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Revisão: Davi Sousa
Há pouco tempo, num doomscrolling que fiz pelas redes sociais, me deparei com um comentário feito por um amigo meu durante uma Nintendo Direct; a apresentação em si já havia acabado, mas o comentário havia sido feito durante. Foram palavras breves, mas que, no fim, tiraram uma gargalhada minha ao fazer um humor leve com uma franquia – e uma música – que eu particularmente amo…
“Essa música parece o hino do Brasil, deve ser Dragon Quest!” – em referência a Overture de Koichi Sugiyama, o tema principal que está em todos os jogos principais da franquia.
Muito poderia ser dito sobre a música de Dragon Quest, mas não entraremos nessa tangente! Quando falamos do lema do NintendoBoy de “jogos de nicho em consoles Nintendo”, eu tenho uma dúvida ao nosso leitor casual: você sequer conhece a franquia Dragon Quest? Claro, não estou me referindo a “conhecer” de nome, mas sim a ativamente procurar os jogos da franquia para jogar e se divertir.
Por sorte, em ambos os consoles atualmente suportados pela Nintendo, nós temos em mãos um dos maiores acervos que a franquia já teve, tanto velhos quanto novos, em uma plataforma só. Logo, a única dúvida sobre a franquia que seria aceita aqui seria “quais jogos nós temos nestes consoles?”. E se esse foi o seu raciocínio, se junte a mim para explorarmos os diferentes mundos que a franquia DQ oferece no Nintendo Switch e no Nintendo Switch 2!
Antes dos puff-puffs…

Tenho feito muitos textos desses ultimamente, mas como um aviso antes da lista: ela incluirá jogos que passam por condições específicas, com alguns sem localização e não tendo saído do Japão, e alguns outros com localização, mas a versão específica de Switch nunca tendo saído do Japão.
Irei tentar deixar claros esses aspectos dos jogos, enquanto passo uma visão opinativa sobre os mesmos (além de creditar alguma review se o jogo tiver sido abordado aqui no site). Como iremos falar de jogos mainline e spin-offs, se preparem para uma lista bem recheada!
Sem mais delongas, vamos à aventura!
A Trilogia Erdrick dá as caras pela primeira vez!

Lançados originalmente no Ocidente ainda sob o título de Dragon Warrior (a franquia só viria a ter o nome Dragon Quest no lançamento de DQ VIII), esses são os jogos originais de Famicom/NES, que moldaram a percepção do público japonês sobre o que um RPG poderia ser! A versão do Nintendo Switch, lançada em 2019, é uma readaptação do port mobile dos seguintes jogos:
- Dragon Quest
- Dragon Quest II: Luminaries of the Legendary Line
- Dragon Quest III: The Seeds of Salvation
Esses jogos tiveram seus gráficos refeitos para sprites menos pixelados, além de uma revisão geral da interface, que dessa vez foi planejada para o suporte de touchscreen, conforme o port do jogo. Mas apesar das poucas mudanças, ainda continuam os mesmos jogos originalmente lançados entre 1986 a 1988, com a mesma história, a mesma gameplay por turno e só algumas pequenas melhorias de quality of life que tornam essa experiência “melhorzinha” que a dos jogos originais.
A “Trilogia Erdrick” gira ao redor dos descendentes de Erdrick nos dois primeiros jogos, com o terceiro focando no próprio Erdrick, um título dado apenas aos heróis de maior renome. Essas aventuras foram revolucionárias na época por definir o gênero de aventura medieval que veríamos adaptado em diferentes mídias japonesas, tanto no mundo dos jogos quanto em animes eventuais.




Seja explorando Alefgard (DQI), o mundo de Torland (DQII) ou as regiões semelhantes ao nosso mundo do Overworld (DQIII), esses jogos ainda fornecem experiências curtas e únicas, que serviram para definir o que nós consideramos um RPG japonês hoje em dia! No entanto, caso você queira algo mais moderno, nós temos a solução…
A Trilogia Erdrick contra-ataca!

