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NintendoBoy na BGS 2025: Conheça a casa nova da maior feira de jogos da América Latina

Angelus Victor 13/10/2025

E aí, galera? Mais uma vez nós do NintendoBoy estivemos na mais recente edição da Brasil Game Show. Como uma pessoa que já havia frequentando o evento desde 2016, nesse ano a BGS se mudou do Expo Center Norte para o Distrito Anhembi, lugar que também houve a Gamescom Latam.

A edição deste ano contava com presença de desenvolvedoras e publishers de jogos internacionalmente conhecidas, como Nintendo e SEGA com estandes gigantescos. Então vamos lá, o que tinha nessa feira? Eu sei que vocês estão curiosos para ler, e chega e enrolação!

Mais espaço, porém sem mudanças

Como sempre, a BGS não mudou a sua estrutura principal. Ainda é o mesmo formato, em que cada empresa possui um estande próprio com diversos jogos inéditos e recém-lançados, com brindes e atrações diferentes. Porém, nessa edição, a BGS está de casa nova, saindo do Expo Center Norte, e indo para o Distrito Anhembi. Pelas minhas pesquisas, o Anhembi é menor que o Expo Center Norte, com somente 75.000 m², ao invés dos 98.000 m² que havíamos no Expo Center Norte. Mas mesmo assim, o evento permanece gigantesco.

Um dos locais que mais se beneficiou com o Anhmebi foi a avenida indie, que antes, era só um corredor bem estreito que mal dava para andar direito, e mesmo quando tentaram expandir, a estrutura do Expo Center Norte parecia não permitir esse luxo. Porém, agora há vários corredores, e eles têm um ótimo espaçamento entre eles, e mesmo nos dias mais cheios, você ainda consegue andar sem correr o risco de pisar no pé de alguém.

Nintendo: Tamanho não é documento

Mais uma vez tivemos a participação da Nintendo, com um estande gigantesco. O estande em si teve uma grande repaginada em suas ofertas, com estações de Mario Kart World, e Donkey Kong Bananza. Também tivemos o Super Mario Party Jamboree Nintendo Switch 2 Edition + Jamboree TV, e um palco para jogar o Just Dance 2026. E, além disso, na parte do My Nintendo, fãs podiam pegar códigos para o Miraidon Shiny e o Koraidon Shiny… se conseguissem, mas irei comentar mais logo.

No geral, o estande da Nintendo tinha bastante coisa para fazer, mas eu não diria que estava cheio de lançamentos. Talvez o único que pude perceber foi o Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2, e mesmo assim, ele já havia sido lançado antes do começo da feira. Pessoalmente, eu (Angelus) adoro Just Dance, então decidi esperar na fila para mostrar a todos que não possuo nenhuma vergonha, e dancei para uma das músicas do Just Dance 2026. Até que foi divertido! Mas não acho que gostei do fato que me levou quase 1 hora de espera na fila para dançar uma única música.

Agora, vamos falar sobre o stand do My Nintendo. Já preciso admitir que, quando eu vi esse estande e o banner falando que era lá que você pegava os códigos dos Lendários Shines, eu recebi uma missão do grande chefe do NintendoBoy para conseguir esses códigos. E olha, eu fui com expectativas muito baixas de conseguir, infelizmente. Em eventos passados como a Gamescom Latam, e a BGS do ano passado, eu nunca consegui absolutamente nada do My Nintendo, e esse ano não foi diferente.

Primeiro, me informaram que os brindes começariam a ser distribuídos às 14h30. OK, eu coloquei um alarme para não esquecer. Ai eu chego, não consigo descobrir qual é o começo da fila, e me informam que só poderei pegar os códigos de Pokémon às 15h30. Ai eu fui fazer outras coisas, e voltei para o stand às 15h10. E foi aí que me informaram que devido à aglomeração, os brindes foram cancelados, e que não haveria nada. Devido a disso, não consegui um código pro meu chefe, coisa que frustrou tanto ele quanto eu.

