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Review | Devil Inside Us: Roots of Evil

Acompanhe o exorcista Aughust Heylel em sua busca de livrar a família Howard de um grande mal que assola sua casa. A sua fé será o suficiente?
André Barrozo 08/02/2024

Desenvolvedora: Mr. Skull Game Studio
Publicadora: QUByte Interactive
Gênero: Aventura, Terror
Data de lançamento: 25 de Janeiro, 2024
Preço: R$ 49,99
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela QUByte Interactive.

Revisão: Marcos Vinícius

Desenvolvido pela Mr.Skull Game Studio e publicado pela QUByte Interactive, Devil Inside Us: Roots of Evil é um jogo de terror com câmera em primeira pessoa que chegou no nosso querido Nintendo Switch e também em outras plataformas atuais.

Em 1984, o padre Aughust Heylel foi convocado a ajudar o casal David e Angela. Após o marido assassinar seu pequeno bebê e ser dado como desaparecido, Angela pede auxílio a Aughust por suspeitar que forças malignas possam ser o real motivo por trás dessa tragédia.

Após falhar em uma incursão contra as forças que assolavam a residência, o exorcista promete vigiar o local para que o mal não saia vencedor novamente. Após 30 anos, Aughust Heylel hoje nos seus 74 anos, tem a chance de confrontar o mal novamente, agora com o intuito de salvar a família Howard. Você terá coragem de enfrentar o mal?

Quebre o meu dedo!

Vou confessar que eu não sou o mais corajoso dos seres humanos quando o assunto é terror. Qualquer produto de entretenimento com essa temática é consumido por mim de forma bem pontual, pelo simples motivo que ser um adulto envolve acordar cedo no dia seguinte e ter insônia não ajuda em nada.

 A câmera em primeira pessoa dá uma imersão maior do que em terceira, e não falo em relação a você se sentir um exorcista e tudo mais, falo mais em relação a tudo o que acontece na tela te impacta visualmente. E não estou falando aqui nos momentos de jumpscare, eles existem mas contribuem bem pouco para o clima tenso do jogo.

O que realmente torna o jogo medonho é o design de som e a dublagem. Jogar utilizando fones e começar a ouvir sons bizarros, portas se fechando e o pesar na fala do exorcista configura um ambiente de muita tensão, dando ao jogador um excesso de urgência para que sua jornada se encerre e de preferência com um final feliz.

O jogo possui um looping de gameplay bem simples. Ao exorcizar locais, objetos e seres sobrenaturais, novas áreas são desbloqueadas, dando ao jogador novos segredos para serem explorados. Apesar de não pegar na sua mão e dizer realmente o que o jogador deve fazer, existem pistas após o exorcismo sobre que áreas devem ser visitadas. Exorcize tudo o que puder na casa que o sucesso é garantido (ou quase…)

Aproveite o tour pelo inferno

Apesar de contar com cinematics com imagens, texto e dublagem, para uma maior imersão no game sugiro fortemente que você leia os files espalhados pelo jogo. Eles dão um contexto maior sobre acontecimentos apenas citados e fazem com seja notado a forma com que os fatos ocorreram, tirando a impressão de que tudo foi meio apressado. 

Não existe uma divisão clara de capítulos, mas a cada novo dia na casa os itens consumíveis são renovados. Na maior parte da jogatina você não sentirá falta deles, mas nos combates mais complexos eles podem ser o fator decisivo entre vida ou morte, seja diligente e colete tudo.

Nosso querido exorcista é um senhor de 74 anos, não fique correndo com ele sem necessidade ou vai acabar o item de cafeína de forma leviana. O mesmo vale para o uso do crucifixo, umas das suas armas no jogo, não sai apontando sem critério por aí que não é dedo não.

Um promissor indie brasileiro

Segundo o X (antigo twitter), os desenvolvedores do jogo agora trabalham em projetos solo, porém, o que vi em Devil Inside Us: Roots of Evil me deixou empolgado, se é que pode-se ficar feliz com um game tão tenebroso. Apesar do escopo pequeno do projeto, os idealizadores conseguiram me deixar realmente tenso e engajado naquela narrativa, torcendo para que Aughust Heylel conseguisse cumprir sua jornada.

Espero que a dupla possa trabalhar futuramente em novos projetos que tragam experiências de jogatina tão promissoras quanto o título em questão. Nem sempre é sobre, gráficos de ponto, missões que inflam de forma desnecessária ou modos online. as vezes o que um jogo tem que ser é apenas ser divertido.

Prós

  • História interessante;
  • Real clima de tensão;
  • Bom desempenho no modo portátil.
  • Localização em PT-BR com dublagem.

Contras:

  • A iluminação na versão de Switch deixa o game escuro demais;
  • Falta de opção de acessibilidade como aumentar o corpo dos textos.

Nota Final:

8

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André Barrozo
André Barrozo
Formado em Comunicação Visual pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Pitaqueiro de games sempre que pode.
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Tags: indie nintendo Nintendo Switch QUByte Interactive Terror

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