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Desenvolvedora: Monolith Soft
Publicadora: Nintendo
Gênero: RPG de ação
Data de lançamento: 30 de julho de 2026
Preço: R$ 389,90
Formato: Físico e Digital
Plataformas: Nintendo Switch 2
Análise feita no Nintendo Switch 2 com cópia adquirida pelo redator.
Revisão: Juliana Paiva Zapparoli
O ano de 2017 foi particularmente memorável na história recente da Nintendo. A empresa realizou o feito de lançar uma nova plataforma e vários jogos de algumas de suas franquias mais relevantes nesse intervalo de 365 dias. Dentro dessa lista “VIP”, temos: The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Splatoon 2 e Super Mario Odyssey. Os três já são argumentos suficiente para classificar um ano bastante sólido da empresa, mas no finalzinho de 2017, lá em dezembro, ainda tivemos Xenoblade Chronicles 2 para fechar o ano com chave de ouro.
O último jogo da franquia havia sido Xenoblade Chronicles X, que em muitos aspectos é completamente diferente do seu antecessor, então ficava a dúvida de qual seria o caminho da série daqui pra frente. Quando apareceu o 2 no título, ficou bem claro para todos que seria uma continuação do estilo de gameplay do primeiro jogo e isso foi uma notícia empolgante para grande parte dos fãs. No entanto, se você pensa que, por conta disso, a jornada desse jogo foi tranquila, é ai que você se engana. O segundo Xenoblade trouxe discussões polêmicas para dentro da série, dividiu os fãs e trouxe novos. É um título que não se contentou em apenas seguir o que se esperava dele e jogou uma boa pitada de caos nas expectativas dos fãs.
Toda essa receita resultou no game que é provavelmente uma das minhas experiências favoritas da vida e vai ser um grande prazer compartilhar com vocês a renovada experiência com esta que provavelmente era a Nintendo Switch 2 Edition que eu estava mais ansioso para experimentar.
Um apaixonante mundo de fantasia

Xenoblade Chronicles 2 é grandioso de uma forma que poucos games são. Desde as primeiras cenas, você é bombardeado com um mundo de fantasia detalhado e criativo. As regras desse universo são tão próprias, algo que é bastante evidente como o diretor da série, Tetsuya Takahashi, e o time da Monolith Soft têm um repertório riquíssimo de referências, a ponto de conseguirem reunir diversos elementos para criar algo novo e genuinamente interessante.
Alrest é um grande mar de nuvens onde enormes titãs estão se movimentando ao redor de uma gigantesca árvore central, a World Tree. Dentro de cada um desses titãs, existem nações, com habitantes, cidades, fauna e flora. Ao decorrer do jogo, o jogador conhece todas essas nações e a relação entre elas, criando espaço até mesmo para explorar conflitos geopolíticos que tornam o mundo ainda mais vivo.
Falando especificamente da minha experiência, eu me apaixonei pelo jogo já nos primeiros minutos. Quando vi Rex, o nosso jovem protagonista, saindo do mar de nuvens e explicando sobre aquele mundo em um monólogo inicial, a energia de tudo que estava acontecendo em tela já me conquistou. A trilha sonora que acompanha torna tudo mágico desde o início e traz o tom perfeito para o começo de uma grandiosa jornada. Os elementos clássicos de um anime shounen se misturam com fantasia, ficção científica e conceitos filosóficos, criando um RPG deliciosamente denso que implora para que você preste atenção e aproveite cada momento.