Honestamente, eu acredito que a Nintendo precisa repensar um pouco o seu estande, e oferecer experiências melhores. Não estou querendo dizer que o estande deles esse ano foi ruim, mas os brindes do My Nintendo continuam sendo algo que precisam desesperadamente de uma nova logística. Além disso, os estandes poderiam muito ter mais atrações do que só jogos, especialmente considerando que outros stands já fazem isso, e muito bem.

Hands-on: Persona 3 Reload no Nintendo Switch 2!

Graças a Theogames, eu tive a chance de testar antes de todo mundo na feira a versão de Nintendo Switch 2. Eu joguei por uns 20 minutos no estande da Samsung, que tinha várias estações para jogar. Preciso comentar que eu já havia jogado o jogo anteriormente no PC, quando ele ainda fazia parte do Game Pass. Então, eu meio que fui esperando para ver como que o desempenho do jogo no Switch 2 seria. Eu inclusive até havia jogado a versão demo no Switch 2, o que ajudou bastante, considerando o tempo limitado que tinhamos.

Pessoalmente, eu não consigo entender o porquê do jogo ser limitado a 30 quadros por segundo. Eu daria um pass se por acaso o motivo disso fosse a Unreal Engine 5, visto que tem uma chuva de jogos que não conseguem otimizar bem. Mas não, isso aqui é Unreal Engine 4. E mesmo com essa limitação dos quadros, ainda dá pra notar uns garranchos bem significativos no jogo. Inclusive, um fato curioso aconteceu. Como todos os estandes da Samsung tinham como objetivo mostrar a nova linha de TVs QLED da marca, parece que eles colocaram uma espécie de motion smoothing na imagem, onde a TV meio que usava uma IA para parecer que o jogo estava mais fluido do que ele realmente é.

Talvez isso ficará melhor quando o jogo lançar, mas te digo, Persona 3 Reload vai ter muito para concorrer, especialmente considerando que no Steam Deck, o jogo roda lisinho a 60 quadros sem nenhum problema ou gargalo. Eu arrisco até dizer que até o Zeenix da Tectoy pode talvez rodar ele melhor do que o Switch 2, e eu espero que a SEGA/ATLUS consiga otimizar esse port melhor, tipo. Pelo amor de deus.

Pokémon: Grandes promessas, pouco na prática

Quando eu havia visto o tweet da BGS sobre o estande de Pokémon, eu confesso que fiquei bem animado. Não só como ele era bem grande, com 300 m², como também ele era fechado, ou seja, você não conseguia ver as atrações por dentro—era necessário pegar a fila para ver o que eles tinham lá. E o que você ganha esperando horas na fila? Uma experiência que, sinceramente, me desapontou muito.

Vamos lá, primeiro você coloca seu nome de treinador e ganha um cartãozinho de adesivos. Depois, você vai para o observatório, onde você fará uma atividade interativa. Não sei por quê, mas a moça não pôde explicar muito bem o que eu tinha que fazer. E, além disso, eu esperava até um pouco mais, tipo efeitos sonoros, ou até mesmo uma projeção melhor das “constelações”.

E depois que você terminar, você literalmente vai para uma maquininha que despeja um adesivo, e você pode tirar foto com as cartas gigantes da nova coleção do Estampas Ilustradas. Legal, mas bem sem graça. E finalmente, é hora de se mostrar para câmera, e fazer a pose de Megaevolução, com um vídeo mandado para o seu email no final da experiência. Pronto. Acabou sua experiência.

Agora, a parte que mais me desapontou foi que, no tweet, dizia que a gente poderia explorar tudo do novo game Pokémon Legends: Z-A, que será lançado muito em breve na próxima semana. Eu leio isso e penso: Ah, que legal, deve ter alguma versão de demonstração pro povo dar uma olhadinha? Ahh, quem me dera. O máximo que tinha era um pilar com uma TV pequenina passando o teaser trailer com legendas em português. Eu juro pra vocês que era só isso. No geral, o estande de Pokémon pode ser resumido da seguinte forma: prometeu muito, mas entregou pouco em suas promessas.

