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Review | Disgaea 7 Complete

Estelle Meija 03/10/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Nippon Ichi Software
NIS America
10 de outubro, 2025
R$ 369,99
Físico (Game-Key Card)/Digital
RPG | Estratégia
Nintendo Switch 2

Desenvolvedora: Nippon Ichi Software
Publicadora: NIS America
Gênero: RPG | Estratégia
Data de lançamento: 10 de outubro, 2025
Preço: R$ 369,99
Formato: Físico (Game-Key Card)/Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2

Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia fornecida gentilmente pela NIS America.

Revisão: Davi Sousa
Tradução do Inglês: Angelus Victor

Apesar de eu amar RPGs e jogos de simulação que exigem muitos cálculos, como Tokimeki Memorial (cadê o release desse jogo aqui no Ocidente, Konami?), nunca fui muito fã de grind. Eu sempre focava em uma composição principal que faria as batalhas, sem desviar muito disso. Por esse motivo, eu tive bastante dificuldade no começo para me encantar com uma série como Disgaea, onde o grind é algo que você praticamente faz o tempo todo. Não me levem a mal, há muito mais pra série além do grind, seja o enredo cômico ou a possibilidade de personalizar completamente a sua party. Mas não dá pra negar que o grind é algo que está sempre presente.

Mesmo assim, sempre tive essa fascinação pela série Disgaea. Então, fiquei empolgada quando finalmente tive uma desculpa para realmente jogar Disgaea 7: Vows of the Virtueless com esta edição completa, que, como o nome já diz, contém todo o DLC e conteúdo bônus lançado durante o lançamento original de Disgaea 7.

Porém, essa versão possui diversas mudanças também, o que faz com que não seja “apenas uma edição completa no Nintendo Switch 2”. Isso inclui coisas como uma fórmula de itens refeita e várias pequenas alterações. Tudo isso resulta num jogo que, olhando de longe, parece um repeteco do original, mas é suficientemente distinto para gerar polêmica entre os fãs. Mas será que vale a pena comprar outra cópia de Disgaea 7? Afinal, não há como você comprar um pacote de melhoria.

Leia também:

Embarque numa jornada alucinante e bem-humorada, fortemente estilizada como um Japão do passado, enquanto mergulha no viciante loop característico da já clássica série de SRPG da NIS.

Seu túmulo ficará sem marca

Disgaea 7 começa com Pirilika, uma autoproclamada fã de Hinomoto, um mundo demoníaco regido pelo código bushido. Porém, após a cruel subjugação pelo Demmidore Opener, um senhor da guerra acabou dividindo Hinomoto em diferentes xogunatos. Isso fez com que os vários xoguns, passassem a governar de uma forma tirânica, deixando muitos demônios à própria sorte enquanto saqueavam tudo o que podiam.

Pirilika, achando isso insatisfatório, faz um acordo com Fuji, um samurai errante que quer ganhar dinheiro rápido para quitar suas dívidas, o que obriga ele a seguir Pirilika até que ela liberte Hinomoto. Juntos, eles precisam coletar as sete “esferas do dragão”—er, perdão, jogo errado—as sete “armas demoníacas”, para que eles possam reunir Hinomoto e permitir que cada demônio viva como quiser.

A história é bem simples, sendo inspirada no período Sengoku, a era de guerras civis no Japão, quando o país estava dividido em facções distintas com seus próprios líderes. A diferença é que, embora muitas situações ainda sejam trágicas, elas são tratadas de forma mais cômica, algo que já é de se esperar de Disgaea. Por exemplo, Pirilika costuma desejar o melhor das pessoas que conhece, o que a leva a inventar histórias trágicas para os inimigos que tem de enfrentar. Esses cenários vão desde mães doentes, até salvar vilarejos inteiros roubando itens mágicos para depois vendê‑los.

A história pode parecer um pouco irritante no início, mas você logo se acostuma. Eu achei que a Pirilika é uma protagonista feminina bastante empática. Eu inclusive acho que ela dá um ótimo contraste contra o Fuji, que é egoísta, sempre pensando em si mesmo, e chega a dizer repetidamente a Pirilika que é “alérgico à bondade” — algo que ela acredita ser mentira. Sério, quando oferecem uma cura pro cara, parece que pegaram uma faca e enfiaram na fuça dele. Essa peculiaridade adiciona nuances ao jeito que ele ajuda ela.

Os dois acabam formando uma dupla bem equilibrada; embora Fuji pareça o personagem principal, sinto que ambos são os protagonistas da história, e que a trama não funcionaria tão bem se um deles fosse removido. Isso é comum na série Disgaea, mas aqui fica mais fácil debater quem é o protagonista e quem é o parceiro animado. Essa dinâmica gera situações interessantes que me fizeram explorar mais a história e apreciar até mesmo as piadas aleatórias inseridas, mesmo nos momentos mais sérios.

Claro que a narrativa certamente não agradará a todos, mas isso já está implícito em qualquer título da série Disgaea. O humor e o drama têm um tom tão particular que podem soar ásperos inicialmente. Ainda assim, Disgaea 7 vai gradualmente para o lado mais “sério” da franquia, mantendo as piadas como conversas furadas, e com as prévias de episódios que às vezes parecem forçadas. Isso não impede que um novato se envolva, claro, mas é algo que é necessário levar em consideração.

Aos níveis infinitos e além

O combate de Disgaea 7 é exatamente o mesmo do que todos os outros: você tem um mapa com um objetivo — geralmente derrotar todos os inimigos ou um chefe. Os mapas são simples, mas exigem estratégia para concluí‑los o mais rápido possível sem perder unidades e cumprindo os eventuais sub‑objetivos.