Além da dinâmica dos titãs e do mar de nuvens, o grande enfoque do universo de Xenoblade 2 é na dinâmica entre Drivers e Blades. Guerreiros com aptidão são capazes de ressoar com uma pedra chamada Core Crystal para gerar uma nova Blade, um ser com poderes únicos que dará suporte para o seu Driver.
Esse é um ponto essencial para Xenoblade 2, já que quase todos os personagens de destaque têm uma ou mais Blades que o acompanham com suas personalidades próprias. Rex, obviamente, não é um Driver comum. O garoto deu a sorte, ou azar, de ser o Driver de uma Aegis, o tipo de Blade mais rara e poderosa neste universo, justamente a personagem Pyra, que conhece o garoto logo no início.
O grupo principal reúne cinco personagens e suas Blades: Rex, Nia, Morag e Zeke são personagens marcantes e carismáticos; já Tora acaba ocupando mais o espaço de alivio cômico, ainda que o Nopon tenha certo desenvolvimento que está quase sempre atrelado a Poppi, a sua Blade que foi criada artificialmente — e ela sim consegue brilhar de maneira mais evidente na história.
A interação entre os membros do grupo é o pote de ouro do jogo e rende muitos dos melhores momentos da jornada. Como aqui estamos falando de Xenoblade, não tem essa de esquecer os personagens que entraram primeiro para focar em quem acabou de entrar na equipe; todo mundo é importante e ativo em todos os momentos da história e isso faz com que a relação entre eles durante a jornada permaneça viva e autêntica.

A depender do seu estilo de jogo, são de 70 até mais de 100 horas jogando com esses personagens nesse mundo. É difícil não se sentir completamente imerso; são muitas cenas, muitos diálogos, muitos cenários que te colocam dentro desse universo. Há momentos de tristeza, de euforia, de reflexão, um pouco de tudo por aqui.
A estrutura narrativa do game lembra muito uma série, na qual, no final de cada capítulo, há um grande “clímax” para marcar um encerramento ou até mesmo um gancho para o próximo. É escrito de forma viciante para manter você colado na tela, e caso o mundo e os personagens realmente capturem você, não há volta.
Explorar e batalhar
Além da história, os outros dois pilares que sustentam Xenoblade são exploração e combate. A série se destacou por esses dois elementos em 2011, no lançamento do primeiro jogo, justamente por fugir do padrão dos JRPGs da época de ter uma progressão extremamente linear e o clássico sistema de batalha em turnos.

Diferentemente do primeiro Xenoblade, o segundo traz um mapa que não é 100% conectado. Cada titã é um grande mapa, mas estes não estão conectados entre sí, visto que estão posicionados a uma grande distância uns dos outros.
A exploração ainda é o foco, porque os mapas são grandiosos e construídos para serem explorados tanto horizontal quanto verticalmente, com áreas secretas a serem encontradas. O grande trunfo de Xenoblade é quão recompensador é explorar: o simples fato de encontrar uma área nova já dá bônus de experiência ao jogador, fora os itens raros e belas paisagens que podem ser encontrados.
Já quando falamos de combate, penso que Xenoblade 2 é o ápice da série. O sistema ainda é semelhante ao do jogo anterior, que é uma mistura de combate em tempo real com uma batalha de turnos. Na prática, ao iniciar uma batalha, o seu personagem ataca os inimigos automaticamente, sem você apertar nada. Conforme ele vai batendo, as Arts vão carregando — esses ataques mais fortes contam com condições especiais alguns recuperam HP, outros dão mais dano se você mirar nas costas dos inimigos e por ai vai.
A diversão é que, apesar de o personagem atacar automaticamente, você sempre precisa ter uma estratégia para saber em que momento utilizar as Arts certas e como posicionar o personagem em combate. É um sistema relativamente complexo de se entender no inicio por ser muito diferente do padrão, mas quando finalmente clica, fica superdivertido.

