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O Nintendo Switch 2 ainda não recebeu seu jogo inédito de ‘The Legend of Zelda’, no entanto, o console foi agraciado com um remake do lendário Zelda: Ocarina of Time, do N64
A era Switch foi marcada pela revolução que foram Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. Estes jogos apresentam um novo frescor para a franquia que há muito tempo não se renovava, oferecendo um mundo aberto orgânico repleto de possibilidades embora a narrativa tenha ficado em segundo plano.

A fórmula foi de BoTW foi muito aclamada e replicada na indústria de jogos ao longo da última década, mas, também acarretou em muito novos fãs acostumados apenas essa abordagem moderna. Percebendo isso, Eiji Aonuma parece querer que os jogadores acostumados com a fórmula dos jogos de Switch começassem a experimentar outros estilos da franquia.
Com parte da entrevista ‘Ask the Developer‘ da Nintendo, com participação do time de desenvolvimento do remake de Ocarina of Time, o produtor expressou seu desejo em querer que os novos jogadores a experimentassem outros segmentos da franquia, à princípio, a fórmula clássica que consagrou Zelda pós OoT.

Em apelo, Aonoma cita uma das principais qualidades de OoT que se manterá no remake, em relação à progressão do personagem com a narrativa: “parte da diversão vem da progressão por uma aventura e história cuidadosamente ritmadas, construindo gradualmente o crescimento do jogador e sua compreensão da narrativa ao longo do caminho”, argumenta produtor.
O objetivo de Aonuma não é claro, mas ele parece querer desvencilhar Breath of the Wild do imaginário popular sobre este ser a fórmula ideal para um Zelda moderno, dando espaço para novas ou velhas propostas: “queríamos que os jogadores que se acostumaram a Breath of the Wild, onde eles podem escolher livremente seu próprio caminho desde o início, experimentassem esse tipo de jogabilidade [Ocarina of Time] também.”
