Skip to content
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • Spotify
NintendoBoy

NintendoBoy

Niche Games on Nintendo Consoles

  • Notícias
    • Indústria
      • Nintendo Switch
    • Entretenimento
    • Nintendo 3DS
    • Wii U
    • Mobile
  • Artigos
    • Entrevistas
  • Review
    • Preview
  • Guias
  • Listas
  • RetroBoy
    • ArchiveBoy
  • TCG
  • Entretenimento
    • Filmes
    • Anime
  • Redação
    • FALE CONOSCO
    • Portfólio
  • Review

Review | MARVEL Cosmic Invasion

Matheus De Brito 10/12/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Tribute Games
Detemu
01 de dezembro, 2025
R$ 160,47
Digital
Beat ‘em up
Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC

Desenvolvedora: Tribute Games
Publicadora: Dotemu
Gênero: Beat ‘em up
Data de lançamento: 01 de dezembro, 2015
Preço: R$ 160,47
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2, Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela Dotemu.

Revisão: Ivanir Ignacchitti

Um dos primeiros jogos da minha infância quando ganhei um SEGA Mega Drive foi um beat ‘em up ou, de forma mais abrasileirada, um “briga de rua” dos super-heróis da Marvel.

Tratava-se do Captain America and the Avengers, feito pela saudosa Data East. Na época, eu só conhecia o Capitão América e pensava que tinham inventado outros três bonecos aleatórios para o jogo, sendo eles o Homem de Ferro, o Visão e o Gavião Arqueiro. Com o passar dos anos, fui conhecendo mais jogos de heróis Marvel no mesmo gênero, além de outros como a famosa série de luta Marvel vs Capcom. Nessa época, ali entre os anos 90 e o início dos anos 2000, esses eram grandes jogos feitos pela Capcom com pixelart crocante e animações lindas.

Com o crescimento da popularidade dos filmes de heróis e a criação do MCU (Marvel Cinematic Universe), os jogos da Marvel foram seguindo uma vertente mais cinemática e de escopo AAA, a exemplo do Marvel’s Spider Man da Sony e do Avengers da Square Enix. Com isso, os jogos mais arcade de super-heróis acabaram sumindo do mercado. Porém, vimos nos últimos anos o crescimento de estúdios indie como a Tribute Games e o aumento dos beat’em up e agora tivemos o lançamento do MARVEL Cosmic Invasion que tem sua inspiração justamente nos clássicos dos anos 90.

 Vingadores Avante!

Desde o seu anúncio, Marvel Cosmic Invasion já tinha a minha atenção e de quase toda a comunidade gamer. Afinal, o jogo conta com um belíssimo visual pixelado e é feito para Tribute Games — a mesma que fez o jogo Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge.

O jogo tem a premissa de que o Vigia, um dos personagens cósmicos que vigia (por isso o nome) o universo registrando todos os acontecimentos, nota que o universo está em perigo com a invasão do Aniquilador vindo da zona negativa e avisa a Tropa Nova. Isso dá início a uma nova aventura pelo universo da Marvel.

A história é bem simples, como se imagina para um jogo do gênero, porém bem-feita e com o devido cuidado. Por exemplo, as cutscenes feitas com imagens estáticas com pequenas animações de câmera remetem muito às artes dos quadrinhos dos anos 80/90 e são todas dubladas em inglês, sendo mostradas muitas vezes no começo das fases e no fim. Cada fase tem uma pequena história, que envolve dois super-heróis, que são levados a se juntar contra uma invasão interdimensional do Aniquilador.  

Os Maiores Heróis da Terra

Em Cosmic Invasion, jogamos de forma tag, semelhante aos jogos de luta, selecionando dois heróis e podendo alternar entre eles com o aperto de um dos gatilhos do controle ou chamá-los para assistência. Igual a jogos de luta, neste jogo também temos mais do que a barra de vida: os heróis também têm uma barra de foco que serve para usar ataques especiais, que é recarregada batendo em inimigos ou pegando uns cristais. Além deles, há ataques únicos para cada herói, com poderes como o de atirar teias com o Homem-Aranha para deixar os inimigos lentos ou jogar o escudo do Capitão América.

Gostei bastante de como é possível usar as mecânicas para continuar atacando e mantendo o combo enquanto se troca de personagens. Porém, na prática, cada inimigo morre com um combo simples, então acabei quase não utilizando a mecânica e fazendo isso apenas para variar de personagem algumas vezes.

Como muitos super-heróis nos quadrinhos podem voar, essa característica também foi levada para a gameplay. É como se os personagens que voam tivessem um segundo andar da fase para acessar ao pular duas vezes, sendo possível usá-lo para se esquivar de ataques, lutar contra inimigos voadores e passar de trajetos com precipícios.