Xenoblade 2 incrementa esse combate com o sistema de Blades, trazendo, além das Arts, ataques especiais que podem ser carregados em três níveis. Eu vou tentar explicar resumidamente, mas entenda que isso é algo que levei boas horas para entender quando joguei pela primeira vez.
Cada Blade tem o seu elemento (fogo, terra, água etc.) e, toda vez que você faz o especial de uma Blade, abre-se a possibilidade de fazer uma rota específica de combo na tela. Por exemplo: se começo um especial com uma Blade de fogo, no canto superior direito da tela aparece que posso montar um combo se fizer um especial nível 2 com uma de água e um especial nível 3 com uma de fogo novamente. Cada rota de combo é específica do primeiro elemento utilizado no especial e se você fechar a rota, tira muito mais dano.
Ler isso e tentar entender pela primeira vez é complicado para caramba, mas não para por aí. Se você acumular vários combos de elementos diferentes e tiver carregando a sua barra de Chain Attack, pode começar uma sequência de ataque muito especial. Quando se inicia uma corrente, o jogo para e você tem direito a fazer um especial com cada Blade que tem equipada.
Se você utilizar certinho o elemento oposto ao elemento que você montou os combos (água contra fogo, por exemplo) consegue aumentar a duração do seu Chain Attack e multiplicar o dano exponencialmente em cada rodada. Isso possibilita causar mais de um milhão de dano em inimigos, o que é completamente insano.
A esta altura do campeonato, talvez eu já tenha perdido você, leitor, mas sinto que é importante ter uma descrição mais detalhada aqui para explicar como o jogo cria sistemas dentro de sistemas para recompensar algo que recompensa o jogador que realmente se dedica a entender como tudo funciona. O combate é altamente gratificante e ver os milhões de dano nos inimigos na tela é o tipo de coisa superprazerosa nesse tipo de jogo.
A tortuosa rota original de Xenoblade Chronicles 2
Muitos fãs estavam ansiosos para uma Nintendo Switch 2 Edition desse jogo porque, honestamente, ele não é perfeito. À época, a Monolith Soft estava bastante ocupada ajudando a Nintendo com o desenvolvimento de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e teve de desenvolver Xenoblade Chronicles 2 com um time de aproximadamente 40 funcionários, o que é relativamente pouco para um jogo dessa magnitude; inclusive o diretor Tetsuya Takahashi comentou que foi necessário terceirizar para equipes externas a produção de diversos modelos 3D para que tudo desse certo no final.

Apesar de eu amar o jogo, é bem fácil perceber que não foi tão fácil esse desenvolvimento. Para inicio de conversa, a primeira percepção negativa é o visual: no primeiro Nintendo Switch, a resolução é tão baixa que o jogo se torna um grande borrão em vários momentos.
Apesar da beleza das cores e dos modelos, quando a resolução dinâmica entra em cena, as coisas podem ficar bem feias e tudo isso piora no modo portátil, no qual fica ainda mais difícil de distinguir certos elementos. A impressão que dá é que o game foi construído pensado para uma plataforma muito mais poderosa e teve de ser ajustado posteriormente.
Mas não para por aí: os tutoriais também são famosos por não serem muito bons; um sistema complexo de combate como esse exigiria um tutorial robusto, que pudesse dar espaço para o jogador treinar e aprender as mecânicas. Infelizmente, não é o que acontece: os tutoriais normalmente são apenas em texto e aparecem apenas uma vez na tela; se não aprendeu, você provavelmente vai se frustrar se perdendo nas mecânicas ou decidir ir atrás de vídeos no YouTube que expliquem as coisas melhor. Os menus também são poucos intuitivos e recheados de subáreas, além da lentidão quando aperta em cada botão.

E sobrou até para exploração: as infames “Field-Skills” são verdadeiros bloqueios que impedem o jogador de acessar certas áreas até conseguir as Blades com as habilidades específicas necessárias. O problema é que o sistema para ganhar novas Blades é um gacha sacana que tem porcentagens baixíssimas para Blades raras, dificultando muito que você consiga auma específica para alguma Field Skill. E mesmo que consiga, o jogo só lê a habilidade da Blade que está equipada, te forçando a ir no menu e mudar suas Blades até conseguir abrir uma mera porta que impede seu progresso no cenário.
Tem mais coisa por aqui — isso que mencionei é apenas um mero resumo —, mas é apenas para demonstrar como a pressa parece ter “forçado” a Monolith Soft a acatar algumas decisões que precisavam de um pouco mais de teste com os jogadores.
Revelando o real potencial
Claro que agora vem a parte boa. A Nintendo Switch 2 Edition faz você enxergar o visual de Xenoblade Chronicles 2 de uma forma completamente nova. O jogo agora se apresenta em uma resolução muito superior (a Nintendo chama até de 4K) e, ainda por cima, roda a 60 fps. É como se finalmente as amarras estivessem soltas e pudéssemos ver as coisas como elas foram feitas para serem vistas. Os belíssimos cenários de cada área, as cenas de ação super bem dirigidas, tudo está melhor e mais bem apresentado no Nintendo Switch 2.

