Desenvolvedora: Gust
Publicadora: Koei Tecmo
Data de lançamento: 22 de abril 2021
Preço: R$ 214,90 (cada jogo)
Formato: Digital
Análise feita no Nintendo Switch com cópia disponibilizada gentilmente pela Koei Tecmo
Antes de começar, vale ressaltar que eu sou grande fã e entusiasta da série, então trarei um pouco mais de informações para vocês, além da review, é claro.
Houve época em que Atelier era inteiramente ligado à marca PlayStation, ainda mais na geração PlayStation 3, quando tivemos a transição da série para o 3D e a Gust passou a integrar a equipe de desenvolvimento da Koei Tecmo. E claro os jogos saiam primeiro no PS3 antes de chegarem ao PC. Porém, hoje em dia, as coisas mudaram. Agora os consoles da Sony dividem espaço com a Nintendo para a já clássica série de JRPG sobre alquimia.
Atualmente, o Nintendo Switch é uma das plataformas prioritária para a série, onde já conta com diversos títulos da franquia, incluindo o recém lançado mix Atelier Mysterious Trilogy Deluxe Pack, onde os fãs agora possuem um total de treze títulos para jogar onde quiserem. Esta nova coletânea traz as versões “DX” da saga “Mysterious” – Atelier Sophie, Atelier Firis, e Atelier Lydie & Suelle – a trilogia que antecede os atuais jogos Atelier Ryza 1 & 2, mas que ainda seguiam as formulas mais conservadoras desde Atelier Rorona: The Alchemist of Arland.
Mas o que exatamente são estas versões “DX“? Em resumo, são relançamentos com adições que não necessariamente obrigam o jogador que já adquiriu a versão anterior a compra-la novamente. Porém, estas versões chegam com um preço mais amigável, com conteúdo extra exclusivo, e grande parte das DLC compradas separadamente das versões vanilla (que normalmente são cosméticos). Atelier Mysterious Trilogy Deluxe Pack segue basicamente esta regra, mas, neste caso, os jogos que estão chegando ainda não estavam disponíveis nas plataformas Nintendo, com exceção de Atelier Lydie & Suelle.
Terminando a introdução, esta análise irá abordar brevemente minha experiência com cada jogo e o que eles tem a oferecer. O grosso da análise será voltado a coletânea em si, pois se eu falasse detalhadamente de cada título o texto ficaria extenso e cansativo, e eu não quero que apenas pulem para a conclusão e avaliação. Então espero que fiquem comigo até o fim, vai valer a pena!
Atelier Sophie ~The Alchemist of the Mysterious Book~ DX

Lançado originalmente em 2015, Atelier Sophie ~The Alchemist of the Mysterious Book~ é o primeiro título da saga Mysterious, e também inédito no Nintendo Switch. O jogo conta a história de Sophie Neuenmuller, uma jovem alquimista em fase de aprendizado que sonha ser tão experiente na arte de alquimia quanto sua falecida avó, podendo assim ajudar as pessoas. Sophie é introduzida logo no início do jogo à Plachta, um livro misterioso com livre arbítrio que passa a ensinar a jovem sobre alquimia, e, em troca, Sophie promete ajuda-la a recuperar suas memórias.

O jogo basicamente segue o dia-a-dia de Sophie se especializando em alquimia e se aventurando pelos arredores da cidade de Kirchen Bell a procura de ingredientes para o Synthesis enquanto luta com monstros ao lado de seus amigos Oskar e Monika. Para ajudar Plachta, a protagonista aprende novas receitas e as escreve no livro para liberar seus fragmentos de memórias. Conforme Platcha vai lembrando de seu passado e o quem realmente é, o plot do jogo se desenrola tornando a trama ainda mais interessante.

