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Review | EA SPORTS FC 26

mandowxd 06/10/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

EA Romania, EA Vancouver
EA
26 de setembro, 2025
R$ 349,00
Físico/Digital
Esporte | Simulação
Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Desenvolvedora: EA Romania, EA Vancouver
Publicadora: EA
Gênero: Esporte | Simulação
Data de lançamento: 26 de setembro, 2025
Preço: R$ 349,00
Formato: Físico/Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela EA.

Revisão: Ivanir Ignacchitti

Quem diria, não é? Um esporte amado em escala global tendo sua simulação videogamística anualmente lançada, de novo, pois é? Algumas coisas nunca mudam.

EA SPORTS FC 26 dá as caras e aqui se encontra uma das poucas almas sujas que gosta deste esporte maldito da equipe de redação para fazer a review do tal. Para quem não sabe, também fiz a review do título passado para o site. É muito bom estar aqui, desta vez no Nintendo Switch 2, com a chave fornecida pela própria empresa, então aqui ficam meus agradecimentos.

Importante ressaltar que, homenageando a repetição desta franquia, algumas discussões da review do título anterior OBVIAMENTE serão repetidas, sejam propositalmente ou até de modo acidental. Sem mais delongas, daremos o primeiro toque na bola.

A clássica pelotinha

Quem compra um título EA FC sabe exatamente com o que vai lidar: um jogo de futebol. E, para a base do jogo ser minimamente positiva, a gameplay tem de ser funcional. Desta vez, como carro-chefe, o título se arrisca a separar a gameplay em dois estilos para agradar tanto o público casual dos modos offline (pessoas normais), quanto os entusiastas viciados do modo online. Essas modalidades são as gameplays Autêntica e Clássica, respectivamente.

A gameplay Autêntica, se eu fosse associar com algum jogo ou franquia de futebol no mercado, associaria com a rival Konami, com a franquia PES, pois é um estilo de jogo onde o ritmo da partida é mais lento e ritmado, priorizando realismo, tática, construção de jogadas e afins.

Já a gameplay Clássica é basicamente o suco dos “FIFAS” (não é mais o nome da franquia, mas não dá para desacostumar) modernos, priorizando firulas, dribles, futebol-arte, dinâmico, pés com sabonete — basicamente, partidas onde todos os jogadores são Ronaldinhos Gaúchos e o seu jogador velocista do Real Madrid pode perder na corrida para um zagueiro da liga indiana.

E francamente? É curioso que a franquia esteja tão enraizada no jogo veloz e dinâmico que até mesmo o modo Autêntico soa mais rápido do que devia ser às vezes. Não é a primeira vez que a EA tenta diferenciar a gameplay desse modo. Não é de agora que os títulos têm atributos bem customizáveis justamente para abraçar o máximo de pessoas que puder, mas agora eles entrelaçam isso de modo mais definitivo. E, bem, bora ver daqui a quantos anos eles revendem isso como grande novidade.

Não só isso, mas agora o jogo está bem mais fluido, principalmente em animações e ritmo. Pessoalmente, senti uma mudança maior nos goleiros, um ponto positivo para o título. Assim, se encaixa como talvez a melhor gameplay de um jogo desse esporte que já joguei desde o PES 2021 (e considerando a quantia de FIFAS e FCS de lá para cá, isso significa bastante coisa). EMBORA…

Nem tudo aquilo que a EA tenha tentado vender nos trailers quanto ao quesito gameplay tenha se concretizado, como o fato de que supostamente iam sair bem mais gols diferentes em relação aos outros títulos por conta das IAs duvidosas das defesas. Sendo que, comigo ao menos, foi o contrário: estou fazendo muitos mais gols parecidos uns com os outros do que eu fazia antes, testando diversos times, formações, táticas e afins. Então é… apesar das melhoras notáveis de jogabilidade, o relógio tem que continuar andando.

Entre as outras novidades notáveis, dá para mencionar os eventos nos modos carreira, principalmente no de técnico, já que agora existe um mercado de técnicos, ou seja, técnicos vão sair de times para ir a outros, igual na vida real, mudando assim o estilo de jogo dos adversários. Além disso, podem acontecer eventos com os jogadores do time e eles podem mexer com sua equipe, assim, forçando o player a se adaptar, como, por exemplo, jogadores passando mal por intoxicação alimentar da refeição do clube; jogador pedindo pausa para lidar com questões familiares; jogador pedindo para sair do clube pois não se adaptou; e afins.

