- Os 10 melhores jogos de RPGs estratégia e RTS do Nintendo Switch - 09/05/2026
- Com mais de 40 anos na empresa, o lendário Takashi Tezuka está se aposentando da Nintendo — outros três diretores também sairão - 08/05/2026
- Hacking to the… V-Tuber? Tecnologia “E-Mote”, similar à usada pelos streamers “animados” está sendo incorporada em STEINS;GATE RE:BOOT - 08/05/2026
Revisão: Manuela Feitosa
O conceito de estratégia, em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie, em inglês strategy… ah, não precisam anotar para entender o texto ou ter vinte anos de curso em estratégia, afinal, o tópico apesar de ser relacionado a ela, tomará um caminho diferente!

Com anos para conseguir um catálogo variado, o Nintendo Switch já possui milhares de softwares diferentes que incluem jogos dos mais variados gêneros – e apesar de não estar no mercado por um ano, o Nintendo Switch 2 também já conta com a mesma coisa, ainda que em números menores e um pouco dependente das Nintendo Switch 2 Edition para isso. E um desses gêneros que acreditamos que merece ainda mais destaque na família Switch não poderia ser outro além da nossa amada “estratégia”.
Por isso, resolvemos reunir a turma do xadrez do NintendoBoy e encabeçar essa ideia dos “melhores” do gênero que temos disponíveis em ambos consoles atuais da Nintendo! Como sempre, os meus agradecimentos vão aos que me ajudaram na lista tanto na concepção quanto em algumas escolhas, são eles: Erick Figueiredo, Ivanir Ignacchitti e Kat Oliveira.
Sem mais delongas, vamos começar a bolar umas estratégias mirabolantes e decidir de uma vez por todas qual o melhor jogo ou RPG de estratégia no Nintendo Switch!
A arte da guerra
Só para termos um aviso prévio antes de começarmos a escrever tudo isso; por “estratégia” ser um gênero muito amplo que pode incluir desde xadrez a jogos baseados em deck ou tower-defense, resolvemos limitar os tipos de jogos que queremos colocar na lista, então as regras apesar de poucas são decisivas com o tipo de jogo que iremos falar:
- O jogo em questão precisa contar com uma perspectiva semelhante a um jogo de tabuleiro;
- A movimentação dos mapas precisa envolver uma visão isométrica dos personagens e ações;
- Dado as duas regras anteriores, nos limitaremos a SRPGs e RTSs.
Diferente de minhas listas anteriores, vamos fazer um ranking que vai do #10 até o #01, mas é claro, vocês podem discordar a respeito dela, só saibam que o posicionamento foi feito com base em múltiplos fatores como opinião pessoal, notas em sites de análises, e também uma leitura pessoal das múltiplas análises do NintendoBoy.
E para iniciarmos com chave de ouro, o primeiro jogo de nossa lista é…

Desenvolvido e publicado pela Shiro Games
Historicamente, o povo nórdico sempre foi um dos aspectos mais curiosos da pesquisa antropológica, tanto por seus avanços consideráveis nas explorações marítimas (com pesquisas indicando que eles chegaram às Américas e as exploraram antes mesmo de Colombo) como pela sua cultura que se espalhou pela Europa. Acredito que esta fascinação e o fato da desenvolvedora ser do continente europeu foram fatores que levaram na criação deste RTS um tanto único.
Ambientado em uma nova terra, conquistada por um pequeno grupo de vikings, Northgard mistura os elementos típicos de combate de um RTS com as mecânicas de expansão de território e melhorias de cidade que vemos em outros jogos de estratégia como Age of Empires. No jogo, o objetivo se torna não apenas sobreviver aos muitos perigos desta nova terra, incluindo criaturas mitológicas perigosas, como também manter a cultura viking viva, muitas vezes precisando fazer alguns sacrifícios – às vezes literais – na forma que você está jogando o jogo.
Dizem que a paciência é uma virtude, e Northgard é o jogo de nossa lista que melhor exemplifica esse aspecto, sendo um RTS que pode ser considerado um slow burn – ou seja, demora um pouco para ter um loop que prenda o jogador. No entanto, sua gameplay de estratégia precisa e a temática nórdica única que mistura lendas e costumes vikings em sua gameplay e worldbuilding o tornam uma recomendação nossa de um excelente indie no Nintendo Switch, com controles que apesar de inicialmente feitos para teclado e mouse, foram totalmente adaptados para um uso com analógicos.
Sua baixa posição se dá devido ao quão “cru” o jogo pode ser em alguns aspectos e também devido ao fato de o suporte para multiplayer e outras DLCs que o jogo possui terem sido abandonadas nas versões de console; esperamos que eventualmente os devs por trás do projeto reconsiderem isso.