O sistema de batalha de Atelier Sophie é o tradicional Turn Based, com quatro membros na party podendo escolher previamente o movimento a ser realizado antes de ir a ação. O diferencial aqui, que talvez seja característico de quase todos os jogos, é como determinadas ações dependem do posicionamento de personagem na tela — por exemplo: você pode realizar um Special Support quando três ou mais membros da party estiverem na mesma posição, que vai desde golpes adicionais e magias de buff e debuff. Perceba na imagem abaixo há um ícone escrito “Chain Link“, quando ele atinge uma determinada porcentagem, o Special Support é ativado e automaticamente os personagens realizam uma ação adicional durante o turno.

Partindo agora para o coração do jogo (e da franquia), temos o sistema de Synthesis, que é o núcleo de todas as suas ações no jogo. Assim como um sistema de crafting tradicional, no Synthesis liberamos receitas e criamos itens que serão úteis nas aventuras de Sophie, sejam para refinar os equipamentos ou mesmo para dar prosseguimento à história. Todo o andamento do jogo depende da criação de objetos através, até mesmo para estar preparado para batalhas mais intensas. Esse sistema tira quase que toda a dependência do temível grinding, focando mais em criar os melhores itens de suporte e equipamentos mais poderosos.

Embora tenha vindo bem mais tarde porque não havia uma plataforma Nintendo de apelo para a série na época, os donos de Switch agora são agraciados com um relançamento cheio de vantagens e a um bom preço. A versão DX de Atelier Sophie conta com quase todos os conteúdos de DLC já lançados, um novo Photo Mode, uma nova side-story que desbloqueia uma nova roupa para a personagem, além de três novos caldeirões para utilizar na Synthesis. A versão do Nintendo Switch parece ter sido bem portada, pois além de oferecer bons visuais eu não tive problemas com quedas de FPS durante as minhas 35 horas de jogatina.

No geral, Atelier Sophie foi uma boa surpresa com uma história de amizade que embora simplista me cativou bastante, além de um bom elenco de personagens que foi muito gostoso de interagir em suas respectivas side-stories. Brincar de pique esconde com a Pamela e as crianças, ver a reação de cada personagem ao ver um livro falante pela primeira vez, os diálogos de Sophie com o ranzinza Harol ou com a quase inexpressiva Cory, as esquisitas ações de Fritz quando se empolga ao falar de fantoches… Enfim, foram alguns dos vários momentos marcantes que me fizeram esboçar sorrisos sinceros.
Para a parte da jogabilidade, o jogo apresenta sistemas fáceis de aprender tanto na parte da batalha quanto no Synthesis, além da dificuldade na medida certa que torna Atelier Sophie uma experiência agradável para novos fãs e nostálgica para quem jogou a trilogia Dusk antes no Nintendo Switch.
Atelier Firis ~The Alchemist and the Mysterious Journey~ DX

Atelier Firis ~The Alchemist and the Mysterious Journey~ é o título que sucede Atelier Sophie e o segundo da trilogia Mysterious, embora pareça não usar mais o motor gráfico do anterior por um certo motivo. Esta é mais uma aventura inédita para o Nintendo Switch que esta vindo em sua versão DX (uma revisão com um preço mais camarada), que inclui algumas adições além de quase todo conteúdo de DLC. Para as novidades, o jogador pode esperar por novos veículos e itens de exploração, novas quests e o Photo Mode, que foi incluído nos três títulos.

O jogo traz uma abordagem um pouco mais ousada para a franquia em sua época, bem como é o título que mais se destaca entre os demais da saga Mysterious em minha opinião. Neste caso, seu diferencial esta em apresentar um mundo aberto, com áreas bem mais extensas e um controle de câmera mais livre, não chegando a ser totalmente Open World mas sim um sandbox, já que temos telas de transições entre cada área. O motivo disso? Eu suspeito que esteja ligado à imersão dentro do contexto da protagonista, pois ver Firis se surpreender pelo desconhecido após finalmente por os pés para “fora de casa” dá a sensação de uma verdadeira jornada.
Em Atelier Firis controlamos Firis, uma garota que nasceu e cresceu numa cidade subterrânea, proibida de pisar no mundo lá fora. O prólogo do jogo mostra como Firis sonha em viajar pelo mundo e se frustra por não ser capaz disso. Felizmente ela alcança seu objetivo após conhecer Sophie e Plachta (isso mesmo, as meninas que protagonizaram o jogo anterior). Firis tem a oportunidade de aprender alquimia básica com Sophie, e consegue sua “liberdade” após prometer que se tornará uma alquimista profissional. O jogo começa de verdade quando somos apresentados ao mundo além do subterrâneo. Firis e sua companheira de viagem (e irmã) Liane vagam a procura de alquimistas que possam lhe dar uma carta de recomendação para que a jovem alquimista possa realizar o exame em Reisengerb e ter seu certificado.

