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Donkey Kong Bananza foi pensado para o Switch, mas encontrou seu lugar no Switch 2

Arthur 11/07/2025

Donkey Kong Bananza é mais um exemplo de como alguns jogos da Nintendo mudaram de rota ao longo do desenvolvimento, você deve se lembrar de Hyrule Warriors: Age of Imprisonment e Mario Kart World, certo? A princípio, ele seria lançado para o Switch original, mas com a chegada do Switch 2, a equipe percebeu que faria mais sentido aproveitar o novo console.

O produtor Kenta Motokura contou em entrevista à IGN desde o início a ideia era usar tecnologia voxel e experimentar diversas formas de aplicação. No entanto, com o avanço do desenvolvimento do Switch 2, ficou claro que os recursos mais ambiciosos do jogo poderiam ser melhor explorados por lá.

O diretor Kazuya Takahashi complementou dizendo que o novo hardware permitiu dar vida a mecânicas que antes estavam limitadas. Um bom exemplo disso é o sistema de destruição do cenário, que ganhou mais profundidade e escala. Segundo ele, o objetivo era criar momentos em que o jogador se deparasse com um ambiente e se perguntasse: “será que posso destruir isso?”. Essa curiosidade, segundo Takahashi, é parte essencial da experiência.

Além do poder gráfico, o Switch 2 também trouxe possibilidades inesperadas, como suporte a controle via mouse. Esse recurso entra em cena no modo cooperativo, em que um segundo jogador pode controlar ataques especiais da Pauline ou explorar o modo criativo DK Artist, esculpindo estruturas gigantes com blocos voxel.

Donkey Kong Bananza se junta, assim, a outros títulos da Nintendo que começaram no Switch original, mas evoluíram para algo maior no novo console como Mario Kart World e Hyrule Warriors: Age of Imprisonment.

É interessante observar como a transição para uma nova geração de hardware está abrindo espaço para ideias mais ousadas, mantendo a essência de jogos já queridos pelo público, mas com um toque a mais de inovação.

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Redator em NintendoBoy
Apaixonado por games, com um amor especial pelos títulos orientais, especialmente Final Fantasy. Admiro o poder dos jogos de contar histórias, criar mundos únicos e despertar emoções reais.
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