São novidades muito bem-vindas, MAS parecem ser reaproveitadas de mensagens antigas de jogador de FIFAS antigos. Expandir a mecânica é muito bem-vindo, mas sumir com ela por anos, voltar e depois vender como novidade é lamentável. Inclusive, as mensagens que os jogadores mandam para o técnico continuam supérfluas, previsíveis, pacatas e sem graça. Quem sabe eles as melhorem e coloquem como grande anúncio no próximo jogo da franquia para justificar o lançamento anual?

Metidos a estádios do Catar, só tem reforma em campeonato importante

A melhoria na gameplay não é o bastante para justificar lançamentos anuais a preço cheio, logo, o jogo com toda certeza ia compensar no resto. Afinal, a Copa do Mundo de Clubes aconteceu e deu o que falar. Tivemos Flamengo ganhando do Chelsea (que viria a ficar com a taça), Fluminense ganhando do Al-Hilal, do Inter da Itália, e empatando com o Borussia Dortmund, Al-Hilal como um time asiático ganhando do ilustre Manchester City, um 10×0 do Bayern na fase de grupos, um confronto brasileiro em fase de mata-mata, um 4×4 na fase de grupos… enfim, uma LOUCURA, que deve ter se refletido no novo lançamento da maior franquia de videogames desse esporte, né?

Bem, o jogo contém 35 ligas, com nenhuma nova grande liga a mais. E tudo bem que negociar para ter os jogadores com a liga brasileira é bem difícil (embora a troca de presidência da CBF possa fazer os fãs sonharem), mas a falta de muitas ligas de outros continentes é inexplicável. Cadê a liga mexicana? E a japonesa? Não vejo a uruguaia. Tantos times icônicos pelo globo inteiro ficaram de fora. Na própria Copa do Mundo de Clubes participaram muitos clubes que não estão representados no jogo, como os quatro representantes brasileiros, que até estão visualmente representados no jogo, mas com elencos de jogadores completamente genéricos, e os três mexicanos, que nem representação visual têm.

Isso se deve porque a Copa do Mundo de Clubes esteve no eFootball, concorrente da franquia FC. EMBORA desse para ter copiado o formato de torneio sem usar os direitos nominais, visuais e afins. E outra coisa que a Konami levou (novamente) foram alguns times italianos, que seguem com contrato de exclusividade com a gigante japonesa. Os times em questão são o Atalanta, o Lazio, o Inter de Milão e o Milan, que se encontram em situação oposta aos times brasileiros, ou seja, apenas os jogadores são licenciados, com toda a estética desses clubes sendo genérica (ao menos desta vez tentaram se esforçar para que os uniformes remetessem mais aos clubes originais).

Agora, sobre as seleções, é normal pensar que o jogo deveria ter melhorado no escopo que ele cobre de forma geral. Afinal, ano que vem teremos a maior Copa do Mundo até agora, sediada em 3 países, com 48 seleções que disputarão pela taça mais almejada deste esporte, né?

Na verdade, quem esperava isso não poderia estar mais enganado: apenas 28 seleções presentes por aqui e, dessas, apenas 6 seleções não são europeias. Isso tudo falando da categoria masculina, um catálogo vergonhoso, principalmente num período em que cada vez mais seleções estão conseguindo disputar sua primeira Copa do Mundo, como o Uzbequistão, confirmado para a Copa de 2026. E nem precisamos ir longe: apenas UMA seleção sul-americana, sem podermos contar com grandes equipes, como a primeira seleção campeã do mundo (Uruguai) e sem a única seleção pentacampeã da competição (Brasil).

Chuto eu que as seleções sul-americanas em sua maioria tenham ficado de fora porque muitos jogadores convocados jogam no Brasileirão, o que possivelmente tornaria as negociações cansativas. Porém, isso não é desculpa, tendo em vista que Memphis Depay, atual jogador do Corinthians, está no jogo, presente pela sua seleção (holandesa).

