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Review | Demon Turf: Neon Splash

Paulo Cézar 24/04/2022
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Meu nome é Paulo. Sou fã de JRPGs, com um destaque especial aos jogos da série Megami Tensei.

Costumo fazer introduções um pouco exageradas.
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Desenvolvedora: Fabraz
Publicadora:
Playtonic Friends
Data de lançamento: 14 de Abril, 2022
Preço: R$ 14,99
Formato: Digital

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela Playtonic Friends

Pessoalmente, sempre tenho uma certa percepção que a partir do momento que se joga um jogo com qualquer intenção de escrever algo sobre o mesmo, a experiência como um todo é consideravelmente – para não dizer completamente – diferente. Desde o primeiro contato com jogo a experiência se difere, em especial porque o jogo vem até você (na maioria das vezes), não você vai atrás do jogo, como aconteceria normalmente ao se comprar um jogo. Então boa parte daquela empolgação contida que existe ao se abrir pela primeira vez um jogo recém comprado é esvaída em detrimento de um olhar crítico que muitas vezes parece assumir uma personalidade própria, que é quase insuportável, sendo apenas focada em procurar problemas e qualquer mínimo detalhe que possa servir como ponto de reclamação.

Lógico que não falo por todos que escrevem nesse site (o que pode ficar subentendido pela pouca quantidade de conectivos pessoais), muito menos sobre todos que escrevem sobre jogos, mas sim apenas sobre minha experiência direta, e pessoal, com os jogos que escrevo sobre. Retomando, apesar de tudo até agora soar como uma reclamação, jogar jogos com um olhar crítico tem certos pontos positivos, como tornar mais fácil compreender a visão do(s) criador(es), que muitas vezes se torna turva diante de um jogo que eventualmente é frustante ou não tem essa ideia inicial completamente realizada. E esse processo de tradução acaba sendo o que difere um jogo bom de um jogo ruim, o quão coeso consegue ser a tradução dos elementos que compõem as ideias dos criadores para os elementos que compõem um jogo em si.

E assim considerando a quantidade de elementos e processos que existem ao se desenvolver um jogo, chega a ser absurda a quantidade de variáveis que podem ser responsáveis por um jogo se tornar ruim. Tudo isso de certa forma serve com um manifesto do quão admirável e rara é a existência de jogos verdadeiramente bons, como é o caso de Demon Turf: Neon Splash, o jogo desta análise.

Charmoso sem ser ambicioso

Antes de tudo, como o subtítulo sugere, Demon Turf: Neon Splash não é o primeiro jogo da série, e sim funciona como espécie de DLC do jogo base lançado em 2021, mas que foi lançada como uma campanha independente, podendo ser aproveitada dessa forma sem nenhum problema.

Algumas comparações com o jogo base são inevitáveis, e como não tive a oportunidade de jogar-lo antes de sua expansão, sempre quando for necessário comparar algum aspecto de Neon Splash com o jogo base, tenham em mente que qualquer conhecimento que tenho quanto ao jogo base é bem superficial, por isso não me aprofundarei nestas comparações. Esclarecimentos à parte, vamos ao jogo.

Demon Turf: Neon Splash é um platformer 3D que em essência retorna ao gênero dos anos 90, que cada vez mais aparenta ter sido deixado de lado, com a exceção de algumas poucas grandes franquias que ainda mantém o gênero vivo dentro da mente do grande público. Assim como a maioria dos jogos do gênero Neon Splash também tem um protagonista carismático para chamar de seu, nesse caso, uma protagonista: Beebz, uma menina demônio que tem em sua personagem uma construção inofensiva, mas carismática, que serve como guia para toda a estética do jogo e tom dos poucos diálogos que jogo tem.

O jogo é curto, não demorando mais de 4 horas para fazer 100% do que é oferecido, tendo 10 fases, todas com o design especialmente linear, se diferindo do jogo original pela sua proposta: mundos menores, com um design mais denso e compacto com mecânicas simplificadas. Menos mecânicas e logo menos diversidade podem parecer um problema a primeira vista, mas a proposta de Neon Splash é consideravelmente diferente de seu antecessor.

Desde a sua trilha sonora, que é frenética e agitada Demon Turf: Neon Splash mostra que é diferente do jogo original, que tem uma trilha sonora mais ambiente e tranquila. As propostas dos jogos se divergem quanto ao foco principal do gameplay de cada um: enquanto o jogo original busca trazer mundos maiores, maior diversidade de gameplay e um jogo mais longo no geral, Neon Splash foca primeiramente no elemento mais elogiando do jogo original: seu level design.

Durante as 10 fases base – sem contar as outras 10 fases remixadas – as estrelas do jogo são suas próprias mecânicas, que são divertidas e surpreendentemente responsivas. Todas as fases são cronometradas, com classificações diferentes dependendo do tempo obtido pelo jogador, tempos esses que podem ser registrados em rankings online. Tudo isso, além de sua trilha sonora frenética e sua estética vibrante corroboram pra um jogo que tem o foco na velocidade, e basicamente no aprendizado máximo de suas mecânicas com o intuito de terminar as fases da maneira mais rápida possível.

Sempre ao jogar as fases do jogo me via tentando aprender tudo que elas apresentavam: atalhos, maneiras de fazer determinada parte de maneira mais eficiente, usar ou não usar X mecânica em uma parte ou em outra (e na maioria das vezes demorando mais do que o aceitável para tudo isso), esse processo de tentativa e erro é verdadeiramente divertido, em especial porque não te prende numa barreira que te impede de passar de fase caso consiga um mal tempo, mas sim te incentiva a conseguir um tempo melhor organicamente. É interessante como o jogo não só abraça a ideia de speedrun, mas sim usa isso como um de seus princípios, é honestamente algo que eu não sabia que poderia dar certo, até ver sendo tão bem realizado em um jogo do gênero.

Esteticamente o jogo é bem único, misturando sprites desenhados num estilo que lembra The Legend of Zelda: Wind Waker com um estilo cartunesco e vibrante para aos cenários. Apesar de ser bem trabalhada, e ter um estilo que lembra os jogos da série Paper Mario, a parte do visual do jogo acaba sendo secundária em meio ao seu gameplay, o que honestamente não me incomoda nenhum pouco.

Conclusão

Com isso, Demon Turf: Neon Splash é um pacote curto, coeso e honestamente surpreendentemente bem feito, mas que deixa uma sensação de que algo a mais ainda estar por vir. Tendo potencial para algo maior é mais ambicioso, essa talvez seja a inevitável sequência que o jogo deve receber em breve.

Prós:

  • Mecânicas de plataforma bem desenvolvidas e coesas;
  • Jogabilidade agradável, com propostas não necessariamente únicas, mas aplicadas de maneiras interessantes;
  • Estética única e interessante, trazida consigo quase inteiramente do primeiro jogo;
  • Considerando a curta duração, o jogo tem um preço surpreendentemente justo.

Contras:

  • As mecânicas de câmera as vezes não funcionam também, em especial a câmera automática, que raramente funciona como deveria funcionar;
  • Com o foco em speedrun do jogo senti falta de uma forma rápida de recomeçar as fase, já que a única maneira de se zerar o cronômetro é através do menu de pausa sendo intercalado com uma tela de loading.

Nota:

9

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