A New World: intimate music from FINAL FANTASY

Durante meu tempo na BGS, eu decidi assistir à orquestra do Final Fantasy, que fez dois shows: um na quinta e um na sexta. Eu sou um grande fã da franquia, então eu fiquei curioso em ver o que eles iriam tocar. Infelizmente, houve um pequeno atraso no começo do show, mas felizmente eu consegui um lugar para assistir. E te falo, assim como a Sonic Symphony da BGS do ano passado, eu absolutamente AMEI cada minuto dessa orquestra. Tivemos inclusive algumas músicas exclusivas, como The Greatwood do Final Fantasy XVI. Também teve várias do Final Fantasy VII Remake e Final Fantasy VII Rebirth, e teve até discurso do Naoki Hamaguchi, o diretor da série.

Talvez a única coisa que eu não gostei foi como a orquestra acabou ficando em um local que não era bem isolado acusticamente. Dependendo de onde você estava sentado, era bem fácil você ouvir os sons dos OUTROS estandes, e isso prejudicou bastante a experiência. Além disso, os alto-falantes absolutamente não eram capazes de reproduzir bem sons com tons mais agudos, coisa que é problemática para certas músicas da série. Mas no geral, eu me diverti bastante, e espero ver mais orquestras desse tipo no Brasil. Talvez um dia o The Primals venha, confia!

Para onde foi o G da BGS 2025?

Por João Pedro Lira

Dias 9 a 12 de outubro, ocorreu a famosa Brasil Game Show. Como é um evento com mais de uma década de existência, minhas expectativas para está edição estavam lá em cima. Alguns stands estavam incríveis, como por exemplo o da Konami.

O grande foco foi eFootball, que contava com diversas formas de conseguir brindes e ainda tinha a fantasia de Mago Negro usada pelo Neymar Jr. na campanha de collab entre o eFootball e Yu-Gi-Oh!. Além disso, tiveram um carinho com os veículos de imprensa presenteando-os com um Press Kit que contava com uma sacochila oficial da marca e uma cópia física do novo Metal Gear Solid Delta.

Entre outros destaques, a Devolver Digital pegou bem o espírito de “feira” montando o stand como se fosse uma barraca de feira de rua mesmo. A SEGA, que levou o recém-lançado Sonic Racing: CrossWorlds, estava com um stand gigante e com uma estátua do ouriço mais amado do mundo, com direito a uma cópia do troféu do Sonic que o Ayrton Senna ganhou no GP da Europa em 1993.

Só que nem tudo é perfeito, né? O evento este ano para mim foi decepcionante de diversas maneiras, como por exemplo: Pokémon Legends: Z-A que já estava prestes a lançar, eu estava crente que haveria uma demo jogável no como aconteceu em várias outras feiras pelo mundo. Eu já cheguei indo direto ao stand da Nintendo, e lá, tomei um balde de àgua fria ao me deparar apenas com um banner de divulgação do jogo — não havia mais nada relacionada ao Z-A como interação, apenas no stand de Pokémon GO com alguns monitores que exibiam o trailer do jogo, e assim se encerrou a experiência Legends: Z-A na BGS 2025.

Depois dessa primeira quebra de expectativas, fui procurar jogos para jogar. Tentei aproveitar o que tinha lá e ver também se havia algum lançamento de jogos. No entanto, até nisso o evento deixou a desejar. De lançamento mesmo só havia o Battlefield 6. Espaços que poderiam ser destinados a novos lançamentos, havia stand de diversos jogos repetidos. Os jogos indies foram encobertos sendo jogados para o fundo do evento e tendo que disputar a atenção com o Brawl Stars e sua arena. A quantidade de stands vendendo produtos Geeks era muito exagerado e em comparação para comprar jogos que só havia um.

