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Review | Lil Gator Game: In the Dark

Ivanir Ignacchitti 12/02/2026
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Fã de jogos japoneses, é difícil encontrá-lo em algum lugar sem um portátil na mão.
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Desenvolvedora: MegaWobble
Publicadora: Playtonic Friends
Gênero: Ação, Aventura
Data de lançamento: 12 de fevereiro de 2026
Preço: R$ 85,00
Formato: Físico/Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela Playtonic Friends.

Revisão: Manuela Feitosa

Originalmente lançado em 2022 no Switch e no PC, Lil Gator Game é um jogo especial sobre as aventuras mágicas da infância dentro de uma perspectiva meta. Agora, quatro anos depois, o jogo recebe uma nova edição, a “Gator of the Year Edition”, que inclui tanto a base quanto o novo DLC In The Dark e amplia significativamente a experiência.

Leia também:

Lil Gator Game nos joga de volta à infância, momento de brincadeiras regadas a grande criatividade sem compromisso.

De volta ao parquinho

Lil Gator Game conta a história de um jovem jacarezinho que costumava brincar muito com sua irmã mais velha. Porém, com o passar do tempo e a chegada de responsabilidades da vida adulta, a garota acabou deixando de lado a diversão para poder focar nos seus deveres da faculdade.

Mesmo durante uma viagem para a ilha na qual brincavam, a irmã continua totalmente dedicada aos estudos e não consegue tirar tempo para o irmão. O jovem jacarezinho tem a brilhante ideia de se divertir por conta própria para tentar mostrar à garota o que está perdendo e revitalizar o seu desejo de diversão, dando início à sua jornada.

Como um jogo inspirado por The Legend of Zelda e outros clássicos de ação e aventura, a grande graça da experiência é sair por aí explorando e tentando ajudar as pessoas que encontra pelo caminho. Todo o processo é uma grande brincadeira de faz-de-conta em que os monstros são grandes pedaços de papelão, mas em que conflitos de ideia e pequenos detalhes podem dar origem a missões com uma pitada de realidade.

A grande graça da experiência é a forma como ela brinca com o aspecto lúdico de se divertir e ao mesmo tempo mostra mais camadas de seus personagens. O jogo carrega um cheiro de infância e um senso muito forte de como o processo de fazer amizades pode ser igualmente simples e uma “quest”. Tudo isso é envolto em um tom extremamente fofo com um estilo visual bem colorido e carismático.

Explorar as ilhas envolve também adquirir itens adicionais que podem ser equipados, como espadas de brinquedo e escudos feitos de objetos como latas de lixo, que também servem para escorregar por aí. Shurikens e uma arma de tinta servem para quebrar coisas à distância e é possível comprar braceletes para escalar montanhas.

Mudanças que o tempo trouxe

Como um projeto indie, Lil Gator Game foi originalmente lançado apenas em inglês, mas no ano seguinte foram adicionadas outras opções de língua, incluindo o português. Uma grande parte da experiência do jogo está no texto e nas interações engraçadas com os personagens, então essa adição foi muito bem vinda.

Porém, já vale deixar claro que o texto em português não está nas melhores condições. Muitas frases são traduzidas de forma muito literal do inglês e perdem totalmente o sentido ou acabam ficando pouco naturais. Há alguns bons momentos em que a tradução ainda compensa, mas confesso que fiquei com um gosto amargo na boca de revisitá-lo em português e ver esses problemas.

Por outro lado, uma coisa que não mudou no jogo é a ausência de um mapa ou outro sistema que ajude o jogador a se guiar pelo ambiente. Como mencionei na análise original, não acredito que este seja um ponto realmente negativo, embora possa afetar a experiência de algumas pessoas. Se perder nesse mundo e explorar do seu próprio jeito é justamente a proposta e esse “inconveniente” é um convite a mergulhar de cabeça sem medo de não ser “eficiente”, afinal, a brincadeira é para ser uma diversão e não um dever de casa.

Outras adições do jogo-base incluíram um modo bebê e a possibilidade de recomeçar a história carregando o que já foi liberado após terminar. Porém, a grande novidade fica por conta de uma segunda campanha do DLC In The Dark, que expande a jornada significativamente.

Quem tem medo do escuro?

Após os eventos originais, um novo personagem aparece no parquinho se intitulando “o chefão sombrio” e falando que irá destruir tudo que o jogador construiu. O jogador parte então em uma nova jornada para tentar entender essa nova dinâmica de brincadeira, já que ninguém havia assumido a postura de vilão anteriormente.

Para enfrentar as tais forças das trevas, o nosso jacarezinho e seus amigos partem rumo aos túneis subterrâneos da ilha. Um detalhe interessante é que já é possível entrar nessas cavernas ao longo da história original mergulhando em cachoeiras, mas é só nesse ponto que liberamos uma picareta capaz de destruir grandes rochas e liberar o caminho para as áreas mais profundas.

A expansão envolve então tentar encontrar novos amigos que podem ajudar a enfrentar o chefão e seus lacaios em provas variadas que expandem um pouco a gameplay. Porém, assim como no jogo base, a força central da experiência está mais na forma extremamente empática de apresentar seus personagens.

Ao longo da jornada subterrânea, é possível se encontrar várias vezes com o chefão sombrio e ver como ele se esforça pela brincadeira e ao mesmo tempo tem certas questões psicológicas mais complexas. A conclusão da história é extremamente catártica e mostra um crescimento impressionante para o protagonista tendo em vista tudo que ele passou anteriormente.

Era uma vez uma grande aventura

Lil Gator Game: Gator of the Year Edition continua sendo um jogo de ação e aventura que consegue transmitir a sensação de voltar à infância e convida o jogador a também pensar em sua vida. Entre risos e choros, revisitar a experiência do zero ainda foi tão marcante para mim hoje quanto foi quatro anos atrás, e é um jogo que recomendo a qualquer pessoa que ainda carregue em si a criança que foi um dia.

Prós:

  • Uma jornada envolvente por um mundo que carrega a magia da infância;
  • Personagens carismáticos com interações divertidas;
  • Estilo visual fofinho;
  • Boa variedade de itens equipáveis;
  • O conteúdo do DLC In The Dark expande significativamente a experiência.

Contras:

  • A qualidade da tradução para português brasileiro poderia ser melhor;
  • Ausência de mapa pode dificultar a exploração desnecessariamente.

Nota

9

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