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Se você já se perdeu em menus infinitos ou se frustrou com tarefas repetitivas em jogos de simulação de vida, os desenvolvedores de Rune Factory: Guardians of Azuma também pensaram nisso. Na verdade, eles trabalharam duro justamente para tornar a experiência mais leve e divertida, sem aquela sensação de “trabalho” dentro do jogo.
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Em entrevista ao site AUTOMATON, o diretor Shiro Maekawa e o produtor Hisashi Fujii contaram como buscaram inspiração em outros simuladores e RPGs para melhorar a jogabilidade. Fujii até brincou que passou praticamente um ano inteiro jogando Guardians of Azuma sem parar, testando, ajustando e dando feedback ao time. Ele mesmo pediu, por exemplo, que o ciclo de nascimento de crianças fosse encurtado, para deixar o jogo mais dinâmico.
Entre as novidades que mais chamaram atenção estão o sistema de criação mais simples, a árvore de habilidades organizada e o fim de algumas tarefas cansativas, como ter que upar uma arma do zero sempre que trocava de equipamento. Detalhes pequenos, mas que fazem toda a diferença.

Os devs também analisaram cuidadosamente outros RPGs modernos para entender padrões de jogabilidade, até mesmo quais botões geralmente são usados em cada ação nos controles. A ideia? Fazer com que o game seja fácil de pegar e jogar, mesmo para quem nunca mergulhou na série.
No fim, a filosofia foi clara: manter a essência de Rune Factory, mas sem deixar o jogador preso a rotinas cansativas. Resultado? O jogo, lançado em 5 de junho de 2025, já vem sendo elogiado justamente por ser mais acessível e convidativo.