Na parte das palestras, tiveram diversos nomes impactantes da indústria de jogos, como Naoki Hamaguchi que é um dos responsáveis pela trilogia de remakes do Final Fantasy VII. Só que infelizmente não deu para aproveitar bem a entrevista, pois não havia fones nas cadeiras e/ou alguma forma de centralizar o som, então o tempo todo as palestras perdiam espaço para o barulho das pessoas transitando na feira, e/ou para o stand da Team Liquid que era ao lado e toda hora fazia gincanas com os transeuntes do evento, dessa forma gerando muito barulho.

A orquestra do Final Fantasy, no entanto, foi linda! Eu estava ansioso para o Playstation Concert também, que no app da BGS estava agendado para às 19:00, porém, cheguei no palco eram 18:20 e além de já estar rolando o concerto, estava tão lotado que não dava para ver o palco e tampouco conseguir prestar atenção na música por conta do barulho da multidão. Para mim esse episódio foi total descaso da parte da organização do evento que não avisou em lugar nenhum a antecipação da apresentação, em nenhuma rede social e/ou no próprio app deles.

O saldo? O evento parecia mais uma “Anime Friends” 2.0 do que um feira de jogos. Quase conseguiram honrar o nome BGS, público prioritariamente brasileiro e tiveram alguns shows, só que em relação a jogos deixou muito a desejar, tirando a Konami que honrou o “game” me dando um jogo como o Metal Gear Solid, de resto foi um evento medíocre.

A “experiência BGS” de um veterano da feira de jogos

Por Gabrial Marçal

Já tem alguns anos que o NintendoBoy tem o prazer e a honra de fazer parte da maior feira de games da América Latina. com muitos momentos emocionantes, e diversas atrações divertidas, vamos compartilhar os principais destaques da feira esse ano. 

Megaevolução: a experiência

Como o maior fã de Pokémon do site, não poderia ser diferente: corri diretamente para o stand de Pokémon que esse ano está focado em Megaevoluções, para fazer a rima com o lançamento Legends Z-A. Vale lembrar que, essa é a primeira vez que a franquia ostenta um stand só seu, já que em situações anteriores, tudo relacionado a Pokémon ficava dentro da stand da Nintendo mesmo. 

Nessa experiência o jogador teve a chance de escolher com qual Mega Pokémon gostaria de fazer par. Eu escolhi o Mega Ampharos, um dos melhores designs de Megaevolução da história. Após escolher e se cadastrar, o jogador tinha a oportunidade de participar de algumas brincadeiras, como encontrar o Pokémon no céu estrelado, tirar foto com as pelúcias oficiais, e mais importante, gravar sua própria animação de Megaevolução.

 Além disso, o jogador podia levar para casa alguns brindes, como um chapéu do Pikachu, a pulseira de Megaevolução usada na gravação do video, e o mais legal que era o cartão de treinador com seu nome, que ia ganhando selos conforme o jogador cumprisse com as brincadeiras. Para um primeiro ano, o stand do Pokémon conseguiu trazer uma experiência sólida e divertida, a experiência de entrar no stand era muito divertida e tudo era muito bonito.

Nintendo (Boy)

Com a comemoração do aniversário de 40 anos de Super Mario Bros., o stand da Nintendo estava especialmente bonito esse ano, com homenagem a todos os jogos da franquia em banners nas paredes do stand. Mario, Luigi e Donkey Kong fizeram aparições especiais também, levando as legiões de fãs à loucura.  

Em questão de jogos, tínhamos os destaques do momento, Donkey Kong Bananza e Mario Kart World que são os títulos de peso que abriram as porteiras do Nintendo Switch 2. Além disso, conseguimos testar a nova versão do Super Mario Galaxy 2, que finalmente recebeu o tratamento do seu irmão mais velho. Outros títulos já estabelecidos como Tears of the Kingdom e Pokémon Scarlet Violet estavam lá, além de Street Figther 6 do Nintendo Switch 2, e jogar os indies como Silksong e Hades II. 

