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Review | Neon Inferno

André Barrozo 06/12/2025

Desenvolvedora: Zenovia Interactive, LLC
Publicadora: Retroware
Gênero: Ação | run n’ gun
Data de lançamento: 20 de novembro, 2025
Preço: R$ 59,99
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Zenovia Interactive, LLC
Retroware
20 de novembro, 2025
R$ 59,99
Digital
Ação | run n’ gun
Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Retroware.

Revisão: Lucas Barreto

Das mesmas mãos que forjaram o competente Steel Assault, Neon Inferno já está disponível para Switch. Adornado com muito neon e uma cidade regulada por organizações criminosas, a Zenovia Interactive nos apresenta um run n’ gun com momentos de gallery-shooter que promete sessões de tiroteio desenfreado com uma pixel arte lindíssima. Dentre uma seleção incrível de bons jogos nesse fim de ano, o game vai possuir um lugar ao sol?

O conceito de certo e errado

Em uma cidade distópica, onde a lei tornou-se um conceito abstrato e a ordem é influenciada por um senso de reputação amoral de organizações secretas, somos apresentados aos nossos dois protagonistas.

Angelo Morano foi um jovem que desde muito pequeno ficou à própria sorte até que a “Família” viu nele um recipiente muito propício a se tornar alguém que segue os seus princípios, tornando-o um de seus melhores arautos. Mariana Vitti estava muito entediada com a sua vida de jovem menina rica sem necessidades e foi cooptada pelo deslumbramento da oportunidade de sair do seu marasmo.

A jogabilidade é bem fluida, oferecendo ao jogador três possibilidades de comando dependo do plano e da distância dos inimigos da tela. A primeira delas é pelo combate a curta distância com o uso de uma lâmina. Com exceção dos inimigos que se posicionam ao fundo da tela, todos podem sofrer dano assim, mas o recomendado é que você a utilize para derrotar inimigos que também fazem uso de espadas/adagas, ou que sejam muito rápidos.

O tiro de média distância será o seu amigo na maior parte do tempo, pois é com ele que você irá lidar com os inimigos normais e chefes que estejam no mesmo plano de ação que você. Aqui a jogabilidade não tem nenhum segredo ou recomendação. Só atire em tudo o que se mexer mesmo. Já o tiro em profundidade é acionado de forma diferente. Ao pressionar o botão, o seu personagem ficará parado e será necessário controlar uma mira na tela. Se você associou essa parte a clássicos como Duck Hunt, você fez certinho. O conceito de gallery shooter é bem esse mesmo.

Após atravessar o primeiro trecho de fase do game, o jogador é levado ao encontro de um representante da “Família”, responsável por passar as informações dos novos alvos a serem abatidos. Em um primeiro momento pensei que o jogo também possuiria alguns momentos narrativos de escolha de diálogos mas não era nada disso. Foi apenas uma jogada bacana dos desenvolvedores para apresentar a seleção de fases do game. Confesso que achei de um bom gosto enorme e muito inventivo.


Existe ainda a possibilidade de conseguir upgrades para as suas armas, mas é tudo bem básico. Será algo que vai facilitar um pouco a sua vida, mas o desafio do jogo é mais sobre saber lidar com os múltiplos desafios exibidos na tela, decorando o comportamento dos inimigos e o momento de sua aparição, do que lidar com esponjas de bala na tela. Os habilidosos serão recompensados e os que possuem reflexos lentos vão penar um pouco (que é o caso do redator desse texto).

Nem tudo nessa vida precisa de explicação

Como forma de dar valor maior ao pacote produzido, vivemos uma era da indústria de jogos com profusão de conteúdos com premissas bem simples mas que, para se venderem como produtos intelectuais ou que necessitem de um tempo maior de assimilação, são entupidos de narrativas e contextos que na maior parte das vezes se transformam apenas em “gordura” no produto final.

Neon Inferno é um jogo que foge muito disso. Caso você queira entender melhor a motivação dos personagens, ela está ali para você e tudo vai ter o seu momento, mas caso você não esteja no clima para isso, o que vai ser exigido de você é apenas encontrar uma posição confortável para jogar e se divertir. Em uma realidade onde temos cada vez menos tempo até para o essencial, é vital que o momento da sua jogatina seja algo que agregue ao seu dia-a-dia. Seja revitalizando um dia sem muitas emoções ou desocupando sua mente de problemas que estão à margem da tela do seu console/TV.

Por mais que alguns desenvolvedores pareçam se esquecer disso enquanto são pressionados por engravatados a encherem os bolsos deles de dinheiro, videogames devem proporcionar uma experiência de entretenimento que só é possível por conta da interatividade da sua premissa, colocando o jogador na pele de várias personas os entretendo até o fim da sua jogatina. Se é o puro suco da palavra videogame você procura, vai encontrar em Neon Inferno.

Algumas balas perdidas aqui e acolá


O jogo apresenta performance bacana para os felizardos donos de um Nintendo Switch 2. Mesmo não possuindo uma versão do game dedicada a plataforma, o poder bruto do console faz o jogo ter uma performance bem melhor do que aquela encontrada no seu irmão mais velho, o Nintendo Switch Original.

Prós:

  • Pixel Art que remete a era de outro dos 16-bit;
  • Jogabilidade recompensadora aos habilidosos;
  • Dificuldade balanceada a ponto de você nao culpar o jogo pelos seus erros.

Contras:

  • Performance no Nintendo Switch original.

Nota

8

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André Barrozo
André Barrozo
Formado em Comunicação Visual pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Pitaqueiro de games sempre que pode.
André Barrozo
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Tags: indie nintendo Nintendo Swich run n' gun

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