Eu já havia comentado isso antes com amigos, mas, até mesmo comparado com Xenoblade 3, sempre notei que os cenários do segundo jogo são mais densos e recheados de detalhes, é bem provável que isso seja um dos motivos pelos quais o jogo tinha um desempenho tão sofrível no primeiro Switch. Mas o grande trunfo disso é que agora tudo isso fica evidente aqui e acredito que esse vá ser, entre os três jogos, o que mais se beneficiou desse upgrade.
Não posso deixar de pelo menos citar aqui Torna, o DLC que acompanha Xenoblade 2 e também recebeu upgrade visual nessa atualização. Não há muito o que acrescentar além de dizer que o jogo também está visualmente muito compentente, inclusive eu já achava Torna mais detalhado que o jogo base na época em que lançou, então há apenas pontos positivos por essa ótica.

Como alguém completamente apaixonado por Xenoblade 2, a sensação de ver tudo aqui é verdadeiramente positiva, eu amei rejogar em alta resolução e recomendo facilmente para alguém que já tenha jogado e esteja com vontade de revisitar Alrest. Vale lembrar que ainda é uma Nintendo Switch 2 Edition, o que significa que não há reformulação dos modelos, melhora na iluminação ou até mesmo trocas nas texturas de jogo, então em algumas cenas ainda é evidente que há o que melhorar.
Bom, mas em relação a todos aqueles problemas técnicos que citei acima? Olha, algumas coisas melhoraram, outras não. Infelizmente os tutoriais e os menus ainda são os mesmos, porém, as Field-Skills finalmente melhoraram. Agora, o jogo lê todas as Blades que você tem, não só as equipadas, o que já facilitou muito a minha exploração e pude aproveitar bem mais os locais secretos dos mapas. Já em relação ao gacha, não mudou muita coisa, mas, pela percepção geral, a lendáriaBblade KOS-MOS, personagem da franquia Xenosaga, agora está mais fácil de se tirar — e isso foi verdade na minha experiência: a consegui tranquilamente nos capítulos iniciais.

Essas mudanças são mais ajustes do que modificações estruturais de fato e até entendo, tendo vista que é apenas um upgrade da versão original e não um novo lançamento. Mas fica um leve gostinho amargo de que poderiam ter ido um pouco mais longe com esse jogo, na tentativa de melhorar ainda mais a experiência original.
Bom, e sobre o conteúdo novo?
Tropeços nas novidades
As principais adições aqui foram uma inédita Blade, novas roupas para Pyra/Mytrha e um modo de jogo. A nova Blade é a MOMO, mais uma personagem vinda diretamente de Xenosaga (será que isso significa alguma coisa? Vou deixar essas especulações para o meu colega redator aqui no site, Vinicius Madeira). Eu joguei com a MOMO no meu time durante toda minha nova jornada e foi bem satisfatório; ela é uma ótima healer e a sua habilidade específica facilita muito a construção de combos para Chain Attacks

Depois de liberar todo o último nível da árvore de habilidades dela, pude jogar a nova quest exclusiva da personagem. É relativamente curta e nem todo contexto é superinteressante, mas tem uma pequena história com coração que me fez ficar até um pouco emocionado no final de tudo. Acredito que para aqueles que já jogaram Xenosaga e conhecem um pouco mais da personagem, as cenas dessa nova missão sejam ainda mais satisfatórias de se assistir.
A outra novidade são as Merc Assaults. O jogo original tinha um sistema chamado Merc Missions, no qual o jogador poderia despachar Blades que não estão sendo utilizadas para missões à distância; na prática, essas Blades ficavam fora do seu alcance por alguns minutos e voltavam com mais experiência e dinheiro. O novo modo faz com que, ao invés de você ficar só aguardando essas missões terminarem, você de fato controla as blades e derrota os inimigos. No papel, parece muito divertido, né? Infelizmente, na prática nem tanto.