Com uma quantidade grande de personagens, seria fácil a qualidade acabar enfraquecendo com vários personagens que jogam igual, mas não é o caso. De início, imaginei que o Homem-Aranha e o Venom seriam personagens espelhados, apenas variando em força e velocidade, mas a equipe da Tribute Games conseguiu fazer os personagens ficarem bastante diferentes na gameplay. Claro que os dois possuem ataques semelhantes, assim como acontece, por exemplo, com Capitão América e o Bill Raio Beta, mas eles estão longe de ser apenas versões do mesmo lutador.

Muitas aventuras pelo cosmo   

Cada fase tem três missões secundárias para se fazer. Uma delas é referente a cada personagem associado àquela fase, como “derrotar os inimigos com arremesso do Wolverine” ou “derrotar cinco inimigos com o especial do Pantera Negra”, enquanto a outra é mais geral, como “não ser atropelado por um certo inimigo”.

Na minha jornada, eu joguei tentando completar todas essas missões, o que para mim se tornou divertido, pois pude testar todos os personagens. Há uma boa variedade deles, sendo ao todo 15 opções, com uma boa parte bloqueada inicialmente, mas que vão se juntando ao grupo durante as fases.

As fases seguem um formato que lembra um mapa de mundos de jogos de plataforma do Mario: uma bolinha que representa uma fase para selecionar se liga às outras. Em alguns momentos, temos alguma bifurcação, levando a duas fases diferentes, mas depois os caminhos voltam a se religar a uma fase em comum, que depois pode se bifurcar outra vez. A ideia de início parece legal já que poderia gerar múltiplos caminhos, mas no final é obrigatório passar por ambas as fases para avançar.

Conforme completamos as fases, recebemos uma pontuação que também é aplicada aos heróis para que eles ganhem nível, podendo chegar até o nível 10 ganhando melhorias, como aumento de vida, melhoria no ganho de foco e habilidades passivas. Apesar de ser algo muito legal, algumas missões mais avançadas pedem personagens recém-liberados, o que, se o jogador tentar fazer de forma direta, pode aumentar a dificuldade, já que eles ainda estarão sem melhorias.

O jogo é bem curto, com menos de 20 fases, mas conta com bastante variedade de ambientes. Visitamos lugares na Terra, como Nova York e o país fictício de Wakanda, mas também lugares dos cosmos, como Asgard. Com isso, temos também uma boa variedade de inimigos, sejam eles humanos, alienígenas que parecem insetos ou máquinas (como os sentinelas). 

Além de cada um dos heróis terem características únicas, os vilões também possuem seus diferenciais. Cada batalha contra chefe não é apenas encarar “uma esponja de dano com minions para ajudar”, tendo mecânicas peculiares para cada um. Por exemplo, um chefe é um robô gigante que fica no fundo da tela e só batemos quando ele chega perto, enquanto outro — o Garra Sônica — fica invencível e é necessário acertar as antenas próximas a ele para que ele fique vulnerável a dano.

Mesmo com o cuidado que tiveram com os heróis e vilões em combate, senti que teve algumas resoluções de “capítulos” feitas de forma estranha para o jogo. Não vou entrar em detalhes para não dar spoiler, mas alguns vilões que aparecem no jogo claramente tinham objetivos próprios que não se ligavam à trama principal e ao plano do Aniquilador e isso fica subexplorado, dando a entender que haveria algo a mais, que talvez possa ser explorado em um DLC ou algo assim.

Um dos detalhes que gostei bastante com os cenários é que cada fase tem sua comida própria. É muito comum em jogos de “briga de rua”, quebrarmos caixas ou outros objetos das fases e encontrarmos comida para curar, mas normalmente são sempre as mesmas duas ou três variedades. Em Marvel Comic Invasion, cada lugar tem um alimento diferente: em New York, aparece cachorro-quente e pizza; em Genosha — que é uma prisão mutante —, tem comida na bandeja de presídio; se é uma fase no espaço, tem comida alienígena. Eu realmente não me lembro de outros jogos trazendo tanta diversidade e isso é um detalhe que me agradou bastante.

Diversões fora da aventura principal

Além da campanha normal do jogo, Marvel Cosmic Invasion também tem alguns extras interessantes, como o arcade e o cofre. O modo arcade é bem semelhante à campanha, mas com uma estrutura que vai direto do início até o fim do jogo sem pausas. Já o cofre é onde se usa os créditos recebidos ao completar as missões que falei anteriormente.

