherd’s Crossing. 

Essa talvez seja a review mais difícil que eu já fiz devido à dificuldade de evitar o excesso de negatividade em um jogo que eu colocaria no fundo da minha lista, ou até mesmo de procurar muito do que falar dele, pois ele é tão simples que eu não consigo deixar de racionalizar que talvez eu esperasse muito dele.

Teria eu esperado o canto do cisne de um console que apresentou muito em sua vida? Teria eu comparado ele com a primeira onda de jogos de simulação no meio dos anos dois mil? Ou será que parte de mim racionaliza que ele ser lançado hoje em dia o coloca na terra de ninguém que é a segunda onda, e que ele precisa se provar um clássico verdadeiro para que eu veja seu valor?

Independentemente das respostas para todas essas perguntas que fez esse enunciador travar várias e várias vezes escrevendo um texto tão simples, mas tão desafiador, tudo que eu consegui sentir enquanto jogava Shepherd’s Crossing era decepção.

Conclusão

O redator que vos fala será completamente direto agora, pois quero que minhas dores de cabeça com esse jogo passem. Se você procura uma história interessante, esse jogo não é pra você, e se você quer simulação com gameplay fluida e responsiva, esse jogo também não é pra você.

No departamento de títulos de simulação que mesclam elementos de RPG, há muitas outras opções, e ouso dizer que haverá mais algumas nos próximos anos. Porém, se você está disposto a lidar com controles ruins pela customização de uma fazenda, não afetada pelo tempo, e sem o estresse de ter que gerenciar relações com NPCs ou uma linha narrativa, então talvez esse seja seu jogo.

Nunca é legal se decepcionar com um game, e ir de expectativas negativas quebra o propósito do hobby ser sobre lazer e diversão, mas não devo medir minhas palavras quando todo meu trabalho aqui é descrever minhas emoções com o jogo: Shepherd’s Crossing foi pura decepção.

Prós: 

  • O estilo de arte é simples, mas charmoso;
  • O loop do jogo por si só pode engajar.

Contras:

  • Pouco conteúdo;
  • Port direto e não surpreende;
  • Pouca influência narrativa;
  • Controles péssimos;
  • As caçadas são combates pouco engajantes;
  • Datado, mesmo para sua época de lançamento original.

Nota final:

2

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