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Review | GRADIUS ORIGINS

Ivanir Ignacchitti 06/08/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Konami, M2
Konami
07 de agosto, 2025
R$ 199,50
Digital
Shoot ‘em up | Coletânea
Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC

Desenvolvedora: Konami, M2
Publicadora: Konami
Gênero: Shoot ‘em up | Coletânea
Data de lançamento: 07 de agosto, 2025
Preço: R$ 199,50
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Konami

Revisão: Manuela Feitosa

GRADIUS é uma série lendária da Konami que foi um grande marco na história dos shoot ‘em ups. Em meio aos esforços da desenvolvedora de relançar seus jogos clássicos, temos agora GRADIUS ORIGINS, uma coletânea desenvolvida pela M2 que inclui seis obras já consagradas e o inédito Salamander III.

Clássicos dos jogos de navinha

Originalmente lançado em 1985 nos arcades, Gradius foi um grande marco na história do gênero, trazendo diversificação às fases e um sistema de power-ups controlado pelo próprio jogador. A obra foi um enorme sucesso, sendo um dos jogos mais bem-sucedidos do seu período e influenciando inúmeros projetos futuros.

O pacote de GRADIUS ORIGINS cobre seis jogos clássicos da franquia, sendo eles:

  • Gradius (1985);
  • Salamander (1986);
  • Life Force (1986);
  • Gradius II (1988);
  • Gradius III (1989);
  • Salamander 2 (1996).

Apesar das variações de nome, todos os jogos fazem parte da mesma linha de história, envolvendo as diversas lutas das naves Vic Viper do planeta Gradius e Lord British do planeta Latis contra as forças Bacterian. Há uma grande diferença no aspecto de gameplay, porém, já que Salamander alterna entre momentos de movimentação horizontal e vertical enquanto Gradius é exclusivamente horizontal.

Em contrapartida, Salamander conta com um sistema mais tradicional de power-ups de valores fixos. Isso significa que, enquanto em Gradius é possível guardar um power-up para ativar uma melhoria melhor posteriormente, melhorias como “laser”, “missile”, “option” e “shield” já são definidas a priori e cabe ao jogador apenas decidir se quer pegar aquele item ou não em meio a uma chuva de balas dos inimigos.

Para os três Gradius e Salamander, é possível escolher entre múltiplas versões disponibilizadas originalmente em condições variadas, seja pelo lançamento (JP, EUA, Europa) ou por revisões feitas com o tempo. Na hora de selecionar, há uma explicação das diferenças entre elas, inclusive deixando claro que, por exemplo, a edição norte americana do primeiro Gradius aumenta de dificuldade mais rapidamente que a japonesa, mas compensa isso com o sistema de continuação e mais inimigos com power-ups após morrer. A apresentação desses detalhes é muito útil e um grande acerto da coletânea.

Adições para novatos e veteranos

Além de jogar o “Modo original”, que é o balanceamento da época, há um “Modo fácil” e até um “Modo invencível” para quem quiser apenas passar pelos jogos do início ao fim, o que pode ser útil para ver o layout completo do jogo antes de desafiá-lo. Temos também o “Modo treino”, que permite escolher pontos específicos das fases para explorar, sendo uma ferramenta muito mais útil para que o jogador consiga aperfeiçoar suas habilidades.

É possível adicionar quantos créditos quiser e há adições de qualidade de vida para deixar a experiência mais confortável para novatos, como a opção de gravar até 100 save states para poder parar e voltar quando quiser. Há ainda a possibilidade de retroceder, o que pode ser útil para evitar mortes estúpidas. É possível aumentar o número de vidas iniciais, reduzir ou aumentar a dificuldade base e ajustar outros parâmetros que variam de jogo para jogo.

É possível optar por vários tamanhos de tela, usar papéis de parede temáticos, fazer as hitboxes aparecerem e ajustar vários outros elementos de display. O jogador também pode alterar os botões das armas e fazer com que os menus de inicialização sejam removidos para começar mais rapidamente a jogar se preferir.

Pessoalmente, um dos pontos que mais me agradou no jogo foi ter o nome das músicas aparecendo por padrão no jogo, o que também pode ser alterado no menu. A série conta com músicas de altíssima qualidade que grudam na cabeça, além de serem perfeitas para dar o clima dinâmico das jornadas estelares e deixar os confrontos mais tensos.