Desenvolvido e publicado pela Feral Interactive Ltd.
O general estadunidense William T. Sherman uma vez disse que “a guerra é um inferno” durante os períodos da Guerra Civil do país; no entanto sabemos que Sherman nunca viveu o suficiente para viver os simuladores eletrônicos de guerra que temos hoje em dia, talvez ele mudasse de opinião assim que jogasse um deles. Brincadeiras à parte, a guerra é um aspecto humano que precisamos aprender em nossa longa história como raça de seres pensantes, e como um “simulador de batalhas” que é divertido ao mesmo tempo que demonstra bem as estratégias de combate, acredito que Company of Heroes seja a melhor escolha.
Se passando durante o início do Dia D até o fim da Campanha da Normandia da Segunda Guerra Mundial, Company of Heroes “adapta” partes da icônica guerra em sua gameplay enquanto apresenta diferentes perspectivas de grupos aliados que lutaram contra a Alemanha, como os britânicos. A gameplay do jogo segue os padrões típicos de um RTS que você veria em um PC nos anos 2000 – um indicativo de que este jogo saiu originalmente em 2006 – mas aspectos como seus efeitos sonoros e até mesmo o seu visual na perspectiva isométrica envelheceram bem e ajudam com o feeling básico que uma tensão de uma guerra digital traz em sua jogabilidade.
Com um port baseado na versão mobile de Company of Heroes (tamvém desenvolvida pela Feral Interactive), o jogo é um dos melhores exemplos de RTS no Nintendo Switch que conseguiu adaptar bem uma gameplay que costuma depender muito de mouse e teclado para uso dos controles básicos presentes no console; em nossa análise feita pelo redator Erick Figueiredo, o jogo ganhou um sonoro 8,5/10!

Desenvolvido pela Kou Shibusawa e publicado pela KOEI TECMO
Leiam as nossas reviews do jogo (tanto a edição base quanto a Complete Edition):
Nobunaga Oda talvez seja uma das figuras históricas mais conhecidas do Japão; envolto de controvérsias e debates sobre suas ações em vida, Nobunaga se tornou uma figura folclórica, marcando presença em diversas partes da cultura pop japonesa, incluindo animes, mangás, e, é claro, videogames. Como o título que vamos abordar a seguir, que explora o período do Sengoku Jidai, a era de guerra civil sangrenta da história japonesa, cujo objetivo é completar a ambição de vida de Nobunaga e unificar o Japão em nome de seu lorde favorito do período.
NOBUNAGA’S AMBITION é uma das franquias mais antigas da KOEI TECMO, e uma que tenta trazer o EXTRA em estratégia (ignorem que estratégia não tem X). Com Awakening, vemos um jogo que apresenta mecânicas que tentam simular todos os aspectos de uma batalha real, desde negociações, preparo militar e o combate em si, que acontece durante um período de meses do tempo in-game e que pode ser afetado pelas múltiplas decisões do jogador!
Contando com simulações de batalhas que realmente aconteceram, cenários what-if e até uma criação de personagens única, NOBUNAGA’S AMBITION: Awakening pede para o jogador se colocar no papel de um daimyo e liderar suas tropas, seu território e seu povo para um futuro, por falta de palavra melhor, ambicioso. A Complete Edition do Nintendo Switch 2 também conta com adições visuais e de desempenho, além de um controle de mouse que é ideal para RTSs deste tipo!