Na minha review do FC 25, listei vários jogadores que eu considerava minimamente importantes num cenário futebolístico moderno para mostrar o quão recheada é a liga brasileira. E agora farei isso de novo, desta vez justificando o motivo de cada jogador na lista:

  • Atlético Mineiro: Hulk (dispensa apresentações), Reinier (“jogou” no Real Madrid), Arana (jogou bastante pela seleção brasileira), Alan Franco (convocado regularmente na seleção do Equador), Junior Alonso (convocado regularmente pela seleção do Paraguai), Ivan Roman (foi convocado algumas vezes pela seleção chilena), Gabriel Menino (estava no elenco da seleção brasileira campeão das Olimpiadas de 2020), Bernard e Rony (nomes marcantes para o futebol brasileiro moderno);
  • Bahia: Willian José (já teve bons desempenhos no futebol europeu), Kayky (promessa que foi até contratada pelo Manchester City, embora não tenha fluído), Éverton Ribeiro (ilustre no futebol brasileiro moderno), Jean Lucas (foi convocado pela seleção brasileira por Carlo Ancelotti na penúltima Data FIFA), Ruan Pablo (tem aparições nas seleção de base), Luciano Juba (lateral promissor, cogitado para convocação e tem dado o que falar) e Erick Pulga (jogou Brasileirão desde da série D até chegar na A, representa o futebol brasileiro);
  • Botafogo: Neto (goleiro com currículo notável pela Europa), Vitinho (tem aparecido na seleção brasileira), Cuiabano (bom jogador, foi pro Nottingham Forest da Inglaterra, e voltou em menos de uma semana pro Botafogo), Arthur Cabral (brasileiro com passagem marcante para os torcedores do Benfica, talvez não no bom sentido), Savarino (tem boas aparições na seleção venezuelana), Artur (boa passagem no futebol russo), Álvaro Montoro (figura importante na seleção de base da argentina), Alex Telles (lateral que já jogou copa do mundo defendendo a seleção brasileira, aparece em convocações de vez em quando), Jordan Barrera (convocado para a seleção de base da Colômbia) e Bastos (convocado regularmente pela seleção da Angola);
  • Bragantino: Isidro Pitta (convocado pela seleção paraguaia tem um tempo) e Ignácio Laquitana (convocado recentemente pela primeira vez pela seleção uruguaia);
  • Ceará: Vina (teve uma passagem curta por times da Árabia Saudita, depois retornou ao futebol brasileiro);
  • Corinthians: Hugo Souza (goleiro jovem e promissor que vem sido convocado regularmente pela seleção brasileira), Ángel Romero (convocado da seleção paraguaia), Félix Torres (convocado da seleção do Equador), José Martinez (convocado da seleção venezuelana) e Memphis Depay (este está no jogo, pela seleção holandesa, mas sempre importante mencioná-lo para mostrar os nomes de impacto do futebol brasileiro);
  • Cruzeiro: Cássio (dispensa apresentações, foi o último goleiro titular a ganhar um mundial de clubes por um time brasileiro), Fabrício Bruno (aparece regularmente na seleção brasileira), William (já foi convocado pela seleção brasileira, estava na seleção campeã das olimpiadas de 2016), Kaiki (nome fortemente cogitado para ser convocado pela seleção brasileira), Lucas Silva (já jogou pelo Real Madrid, além de ser marcante para o futebol brasileiro), Matheus Pereira (passagens marcantes pela Premier League e pela Arábia Saudita, também já foi convocado pelo Brasil), Kaio Jorge (atual artilheiro do futebol brasileiro, já passou pela Juventus da Itália e também já foi convocado pela seleção canarinho), Gabigol (ilustre no futebol brasileiro dos últimos anos, dispensa qualquer comentário a mais), Sinisterra (colombiano que passou pela Premier League recentemente), Matheus Henrique (estava no time campeão das Olimpiadas de 2020), Fágner (figura bem marcante do futebol brasileiro), Bolasie (diretamente da República Democrática do Congo, teve uma carreira bem marcante pela Europa) e Keny Arroyo (joia da seleção do Equador);
  • Flamengo: Danilo (já foi capitão da seleção brasileira e passou por times como Real Madrid e Juventus), Alex Sandro (lateral marcante da seleção brasileira, fez uma passagem marcante pela Juventus), Emerson Royal (passou pela seleção brasileira e por times como Milan e Tottenham), Varela, De la Cruz, Vinã e Arrascaeta (já foram convocados pela seleção uruguaia, alguns desses sendo importantes para a mesma), Pulgar (convocado algumas vezes pela seleção chilena), Jorginho (jogador marcante que já pegou pontuação alta na premiação Ballon Dor, até tem sido cogitado em ser convocado novamente pela seleção italiana), Léo Ortiz (convocado recentemente pela seleção brasileira) e Pedro (artilheiro nato que jogou a Copa do Mundo de 2022 defendendo a seleção canarinho);