Em um anúncio durante o Dia de Dragon Quest (27 de maio) de 2021, a Square Enix nos soltou uma enorme bomba: o estúdio por trás dos aclamados jogos Octopath Traveler estaria trabalhando em um novíssimo remake de Dragon Quest III: The Seeds of Salvation! Intitulado apenas Dragon Quest III: HD-2D Remake, o jogo pegaria a base do lançamento original de 1988 e o expandiria com novos conteúdos, uma nova classe e certas adições à história.
Porém, por muito tempo, o jogo ficou em um limbo de informações; até que, durante junho de 2024, em uma surpreendente Nintendo Direct, tivemos não só o anúncio de uma data, mas a revelação de que os outros jogos da trilogia seriam refeitos no estilo HD-2D! Entitulado DRAGON QUEST I & II: HD-2D Remake, os jogos seriam lançados no ano seguinte após o remake do III e serviriam para expandir ainda mais suas experiências.
— Vale apontar que, tecnicamente, I & II acabaram sendo os primeiros Dragon Quest lançados para o Nintendo Switch 2. Não é um feito muito impressionante, mas ainda assim uma curiosidade legal!
Caso estejam interessados, temos reviews de ambos os jogos:
Saindo da Trilogia Erdrick, no entanto, para aqueles que preferem a franquia Dragon Quest pós anos 80, podem se alegrar, pois estes não são os únicos remakes de nossa lista…

Fragmentos de um passado esquecido!

Revelado em uma Nintendo Direct no ano passado, DRAGON QUEST VII Reimagined traz o clássico de PS1 “reimaginado” pela 2ª vez (a primeira foi para o 3DS em 2013), agora alterando aspectos como o pacing da história, certos cenários e um estilo gráfico novo e bonito! De acordo com o diretor da franquia, Yuji Horii, VII Reimagined foi lançado por ser um dos “remakes que ficaram prontos primeiro”, então talvez tenhamos mais remakes no futuro…
Para mais informações, vejam nossa review do jogo:
Originalmente com o subtítulo Fragments of a Forgotten Past, este Dragon Quest inicia sua história no reino de Estard, a única civilização restante do mundo, mas que, através do grupo do herói protagonista, encontra uma forma de viajar ao passado e restaurar os povos que foram “esquecidos”. O foco da gameplay, então, está em encontrar estes fragmentos para explorar os diferentes passados e descobrir mais sobre a história deste mundo.




Um detalhe interessante sobre o remake é que ele foi inteiramente feito a partir de dioramas na vida real, com vários dos modelos de ambientes e personagens tirados de lá! Não é algo único hoje em dia – o RPG Fantasian, de Hironobu Sakaguchi, também faz isso –, mas ainda dá uma aparência única e “fofa” a ele.
Um JRPG épico “refeito” só para o Nintendo Switch!

Quando um jogo é refeito em uma versão diferente, devemos considerar ele um “remake”, um “remaster” ou simplesmente um “port”? A resposta que a Square Enix deu em 2019 foi simples: uma versão especial!
DRAGON QUEST XI S: Echoes of an Elusive Age – Definitive Edition é um nome grande, mas é basicamente o que essa versão de Dragon Quest XI é: o mesmo jogo originalmente lançado em 2017, mas agora com melhorias de quality of life, uma soundtrack orquestrada, adições de epílogos na história e um modo 2D que vai adicionar ainda mais coisa para o jogador fazer neste RPG de mais de 100 horas de duração.
Echoes of an Elusive Age gira ao redor do nosso protagonista, nascido como o Luminário, uma entidade nascida da luz e destinado a salvar o mundo de Erdrea das forças das trevas. Porém, após o rei de sua região acusá-lo de ser uma entidade do mal que está se disfarçando, o objetivo do nosso herói se torna chegar à lendária árvore Yggdrasil para conseguir a Espada de Luz, provando sua inocência e tendo uma chance contra a escuridão.
DQXI precisou ser refeito para o Nintendo Switch originalmente, por conta do pouco suporte que a plataforma tinha da versão da Unreal Engine 4 que utilizavam no jogo; entretanto, os desenvolvedores da Square Enix viram isso como uma oportunidade de dar o máximo de si, e nos entregaram uma versão lotada de conteúdo de um jogo que já era ótimo!
— Em uma nota um tanto melancólica, o port do jogo em si para o Switch foi uma das últimas promessas que os desenvolvedores da Square Enix fizeram ao falecido CEO da Nintendo, Satoru Iwata.
Preso no Japão: Um baita MMO e sua versão single player!