Além disso, como parte do pacote, temos uma galeria com vários conteúdos, como keyarts, materiais de design das naves e inimigos, documentos da produção e trilha sonora. Esse tipo de adição é uma forma ótima de conhecer um pouco mais do processo, mas os documentos estão todos em japonês e não há sequer um texto descritivo para explicar melhor. Todos os jogos clássicos possuem também manual atualizado in-game e um guia que permite ver as animações dos inimigos e quantos pontos cada um deles vale.

Vale destacar que os menus e a descrição da história de cada jogo estão em português. Em geral, a tradução é medíocre, sendo razoável na maior parte do tempo, mas contando com erros bem grosseiros, como “Jogar” para reproduzir um vídeo de replay. Há tanto defeitos bobos de concordância quanto aqueles que parecem indicar que não houve uma checagem real da qualidade dentro do jogo, apenas um trabalho de tradução em uma planilha.

E se Salamander 3 existisse?

Assim como a M2 fez em outras coletâneas, como a Castlevania Dominus Collection, o pacote de Gradius conta com um jogo inédito. Salamander 3 é uma proposta da desenvolvedora pensando em como poderia ser tal jogo feito ainda na década de 90, tendo em mente o estilo da época de produção, muito embora ainda seja uma obra feita em 2025.

Como um sucessor espiritual da franquia, o jogo traz um design que aproveita elementos icônicos que vemos em toda a coletânea. Aproveitando muito bem o estilo dos inimigos (com cabeças Moai, braços articulados nojentos, cabeças de dragões, etc) e das regras de design dos clássicos, o jogo realmente consegue carregar o espírito dos seus antecessores enquanto busca ser algo “over-the-top”.

É curioso, porém, que o jogo não conta com os elementos de qualidade de vida dos jogos antigos. Não temos nenhum dos modos adicionais, nem mesmo o Treino, e não dá para usar save states ou retroceder. Isso acaba dando a impressão de que a implementação desses mecanismos nos antigos foi feita apenas porque os jogos “são velhos demais” e que o jogo mais novo não precisaria das mesmas opções, uma distinção profundamente estúpida.

De forma geral, Salamander 3 segue os mesmos preceitos dos jogos anteriores, mas tem um ponto que o deixa mais amigável: todos os upgrades são arremessados para a frente ao morrer, fazendo com que o jogador tenha a chance de se rearmar rapidamente. Isso faz com que seja significativamente mais fácil terminar o jogo do que alguns outros do pacote, mas a ausência dos outros elementos continua sendo um ponto notável, especialmente o Treino.

Não temos sequer a revelação dos nomes das músicas nem uma galeria para esse jogo adicional. Saber mais sobre o processo de produção de Salamander 3 pode não ter o valor histórico dos anteriores, mas a sua ausência é um tipo de desleixo e desrespeito com a sua própria produção.

Um legado vivo

GRADIUS ORIGINS é um pacote essencial da história dos shoot’em ups com jogos de altíssima qualidade e ferramentas ricas de qualidade de vida. Apesar de alguns pequenos deslizes que deveriam ter sido evitados, esse é o tipo de coletânea que é fundamental para manter vivo legados tão valiosos da história dos videogames.

Prós:

  • Um pacote com shmups de altíssima qualidade em várias versões;
  • Modo fácil, modo treino, ferramenta de retroceder e save states tornam todos os jogos (menos Salamander III) mais convidativos para novatos;
  • Salamander III é um excelente sucessor espiritual para os jogos clássicos da coletânea, abusando de elementos icônicos em seu design;
  • Galeria rica em conteúdo e achievements internos.

Contras:

  • Salamander III não conta com os mesmos recursos dos jogos clássicos;
  • Os itens da galeria, como documentos de design, não contam com tradução ou explicação detalhada;
  • Tradução dos menus para o português conta com alguns pequenos erros e inconsistências.

Nota

9

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Ivanir Ignacchitti
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Fã de jogos japoneses, é difícil encontrá-lo em algum lugar sem um portátil na mão.
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