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Review | DC Super Hero Girls: Teen Power

Venha viver uma super aventura e descobrir a sua heroína interior.DC Super Hero Girls: Teen Power é um dos títulos publicados pela Nintendo no mês de junho e estourou as portas da expectativa.
Gabriel Marçal 19/06/2021

Desenvolvedora: TOYBOX, Inc.
Publicadora: Nintendo
Data de lançamento: 4 de junho, 2021
Preço: R$ 299,00
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela Nintendo.

DC Super Hero Girls: Teen Power é um RPG de ação e aventura publicado pela Nintendo, sendo um dos seus principais lançamentos para o mês de Junho. Embora de aparência simples e com um publico alvo bastante definido, o jogo executa muito bem sua proposta e possui uma notável atenção aos detalhes, conquistando boa parte dos jogadores que tiveram a sorte de cruzar seu caminho.

A premissa é simples, uma versão adolescente de diversas personalidades femininas marcantes do amplo universo da DC, tanto heroínas quanto vilãs. Entre o cast principal da história temos Diana Prince (Mulher Maravilha), Barbara Gordon (Batgirl) e Kara Danvers (Supergirl) do lado das mocinhas. Enquanto do lado das vilãs temos Harlen Quinzel (Arlequina), Selina Kyle (Catwoman) e Carol Ferris (Star Sapphire).

Ainda existem outras três heroínas e três vilãs que estão sempre presentes na história, mas que raramente possuem alguns destaque e nem são jogáveis, por isso não vou me aprofundar nelas.

Conheça Metropolis

A estrutura de DC Super Hero Girls: Teen Power é em boa parte um jogo de aventura. Você recebe missões dos cidadãos que podem ser divididas em dois estilos:

  • 1 – simplista no qual você irá usar a roupa de super heroína e normalmente entrará em algum tipo de combate, seja para derrotar inimigos, proteger algum lugar durante determinado tempo ou perseguir inimigos fugitivos por exemplo. Esse tipo de missão se comporta como uma espécie de fase, você é levado para uma área da cidade que ficará delimitada, poderá escolher os aliados que quer levar ao combate (podendo ter até 3 pessoas no grupo). Ao completa-la, poderá receber recompensas baseado na sua performance, e será trazido de volta ao ponto aonde ativou a missão, fazendo dessa missão algo totalmente separado do mundo do jogo.
  • 2 – consiste em fazer diversas atividades no mundo do jogo, coletar objetos escondidos ou em lugares de difícil acesso, conversar com os cidadãos tirar fotos entre outras atividades. A sacada divertida é que você faz tudo SEM a roupa de super herói e logo não pode usar seus poderes para resolve-las. Plataformas que seriam facilmente alcançáveis com suas habilidades de heroina passam a ser acessíveis apenas  por rotas difíceis ou criativas que devem ser descobertas pelo jogador.

Ambas as missões são bastante divertidas, os mapas do jogo não são exatamente variados sendo basicamente alguns tipos de bairro – a escola e o esgoto na maior parte do jogo – mas eles acabam sendo muito bem feitos, o desafio de explorar cada cantinho deles se prova bastante divertido e eficiente, embora a dificuldade não seja elevada, a sensação de recompensa por encontrar caminhos novos e abusar da física do jogo são pontos extremamente fortes para a experiência. A física, que a primeira vista é desengonçada e pouco intuitiva, fazendo o jogo parecer quebrado de certa forma, foi na verdade pensada justamente para isso, você pode explorar ela a vontade para resolver os desafios de forma que muitos inclusive contem com isso.

Dialogo através dos punhos

Ainda falando sobre a física, o combate também se beneficia muito dela, sendo bastante simples: você possui um combo básico de 5 golpes, a cada acerto um contador é mostrado. Caso você acerte os 5, um combo chamado de “Smash” será ativado e vai dar muito mais dano nessas condições. Caso você erre qualquer peça do combo, o quinto golpe não será um smash (mesmo tendo a mesa animação).