Em questão de brindes tivemos dois lindos posters do Mario Kart World, cartelas de adesivos do Zelda, Mario e Donkey Kong, e um lindo pôster do Super Mario Galaxy 1 + 2 também foi distribuído ao jogar os jogos. Além disso, os sortudos que conseguiram pegar as filas nos horários adequados foram capazes de levar para casa uma linda Ecobag e o código exclusivo para resgate do Miraidon Shiny e Koraidon Shiny dentro do Pokémon Scarlet/Violet. 

O stand da Nintendo novamente foi destaque, com brindes excepcionais, uma linda disposição e um atendimento de qualidade. SEm dúvidas o ponto mais alto do evento. 

Gotta go even faster

Esse ano a SEGA dedicou seu stand apenas para o Sonic e o lançamento do Sonic Racing: CrossWorlds, o novo jogo de corrida que conta com diversos convidados como Joker do Persona 5, Hatsune Miku, e até mesmo o Bob Esponja. Além de testar o jogo – que está bastante divertido e bonito -, os jogadores conseguiram levar um lindo pôster para casa. 

Além do stand do Sonic, os jogadores poderiam testar o Persona 3 Reload no Nintendo Swtich 2 dentro do Stand da Samsung. Os jogadores que jogassem o Persona 3 Reload poderiam levar para casa um lindo cartão de estudante do Makoto Yuki, protagonista do jogo. 

Porque nem tudo é Nintendo

Embora nosso foco seja Nintendo, a BGS é uma feira plural onde temos a oportunidade de integrar diversos tipos de culturas gamers diferentes. Então do mais radical ao mais casual dos gamers, a feira contempla todos igualmente. Vamos falar também sobre algumas experiências positivas e outras nem tanto que pudemos ter durante a duração da maior feira de games da América Latina!

Path of Exile 2 – Embora Path of Exile e seu sucessor sejam jogos distantes do que eu costumo me interessar, a organização desses stands estão especificamente de parabéns! Um stand enorme e muito bonito com muitas fileiras de computadores convidaram os jogadores a participar de um desafio de boss rush, onde em 20 minutos o jogador precisava derrotar 3, 8 ou 10 bosses para alcançar tiers de prêmios diferentes. Além disso, o stand contava com personagens caracterizados extremamente carismáticos, e uma ambientação apaixonante, mas o destaque mesmo para mim está em como eles integraram a experiência do jogo na da feia, e trouxeram a vida o espírito do que essas feiras deveriam ser. 

Genshin Impact – Genshin foi para mim esse ano uma grande decepção. Sendo um dos meus jogos favoritos, o stand da Hoyoverse ficou conhecido pelos seus brindes generosos, lindos pôsteres e icônica loja de produtos licenciados. Com filas extremamente volumosas, o stand sempre se manteve como uma das principais atrações, isso no entanto mudou: agora, após fazer os desafios do stand que estavam especificamente menos interativos e divertidos que nos anos anteriores, o jogador precisava sortear um brinde — no caso acabei com o cartão de resgate de 100 gemas dentro do jogo que além de conceitualmente irrelevante em relação ao esforço e espera, se tratava do mesmo distribuído gratuitamente na estação da Sé no mês anterior, código esse que possui restrição e eu  nem mesmo posso resgatar novamente em minha conta.  

Convidados especiais – Tivemos a oportunidade de ver os convidados especiais, Naoki Hamaguchi e Hideo Kojima. Tivemos até mesmo meet and greet na sala de imprensa e eu até faturei um lindo pôster do Final Fantasy.

Orquestras – Esse ano como destaques da parte musical tivemos a orquestra do Final Fantasy e da Playstation, trilhas sonoras icônicas que tocaram os corações de jogadores de gerações, eu particularmente, senti falta da do Sonic.  

Alimentos – Esse ano em específico, os patrocinadores alimentícios estavam com toda a bola: Tortuguita, Mccain e Crokíssimo especificamente distribuem lindos brindes com brincadeiras muito divertidas, o que novamente, traz muita vida e alma para esse tipo de evento. 