Se eu pudesse definir Atelier Firis em uma palavra, esta seria “descoberta”. O jogo mostra de forma pontual às reações de Firis ao estar de cara com aquilo que ela sempre teve conhecimento apenas por citações de um livro. Ela descobre como é a chuva, a sensação de ser empurrada por uma forte ventania, ver como é o mundo à noite já que não tinha ciência do tempo dentro do solo, ou pisar em uma terra congelada. Ela também conhece pessoas em sua aventura que vêm a se tornar grandes amigas. Um exemplo disso é Ilmeria, uma alquimista com o mesmo objetivo de Firis, que eventualmente acabam criando fortes laços de amizade.

Como é de se esperar de todo jogo de Atelier, em Atelier Firis somos apresentados a diversas mudanças em seus sistemas, trazendo um novo layout em sua UI, uma nova maneira de praticar alquimia usando o Synthesis, além de mudanças no sistema de batalha que, mesmo mantendo-se baseado em turnos, adiciona elementos que dão um dinamismo maior às lutas — aqui, ele se apoia um pouco na ideia base da batalha de Atelier Sophie, mas troca as ações por posicionamento pelo “Linked Gauge“, uma barra localizada no lado esquerdo da tela que, ao encher, Firis e sua party podem se unir para desferir golpes poderosos (às vezes exagerado) com um ataque “Chain Burst”.

Pra encurtar a história: Atelier Firis é mais um jogo muito bem-vindo para os fãs que a Gust cultivou no Nintendo Switch, trazendo uma história gostosa de acompanhar, com velhas e novas caras, enquanto aborda novas mecânicas que distanciaram demais da minha experiência com seu antecessor, o Atelier Sophe. Quase tudo nele me agradou, sua trilha sonora, sua narrativa simples, o tom slice of life, ainda mais por ser bem mais aberto que outros títulos.

Mas apesar de ter curtido bastante acompanhar a jornada de Firis e sua irmã Liane, há alguns problemas que notei: não posso afirmar ser um problema crônico nas plataformas em que está disponível, mas no Nintendo Switch as taxa de quadro soluçam enquanto vagamos pelas áreas abertas, isso enquanto estou jogando na Dock. As transições de músicas de background incomodam pois não há um efeito de Fade Out entre elas; bem como a repetição massiva de NPC’s no jogo (isso tanto quanto nos outros jogos da saga). No entanto, consigo perdoa-lo por me entregar uma experiência gratificante no geral.