A Monolith Soft decidiu implementar um sistema de combate inteiramente novo, no qual você controla as Blades em um sistema de combate em tempo real mesmo, ou seja, você precisa ficar apertando para a personagem bater nos inimigos. O problema é que o jogo ainda utiliza as mesmas animações das batalhas comuns e ai a sensação que fica é de jogar um hack-and-Slash de quinta categoria, pouco responsivo e com pouca variedade de movimentos.
A parte que chega a ser um pouco mais divertida é que você pode carregar especiais e causar mais dano utilizando golpes do elemento oposto depois, semelhante ao sistema de Chain Attack do jogo principal. Mas, honestamente, tudo parece um pouco forçado e, se joguei esse modo mais de cinco vezes, foi muito.
Polêmicas e legado
É interessante ver como tem sido a percepção de Xenoblade Chronicles 2 ao longo dos anos. Apesar de eu sempre ter amado o jogo, a recepção inicial e a discussão na internet sobre o game ainda é muito divisiva.
Além dos problemas técnicos que citei, o jogo foi criticado por questões mais enraizadas na própria direção. Um deles foi a dublagem americana, considerada infame principalmente pela falta de direção dos atores em certas cenas, dando a entender que estes não sabiam exatamente qual emoção e tom de voz passar em certos momentos.

O outro problema foi o design dos personagens. Não é que Xenoblade fosse uma série sem personagens com um visuais mais provocativo antes, mas é evidente que o segundo jogo da franquia é o mais sexualizado de todos. A começar pela dupla Pyra e Mythra, que são as coprotagonistas da jornada e exibem um visual que realmente chega a distrair em vários momentos que deveriam ser mais sérios. A problemática também se estende para outras Blades, que têm um visual superexagerado e não há tanto equilíbrio entre personagens masculinos e femininos atraentes.
Eu entendo quem se incomoda ou critica esse caminho que o jogo decidiu seguir; por outro lado, esse exagero e essa faceta absurdista de Xenoblade Chronicles 2 acaba se encaixando de certa forma nessa proposta de fantasia exagerada e diferente que o jogo tem. As artes de Masatsagu Saito de Pyra e Mythra são honestamente magníficas e acredito que, depois de ter jogado tantas vezes, eu me afeiçoei aos personagens como pessoas de fato e acaba que se o autor teve ou não intenções não tão nobres no design, isso acaba passando batido para mim.

Depois do terceiro jogo da série, ficou evidente que a Monolith Soft percebeu que precisava equilibrar algumas coisas entre o primeiro e o segundo para chegar num resultado mais coeso como um todo. De todo modo, o segundo jogo faz parte da história da franquia e foi um passo importante para chegar onde estamos hoje, apresentando uma nova leva de fãs e ainda sendo o Xenoblade com maior número de unidades vendidas até a data desta análise.
Logo mais teremos o upgrade para Xenoblade Chronicles 3 e em 2027 Xenoblade Genesis, essa nova era recheada de lançamentos começou aqui com o segundo jogo e continua firme e forte. Continuarei acompanhando o magnífico trabalho da Monolith Soft e espero ser surpreendido caso queiram, novamente, trazer o caos para essa franquia.
Prós:
- O upgrade de resolução e frame-rate mostra o verdadeiro potencial do jogo original de 2017;
- O ajuste nas field-skill é provavelmente o ajuste de qualidade de vida que o jogo mais precisava e melhora bastante a experiência;
- O jogo original ainda é uma das minhas experiências favoritas;
- A nova blade MOMO é um bom agrado para os fãs.
Contras:
- O novo modo Merc Assault parece mal desenvolvido e apresenta uma gameplay bem menos interessa que do jogo principal;
- Fica uma leve sensação de que mais ajustes poderiam ter sido feitos.
Nota
9