Já se acostumem com a frase “não há planos para um lançamento global”, ela vai retornar neste texto.
Ganhando o título de único Dragon Quest mainline que não chegou ao Ocidente de forma alguma, DRAGON QUEST X Online (com o subtítulo Rise of the Five Tribes) é diferente do resto da série, pois, ao invés de um RPG de turno tradicional, o jogo é um MMO RPG com mecânicas diversas e uma história que constantemente se expande. Ele se encontra atualmente na “versão 7” de sua história, e, apesar de atualmente só estar disponível para Switch em termos de consoles Nintendo, ele esteve presente em todos os consoles da empresa desde o Wii!
Para os familiarizados com outros MMOs, DQX não é muito diferente: você começa como um personagem padrão, com chance de mudar de classe e raça durante a gameplay, e o foco do jogo está na progressão dos capítulos, que constantemente se expandem, e na progressão via sidequests. O combate do jogo é formado por quatro jogadores diferentes em um sistema de ATB, ou seja, batalhas por turnos, mas com uma barra que vai carregando o que cada jogador pode fazer após um determinado ataque.
Apesar de constantemente existir um movimento por fãs de trazer este jogo – ou sua versão offline, que saiu em 2022 – para o Ocidente, a Square Enix ainda segue persistente em deixar este título como exclusivo do Japão, com as apresentações de Dragon Quest Day desde 2021 sempre tendo a infame mensagem de “não há planos para um lançamento global” à qual eu aludi anteriormente.
Não esqueceremos dos spin-offs…
Dragon Quest é uma saga que não é modesta de spin-offs, tendo exemplos famosos que até criaram todo um subgênero de RPG, como o primeiro Mystery Dungeon! Com a presença de alguns deles no Nintendo Switch, recomendamos que vocês vejam toda a variedade que a franquia pode trazer, uma vez que você a remove dos papéis convencionais de um RPG.

Entre uma série de coletar monstros, um “Minecraft-like” e adaptações de mangás, veremos como os spin-offs da franquia presentes no console se saem contra as suas contrapartes mainline!
Preso no Japão: uma duologia musou excelente!

Que a série Warriors da ω-Force é uma icônica máquina de crossovers e jogos licenciados, é fato. Tivemos de animes como Gundam e One Piece a séries de jogos como The Legend of Zelda e Persona 5. Porém, entre os lançamentos de Hyrule Warriors e Persona 5 Strikers, teve uma duologia que pegou a mecânica musou e a levou ao máximo que podia em termos de elementos RPG: Dragon Quest Heroes!
Os jogos contam com dezenas de personagens icônicos da série Dragon Quest em geral, incluindo membros de parties icônicas, como Maya e Jessica, e até vilões como Psaro (mais dele depois), com o foco do jogo sendo representar um sistema mais próximo possível de um action-RPG! Com sucesso crítico e comercial no Japão, Dragon Quest Heroes acabou sendo a primeira entrada da série no Nintendo Switch, lançando em 2017 na coletânea 1 & 2.
Lançada originalmente entre 2015 e 2016, a série Heroes é curiosa para o nosso lema de “preso no Japão”, porque os jogos em si foram localizados; no entanto, a versão 1 & 2 de Switch não foi. Muitos teorizam que isso aconteceu porque os ports foram mal-recebidos, sendo um dos primeiros exemplos de musou no portátil. Some isso à franquia DQ ter um peso minúsculo no Ocidente antes do XI, e a decisão da Square de cancelar o lançamento global se tornou um pouco compreensível.

