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Pokémon Horizons já completou três anos desde que assumiu a responsabilidade de cativar os fãs de todo o mundo no lugar das aventuras emblemáticas e nostálgicas de Ash Katchum e Pikachu.
É incrível pensar também que, desde então, o NintendoBoy vem cobrindo com resumos e opiniões episódio por episódio ao longo desse tempo, sem pular nenhum! Ainda seguimos firmes e fortes na cobertura, mesmo com altos e baixos em relação em como a trama é montada —embora mais baixos do que altos —, portanto, para celebrar o aniversário de 3 anos do anipoke, decidimos contar quais foram os episódios que mais nos marcaram.
O Zygarde Branco que Abala a Terra
Por João Pedro Lira

Ainda estou surpreso que já fazem 3 anos que Pokémon Horizons está no ar. Lembro de ter ajudado na review/impressões de um dos primeiros episódios — acho que o segundo —, porém escrevendo de forma recorrente no NintendoBoy foi a partir do episódio 63.
Para mim, no entanto, tem dois episódios em específico que me marcaram. Um deles sendo o episódio 88, o clímax do primeiro arco, que, para mim é o ápice da primeira fase do anime em uma raid battle contra o “chefão final” dos Explorers, enquanto sprigatito alcança sua forma final.
Gibeon se prova como um excelente treinador com diversas estratégias e sem brechas em seu estilo de combate. O tempo todo colocando os Trovonautas contra a parede e a única forma deles acharem uma chance foi com o Amethio confiando nas crianças, o que mostrou um aprofundamento no personagem e a tão aguardada evolução da Floragato de Liko em Meowscarada, fazendo com que Zygarde reconhecesse os esforços das crianças enquanto mostra que o Lendário só se importa com o ecossistema e, dessa forma, traí seu treinador.
O Rayquaza Preto, Hora do Confronto
Por João Pedro Lira

O outro episódio que mais me marcou foi o episódio 129, que é quando Roy finalmente alcança seu sonho em capturar o Rayquaza Preto, o qual foi sua principal motivação para deixar seu lar e seguir uma vida de aventuras com os Trovonautas. O episódio tem uma batalha que, do início ao fim, mostra a essência do personagem e sua trajetória até aquele momento, mostrando que ele nunca está sozinho.
Esse episódio teve um impacto emocional mostrando que nem sempre o que você deseja vai ser concedido, como foi o caso do Uruto. No fim, ele aprendeu que o importante é saber se levantar e manter a cabeça erguida. Baita amadurecimento do personagem.
Megaevolução – Roy
Por Heitor Matos

O episódio 112 é o primeiro episódio do especial de Megaevolução do anipoke. Nele, vemos Uruto antes de se envolver com o Roy enquanto temos uma batalha de Megas. Ah, também conhecemos o (autointitulado) mestre Mayonnaise.
Uruto é um personagem que eu gosto bastante nessa série e ele receber uma própria introdução foi um ótimo começo pra mim. Nós conhecemos Mayonnese neste especial, que serve para apresentar e explicar Megaevolução, porém, ele também é um professor para ambos Roy e Uruto, algo que ambos estavam precisando muito nesse momento.
Eu acho Mayonnase bem divertido ele é algo original do anime que consegue desenvolver nossos personagens sempre que aparece, além de entrega boas batalhas. O resto do episódio é do Roy e Uruto explorando o palácio Mayo-Maze e perdendo para o shiny Lucario, mas os próximos episódios do especial continuam com o bom ritmo e trazem novas surpresas.
Pikachu Voador, subindo cada vez mais alto!
Por Thomas Mertens

Meu episódio favorito é o que conta a história de Friede e Pikachu. É o episódio 18 de Pokémon Horizons, então lá no início já fala.
Principalmente porque ele traz essa coisa da amizade, dos sonhos, de se ajudar, e isso sempre me pega. Além disso, conta a história do Friede, de que na verdade o parceiro inicial dele era o Charizard mesmo, das suas frustrações como professor, etc. Isso ao mesmo tempo que quebra a fórmula do Ash e Pikachu, traz também muitas semelhanças: eles não se conhecem desde o início, mas são amigos inseparáveis e unem seus sonhos.
O Cap traz também a brincadeira do “Pikachu voador”, mas de uma maneira mais original. E gosto também que trouxeram o Volt Tackle de volta, que é um ataque muito lindamente animado da franquia, e usado de uma forma muito original, tal qual o Ash faria. Enfim, acho que esses são os principais motivos que me puxam pra esse episódio, construção de personagens são coisas bem legais ora mim.
Orio, Aterrada
Por Marcos Vinícius

Já que a songamonga do Lira pegou justamente o episódio de Pokémon Horizons que eu iria falar, lembrei então de outro que, de certa forma, me deixou uma marca: o episódio 99.
Apesar de eu achar a segunda parte do anime bem mais fraca em roteiro em relação à primeira, um dos momentos mais memoráveis para mim foi quando os Trovonautas ainda acreditavam que Friede estava morto após os eventos do Monte Kumuri.
Cada Trovonauta demonstrou da sua maneira o luto de ter perdido seu líder, mas Orio, que era a mais próxima de Friede, foi a que mais ficou impactada. O episódio 99 não teve a melhor das conclusões para a fase depressiva da personagem, mas exemplificou de forma realista como é viver sem propósito após perder alguém muito importante.
Esse episódio foi um dos que mais me marcaram de verdade e me peguei pensando se anime poderia tomar riscos maiores em prol de uma narrativa bem mais elaborada se ele não fosse tão restrito à sua faixa etária. No fim, toda dramatização em torno da “morte do Friede” foi por água baixo após descobrimos o paradeiro dele e a falta de sensibilidade do mesmo em não ter comunicado seu estado atual para os companheiros — aquilo me deixou possesso.