Atelier Lydie & Suelle ~The Alchemists and the Mysterious Painting~ DX

2017, o ano em que a Koei Tecmo e a Gust decidiram apostar suas fichas no Nintendo Switch na intenção de encontrar um novo lar para a franquia Atelier. Foi em dezembro daquele ano que vimos a estreia de Atelier Lydie & Suelle no Japão, embora o mesmo só viria a atingir o resto do mundo no ano seguinte. Eu tive a oportunidade de jogar meu primeiro título de Atelier com Lydie & Suelle em 2018, mesmo que no Switch ele pareça visivelmente tecnicamente inferior em comparação com a versão de PS4. No entanto, a Gust seguiu insistindo e, ao mesmo tempo que viu a base de fãs tomando forma no híbrido ao longo dos anos, foi também aperfeiçoando suas habilidades na plataforma entregando um título ainda mais bem polido sequencialmente.
Eis que então chegamos na versão DX da saga Mysterious, onde Atelier Lydie & Suelle não apenas recebeu um tapa no visual em seu relançamento, mas também trouxe benefícios sobre sua versão vanilla. Isso mesmo, aqueles que já possuíam o “patinho feio” foram agraciados com uma atualização gratuita trazendo melhorias na parte visual, se equiparando à sua versão revisada — mas claro, todos os brindes estão de fora dessa. Apesar disso, eu preferi revisitar as aventuras das gêmeas Lydie & Suelle do zero na versão DX, já que ela vem com as DLC de roupas para as protagonista e um novo quadro onde encontramos a personagem Nelke, do jogo Nelke & the Legendary Alchemists: Ateliers of the New World, um título spin-off de 2018 que celebra os 20 anos da franquia Atelier.
O terceiro e último da saga Mysterious, nos apresenta à calma e gentil Lydie, e sua irmã tomboy e travessa Suelle. As gêmeas protagonizam a trama com suas aventuras se passando na cidade de Meveille, capital do Reino de Adalet, onde moram em um impopular atelier junto ao seu pai Roger, que testa a paciência das meninas com sua inconveniência, vez ou outra irresponsável. Aqui, as meninas não são nem um pouco boas em alquimia, o que deve justificar o fato de não terem clientes e passam por dificuldades financeiras tendo que recorrer às vendas de pinturas de seu pai ou tarefas variadas para adquirir algum trocado. Lydie e Suelle almejam ser as melhores alquimistas do Reino de Adelet, pois são constantemente abordadas por uma colega de infância que se gaba por ter um Atelier bastante popular, as deixando enciumadas.

Felizmente elas são introduzidas a uma oportunidade única de crescer: o Atelier Rank, um sistema de qualificação que dá às meninas a chance de aperfeiçoarem suas habilidades com alquimia através de tarefas e solicitações dos residentes de Adelet. Ainda, elas são apresentadas à Ilmeria, um dos vários personagens retornantes dos jogos anteriores, assumindo o papel de professora das protagonistas. No entanto, o que eu disse até o momento sequer está relacionado ao plot do jogo, pelo menos não totalmente. O destaque desta história são as pinturas misteriosas.
A primeira delas é descoberta no porão da casa das meninas e mais tarde descobrimos a existência de outras pelo reino. As pinturas funcionam como uma espécie de dungeon onde podemos explorar, enfrentar monstros e coletar materiais raros para a criação de itens no Synthesis do jogo. Em resumo, acompanhamos as irmãs inexperientes em alquimia melhorando suas habilidades ao mesmo tempo que desvendam os mistérios das pintas com ajuda de rostos conhecidos de jogos passados da saga Mysterious.

Não podemos deixar de citar os sitemas do jogo. Começando pelo Synthesis — onde aqui serei bastante breve — ele herda o que já vimos em Atelier Sophie e Atelier Firis, mas com pequenas mudanças na UI e novos agentes de aprimoramento. Ele segue o mesmo padrão dos demais: os itens disponíveis para criação são indicados por formas geométricas que simbolizam se está completo para a criação ou faltam algum ingrediente; você adiciona os materiais e catalizadores para alterar o painel e conseguir efeitos bônus no fim da criação. Se você já tiver jogando Atelier Sophie ou Atelier Firis, saberá bem o que fazer, mas caso contrário, deve se perder um pouco quando começar pegar níveis mais complexos dentro deste sistema, mas nada de outro mundo.

O sistema de batalha se mantém em turnos e curiosamente sendo o último neste estilo antes de irmos para a série Secret. O que se difere dos outros títulos é que ele aposenta o sistema de posicionamento e introduz as “Follow-up Skills“, que realocam alguns personagens na party como suporte daqueles que estão na linha de frente, similar ao que vimos em Atelier Escha & Logy.

Ainda, é possível acessar o “Battle Mix“, onde o jogador pode criar alguns itens no meio da batalha durante seu turno. Como é de se esperar, temos também aqueles ataques especiais super exagerados, aqui chamados de “Combination Arts“: dois personagens da party formam um par para realizar um movimento poderosíssimo.