— Esperamos que na eventualidade de um Heroes 3 a Square Enix tenha a decência de ao menos dar a opção de um port exclusivo de Nintendo Switch 2 da duologia Heroes. São bons jogos, que merecem ser jogados tanto pela sua gameplay quanto pelo fanservice que existe em um crossover de vários jogos da amada franquia!
Melhor que Minecraft?!

Entre o céu e a terra, apenas Pokémon Pokopia é o honrado! Mas se você é um dos que jogou o spin-off de Pokémon e curtiu, recomendo dar uma chance ao outro jogo no estilo que a ω-Force (voltei a falar deles cedo demais) fez antes de Pokopia: Dragon Quest Builders 2!
A duologia Dragon Quest Builders foi feita no intuito de ser uma competição direta com sandboxes de criação como Minecraft, mas usando uma IP famosa no Japão para dar um “boost”. Os dois jogos se passam em “futuros alternativos” da trilogia Erdrick – Builders 1 acontece “após” o primeiro DQ, enquanto Builders 2 segue isso para o segundo –, e apesar de terem implicações interessantes para a história, sabemos que este não é o foco.
Particularmente, eu sempre tendi a preferir DQB a jogos de sandbox mais livres, porque em casos assim a liberdade que o jogo te dá é parcial: você ainda precisa seguir algumas coisas antes de ter a liberdade em si, e eu vejo graça nisso. DQB2 também suporta um multiplayer que, apesar de não ter compatibilidade completa com cross-play, ainda possui uma função de comunidade que funciona entre diferentes plataformas!

Não há muito o que comentar sobre a série Builders: são bons jogos de criação e com um aspecto mais cozy. Se você gostou de Pokopia, provavelmente vai amar ambos os jogos, com foco especial no 2, que foi o que a ω-Force produziu.
Uma infeliz adaptação de um excelente mangá

Muito antes de eu entrar mais a fundo na série Dragon Quest, tendo só jogado o VIII e o III, uma série me chamava a atenção. Fly, o Pequeno Guerreiro, como era chamado aqui no Brasil, foi uma adaptação do mangá Dragon Quest: The Adventure of Dai, um mangá autoral baseado em Dragon Quest, mas que tinha uma história separada dos jogos. Este anime receberia um remake em 2020, seguindo até o fim do mangá e terminando no 100º episódio. Apesar de problemas típicos da Toei na época, foi uma experiência única acompanhar essa obra.
Revelado em 2020 como parte da comemoração de 30 anos de The Adventure of Dai (apresentação que também nos mostrou o anime e o mangá prequel do personagem Avan), Infinity Strash: DRAGON QUEST The Adventure of Dai deveria ser um action-RPG baseado no mangá de mesmo nome, mas decisões como deixar o desenvolvimento central nas mãos da GameStudio, sem uma direção firme, assim como uma gameplay baseada num loop entediante, transformaram o que poderia ter sido um ótimo passo para a franquia em um jogo completamente esquecível.
Falamos do jogo em mais detalhes na nossa review!
— Outra coisa a se apontar é que o jogo só adapta até a metade do anime de 2020, ou seja, por volta do episódio 50! Para vocês terem noção, os melhores desenvolvimentos de múltiplos personagens só acontecem depois dessa marca.
No fim, acredito que a recepção que o jogo recebeu tenha assassinado qualquer chance que ele tinha de continuar; no entanto, ainda quero acreditar que teremos uma obra nova de Dai ou pelo menos uma animação para adaptar os capítulos do Avan. Ei, um homem pode sonhar, não?
Caçando tesouros da forma menos empolgante