Além desse combo básico, cada personagem possui uma ação, uma habilidade comum, e uma habilidade suprema. No caso da Batgirl como exemplo, que foi minha personagem preferida durante minha jogatina, a ação dela é atirar um ganho que a puxa até lugares de difícil acesso ou inimigos, sua habilidade é atirar diversos projeteis em formato de morcego, e sua suprema é disparar vários mísseis.

Além disso, as heroínas possuem habilidades distintas. Por exemplo, a Supergirl pode voar, a Batgirl pode planar, e tanto a Batgirl quanto a Mulher Maravilha podem saltar em muros. O jogo também conta com um sistema de esquiva que se dá através de um rolamento, que quando feito no timing perfeito gera um ataque de oportunidade, abrindo chance para um “Smash” automático apertando apenas o botão de ataque.

O combate se beneficia bastante da física, graças às acrobacias que podemos fazer. O jogador é capaz de ficar de forma indefinida no ar enquanto acertar combos e usar rolamentos estratégicos para manter altitude. O gancho, planar e pular em muros também contribuem para isso, algumas skills também te mantém no ar enquanto são ativadas e podem ser usadas para suprir o espaço entre combos. De novo, o combate é simples e bem pouco punitivo, mas tem muito espaço pra otimização, te permitindo fazer essas acrobacias muito divertidas.

Uma outra cosia que o jogo não explica, mas que funciona bem, é que caso você acumule os 4 primeiros golpes e resolva soltar uma habilidade ao invés do usual “Smash” essa habilidade também estará com seu dano amplificado.

Parte do charme disso tudo é o quão controlável esse combate é, se, por exemplo, ao apertar o botão de ação você puxar o analógico para uma direção, o golpe ira sair nessa direção fazendo a fluidez se assemelhar a alguns jogos de plataforma 3d que, graças a física exagerada, pode ser levado até a ultima consequência.  

Apenas uma simples estudante

Nem só de salvar o dia vivem nossas heroínas, o jogo também conta com um sistema de vestimenta que te permite gastar o dinheiro adquirido nas missões em diversos visuais variados para nossas heroínas quando estão em roupas comum. Eventualmente também somos capazes de adquirir variações de roupas de heroínas.

Essa parte do jogo é capaz de entreter, o jogo possui até um medidor que aponta quão estilosa você está com a combinação escolhida, e ela tem bastante sinergia com uma outra parte importante do jogo, o Supersta e as fotos.

O Supersta é uma rede social fictícia do jogo aonde as pessoas podem postar fotos e interagir umas com as outras. O jogo por sua vez possui um competente sistema de tirar fotos que te permite escolher o angulo, adicionar filtros, mudar para câmera frontal, dar zoom, etc. As fotos podem ser postadas no Supersta e recebem curtidas, aumentam seus seguidores e recebem divertidos comentários dos outros personagens do jogo.

Mas a funcionalidade é muito bem explorada e integra ambos os sistemas em suas missões, algumas delas requerem fotos de coisas especificas, outras um número de seguidores no Supersta, e por ai vai. Essa atividade é constante na jogatina e acaba sendo um dos pontos fortes dela.

Além disso, o sistema de fotos nunca se torna monótono, você pode e incentivado a fotografar o quiser, mas também será notificado do que está nos “trends” daquele momento, ou seja em alta. Podem ser por exemplo pontes, um tipo de carro, um tipo de prédio e por ai vai, postar fotos dessas cosias sempre te angaria muitos seguidores e a busca pelo objeto sempre é divertida, com o papel de um evento urgente e aleatório do jogo.

Durante os acontecimentos da história das protagonistas também são levadas a reconstruir uma parte da cidade através de arrecadação de dinheiro, então cabe ao jogador montar o seu bairro dos sonhos, o que é simples e uma atividade bem rápida mas também é divertido.

Nem tudo são doces

Como já é tradição minha, sempre separo um espaço para acentuar os defeitos de uma obra, e desse vez infelizmente não é diferente.