Desenvolvido pela Firaxis Games e publicado pela 2K
A humanidade sempre se viu sob a ameaça de aliens na ficção científica, seja em filmes obviamente feitos como propaganda como Independence Day, ou homenagens a histórias de alienígenas como Círculo de Fogo, muitos filmes questionam como a humanidade reagiria a respeito de uma invasão de outro mundo…
Enquanto isso, XCOM 2 existe para perguntar “o que a humanidade faria se os alienígenas ganhassem”?
Tendo sido lançado originalmente em 2016, com sua expansão War of the Chosen seguindo em 2017, o jogo e suas expansões só viriam ao Nintendo Switch em 2020, graças a um esforço em conjunto tanto da Virtuos quanto da 2K, dona da Firaxis a desenvolvedora da IP. O jogo é uma sequência de XCOM: Enemy Unknown, mas se passa em uma linha do tempo alternativa onde não houve uma resistência humana contra a invasão, e logo, a Terra foi obrigada a se tornar parte da coalizão alienígena que agora usa o nosso planeta de base.
Com uma gameplay baseada em movimentação tática, um sistema de ataques por turnos que funciona em porcentagem (uma que comicamente favorece a CPU, devo acrescentar) e uma ótima criação de personagens, X-COM 2 Collection é possivelmente uma das melhores experiências de estratégia que você pode ter no Nintendo Switch, se conseguir passar pelos poucos, porém notáveis problemas de desempenho e falhas visuais. Ainda estamos esperando uma versão de Nintendo Switch 2 desse aqui, Firaxis, ou pelo menos uma confirmação de Marvel’s Midnight Suns para o console, após o cancelamento da versão do “Switch 1”.

Desenvolvido em uma parceria entre KOEI TECMO e Intelligent Systems, publicado pela Nintendo
E MAIS TRÊS ANOS DE DISCUSSÃO! Ou pelo menos é o que eu diria se fosse para falar mal do jogo, mas verdade seja dita, se eu falasse de “jogos de estratégia no Nintendo Switch” e não mencionasse Fire Emblem: Three Houses, não só eu estaria errado em um nível acadêmico, como provavelmente seria linchado vivo pelos inúmeros fãs deste jogo em particular.
Three Houses é o tipo de jogo que vai te prender pela história, personagens e drama, com um thriller político que envolve todo o continente de Fodlán, no qual o jogo se passa, e uma escolha central que pode mudar o rumo da sua história para quatro diferentes rotas com uma simples pergunta: “que classe você gostaria de dar aula, professor(a)”? Com intrigas políticas, crimes de guerra que fariam a Convenção de Genebra chorar feito um bebê e uma história envolvente, Three Houses é um jogo fácil para desperdiçar centenas de horas de sua vida.
De fato, o único motivo que Three Houses não está em uma posição maior aqui é devido a sua gameplay central, que foge um pouco dos padrões antigos da franquia, se livra de sistemas clássicos, e num geral acaba sendo simplificada demais, a tornando ou repetitiva ou fácil, dependendo de quem você perguntar. No entanto, dita repetição ou simplicidade pode ser um apelo a mais para vários jogadores, afinal, com um jogo tão fácil de “quebrar”, por que não experimentar as mais bizarras possibilidades?
Interrompemos a programação para falarmos das menções honrosas!
~ Insira o tema “Mii News” de Tomodachi Life: Living the Dream durante essa sessão ♪♫
Interrompemos este “Top 10” em sua metade para dar um pequeno lembrete de mais cinco jogos ou RPGs de estratégia que são de ótima qualidade, mas que acabaram não entrando em nossa lista por serem mais difíceis de recomendar que alguns daqui ou para não entrarmos em muitas repetições de jogos muito parecidos um com o outro. Com base em jogos recomendados a mim pelos meus colegas e a algumas escolhas pessoais, vamos às nossas menções honrosas!
Jogos que já tiverem review no site estarão com um link da mesma no título do jogo