Esses sub‑objetivos podem variar de usar apenas um número limitado de pessoas na sua party, e umas bem bizarras como “só pode personagens femininos neste mapa.” Eles criam desafios que não são resolvidos na primeira tentativa, mas servem para aliviar o grind, pois cada missão concluída concede uma recompensa. Eu costumava escolher um mapa fácil que sabia completar rapidamente para ganhar HL (a moeda do mundo demoníaco) ou experiência.

Essas missões pegam o que geralmente seriam horas de grind em apenas minutos, mas já aviso que isso leva um pouco de sorte, já que a recompensa é aleatória. Às vezes, você ganha um item que você quer, e as vezes não. Até mesmo voltar a níveis muito baixos se tornava recompensador por causa desses objetivos. Embora isso acelere o progresso, o grind ainda persiste.

Isso é bem mais percebível no Item World. Claro, isso é um conceito presente em toda a série Disgaea, e eu diria que isso faz parte da sua identidade hoje em dia. Você escolhe um item, derrota inimigos em andares repetidos até chegar ao fim, e pronto. A medida que você vai completando os andares, você vai liberando efeitos extras você desbloquear no item. Por exemplo, um cajado pode ter um efeito especial de SP que aumenta o dano de vento das unidades, mas esse efeito fica bloqueado até que você explore todos os andares do mundo daquele item.

Um Item World típico tem cerca de vinte andares, contendo diversos efeitos que podem elevar drasticamente seu nível se usados corretamente. É um dos meios mais eficazes de grind na minha opinião.

Ataque aos titãs colossais

Em Disgaea 7, nós temos as mecânicas de Jumbofication e o Inferno Mode (Jumbificação e Modo Inferno em tradução livre). A Jumbification permite que o personagem cresça quando a barra de fúria dele está cheia. Nesse estado, ele recebe uma cura total e pode atacar em uma área de 5×5. Inimigos podem retaliar usando essa mecânica, gerando uma mini‑batalha de kaiju que pode mudar o rumo da luta. Eu amei simplesmente esmagar um monte de inimigo e ver a barra de XP simplesmente disparar loucamente.

Agora, o Inferno Mode funciona de modo diferente: nem todo personagem é capaz de usá‑lo. Ao ativá‑lo, o personagem recebe um aumento aos seus stats e um ataque especial que só pode ser usado enquanto estiver ativo. Diferente da Jumbification o Inferno Mode parece ser a escolha dos desenvolvedores para matar chefões, mas tipo, depois de usar o ataque especial, o Modo Inferno logo termina, deixando aquele personagem vulnerável a contra‑ataques. Enquanto isso, a Jumbification te protege, a menos que apareça um inimigo “jumbo”, mas tipo, parece que os inimigos meio que esquecem que isso existe, e até que eles lembrem que sim, eles podem usar isso também, eu já passei o rodo no mapa inteiro.

Essas duas mecânicas mudam bastante a forma como abordo as batalhas, tornando o grind mais tolerável, principalmente no Item World. Ainda preciso grindar bastante para resetar personagens ao nível 1 e melhorar suas estatísticas, derrotar inocentes (personagens especiais que concedem poder de arma) e fortalecer minhas armas favoritas.

Há muito o que fazer no gameplay, antes mesmo de tocar no conteúdo pós‑jogo, e aproveitei cada segundo. Eu verificava constantemente se havia inocentes nos Item Worlds, refazia estágios por esses bônus, subia de nível meus personagens e fazia quests para criar novos. Há tanto a fazer que tentar listar tudo seria impossível, mas eu amei cada segundo disso.

A paz retornará a Hinomoto

Disgaea 7 Complete é um jogo com uma abordagem que eu não esperava, trazendo mais do que apenas DLC e conteúdo bônus. A príncipio, achei que era só um mero upgrade pro Nintendo Switch 2, mas tem muita coisa que simplesmente muda o jogo de uma maneira gritante. Porém, dito isso, se você já adquiriu o Disgaea 7 anteriormente em alguma plataforma, não acho que vale a pena gastar o preço que estão cobrando. Há muito que torna o jogo agradável, e embora essas mudanças facilitem o processo, a experiência permanece quase que idêntica.

Eu juro que tive que olhar bem afundo para saber o que mudou disso em comparação à versão de Nintendo Switch, tendo que até fazer meu amigo traduzir uma review do Marcos para saber o que é que tinha mudado. Afinal, o combate permanece praticamente o mesmo. Acho inclusive bem decepcionante que não irão trazer essas melhorias para quem já gastou uma grana no original, mas mesmo sem essas mudanças, elas não impedem que você aproveite o jogo.

Caso você tenha interesse pela série e quer adquirir todo o DLC, e não se importa em pagar um pouco mais por essa versão, então esta é a forma definitiva de jogar Disgaea 7 por um bom tempo, especialmente se você possui um Nintendo Switch 2. Mas no final, independentemente da versão que você escolher, posso garantir que você vai adorar cada hora dedicada a grindar seus personagens e curtir essa história cativante.

Pros:

  • Muito conteúdo para você aproveitar;
  • Mudanças visíveis na experiência em relação ao original;
  • Uma história muito cômica;
  • Uma entrda ideal para iniciantes.

Contras:

  • Não vale muito a pena se você já teve a versão de Nintendo Switch 1;
  • Também não há opção de Upgrade gratuito ou pago para quem já possui o título original.

Nota

8,5

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Escrevo sobre videogames há quase 5 anos. Adoro jogos, leitura, música e, é claro, escrever. Sou um pouco quieta, mas assim que começo a falar, não para mais.
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