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Review | The Legend of Nayuta: Boundless Trails

Ajude Nayuta e Noi em sua missão de salvar o mundo de Terra, nesse RPG de ação originário do PSP que ganha uma nova chance no Nintendo Switch.
André Barrozo 06/10/2023

Desenvolvedora: Nihon Falcom
Publicadora: NIS America
Data de lançamento: 19 de Setembro, 2023
Preço: R$ 209,99
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela NIS America.

Revisão: Davi Dumont Farace

Passaram-se quatro meses desde que Nayuta Herschel deixou sua terra natal, Remnant Isle, rumo a Academia em Saint Elysée. Ele e seu amigo Cygna Alhazen mal sabiam que sua volta para casa seria o início de uma grande jornada que os levaria à outro mundo e à grandes desafios. Não há tempo para descansar, pois o destino de dois mundos depende da coragem do nosso altruísta herói de cabelos azuis.

Conhecida pelos seus RPGs de turno da série The Legend of Heroes e a série Ys, a Nihon Falcom se aventura nesse spin-off originalmente lançado para o PSP que ganha vida nova no Nintendo Switch. Com uma jogabilidade amigável para iniciantes, The Legend of Nayuta: Boundless Trails seria uma boa porta de entrada para os jogos da desenvolvedora? Vem descobrir comigo agora.

Um mundo novo de aventuras

The Legend of Nayuta: Boundless Trails é o primeiro jogo da Nihon Falcom que me aventuro a ter uma jogatina mais longeva. RPGs tradicionais japoneses nunca foram muito a minha praia, por sempre achar dificílimo em engajar com a jogabilidade. Mesmo que o enredo do jogo pudesse ser cativante, passar horas fazendo grinding e farmando itens específicos não são atraentes para mim como para meus colegas de redação.

Sempre ouvi falar muito bem da desenvolvedora e queria dar uma chance aos seus jogos, mas sempre me pareceu faltar uma porta de entrada mais casual que me instigasse a ponto de aquele jogo ser apenas um pontapé em uma jornada de enredos complexos e personagens interessantes.

O início de Boundless Trails é lento. Tanto que em um primeiro momento eu pensava que o jogo pudesse ser um RPG de ação com uma pegada slice of life. Pouco após chegarem em Remnant Isle, os amigos decidem por retomar o seu negócio de faz tudo. Pensei que essa fosse ser a rotina de gameplay com algum eventual drama sendo abordado para levar a trama adiante. Fiquei muito feliz por estar errado e bem errado.

No final do primeiro capítulo a narrativa já começa a ficar bem agitada e o plot começa a se desenvolver de uma forma mais rápida que o começo pacato do game. Conforme a história vai se desenrolando, a carga dramática da narrativa sobe incrivelmente. Existe um capítulo mais para o meio do jogo que envolve a irmã de Nayuta. Foi aí que eu notei o quanto estava envolvido com os personagens e aquele mundo, pois não queria que algo de muito grave acontecesse com aqueles personagens que eu conheci no início do game.

Essa epifania de “ahhhhh tá, o jogo é propositalmente lento no começo para eu criar vínculo com os personagens” foi algo que fez o game me ganhar de vez. Caso essa review desperte em você o desejo de experimentar o jogo, peço leia os diálogos. Falo isso de uma pessoa que avança de um modo que quase não se importa com a jogatina. Curtam o jogo sem pressa.

Muito mais do que ler uns textos

Legal, André. Tu curtiu a história, que fofo. Mas e o gameplay, é bacana? Como dito lá no início, The Legend of Nayuta: Boundless Trails é um RPG de ação, então para você que curte mais a jogatina em turno pode se frustrar um pouco. Outro fato que pode causar estranheza é que aqui apenas um personagem é totalmente controlável, com um segundo atuando como um auxiliar apenas.

Nayuta fica constantemente alternando entre mundos, ao mesmo tempo que grande parte da jogatina é separada por fases. Calma que eu explico. Remnant Isle é onde você irá pegar as missões secundárias, comprar novos equipamentos, preparar refeições e onde parte do plot acontece. O outro mundo para onde você viaja funciona como um hub por onde você acessa as fases. Isso mesmo, você não leu errado: são fases. Elas se dividem em cinco grandes áreas, contendo um conjunto de estágios cada.

Nelas você tem objetivos específicos, como encontrar cristais, baús e cumprir objetivos variados, como completar a fase sem usar uma habilidade, completá-la sem cair ou abaixo de um certo tempo. A conclusão destes objetivos dá ao jogador um certo número de estrelas que são necessárias para Nayuta aprender novos movimentos com seu mestre espadachim, Orbus.

Durante sua jornada você tem a ajuda da pequena Noi e não se apegue muito ao seu tamanho, pois ela vai ser de grande ajuda. Ela dispõe de dois tipos de movimento, os Seasonal Arts e os Gear. Os primeiros são magias elementais e/ou que causam status. Elas são adquiridas ao derrotar certos inimigos nas fases. As do segundo grupo são movimentos que são ganhos por uma espécie de administradores (não vou explicar quem são por motivos de spoiler) de cada região e são utilizados para superar certos obstáculos no percurso dos heróis que a priori pareciam intransponíveis.

Os itens equipados tanto em Nayuta quanto em Noi não alteram apenas os status, mas também o seu visual e podem ser adquiridos cumprindo os objetivos do jogo ou comprando nas lojas. Aqueles que buscarem fazer o máximo, serão recompensados pelo jogo com melhores magias e equipamento, e essa é a minha dica. As poções de HP são raras nas fases, então tome um tempo aprendendo receitas e fazendo marmitas para usar nas fases. Não só na vida real, uma boa alimentação é vital, aqui também é.

Talvez a versão definitiva?

Como um título originalmente produzido para um portátil, The Legend of Nayuta: Boundless Trails caiu como uma luva no console híbrido da Nintendo. Toda sua interface e textos possuem uma proporção boa em relação a tela quando se joga no modo portátil. Não é cansativo jogar desse jeito mesmo com sessões de jogatina mais longas. 

Para aqueles que preferem jogar na TV, o game também se comporta de forma satisfatória. Os modelos da versão de PSP não parecem ter sido refeitos, mas sim sofrido um upgrade para as resoluções maiores das Tvs atuais. A nível de performance também não há do que reclamar. Minhas únicas ressalvas ficam por conta da falta de localização para o nosso idioma e para o uso do Gear Hold, usado para se pendurar em alguns trechos, que pode ser bem estranho inicialmente.

O game é uma aventura que vai te entreter por algumas boas horas, tanto pela narrativa simples mas que conta com personagens cativantes, quanto pelo fato de ser extremamente prazeroso de se jogar. Quem sabe após Nayuta, eu não dou uma chance aos outros títulos da Nihon Falcom?

Prós: 

  • Personagens cativantes;
  • Jogabilidade de fácil aprendizagem;
  • Sistema de progressão simples.

Contras:

  • Usar o Gear Hold é meio atrapalhado;
  • Não localizado para PT-BR.

Nota final:

9

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André Barrozo
André Barrozo
Formado em Comunicação Visual pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Pitaqueiro de games sempre que pode.
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