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Review | Dicefolk

João Pedro Vale 28/06/2024

Desenvolvedora: LEAP Game, Studio e Tiny Ghoul
Publicadora: Good Shepherd Entertainment
Gênero: Rogue-lite, Tático
Data de lançamento: 20 de junho, 2024
Preço: R$ 46,99
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Good Shepherd Entertainment.

Revisão: Marcos Vinícius

Dicefolk é um jogo que combina Monster Collector e roguelite, desenvolvido pela Tiny Ghoul e LEAP Game Studio. Nele, você controla um time de três “Quimeras” enquanto enfrenta equipes de até três oponentes em batalhas que lembram aquelas Rotation Battles dos jogos Pokémon Black e White, lembram? A mecânica do jogo, contudo, envolve o uso de dados tanto para comandar suas criaturas quanto as dos oponentes.

No combate, você dispõe de dados específicos para diferentes ações. O dado de combate contém ações como ataque direto, ataque imprudente (que incapacita sua Quimera após o ataque) ou uma explosão de energia que atinge múltiplos oponentes. Já os dados de movimentação determinam a rotação das quimeras, podendo ser uma rotação específica (esquerda ou direita), livre ou aleatória. Entretanto, a parte mais curiosa do combate é que você também controla a ordem de execução das ações dos dados dos oponentes, o que adiciona à camada estratégica ao jogo.

A progressão em Dicefolk, no entanto, se dá através de um mapa com batalhas aleatórias que o jogador percorre até encontrar o chefe da região. O jogo possui três regiões e, para completá-lo, é necessário terminar essas regiões com cada um dos quatro talismãs correspondentes às trilhas iniciais, além de uma quinta trilha secreta. Cada talismã oferece acesso a diferentes quimeras, o que incentiva a rejogabilidade.

Itens amaldiçoados e forja de dados

Um dos destaques de Dicefolk é o conceito de itens amaldiçoados. Esses itens oferecem benefícios às Quimeras, porém, uma vez equipados, não podem ser removidos. Isto exige uma consideração estratégica ao utilizá-los, pois as Quimeras só podem equipar um número limitado de equipamentos, requerendo do jogador uma certa habilidade de gerenciamento de recursos.

Outro ponto interessante em Dicefolk é a mecânica de compra de faces dos dados, permitindo ao jogador tentar influenciar os resultados das ações de maneira benéfica, já que ele pode, por exemplo, substituir uma face que continha o resultado de movimentação aleatória, para uma que contenha o resultado de movimentação controlada pelo jogador.

Além disso, ver algumas quimeras inspiradas na mitologia peruana dá um ar de novidade ao lore do jogo, um toque cultural dado pela desenvolvedora LEAP Game Studios, que é peruana.

Desequilíbrio estético e falta de progressão

Contudo, nem tudo em Dicefolk é positivo. O design das criaturas, por exemplo, não é muito cativante. É esperado, em jogos cartunescos de captura de monstrinhos, que as criaturas tenham um design que consiga equilibrar o aspecto surreal e fantasioso com uma coesão no visual das criaturas entre si e com o mundo em que elas habitam. Pokémon faz isso muito bem, diga-se de passagem. No entanto, os designs das Quimeras são excessivamente caricatos e distintos entre si, o que prejudica a harmonia estética do jogo como um todo e, consequentemente, a imersão do jogador.

Além disso, a combinação de elementos de Pokémon com o estilo roguelite pode não ter sido a melhor escolha. Uma grande parte do apelo de games de monstrinhos é a capacidade de criar laços com os monstros e acompanhar a sua evolução ao longo do tempo.

No entanto, no game em questão, as runs rápidas acabam impedindo essa conexão mais profunda. Talvez uma solução para mitigar essa sensação fosse incluir um modo onde os jogadores pudessem “guardar” algumas das criaturas que se juntam ao seu time, permitindo seu uso em futuras runs e proporcionando uma sensação de progressão apego com as quimeras.

Além disso, embora seja compreensível que produções independentes enfrentem muitos desafios e barreiras no desenvolvimento, “Dicefolk” muitas vezes parece mais uma demonstração de conceito do que um jogo completo. A concisão da campanha principal e profundidade de alguns aspectos pode ser sentida ao longo do jogo, o que pode deixar os jogadores com a impressão de que a experiência está inacabada. O potencial está lá, mas as limitações de recursos acabam transparecendo, resultando em um jogo que não atinge todo o seu potencial.

Um potencial não alcançado

Dicefolk oferece uma experiência única com suas mecânicas de dados e um toque cultural distinto, mas falha em deixar um impacto duradouro. O design inconsistente das criaturas e a falta da possibilidade de desenvolver uma profundidade emocional devido à combinação questionável de Monster Collector com roguelite prejudicam a experiência. No final, o título é interessante, mas não ficará na memória.

Prós:

  • Itens Amaldiçoados Interessantes;
  • Inovação no Formato de Combate;
  • Disponível em PT-BR.

Contras:

  • Combinação de gêneros duvidosa;
  • Desequilíbrio estético.

Nota:

6

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Quando não estou jogando J-RPG, estou mestrando RPG de mesa, falando de k-pop no twitter ou logando filme de terror gore no letterboxd
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