  • Fluminense: Fábio (o jogador com mais partidas de futebol de todos os tempos), Marcelo Pitaluga (passou pelo Liverpool), Thiago Silva (medalhão icônico no futebol brasileiro moderno), Renê (outro medalhão do futebol brasileiro, este menos icônico), Hércules, Lima e Martinelli (mencionados pela campanha marcante na Copa do Mundo de Clubes), Soteldo (convocado pela seleção venezuelana frequentemente), Ganso (muito marcante no futebol brasileiro moderno), Kevin Serna (foi convocado pela seleção da Colômbia pela primeira vez em sua carreira por agora), John Kennedy e Germán Cano (peças mais do que necessárias para que o Fluminense conquistasse a América em 2023);
  • Fortaleza: Yago Pikachu e Breno (marcantes para o futebol brasileiro), Deyverson (um verdadeiro personagem para o futebol sul-americano nos últimos anos) e Kuscevic (já foi convocado algumas vezes pela seleção chilena);
  • Grêmio: Tiago Volpi (goleiro com faro de gols, além de ter tido passagens marcantes pelo exterior), Marcos Rocha (medalhão marcante no futebol brasileiro), Arthur (já jogou em grandes times como Barcelona e Juventus), Willian (teve uma passagem marcante em times como o Grêmio), Villasanti (figura da seleção paraguaia), Cristian Olivera (tem suas apaarições na seleção uruguaia), Aravena (é convocado de vez em quando para a seleção do Chile) e Braithwaite (um atacante dinamarquês com uma carreira marcante).
  • Internacional: Rochet (goleiro titular da seleção uruguaia), Borré (convocado frequente da seleção colombiana) e Carbonero (teve suas passagens pela seleção colombiana);
  • Juventude: Nenê (figura icônica para o futebol brasileiro) e Gabriel Veron (marcante para as seleções de base e teve sua passagem pela Europa jogando no Porto).
  • Mirassol: Reynaldo (lateral icônico no futebol brasileiro moderno);
  • Palmeiras: Weverton (goleiro titular do título olimpico de 2016), Carlos Miguel (goleiro que teve uma passagem curta pela Premier League), Andreas Pereira (jogou no futebol inglês e já foi convocado às vezes), Felipe Anderson (passou pela Lazio e estava na seleção brasileira no ouro olímpico de 16), Veiga (já foi convocado algumas vezes para a seleção brasileira), Flaco Lópes e Aníbal Moreno (foram convocados recentemente pela seleção principal da Argentina, última campeã de Copa do Mundo), Vitor Roque (jovem promissor que passou pelo Barcelona e Real Betis), Paulinho (jogador icônico brasileiro que já esteve na seleção e que fez um gol na copa do mundo de clubes que eliminou um oponente também brasileiro, o Botafogo) Ramón Sosa (paraguaio que passou pela Premier League e joga por sua seleção) e Gómez (também convocado pela seleção Paraguaia);
  • Santos: Neymar (preciso comentar algo?), Gabriel Brazão (goleiro promissor que já esteve na pré-lista da seleção), Zé Rafael e Mayke (nomes marcantes no cenário brasileiro moderno);
  • São Paulo: Oscar (fez o lendário gol brasileiro no infame 7×1 contra a Alemanha na copa de 2014), Lucas Moura (medalhão no futebol brasileiro moderno, passagens pelo PSG e Tottenham), Arboleda (aparece pela seleção equatoriana), Wendell (lateral que passou pelo Porto e que já foi convocado para a seleção brasileira), Gonzalo Tapia (aparece na seleção do Chile) e Damián Bobadilla (camisa 8 da seleção do Paraguai)
  • Sport Recife: Gonçalo Paciência (jogador português que jogou as olimpiadas de 2016 por sua seleção);
  • Vasco: Léo Jardim (goleiro que já foi convocado uma vez pela seleção brasileira, tem um nível notável), Paulo Henrique (esteve na pré-lista da seleção brasileira, vem de uma ótima temporada), Robert Renan (zagueiro com passagem notável pela Rússia), Tchê Tchê (jogador vitorioso no cenário nacional), Coutinho (um dos grandes nomes da seleção brasileira da última década, além da carreira mais do que notável), Rayan (jovem promissor que está sendo monitorado para jogar no futebol europeu),Vegetti (argentino marcante para o futebol brasileiro e principalmente para o Vasco, já passou por times como o famoso Rangers) e Matheus França (teve passagem na Premier League);
  • Vitória: Romarinho (passou um bom tempo no futebol árabe, se deu bem por lá).