Saldo final

Essa foi sem dúvida a edição mais divertida da BGS em que eu já estive, com momentos cativante, brindes ótimos e stands muito divertidos. Anos atrás, quando eu imaginava como seria estar na minha primeira edição do evento era exatamente esse tipo de experiência que encanta e cativa em cada cantinho que eu sonhava, então fiquei muito feliz de poder fazer parte desse evento incrível ao lado da equipe NintendoBoy, e mal posso esperar a hora de fazer parte dessa festa ano que vem!

A desorganização consegue ficar pior?

A BGS nos últimos anos nunca foi um belo exemplo de organização. Todo ano, sempre temos problemas de logística, com atrações atrasando por um motivo ou como é comum, o evento revelar coisas bem em cima da hora, deixando tanto visitantes quanto nós da imprensa no escuro as vezes. Eu confesso que a esse ponto, não tinha muitas expectativas com isso, mas o Meet and Greet do Hideo Kojima talvez tenha sido a pior organização POSSÍVEL que vi para o meet and greet. Até a bagunça do Meet and Greet do Naoki Yoshida em 2023 parece pequena em torno a isso.

Primeiro de tudo, no aplicativo da BGS (sim, isso existe. Não me culpo de quem não sabia), demorou demais até que os fãs podiam verificar o horário que o Kojima faria o Meet and Greet dele. Muitos fãs ficaram simplesmente sem poder quando que ele estaria no evento. E agora vem o caso das pulseiras. Para garantir uma fila organizada, um torno de 200 pulseiras foram distribuidas. O problema é que ninguém conseguia saber direito quando que essas pulseiras foram distribuidas. Então mesmo que você chegasse cedo no evento, as pulseiras já haviam sido distribuidas.

Algo similar que notei foi com o Meet and Greet da Yoko Shimomura na sexta. Foi um vai e volta sobre uma simples pergunta: eu posso levar um item pra Shimomura assinar? Afinal, isso faz parte da experiência. E pelo visto foi meio que assim: um lado falava que não haveria autógrafo, e o outro lado falava que tinha autógrafo, sim, só que limitado a somente um item. Finalmente, durante a PlayStation Orchestra, diferente da orquestra do Final Fantasy, a organização do evento havia solicitado a todos que não conseguiram sentar em uma cadeira a basicamente saírem do local.

Esse tipo de falta de organização é algo que a BGS deverá resolver desde já na minha opinião, pois isso pode sériamente prejudicar a reputação. Se eles quiserem continuar se chamando a maior feira da América Latina, isso com certeza necessitará que eles façam jus a esse slogan. Eu já havia falado isso anteriormente, mas a gamescom latam agora apresenta uma grande ameaça pra BGS, e eu acredito que é totalmente possível eles serem deixados para trás se não fizerem algo, e rápido.

Considerações finais

No geral, eu diria que a BGS deste ano mostrou que é um evento que infelizmente furou a largada nessa “nova era” que colocaram tanto hype. Mudar a localização para o Anhembi, por mais que isso possa ter beneficiado o evento em certos casos, no final das contas penso que significou absolutamente nada, visto que a bagunça e a falta de organização simplesmente causaram um caos que deixou muita gente frustrada, especialmente aqueles que pegaram um ônibus de várias horas para conseguir ir para São Paulo.

Eu até que me diverti, mas confesso que certos estandes foram bem sem graça, oferecendo dificilmente uma experiência de qualidade, especialmente considerando o preço que cobram pelos ingressos. Espero que em futuras iterações do evento, eles consigam realmente reimaginar certos aspectos, ou arriscar cair no esquecimento e eventual falecimento. Afinal, se já aconteceu com a E3, pode muito bem acontecer com outro evento…

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Muito interessado na cultura e língua japonesa. Às vezes chega a criticar (um pouco demais) sobre a tipografia e design de um jogo.
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