A variedade de mecânicas dentro da batalha deixa as coisas ainda mais dinâmicas, algo que sempre dei valor nos jogos da série apesar de levar um pouco de tempo para pegar o jeito. Em Lydie & Suelle não é diferente, ele traz inovações (mesmo que pequenas) boas o suficiente para se destacar dos demais. Mas devo frisar que, em uma batalha, sua performance não é 100% garantida através do grinding. Então, mais uma vez, dedique seu tempo no Synthesis criando itens e equipamentos de qualidade para não fazer feio.
Atelier Lydie & Suelle encerra bem a saga Mysterious trazendo uma aventura gostosa de acompanhar com muito bom humor e uma narrativa leve e descomplicada que só Atelier tem a oferecer. Gostei bastante de revisita-lo, mas não apenas por estar tecnicamente melhor, e sim por sentir que agora o joguei corretamente, em sua devida ordem de títulos e pegando empatia rapidamente com personagens já mostrados antes, algo que não podia no passado devido a ausência de Atelier Sophie e Atelier Firis no Nintendo Switch.
Se eu recomendo os jogos da trilogia Mysterious?
Com isso, concluo que os três títulos — Atelier Sophie ~The Alchemist of the Mysterious Book~ DX, Atelier Firis ~The Alchemist and the Mysterious Journey~ DX, e Atelier Lydie & Suelle ~The Alchemists and the Mysterious Painting~ DX — são especiais da sua maneira, cada um com sua individualidade seja em como jogamos ou em sua narrativa simples, bem como possuem conexões coesas entre si que trazem continuidade aos objetivos de nossas protagonistas oferecendo um bom fan-service para os fãs. Para os donos de Nintendo Switch, são adições necessárias e enriquecem a biblioteca de jogos da série, além de serem excelentes ao que se propõem, embora Atelier Firis sofra com constantes quedas de FPS durante o combate e alguns engasgos vagando pelo overworld.
Além das aventuras inéditas na plataforma híbrida protagonizadas por Sophie e Firis, os brindes da versão DX não deixam nem um pouco a desejar. Quero também destacar um mimo que a Koei Tecmo ofereceu além das inclusões exclusivas para cada um deles: os Artbooks digitais. O que antes era limitado àqueles que tiveram a sorte de obter a edição física de colecionador na época, agora tem acesso à edição digital separada do jogo base em forma de aplicativo. Com muito capricho, você pode acessar as artes conceituais e belas ilustrações de personagens e cenários, feitos pela artista NOCO, folheando cada “página”, enquanto aprecia uma música tranquila ao fundo.
Recomendo demais os jogos da série Mysterious para aqueles que recém saíram dos jogos de Ryza e querem expandir seu conhecimento sobre a franquia a partir de títulos passados. Cada um deles traz uma genuína experiência Atelier e servem como base de comparação às mudanças introduzidas em Atelier Ryza. Entendam que está análise tem como objetivo abordar a coletânea no geral, então peço perdão se eu não pude extrair 100% de cada jogo. Cada uma delas foi escrita com base em minha experiência em suas campanhas, e não indo mais a fundo no conteúdo de pós-game. Porém, continuarei jogando todos mesmo após a review, não se preocupem.
Mas e ai, eu recomendo Atelier Mysterious Trilogy Deluxe Pack? Seja pelo pacote inteiro, ou comprando separadamente na eShop do Nintendo Switch, tudo que cada jogo oferece são correspondentes aos seus respectivos preços. Se é um fã assíduo que quer rejogar pela portabilidade do Nintendo Switch, ou um novo fã, os jogos da série Mysterious são altamente recomendados.
Prós:
- Preço justo dado ao conteúdo oferecido em cada jogo;
- Sistemas amigáveis para jogadores novatos;
- Versão DX de Atelier Lydie & Suelle com polimento visual faz justiça a sua versão anterior.
Contras:
- Narrativa simplista pode afastar jogadores que procuram algo mais aprofundado em um RPG;
- Atelier Firis com frequentes quedas de fps, principalmente durante a batalha.
Nota final
8,5