Menção honrosa também para técnicos interessantes:

  • Fernando Diniz (Vasco): já treinou um time campeão da Libertadores e a seleção brasileira;
  • Abel Ferreira (Palmeiras): o grande técnico do futebol brasileiro dos últimos anos, já foi jogador do Braga;
  • Dorival Jr (Corinthians): um técnico vitorioso, conquistou uma Libertadores e três Copas do Brasil;
  • Juan Paulo Vojvoda (Santos): técnico argentino que representa muito bem o futebol brasileiro, teve um trabalho duradouro com o Fortaleza.
  • Davide Ancelotti (Botafogo): o filho do dono, está fazendo seu primeiro trabalho como técnico no Brasil;
  • Filipe Luís (Flamengo): técnico novato, porém, possivelmente o brasileiro mais promissor, teve uma grande carreira como jogador e tem uma boa perspectiva de passado, presente e futuro;
  • Leonardo Jardim (Cruzeiro): sem sombra de dúvidas, o maior técnico desta lista, treinou times de várias ligas e teve grandes méritos em seu currículo, lançou um tal de Kylian Mbappé pelo mundo, treinou nomes como Oblak, Fabinho, Bernardo Silva, Fabio Coentrão, e sem dúvida alguma seu maior trabalho foi levar o Mônaco até as semi-finais da Champions League de 2017.

O deslumbre sonoro e visual ao ouvir o Galvão narrar mais um gol da Alemanha…

Partindo para outros aspectos, acho interessante abordar sobre a trilha sonora desse título. Afinal, principalmente nos FIFAS antigos, sempre existiu ao menos uma trilha por jogo que marcasse minimamente, fazendo o jogador remeter aquela música àquele título em específico. Não acho nenhum absurdo dizer que, com todo respeito do mundo aos artistas envolvidos, esta é a pior trilha sonora da franquia.

E tudo bem, a do jogo anterior não era nada demais, mas ao menos algumas trilhas salvavam. Pessoalmente, gosto da energia da música brasileira “Vem” da Nonô naquele jogo. Agora… falando sobre as músicas brasileiras do título atual, temos “Festas e Manequins” (de Ebony e AG Beatz), “PASSE A RESPEITAR” (de Papatinho, Naldo Benny, Fernanda Abreu, BK e DJ Chernobyl) e “Miçanga” (de Alok, Something Else, Stephan Jolk e BaianaSystem).

Embora essa última não seja totalmente brasileira, ironicamente, foi a única das 3 que realmente me cativou. A primeira tem letras com cunho sexual que pessoalmente eu não gostaria que tocasse na minha jogatina. A segunda só não faz meu estilo. E a terceira é a que melhor casa com o jogo ao meu ver, além do retorno bem-vindo do BaianaSystem na produção desta, tendo sido um nome marcante na trilha sonora de FIFA 16.

Então é isso, mas é importante ressaltar que isso não significa que eu queira menosprezar a trilha sonora deste jogo ou os artistas envolvidos. Só queria pontuar que talvez a EA não tenha feito escolhas muito assertivas para esse jogo em específico, sempre com a mentalidade de que música é uma expressão artística e que novos pontos de vista e temáticas são sempre bem-vindos.

Sobre os visuais, ao menos na versão de Switch 2, são os melhores da franquia, embora esse sempre tenha sido um aspecto que pareceu ter descaso por parte da EA nas plataformas mais limitadas graficamente da Big N em relação às outras gigantes do mercado.