Brigandine The Legend of Runersia: Provavelmente o mais “hit or miss” de nossas menções honrosas, Legend of Runersia é um RPG tático onde cada decisão e movimento do jogador acontece ao longo de estações do ano, com determinadas batalhas e decisões tendo um número específico de estações máximas antes que o jogo acabe em um Game Over. Apesar de ser um RPG um tanto misto, recomendamos experimentá-lo para aproveitar a sua promissora sequência: Brigandine Abyss

Super Robot Wars Y: Embora certamente não um RPG de estratégia muito complexo, mesmo em dificuldades mais avançadas, Super Robot Wars Y conta com sistemas em sua gameplay que garantem uma repetição onde cada batalha que você faz no jogo te deixa mais forte de determinada forma; some isso ao fato da história do jogo ser um grande crossover entre mais de 15 animes, filmes ou OVAs de mecha diferentes e você pode entender por que este jogo recebeu uma nota boa no site!

Dark Deity 2: Uma carta de amor à antiga era dos jogos Fire Emblem no Super Famicom e no Game Boy Advance, Dark Deity 2 possui uma história com personagens carismáticos (ainda que um tanto esquecíveis às vezes) e narrativas envolventes, mas certamente prendem o jogador por sua gameplay e spritework que conseguem replicar o feel daqueles Fire Emblem antigos que amamos, não tendo medo de abraçar a sua maior inspiração.

Romance of the Three Kingdoms 8 Remake: Abram os livros sobre história chinesa, pois voltamos ao período dos Três Reinos! Contando com uma gameplay de estratégia por turnos que é lenta, mas com um foco nas decisões que você precisa tomar após cautelosas considerações, Romance of the Three Kingdoms 8 é certamente um clássico de estratégia que tem seu apelo e por isso recebeu um remake; devido à presença de NOBUNAGA’S AMBITION, um jogo melhor, na lista, ele ficou limitado apenas a nossa sessão de menções honrosas, no entanto.

Unicorn Overlord: Com uma dor em meu coração porque creio que esse jogo é um 10/10 em seu loop de gameplay, Unicorn Overlord ficará na retaguarda por ser um tanto repetitivo perto de outros daqui, como apelar para um mesmo nicho; mas se você busca outro jogo que puxa inspirações de clássicos como Ogre Battle e Fire Emblem, deem uma chance para Unicorn Overlord, afinal, a melhor garota da ficção – Melisandre, obviamente – é uma opção de romance no jogo!
Tendo explicado cada jogo em nossas menções honrosas brevemente, voltaremos à programação original para enfim nomearmos o nosso “Top 5 melhores jogos/RPGs de estratégia do Nintendo Switch”. Agradeço a todos pela paciência.

Desenvolvido e publicado pela Square Enix
Leia a nossa review do jogo:
Iniciando o nosso Top 5 e inaugurando a presença da Square Enix em nossa lista (se acostumem porque ela ainda tem uma presença forte depois), vamos para uma situação um tanto engraçada: o remaster de um remake! Lançado em 1995 para o Super Famicom, Tactics Ogre: Let Us Cling Together era um RPG tático da finada Quest que teve um remake com o mesmo nome para o PSP pela Square, em 2010; Tactics Ogre Reborn é uma versão remasterizada e replanejada de dito remake!
Através dos olhos de Denam Pavel, o jogador será levado ao mundo de Valeria, uma região unida por um grande monarca que entra em um conflito terrível após a aparente morte do mesmo. Além de uma história envolvendo tramas políticas e guerras ardentes em busca de poder, Tactics Ogre conta com um sistema tático que movimenta as unidades no mapa como se fossem peças de xadrez, possuindo certas vantagens para o tipo de classe, arma e afins dependendo do terreno, algo que na época que o lançamento original de Let Us Cling Together foi inovador.
Com tudo isso a favor de Tactics Ogre, no entanto, os únicos contras que o tornam o último colocado entre os jogos da Square Enix da lista são reclamações menores, como a suavização estranha dos pixels que a versão de PSP tinha para o fato que ele só não alcança os mesmos pontos fortes dos outros dois que veremos depois! No entanto, ainda é um clássico entre os RPGs táticos, e deve ser experienciado por qualquer um que se diga fã do gênero.