A história desse jogo é muito fraca. Vejam bem, eu ponderei muito sobre essa crítica e a faixa etária que o jogo tem com alvo realmente não tem uma avidez por histórias densas, tudo bem, mas uma história não precisa ser densa para ser boa, muitas vezes menos é mais. Mas aqui eles aparentemente não quiseram arriscar muito.

O jogo tenta emplacar alguns mistérios que nunca chegam a ser relevantes, teria sido melhor deixar a história episódica do que tentar fazer um arco fechado tão sem personalidade. Quando a parte da exploração começa a engrenar, você pode parar de ligar para a história principal porque a jogabilidade se encarrega do entretenimento mas as duas primeiras horas de jogo, enquanto o palco é montado, por assim dizer, basicamente se arrastam.

Quando eu digo que talvez uma estrutra quase episódica funcionaria melhor, é porque o jogo faz isso em um certo nível. Ele possui capítulos com uma pequena Sub-trama dentro da trama principal, e alguns desses capítulos tem tramas brilhantes, como por exemplo a Barbara sendo a melhor amiga da Harlen, sendo que quando colocam o uniforme são inimigas mortais sem saber que é a outra por trás da mascará.

Eu sei que isso pode parecer um pouco dramático para crianças, mas não é, a história e a mensagem desse capítulo é muito positiva, a amizade superou o ódio, e isso agrega muito ao jogo, ele é cheio de mensagens positivas, de valorização do meio ambiente, de amizade de coragem e até adverte o quanto o vício em redes sociais pode ser perigoso.

E acho que se os capítulos se organizassem em torno somente dessas idéias, sem tentar se amarrar a uma trama maior, muito mais poderia ter sido feito.

Em certo momento, você também libera as três vilãs citadas no início do texto como jogáveis, mas como os detalhes entrariam em detalhes da história, vou me abster de comentar, deixando apenas claro que a jogabilidade delas segue exatamente a mesma lógica da das heroínas.

Outra coisa que me incomodou no começo é que alguns combates eram fáceis demais, no entanto, foi simples solucionar esse problema: você pode selecionar de 1 a 3 aliados por missão, então, na maioria das missões resolvi jogar sozinho, e isso faz toda a diferença. Desviar se torna importante e ser inteligente ao puxar a atenção dos inimigos também, isolar eles e acertar os combos dão densidade pro combate através da dificuldade.

O dia foi salvo?

DC Super Hero Girls: Teen Power é uma experiência extremamente divertida que te mantém entretido por horas. A integração dos sistemas e atenção aos detalhes faz parecer que nada nesse jogo foi colocado ao acaso, ele é extremamente bem planejado e merece sim uma chance só por isso.

A história não é seu forte, mas as personagens tem personalidades bem definidas e consistentes tornando elas bastante gostáveis. O combate se aproveita muito do lado “cartoonesco” do jogo para ser maluco e frenético, no melhor sentido possível.

A exploração do mundo que remete levemente a jogos de plataforma em 3D também é um bônus encantador e que agrega muito, e por todos esses motivos, para todos aqueles capazes de apreciar algo simples e manter a cabeça aberta, eu definitivamente recomendo esse jogo.

Prós

  • Combate extremamente divertido;
  • Personagens encantadoras;
  • Integração dos sistemas e atenção aos detalhes.

Contras

  • História fraca;
  • Demora para engrenar.

Nota Final:

9

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Gabriel Marçal
Outrora um herói curioso e gentil, Gabriel vivia no seu própria ritmo pelas suas própria batidas, sempre com um sorriso no rosto e muito amor pelas coisas que jogava e escrevia. Contava suas histórias e opiniões aos 4 ventos em forma de maravilhosas reviews, porém hoje, é um andarilho perdido e obstinado que vaga pelas nada amistosas terras da vida adulta, tentando se encontrar e encontrar seu lugar no mundo, Gabriel só tem uma missão, ser o gatekeeper que trará a vocês o conhecimento de quais jogos merecem ser jogados.
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