Diferente da campanha, no modo arcade, o jogador precisa escolher apenas uma das fases de uma bifurcação e não é possível jogar a outra na mesma tentativa. Isso adiciona um fator replay interessante e pode fazer com que uma rota seja mais fácil ou mais difícil. Também é possível mexer na dificuldade e ajustar diversas opções, como: poder jogar de forma infinita desativando o game over, aumentar a velocidade de recuperação do foco, aumentar a quantidade de inimigos que aparecem ou mexer na vida deles, etc.

Uma das funções que aproveitei para testar no arcade é a de jogar multplayer online, o que também está disponível na campanha. O online funciona de forma bem rápida e fácil, sendo possível criar uma sala para jogar com amigos ou abrir para que desconhecidos se juntem também. Não é necessário esperar a equipe, sendo possível abrir a sala, iniciar as partidas e mais pessoas aparecerem na fase para ajudar com o tempo.

De início, achei bem legal jogar com outras pessoas, mas, como cada um usa dois personagens, tem momentos em que a jogatina fica muito bagunçada. São muitos inimigos e heróis em tela ao mesmo tempo, o que me deixava perdido, mesmo tendo preferência por jogar com a She Hulk, que é a maior personagem do jogo, chamando atenção com sua coloração verde e roxa.

Vários dos modificadores não vem liberados assim que se abre o jogo, sendo necessário desbloqueá-los usando os pontos que se consegue nas missões das fases na Matrix Cósmica (dentro do cofre). Nessa opção, temos um grid com vários cubos que liberam conteúdos extras como itens de customização para o arcade, cores para os personagens ou fichas de heróis e vilões do jogo. Todos esses extras podem ser visualizados em outras abas do cofre junto com as conquistas. A única parte que achei ruim foi não saber se o que eu estou liberando é um modificador ou cor ou outra coisa antes de gastar os pontos.

Visualmente lindo mas ainda incompleto

O ponto que mais me impressionou foi com a parte visual. Desde a abertura do jogo a cenários e personagens, tudo é belo e bem-feito, lembrando os quadrinhos e os jogos antigos. O ambiente de cada fase é lotado de referências a outros personagens das HQs, como as bancas de jornal em Nova York que trazem o Clarim Diário com o Homem Aranha na capa e a pergunta se ele é realmente um herói ou ameaça, os conflitos de agentes da S.H.I.E.L.D. contra inimigos e várias outras referências. 

A única parte visual que me incomodou foi a fonte das legendas das cutscenes, pois fica ruim de ler muitas vezes. Isso pode ser contornado usando algum dos filtros de telas antigas, ficando melhor para ler. Também era difícil prestar atenção nos diálogos entre heróis e vilões durante as fases, já que, na maioria das vezes, tinha que prestar atenção ao combate.

Marvel Cosmic Invasion é um jogo de briga de rua muito bom e com poucos problemas, mas que, mesmo assim, me deixou com aquela sensação de está faltando algo e de ser uma aventura incompleta. Eu não poderia me aprofundar porque seria spoiler, mas sinto que a equipe de desenvolvimento queria fazer mais, seja com uma sequência ou DLC igual aconteceu com o jogo das Tartarugas Ninja.

Prós:

  • Boa variedade de personagens jogáveis;
  • Diversidade de cenários;
  • Direção de arte em pixel exala charme retrô.

Contras:

  • Combate pouco aprofundado;
  • Curto.

Nota

8,5

  • Sobre
  • Últimos Posts
Matheus De Brito
Matheus De Brito
Desenhista vagabundo que gosta de acompanha a Nintendo e outros video games e amante de podcast e animes
Matheus De Brito
Últimos posts por Matheus De Brito (exibir todos)
  • Review | POPUCOM - 24/12/2025
  • Review | MARVEL Cosmic Invasion - 10/12/2025
  • Review | Skate Story - 08/12/2025

Post navigation

Previous N64: Nintendo Switch Online + Expansion Pack | Rayman 2: The Great Escape e Tonic Trouble chegam em 17 de dezembro
Next O “Terceiro Relâmpago” retorna com R-Type Dimensions III, remake do 3º jogo da icônica franquia de SHMUP!

Relacionado

Review | Neon Clash -Echoes of the Lost-
  • Otome

Review | Neon Clash -Echoes of the Lost-

07/01/2026
Review | Temirana: The Lucky Princess and the Tragic Knights
  • Otome

Review | Temirana: The Lucky Princess and the Tragic Knights

06/01/2026
Review | INAZUMA ELEVEN: Victory Road
  • Review

Review | INAZUMA ELEVEN: Victory Road

31/12/2025
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram
  • Youtube
  • Spotify
Copyright © All rights reserved. | DarkNews by AF themes.