Desenvolvido e publicado pela Nippon Ichi Software [NIS America globalmente]
É quase impossível citar SRPGs do Nintendo Switch sem citar uma franquia icônica que tem presença constante no console: Disgaea! O clássico da Nippon Ichi Software conta com cinco jogos da franquia mainline no console, mas como só podemos escolher um, nossa escolha vai para um que esteve lá desde o ano de lançamento, que é justamente Disgaea 5 Complete!
Disgaea 5: Alliance of Vengeance é o quinto jogo de Disgaea e conta com padrões típicos da série como uma gameplay de estratégia com stats exagerados que vão para a casa dos milhões, o humor bobo típico da série e personagens chamativos tanto em design como em personalidade; tudo isso enquanto apresenta sistemas novos em seu combate como Overload, habilidades exclusivas de Overlords que causam os mais diferentes efeitos em inimigos! A história do jogo gira ao redor da Princesa Overlord Seraphina, que para evitar um casamento político com Void Dark recruta à força o demônio Killia para ajudá-la com essa tarefa aparentemente impossível.
Sendo o único Disgaea “pré-6”que está disponível na eShop brasileira (4 Complete e 1 Complete estão apenas na eShop gringa até hoje, ajuda a gente, NIS America), nós recomendamos que vocês experimentem um dos melhores que a série tem a oferecer, e que possa fazer você se interessar a ir atrás dos outros…

Agora pode parar de apontar a arma para mim, Marcos.
Desenvolvido pela Intelligent Systems e publicado pela Nintendo
Leia a nossa review do jogo:
Nossa medalha de bronze vai para um jogo que recebeu certas polêmicas quando saiu por ter uma direção diferente que a franquia tomou do jogo anterior, decepcionando uns fãs, mas agradando a outros por diferentes aspectos. Estou falando, é claro, de Fire Emblem Engage! O décimo oitavo Fire Emblem mainline trouxe de volta conceitos como o triângulo de armas enquanto apresentava novidades em seu sistema de combate, como as mecânicas de Break e Smash, e claro, a mecânica titular do jogo: os Engage Rings!
Se passando no fictício mundo de Elyos, Fire Emblem Engage segue o personagem avatar Alear, um(a) dragão divino que acorda de um sono de 1000 anos para descobrir que o mundo está sendo ameaçado pelo dragão caído que ele(a) enfrentou, mas não possui memória alguma dos eventos citados. O jogo conta com 12 anéis diferentes que a história gira ao redor, cada um podendo invocar um “Emblem”, um herói icônico dos mundos de diversos Fire Emblem, como Marth, Sigurd, Ike, Roy, Corrin, Byleth, etc.
Com um foco gigantesco na gameplay, mecânicas que vão fazer você pensar antes de movimentar suas units pelo mapa e personagens que apesar de caírem em tropes básicas ainda são carismáticos, Fire Emblem Engage possui tudo para prender o jogador em um loop divertido de mapas táticos lotados de coisas para fazer! E sua DLC, Fell Xenologue, pode ser jogada à parte seguindo um determinado ponto do jogo, o que também dá ao jogador algumas vantagens como itens e até personagens novos.