Por Dragon Quest estar sempre testando ideias diferentes para seus spin-offs, não é estranho ver que algumas ideias possam surgir derivando de múltiplas. Um exemplo disso foi há poucos anos, quando, na ideia de buscar uma representação de personagens amáveis de DQXI, somado a uma mecânica de “coleta” de monstros e uma gameplay de exploração com foco em caça a tesouros, nasceu uma aberração…
Dragon Quest Treasures!
Demos nossa opinião forte sobre o jogo na review abaixo:
Com uma história que se passa em um passado de canon ambíguo, Treasures é uma prequel de Echoes of an Elusive Age, focando nos irmãos Erik e Mia! Em sua época da infância, onde eles ainda velejavam com vikings, Erik e Mia acabam em um mundo desconhecido e precisam explorar seus encantos para descobrir os múltiplos tesouros que os aguardam, encarando perigos no caminho que não conseguirão evitar sem uma luta.
Mantendo alguns elementos de RPG, mas focando mais na exploração e a forma com que o protagonista usa seus aliados monstros, Treasures foi feito como um experimento conceitual da série Dragon Quest Monsters, que é um spin-off melhor, em minha opinião. Longe de ser de fato ruim, ainda é um jogo que eu não recomendaria particularmente, especialmente em um console com opções infinitamente melhores de DQ.
Tendo dito isso, não será a última vez que falaremos de Monsters, afinal…
Cometa patricídio usando seus monstros!

Inicialmente revelado em um teaser de 2023 como parte dos 25 anos da subsérie Monsters de Dragon Quest, The Dark Prince, ou simplesmente Monsters 3, foi revelado em junho do mesmo ano em uma Nintendo Direct! O jogo era o retorno da série Monsters para consoles desde Joker 3 no 3DS (Japan-only) e trazia um sistema de gameplay refinado dos anteriores e uma história que seguia um mundo que já conhecemos: o de DRAGON QUEST IV: Chapters of the Chosen.
Controlando o antagonista Psaro durante a juventude, o jogador poderá vivenciar sua história (mas de novo, “canon ambíguo”), o encontro que ele teve com a sua amada Rose e o início do seu ódio por humanos! A história gira em torno de uma maldição que Psaro sofreu ao tentar encarar seu pai. Não podendo mais atacar nenhum tipo de monstro por conta própria, Psaro aprende a virar um controlador de monstros e usá-los para seu benefício próprio, manipulando-os para lutar da forma que quiser.
Com uma gameplay que mistura coleta de monstros com sistemas de síntese interessantes e uma exploração por diversas camadas do “submundo” que mudavam de estação constantemente, The Dark Prince era ambicioso demais no Nintendo Switch e possuía muitos problemas de otimização no portátil. É um dos jogos que realmente se beneficiariam de uma Nintendo Switch 2 Edition gratuita, mas estou saindo um pouco da tangente…

Caso queiram mais de nossas opiniões sobre The Dark Prince, leiam nossa review!
Preso no Japão: treine os seus monstros neste clássico!

Lançado em 2019, DRAGON QUEST Monsters: Terry’s Wonderland RETRO é um port com certas melhorias do primeiro jogo da série Monsters, lançado para Game Boy Color. Ele conta com com uma variedade de fundos temáticos diferentes, além da opção de jogar com cores ou em um esquema monocromático.

Não há muito o que dizer aqui, é Terry’s Wonderland de novo, e é um bom jogo, mas, por estar preso no Japão, se torna difícil de recomendar aqui! Esperamos que a Square toque a real e pelo menos libere a versão original no NSO do Game Boy – que honestamente precisa de mais jogos, convenhamos!
Aguardemos as Chamas do Destino!
Para encerrar tudo, o futuro da franquia Dragon Quest ainda parece brilhante (mesmo que o Horii pareça tão interessado em IA – por favor cara, para), mas, considerando o atraso de qualquer tipo de informação para DRAGON QUEST XII: The Flames of Fate, anunciado em 2021, não posso negar que também tenho certo medo.
Este texto está programado para ser lançado no Dia de Dragon Quest no Japão, então veremos se o Horii conseguiu cumprir o que disse, ou se os planos para o jogo mudaram novamente. Até lá, continuarei cantarolando o tema da franquia e ignorando completamente as comparações com o nosso hino!