Um ponto que eu critiquei fortemente na review do outro título foi o fato de ter crashes frequentes nas cutscenes do modo carreira, a lentidão da mesma e dos menus e os bugs visuais, aspectos esses que todos foram corrigidos. Claro, é um visual inferior às outras plataformas, mas é uma apresentação muito mais palpável do que tudo da franquia FIFA/EA FC que eu tinha visto para a família Nintendo Switch.

O apito final! Se encerra a partida!

Tendo-se em vista todas as novidades positivas deste título, como a melhoria notável da gameplay, a customização de dificuldades, de partida e de acessibilidade que seguem muito competentes, estando até melhores, e a parte visual que é a melhor até hoje da franquia na família Nintendo Switch, já teríamos motivos o bastante para eu recomendar este jogo sem ressalvas. Isso até poderia ser o caso se não fosse o descaso com conteúdos offline mais interessantes, sejam em modos, ligas, diferenças de cada carreira para torná-las únicas, e afins.

Ainda assim, é um jogo bem objetivo e claro no que ele vai entregar, sendo uma boa experiência do esporte no Switch 2, fazendo bem o arroz com feijão nos aspectos que realmente importam para a maior parte do público, sendo assim, a melhor pedida para quem quer jogar um jogo do esporte mais amado do Brasil com os elencos modernos em uma plataforma Nintendo moderna. Isso tudo mostra que, se a EA investisse mais tempo e cuidado em certos aspectos dos títulos, o esporte futebol estaria bem melhor representado no mundo dos videogames.

Quanto mais o tempo passa, mais conceitos divertidos de jogos relacionados ao esporte têm surgido, como o Rematch (jogo de terceira pessoa no qual você controla um único jogador), Copa City (um jogo estilo tycoon de organização de jogos de clube de futebol, previsto para lançar em 2026, já tem até parceria com o Flamengo e Bayern de Munique), Football Life Simulator (um joguinho que ainda está atualizando e no qual você controla um jogador e sua rotina), além de clássicos como o Football Manager. Mas o X da questão é que a esmagadora maioria desses títulos não estão disponíveis para Nintendo Switch 1 e 2.

Além disso, em alguns momentos, a pessoa só quer montar um modo carreira dos sonhos com seu time do coração, fazer um confronto rápido inesperado, jogar com os amigos uma partida que simula realisticamente o esporte mais amado do nosso país. E com uma concorrência nesse eixo em específico decadente, com a Konami tendo uma gestão duvidosa visando unicamente lucro, e com títulos que até tentam se firmar, mas fracassam, como UFL (DETALHE: esses 2 últimos NÃO estão disponíveis para Nintendo Switch 1 e 2), as opções acabam ficando absurdamente restritas. Se a EA se esforçasse mais um pouco, visando qualidade ao invés do lucro imediato, poderia fazer um título mais interessante.

Ano que vem é ano de Copa do Mundo e, considerando a situação decadente das seleções nesses últimos jogos, acho que ela deve voltar às origens e fazer um jogo próprio de Copa do Mundo. Não sei.

Existem rumores cada vez mais fortes de um modo carreira com um mapinha aberto, negociações com a liga brasileira, dentre outros. São coisas que enxergo que podem ser reais. Mas considerando a curta validade desses jogos, não deve sair nada de grandioso. Espero estar enganado, mas esse jogo, apesar de eu ter gostado, e continuar recomendando para quem estiver lendo o texto e se encaixar no público-alvo, me parece ser um EA FC de transição, visando o futuro, tendo seu curto e triste prazo de validade.

Pros:

  • É o melhor do futebol convencional da família Nintendo Switch, principalmente na parte gráfica, gameplay e customização, esses que continuam ainda melhores;
  • Vasto catálogo de conteúdos relacionados ao futebol europeu;
  • Atualizações de elenco constantes (até o próximo jogo da franquia lançar).

Contras:

  • Infame em conteúdos fora do continente europeu, jogando fora elementos importantes, principalmente do futebol das Américas, da Ásia e da África, fator marcante num sentido péssimo, tendo em vista que futebol é um esporte mundial;
  • Nenhuma novidade realmente notável para justificar a compra desse título se já tiver o anterior;
  • Sem conteúdos relacionados ou semelhantes ao Super Mundial de Clubes.

Nota

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Faço uns projetinhos quando dá na telha. XD
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