Desenvolvido e publicado pela Square Enix
Leia a nossa incrível review do jogo:
Recebendo a medalha de prata em nosso texto, FINAL FANTASY TACTICS – The Ivalice Chronicles é – junto do número cinco da mesma – um dos jogos mais “velhos” de nossa lista, porque apesar de Ivalice Chronicles mudar muita coisa no Quality of Life do jogo, ainda estamos falando de uma narrativa originalmente lançada em 1997, e que narrativa, ouso dizer. O jogo foi digno de receber um 10/10 em nosso site e vocês entenderão o porquê nos tópicos seguintes…
Final Fantasy Tactics é uma história contada por Arazlam Durai, um estudioso historiador que pesquisa um período específico: a Guerra dos Leões. Seus estudos o levaram até um documento chamado “Os Documentos Durai” que sugerem que o verdadeiro herói da história seria na verdade um nobre chamado Ramza Beoulve, que havia tido o seu papel apagado na história. Através dos olhos de Ramza, então, o jogador é guiado por uma jornada política cheia de intrigas, traições e uma sinceridade em sua escrita que dificilmente você encontrará em outro RPG.
Em termos de combate, no entanto, FINAL FANTASY TACTICS é relativamente simples, com um sistema tático por grid que não é muito diferente de outros jogos citados aqui; no entanto, sua gameplay é simples de entender e mais difícil de dominar, tornando este jogo possivelmente um dos RPGs táticos mais divertidos do Nintendo Switch…
A não ser que tivesse outro jogo que fizesse um combate semelhante de forma melhor:

Desenvolvido pela Artdink e publicado pela Square Enix [publicado pela Nintendo inicialmente]
Leia a nossa review do jogo:
Com uma medalha de ouro e uma coroa para ilustrar sua posição em primeiro lugar, Triangle Strategy domina a nossa lista como o melhor RPG de estratégia no Nintendo Switch! Lançado em 2022, TriStra é um dos projetos de Tomoya Asano (Bravely Default e Octopath Traveler) que busca se inspirar nas gameplays de jogos táticos antigos como Tactics Ogre e o próprio Final Fantasy Tactics. O jogo inova em sua narrativa, com um sistema de tomada de decisões que pode afetar drasticamente o destino que a jornada do jogo tomará e quem se aliará aos protagonistas.
Se passando na região de Norzelia, que possui um histórico da famigerada “Guerra do Salferro” – literalmente Saltiron War – entre as regiões do Reino de Glenbrook, o Império de Aesfrost e o Estado Sagrado de Hyzante, a história segue um período de suposta paz, onde um nobre do Reino de Glenbrook, Serenoa, está prestes a se casar com Frederica, uma princesa de Aesfrost, numa tentativa de aliança política para auxiliar na mineração de ferro entre as regiões. No entanto, tal aliança era apenas um golpe pelos irmãos de Frederica para poderem aplicar um golpe de estado no Reino em uma invasão, gerando um conflito que está caminhando para ser mais sangrento que a própria Guerra do Salferro.
Possuindo sistemas únicos de posicionamento do mapa, fraquezas com misturas elementais e habilidades que podem variar dependendo do ambiente, Triangle Strategy é um dos melhores títulos HD-2D no Nintendo Switch, e possui uma demo bem generosa que permite que você descubra como os sistemas e a história do jogo se entrelaçam! Supostamente uma sequência chegou a existir antes de ser cancelada, mas por isso ser um rumor não comentarei muito a respeito, no entanto, caso fosse verdade, seria uma lástima enorme dada a qualidade do jogo.
Mais estratégias mirabolantes para pensar
O Nintendo Switch em menos de um ano completará 10 anos desde o seu lançamento, e nesse meio tempo pudemos ver diversos tipos de jogos sendo lançados para o portátil, incluindo os jogos e RPGs de estratégia que eu tanto prezo; essa lista já estava no forno há um bom tempo e eu só queria uma desculpa para poder falar de alguns desses jogos, mas aproveitei lançamentos relativamente recentes como Ivalice Chronicles para dar um peso a mais nessa lista.
Honestamente, espero que tenham gostado da lista caso tenham jogado esses jogos e, no caso de não terem jogado, tenham ficado curiosos o bastante para irem atrás dos mesmos. Estratégias sempre vão ser exigidas de cada jogo que você quiser dominar, então por que não apenas relaxar e preparar o tabuleiro (ou neste caso, o Nintendo Switch) para viver em um dos mundos que falei hoje?







